Olá, como é que vocês tão? Pra começar, vou contar que não curto dividir os contos em partes, mas esse aqui era grande demais pra postar de uma vez só. Tudo que vem agora e nas próximas duas partes aconteceu na semana passada, em só um par de noites. Assim que rolou, escrevi tudo de uma vez, sem parar, mas agora, enquanto o Rodrigo me dá um descanso, fiquei revisando e dividindo nessas três partes que tô apresentando. Espero que curtam, tanto quanto eu curti vivendo, e que sintam, tanto quanto eu senti, a intensidade dessas noites de prazer... Beijinhos e boas gozadas pra todo mundo...
MarielaPreciso admitir que, em circunstâncias normais, jamais teria escolhido ele como amante, nem pra dar uma rapidinha, daquelas que depois você fala "te vi, mas não lembro". Também não é como se eu estivesse tão necessitada assim. Tudo bem que o bebê me consome quase o tempo todo, mas sempre arrumo um tempinho pra dar ao meu corpo a liberdade que ele tanto precisa... Além disso, se eu tivesse na seca, tinha opções melhores pra escolher. Por exemplo, a praça do bairro, quando levava o Rodrigo pra passear, era um lugar bom pra saciar minha busca. Lá já tinha vários na lista: o cara que corria estranhamente perto toda vez que eu amamentava meu bebê, os moleques que, na mesma situação, ficavam batendo bola quase colados no meu banco, sem tirar os olhos de mim, ou o taradinho que, ao me ver passar, colocava os cachorros dele (um macho e uma fêmea) pra montar bem na minha frente. Não faltavam pretendentes, e olha que isso sem contar os que me cantavam na rua, sem se importar que eu tava empurrando um carrinho de bebê, e que aquele bebê era meu filho. Se ele fosse um deles, sem dúvida seria o último, mas o último, bem longe na fila. Longe, muito longe. Mas teve um par de situações que, quase imperceptivelmente, o colocaram na frente. A primeira foi uma viagem de trabalho que meu marido teve que fazer pra Rosário, pra controlar umas franquias da empresa. Era uma viagem relâmpago, ia e voltava no dia seguinte, o que significava que pelo menos uma noite eu passaria sozinha... bom, não tão sozinha, já que tenho meu bebê, mas vocês sabem do que tô falando. Assim que meu marido me avisou por telefone da viagem de última hora, pra eu preparar a mala dele, recebi outra ligação. Era o Bruno. Com certeza a maioria já sabe quem é; pra quem não sabe, vou contar: é colega de trabalho do meu marido, e também é meu amante e possível pai do meu filho. Assim que soube da viagem, me ligou pra fazer uma proposta que foi impossível recusar. recusar:
—Que tal se eu inventar uma história pra minha esposa e a gente passar a noite juntos, na sua cama?
—Acho uma ideia excelente — concordei.
A gente já tinha transado na minha cama, mas passar a noite inteira juntos me parecia ainda mais excitante e safado, dormir com outro homem enquanto meu marido tá viajando… hummm…
Combinamos todos os detalhes e, depois que meu marido foi embora, comecei a preparar um jantar especial pra nós dois. Quando ficou pronto, peguei o Rodrigo e fui comprar um champanhe no mercadinho dos chineses que fica na esquina. Voltei, arrumei a mesa com duas velas, como manda o figurino, e fui tomar um banho. Coloquei um vestidinho sexy que guardo pra ocasiões especiais, me perfumei e fiquei esperando vendo um pouco de TV, por sorte o Rodrigo dormia profundamente. Às 00h15 ele me manda uma mensagem avisando que tá chegando, pra eu descer e abrir o portão. Desço toda animada, ansiosa pra aproveitar aquela noite de chifre e safadeza, chego no hall de entrada e… tinha esquecido do segurança, sim, recentemente o condomínio tinha contratado um vigia pra proteger o prédio durante a noite. Não era de nenhuma empresa específica, lembrava de terem dito que era um ex-gendarme ou algo assim. Porra, pensei, e agora, o que eu faço?
—Boa noite, senhora, que estranho a senhora por aqui a essa hora — ele disse ao me ver.
Claro que, com aquele vestidinho tão sexy que eu tinha colocado, os olhos dele me percorreram de cima a baixo.
—É que… — comecei a dizer, mas não soube terminar, ficando hesitante enquanto olhava pra porta.
—A senhora fez algum pedido, tá esperando um delivery? — ele perguntou.
—Não, é que… — nesse exato momento o Bruno apareceu na porta, e então soltei tudo de uma vez: —é que meu marido viajou e meu irmão veio me fazer companhia pra não ficar sozinha.
—Ahh… olha só, que bom irmão — ele disse enquanto abria pra deixar o Bruno entrar.
Óbvio que ele não engoliu a história, mas serviu pra me livrar. Durante aquele momento. Eu cumprimentei o Bruno como dois irmãos se cumprimentariam e subimos no elevador, eu sentindo o tempo todo o olhar ameaçador do segurança em cima de mim.
—Não sabia que tinha segurança à noite — comenta o Bruno no elevador.
—Eu também não — falo — Bom, sabia sim, só tinha esquecido.
—Algum problema? — ele quis saber.
—Não, falei que você era meu irmão, acho que ele acreditou — falei, embora não tivesse tanta certeza.
—Haha… a ideia do incesto já tá me agradando, irmãzinha — ele disse, rindo, enquanto me puxava pela cintura e me beijava na boca.
Assim que entramos no apartamento, fui ver se o Rodrigo estava bem, ele dormia tranquilão, então voltei pro Bruno e servi o jantar. Jantamos à luz de velas, com música de fundo, e depois da sobremesa, sentamos no sofá pra curtir uma taça de champanhe. Brindamos por nós, por aquela noite, e nos beijamos… nos beijamos longamente, nos saboreando sem pressa, aproveitando a boca um do outro, nos mordendo, nos chupando, babando um no outro, trocando não só saliva, mas também o champanhe do nosso paladar. Bruno então larga a taça dele e a minha na mesa, abaixa devagar a parte de cima do meu vestido, e também o sutiã, e se inclinando sobre mim começa a curtir meus peitos maternos… beija, lambe, chupa, morde de leve, aperta uma teta minha e sai um jatinho de leite.
—Mmmm… cê fica bem gostosa sendo mãe! — ele fala enquanto saboreia o alimento natural que sai das minhas glândulas mamárias.
Pego ele pela cabeça, seguro ele contra mim e eu mesma aperto o outro peito, apontando o jato de leite pro centro da boca aberta dele. Ele volta a curtir aquele manjar leitoso, me mordendo, torcendo meus bicos entre os dentes. Me recosto no encosto do sofá e abro as pernas, Bruno aproveita o movimento pra enfiar uma mão por baixo do meu vestido e começar a percorrer as bordas provocantes da minha buceta. —Mmm… O que foi, gostosa, tá com tesão? — ele pergunta ao sentir a umidade na minha calcinha fio dental.
— Tô muito molhada!!! — respondo com a voz rouca e excitada.
Um dedo passa pela elástico fininho da calcinha e segue caminho até as profundezas da minha buceta, outro dedo acompanha e mais um, são três que me exploram com total liberdade, encharcados no fluxo que escorre do meu interior mais profundo. Depois de mexer várias vezes dentro de mim, Bruno tira os dedos e os leva até minha boca pra eu chupar, eu chupo, saboreando com vontade meu próprio mel. Agora ele tira minha calcinha, me deixa nua da cintura pra baixo, com o vestido ainda vestido, se ajeita no chão entre minhas pernas, colocando as duas sobre os ombros dele, e começa a passar a língua habilidosa no contorno dos meus lábios. Eu tremo ao sentir, minha pele toda se arrepia, ele ainda não chupa, só fica me observando, analisando minha intimidade como se tivesse debaixo de um microscópio, percorre com o olhar, como se estivesse cego de desejo, separa só um pouquinho meus lábios com os dedos e cheira meu interior…
— Mmm… que cheiro… delicioso…! — ele exclama.
Com a ponta da língua, ele lambe o mel grosso que escorre pelos lados da minha buceta, de um lado e do outro, subindo e descendo, dando voltas e voltas em volta dessa abertura que já se abre toda pra ele. Então ele para no lugar certo, chupa meu clitóris, balança ele, morde, chupa, chupa de novo, morde de novo, provocando dentro de mim pequenos choques elétricos que sacodem meu corpo inteiro. Eu tô em chamas, e essa chupada que ele tá me dando me deixa ainda mais putinha. Abro bem as pernas, seguro a cabeça dele com as duas mãos e puxo ele ainda mais pra perto de mim, pra essa parte do meu corpo que precisa de toda a atenção dele. É tanto prazer que ele tá me dando que eu começo a tremer, não consigo controlar os espasmos que sacodem meu corpo, jogo a cabeça pra trás… Atrás, arqueio as costas o máximo que consigo e solto um suspiro estrondoso… pura exalação de prazer… Bruno me fez gozar só de chupar minha pussy. Entre jadeios plácidos, desabo no sofá, tô tipo no limbo, totalmente viajando, navegando nas águas do gozo mais intenso. Meu homem, meu macho, meu amante sabe que tô no ponto, totalmente entregue, à mercê dele, sabe que naquele momento eu pertenço a ele de corpo e alma. Ele se levanta, limpa a boca com as costas da mão, se despe em questão de segundos, revelando uma cock maravilhosa, cheia de vigor, se aproxima “arma” na mão e coloca na minha boca. Ainda tô curtindo meu orgasmo, então começo a chupar por instinto, meu instinto natural… sinto algo na boca e chupo… mas quando percebo o que é de verdade, me concentro em retribuir a atenção, em chupar e rechupar, igual ele me chupou e rechupou. Os gemidos e expressões do Bruno me confirmam que tô correspondendo, que tô fazendo ele gozar tanto quanto ele me fez, não me custa nada agradar ele, adoro chupar e ainda mais chupar ele, adoro sentir ela deslizando entre meus lábios, pulsando na minha garganta, endurecendo no meu céu da boca… não tem nada que me dê mais prazer do que satisfazer meu homem, sentir ele gemir por mim. Porque é isso que uma mulher deve fazer, satisfazer o homem dela, ser a slut dele, se entregar completamente, igual eu naquele momento, não tinha vontade própria, a única vontade que mandava era a daquela cock que podia fazer o que quisesse comigo. E o que ela queria agora, aparentemente, era se enfiar até meu esôfago. Com os olhos arregalados, Bruno me segurava pelos lados da cabeça, como se minhas orelhas fossem um par de alças, e manobrando do jeito dele, enfiava até o fundo da minha garganta. Ele tava tipo possesso, nunca tinha visto ele tão excitado, mas o que eu ia dizer?, eu gostava que ele tivesse assim, que não me tivesse respeito, que me usasse e abusasse à vontade, minha boca e minhas glândulas gustativas mais que agradecidas. Em certo momento, quando pareceu me dar uma trégua, desci e chupei os ovos dele, me entretive um tempinho com eles, beijando, lambendo, mordendo de leve, de propósito pegava um punhado de pelos com os dentes e puxava… Ahhhhh…!... ele se estremecia, mas não me tirava dali, minhas mordidinhas pareciam agradar ele, mesmo sendo numa parte tão sensível da anatomia dele.
Quando recuperou o fôlego, me pegou de novo pela boca, atravessava minha garganta repetidamente, batendo na minha campainha com a glande já inchada e vermelha… uma mistura de saliva e fluidos pré-seminais escorria pelos cantos dos meus lábios… como se a pica do Bruno se desmanchasse no meu paladar. Pelo jeito que ele suspirava e como as veias dele ficavam tensas, já tava quase gozando, eu sentia, pressentia, a descarga era iminente. Não ia soltar ele, tava disposta e ansiosa pra ir até o fim, pra saborear o mel dos testículos dele, aqueles que eu estimulava com uma mão pra que dessem tudo de si. Os gemidos dele ficavam mais intensos, os movimentos mais frenéticos, tudo caminhava pra um final apoteótico e eu tava na primeira fila, não só como espectadora privilegiada, mas também como participante fundamental e necessária. Nós dois sabíamos muito bem como aquilo ia terminar, e onde o néctar dele ia ser derramado, nem ele nem eu queríamos que fosse desperdiçado. Mais umas enfiadas de boca e no meio de ofegos exaltados, ele deixou a pica atravessada na minha garganta, soltando jorro atrás de jorro de porra, confirmo que essa deve ter sido a gozada da vida dele, em nenhuma das outras vezes que estivemos juntos eu tinha sentido tanta quantidade de esperma, era uma mangueira que não fechava e eu engolia tudo, até a última gota. Num momento, foi tanta porra que eu me engasguei, um monte de leite tinha se acumulado na minha garganta e não consegui engolir mais, por sorte Bruno tirou o pau pra fora, me deixando respirar um pouco, e foi assim que consegui engolir tudo. Quando não tinha mais nada pra engolir, voltei a atacar o pau dele, ainda na posição de ataque, e passei a língua de cima a baixo, saboreando os restos daquele banquete que tinham ficado grudados na pele dele. Chupei até os pelos que estavam empapados de porra que tinha caído neles. Já com o pau bem limpo e lustrado, Bruno desabou no sofá, do meu lado, soltando suspiros de prazer… dava pra ver que ele estava abalado.
— Que… que boquete você me fez, Mary… foi… foi incrível! —
— Sim, percebi que você gostou pelo tanto que gozou — falei, passando a língua nos lábios de um jeito provocante.
A gente se beijou como quem agradece pelo momento que compartilhamos, e então ele me diz:
— Vamos dormir? —
— Sério que você acha que a gente vai conseguir dormir? — respondi com um sorriso cúmplice.
Bruno sorri também e me beija de novo. A gente levanta e vai pro banheiro. Enquanto ele começa a mijar, eu enxáguo a boca com enxaguante bucal e lavo o rosto. Tô me secando quando vejo ele pelo espelho do armário, soltando aqueles jatos intermitentes tão característicos e comuns depois de uma gozada.
— Precisa de uma mão amiga? — pergunto em tom de brincadeira.
— É, umas sacudidas não cairiam mal — ele responde, entrando na onda.
Largo a toalha, me aproximo, e assim que ele termina de mijar, pego no pau dele e sacudo, soltando no vaso as últimas gotinhas de urina, misturadas com alguns restos de esperma. Enquanto tô sacudindo, ele aproveita a proximidade pra acariciar minha bunda.
— Hummm… assim dá gosto vir ao banheiro! — ele exclama.
A gente ri, e quando ele termina, é minha vez de mijar. Agora sim, vamos pra cama. Dormir? Haha… com certeza não.
MarielaPreciso admitir que, em circunstâncias normais, jamais teria escolhido ele como amante, nem pra dar uma rapidinha, daquelas que depois você fala "te vi, mas não lembro". Também não é como se eu estivesse tão necessitada assim. Tudo bem que o bebê me consome quase o tempo todo, mas sempre arrumo um tempinho pra dar ao meu corpo a liberdade que ele tanto precisa... Além disso, se eu tivesse na seca, tinha opções melhores pra escolher. Por exemplo, a praça do bairro, quando levava o Rodrigo pra passear, era um lugar bom pra saciar minha busca. Lá já tinha vários na lista: o cara que corria estranhamente perto toda vez que eu amamentava meu bebê, os moleques que, na mesma situação, ficavam batendo bola quase colados no meu banco, sem tirar os olhos de mim, ou o taradinho que, ao me ver passar, colocava os cachorros dele (um macho e uma fêmea) pra montar bem na minha frente. Não faltavam pretendentes, e olha que isso sem contar os que me cantavam na rua, sem se importar que eu tava empurrando um carrinho de bebê, e que aquele bebê era meu filho. Se ele fosse um deles, sem dúvida seria o último, mas o último, bem longe na fila. Longe, muito longe. Mas teve um par de situações que, quase imperceptivelmente, o colocaram na frente. A primeira foi uma viagem de trabalho que meu marido teve que fazer pra Rosário, pra controlar umas franquias da empresa. Era uma viagem relâmpago, ia e voltava no dia seguinte, o que significava que pelo menos uma noite eu passaria sozinha... bom, não tão sozinha, já que tenho meu bebê, mas vocês sabem do que tô falando. Assim que meu marido me avisou por telefone da viagem de última hora, pra eu preparar a mala dele, recebi outra ligação. Era o Bruno. Com certeza a maioria já sabe quem é; pra quem não sabe, vou contar: é colega de trabalho do meu marido, e também é meu amante e possível pai do meu filho. Assim que soube da viagem, me ligou pra fazer uma proposta que foi impossível recusar. recusar:
—Que tal se eu inventar uma história pra minha esposa e a gente passar a noite juntos, na sua cama?
—Acho uma ideia excelente — concordei.
A gente já tinha transado na minha cama, mas passar a noite inteira juntos me parecia ainda mais excitante e safado, dormir com outro homem enquanto meu marido tá viajando… hummm…
Combinamos todos os detalhes e, depois que meu marido foi embora, comecei a preparar um jantar especial pra nós dois. Quando ficou pronto, peguei o Rodrigo e fui comprar um champanhe no mercadinho dos chineses que fica na esquina. Voltei, arrumei a mesa com duas velas, como manda o figurino, e fui tomar um banho. Coloquei um vestidinho sexy que guardo pra ocasiões especiais, me perfumei e fiquei esperando vendo um pouco de TV, por sorte o Rodrigo dormia profundamente. Às 00h15 ele me manda uma mensagem avisando que tá chegando, pra eu descer e abrir o portão. Desço toda animada, ansiosa pra aproveitar aquela noite de chifre e safadeza, chego no hall de entrada e… tinha esquecido do segurança, sim, recentemente o condomínio tinha contratado um vigia pra proteger o prédio durante a noite. Não era de nenhuma empresa específica, lembrava de terem dito que era um ex-gendarme ou algo assim. Porra, pensei, e agora, o que eu faço?
—Boa noite, senhora, que estranho a senhora por aqui a essa hora — ele disse ao me ver.
Claro que, com aquele vestidinho tão sexy que eu tinha colocado, os olhos dele me percorreram de cima a baixo.
—É que… — comecei a dizer, mas não soube terminar, ficando hesitante enquanto olhava pra porta.
—A senhora fez algum pedido, tá esperando um delivery? — ele perguntou.
—Não, é que… — nesse exato momento o Bruno apareceu na porta, e então soltei tudo de uma vez: —é que meu marido viajou e meu irmão veio me fazer companhia pra não ficar sozinha.
—Ahh… olha só, que bom irmão — ele disse enquanto abria pra deixar o Bruno entrar.
Óbvio que ele não engoliu a história, mas serviu pra me livrar. Durante aquele momento. Eu cumprimentei o Bruno como dois irmãos se cumprimentariam e subimos no elevador, eu sentindo o tempo todo o olhar ameaçador do segurança em cima de mim.
—Não sabia que tinha segurança à noite — comenta o Bruno no elevador.
—Eu também não — falo — Bom, sabia sim, só tinha esquecido.
—Algum problema? — ele quis saber.
—Não, falei que você era meu irmão, acho que ele acreditou — falei, embora não tivesse tanta certeza.
—Haha… a ideia do incesto já tá me agradando, irmãzinha — ele disse, rindo, enquanto me puxava pela cintura e me beijava na boca.
Assim que entramos no apartamento, fui ver se o Rodrigo estava bem, ele dormia tranquilão, então voltei pro Bruno e servi o jantar. Jantamos à luz de velas, com música de fundo, e depois da sobremesa, sentamos no sofá pra curtir uma taça de champanhe. Brindamos por nós, por aquela noite, e nos beijamos… nos beijamos longamente, nos saboreando sem pressa, aproveitando a boca um do outro, nos mordendo, nos chupando, babando um no outro, trocando não só saliva, mas também o champanhe do nosso paladar. Bruno então larga a taça dele e a minha na mesa, abaixa devagar a parte de cima do meu vestido, e também o sutiã, e se inclinando sobre mim começa a curtir meus peitos maternos… beija, lambe, chupa, morde de leve, aperta uma teta minha e sai um jatinho de leite.
—Mmmm… cê fica bem gostosa sendo mãe! — ele fala enquanto saboreia o alimento natural que sai das minhas glândulas mamárias.
Pego ele pela cabeça, seguro ele contra mim e eu mesma aperto o outro peito, apontando o jato de leite pro centro da boca aberta dele. Ele volta a curtir aquele manjar leitoso, me mordendo, torcendo meus bicos entre os dentes. Me recosto no encosto do sofá e abro as pernas, Bruno aproveita o movimento pra enfiar uma mão por baixo do meu vestido e começar a percorrer as bordas provocantes da minha buceta. —Mmm… O que foi, gostosa, tá com tesão? — ele pergunta ao sentir a umidade na minha calcinha fio dental.
— Tô muito molhada!!! — respondo com a voz rouca e excitada.
Um dedo passa pela elástico fininho da calcinha e segue caminho até as profundezas da minha buceta, outro dedo acompanha e mais um, são três que me exploram com total liberdade, encharcados no fluxo que escorre do meu interior mais profundo. Depois de mexer várias vezes dentro de mim, Bruno tira os dedos e os leva até minha boca pra eu chupar, eu chupo, saboreando com vontade meu próprio mel. Agora ele tira minha calcinha, me deixa nua da cintura pra baixo, com o vestido ainda vestido, se ajeita no chão entre minhas pernas, colocando as duas sobre os ombros dele, e começa a passar a língua habilidosa no contorno dos meus lábios. Eu tremo ao sentir, minha pele toda se arrepia, ele ainda não chupa, só fica me observando, analisando minha intimidade como se tivesse debaixo de um microscópio, percorre com o olhar, como se estivesse cego de desejo, separa só um pouquinho meus lábios com os dedos e cheira meu interior…
— Mmm… que cheiro… delicioso…! — ele exclama.
Com a ponta da língua, ele lambe o mel grosso que escorre pelos lados da minha buceta, de um lado e do outro, subindo e descendo, dando voltas e voltas em volta dessa abertura que já se abre toda pra ele. Então ele para no lugar certo, chupa meu clitóris, balança ele, morde, chupa, chupa de novo, morde de novo, provocando dentro de mim pequenos choques elétricos que sacodem meu corpo inteiro. Eu tô em chamas, e essa chupada que ele tá me dando me deixa ainda mais putinha. Abro bem as pernas, seguro a cabeça dele com as duas mãos e puxo ele ainda mais pra perto de mim, pra essa parte do meu corpo que precisa de toda a atenção dele. É tanto prazer que ele tá me dando que eu começo a tremer, não consigo controlar os espasmos que sacodem meu corpo, jogo a cabeça pra trás… Atrás, arqueio as costas o máximo que consigo e solto um suspiro estrondoso… pura exalação de prazer… Bruno me fez gozar só de chupar minha pussy. Entre jadeios plácidos, desabo no sofá, tô tipo no limbo, totalmente viajando, navegando nas águas do gozo mais intenso. Meu homem, meu macho, meu amante sabe que tô no ponto, totalmente entregue, à mercê dele, sabe que naquele momento eu pertenço a ele de corpo e alma. Ele se levanta, limpa a boca com as costas da mão, se despe em questão de segundos, revelando uma cock maravilhosa, cheia de vigor, se aproxima “arma” na mão e coloca na minha boca. Ainda tô curtindo meu orgasmo, então começo a chupar por instinto, meu instinto natural… sinto algo na boca e chupo… mas quando percebo o que é de verdade, me concentro em retribuir a atenção, em chupar e rechupar, igual ele me chupou e rechupou. Os gemidos e expressões do Bruno me confirmam que tô correspondendo, que tô fazendo ele gozar tanto quanto ele me fez, não me custa nada agradar ele, adoro chupar e ainda mais chupar ele, adoro sentir ela deslizando entre meus lábios, pulsando na minha garganta, endurecendo no meu céu da boca… não tem nada que me dê mais prazer do que satisfazer meu homem, sentir ele gemir por mim. Porque é isso que uma mulher deve fazer, satisfazer o homem dela, ser a slut dele, se entregar completamente, igual eu naquele momento, não tinha vontade própria, a única vontade que mandava era a daquela cock que podia fazer o que quisesse comigo. E o que ela queria agora, aparentemente, era se enfiar até meu esôfago. Com os olhos arregalados, Bruno me segurava pelos lados da cabeça, como se minhas orelhas fossem um par de alças, e manobrando do jeito dele, enfiava até o fundo da minha garganta. Ele tava tipo possesso, nunca tinha visto ele tão excitado, mas o que eu ia dizer?, eu gostava que ele tivesse assim, que não me tivesse respeito, que me usasse e abusasse à vontade, minha boca e minhas glândulas gustativas mais que agradecidas. Em certo momento, quando pareceu me dar uma trégua, desci e chupei os ovos dele, me entretive um tempinho com eles, beijando, lambendo, mordendo de leve, de propósito pegava um punhado de pelos com os dentes e puxava… Ahhhhh…!... ele se estremecia, mas não me tirava dali, minhas mordidinhas pareciam agradar ele, mesmo sendo numa parte tão sensível da anatomia dele.
Quando recuperou o fôlego, me pegou de novo pela boca, atravessava minha garganta repetidamente, batendo na minha campainha com a glande já inchada e vermelha… uma mistura de saliva e fluidos pré-seminais escorria pelos cantos dos meus lábios… como se a pica do Bruno se desmanchasse no meu paladar. Pelo jeito que ele suspirava e como as veias dele ficavam tensas, já tava quase gozando, eu sentia, pressentia, a descarga era iminente. Não ia soltar ele, tava disposta e ansiosa pra ir até o fim, pra saborear o mel dos testículos dele, aqueles que eu estimulava com uma mão pra que dessem tudo de si. Os gemidos dele ficavam mais intensos, os movimentos mais frenéticos, tudo caminhava pra um final apoteótico e eu tava na primeira fila, não só como espectadora privilegiada, mas também como participante fundamental e necessária. Nós dois sabíamos muito bem como aquilo ia terminar, e onde o néctar dele ia ser derramado, nem ele nem eu queríamos que fosse desperdiçado. Mais umas enfiadas de boca e no meio de ofegos exaltados, ele deixou a pica atravessada na minha garganta, soltando jorro atrás de jorro de porra, confirmo que essa deve ter sido a gozada da vida dele, em nenhuma das outras vezes que estivemos juntos eu tinha sentido tanta quantidade de esperma, era uma mangueira que não fechava e eu engolia tudo, até a última gota. Num momento, foi tanta porra que eu me engasguei, um monte de leite tinha se acumulado na minha garganta e não consegui engolir mais, por sorte Bruno tirou o pau pra fora, me deixando respirar um pouco, e foi assim que consegui engolir tudo. Quando não tinha mais nada pra engolir, voltei a atacar o pau dele, ainda na posição de ataque, e passei a língua de cima a baixo, saboreando os restos daquele banquete que tinham ficado grudados na pele dele. Chupei até os pelos que estavam empapados de porra que tinha caído neles. Já com o pau bem limpo e lustrado, Bruno desabou no sofá, do meu lado, soltando suspiros de prazer… dava pra ver que ele estava abalado.
— Que… que boquete você me fez, Mary… foi… foi incrível! —
— Sim, percebi que você gostou pelo tanto que gozou — falei, passando a língua nos lábios de um jeito provocante.
A gente se beijou como quem agradece pelo momento que compartilhamos, e então ele me diz:
— Vamos dormir? —
— Sério que você acha que a gente vai conseguir dormir? — respondi com um sorriso cúmplice.
Bruno sorri também e me beija de novo. A gente levanta e vai pro banheiro. Enquanto ele começa a mijar, eu enxáguo a boca com enxaguante bucal e lavo o rosto. Tô me secando quando vejo ele pelo espelho do armário, soltando aqueles jatos intermitentes tão característicos e comuns depois de uma gozada.
— Precisa de uma mão amiga? — pergunto em tom de brincadeira.
— É, umas sacudidas não cairiam mal — ele responde, entrando na onda.
Largo a toalha, me aproximo, e assim que ele termina de mijar, pego no pau dele e sacudo, soltando no vaso as últimas gotinhas de urina, misturadas com alguns restos de esperma. Enquanto tô sacudindo, ele aproveita a proximidade pra acariciar minha bunda.
— Hummm… assim dá gosto vir ao banheiro! — ele exclama.
A gente ri, e quando ele termina, é minha vez de mijar. Agora sim, vamos pra cama. Dormir? Haha… com certeza não.
11 comentários - Noites de Prazer (Primeira Parte)
Que buen pete le hiciste y como te gusta jugar con fuego jajaja ,con todo cariño sos una atorranta hermosa , lindo detalle la sacudida cuando termino de mear 🙂
besos Misko ,vuelvo con puntos
Gracias por compartir..
Date una vuelta por mis relatos que espero tu opinión 😉
Me autografias esta foto...................REINA!!!!!!!!!!!!!!!
Te dejo puntos.
P.D: me calienta lo puta que sos.