Um dia de férias, meus sogros me convidaram pra ir pra praia com a família deles. Pros outros, parecia uma viagem normal, onde só teriam que ficar de olho pra eu não comer a filha deles na areia, mas o que eles menos sabiam é que foi a minha sogra que tomou anticoncepcional desde o dia anterior. 🆒
Todo mundo tava de boa na praia, mas eu só pensava que a minha sogra gostosa tinha me prometido uma segunda vez naquele dia, no banho dela, e eu só queria continuar comendo ela. Passei a maior parte da manhã com um pau duro constante (acho que muitos conhecem o sentimento). Na hora do almoço, minha sogra disse que precisava ir comprar o que a gente ia comer, e aí gritou:
Ana – "Serve pra alguma coisa e vem comigo comprar isso"
Meio sem entender, respondi: – "Eu?"
Ana – "É, você, vamos" – aí eu percebi que era a hora, mas minha namorada se meteu:
Gabriela – "Eu vou também" – mas minha sogra me confirmou as intenções dela 🤤
Ana – "Não, filhinha, fica aí e pega um bronzeado" – e deu um tapão na bunda dela. Isso foi muito excitante. Minha namorada tava num biquíni lindo que deixava ela muito sensual, e minha sogra numa roupa esportiva daquelas bem colada no corpo, que marcava todos os atributos dela que eu morria de vontade de beijar. Aquela cena me deixou mais duro ainda, mas pelo menos minha namorada ficou lá e eu entrei no carro com minha sogra. Foram 5 minutos de silêncio, passamos por uns 3 supermercados e ninguém falava nada. Daí ela quebrou o silêncio, sabia que eu sou tímido e não ia puxar assunto.
Ana: – "E hoje trouxe camisinha?"
Eu: – "Hã, não"
Ana: – "Não importa, de qualquer jeito queria comprar um pouco de água e lubrificante" – (já sabia onde ia dar)
Depois de um tempo, chegamos numa praia meio vazia. Ela parou o carro debaixo de uma sombra grande e passou pro meu banco pra me beijar. Era incrível, toda aquela experiência e maturidade eram irresistíveis pra mim. Eu apalpava ela, e com aquela roupa colada era ainda mais excitante. Beijava o pescoço dela e os peitos por cima da roupa, desci até a buceta dela e lambi. tudo por cima daquele pano liso por uns dois minutos, mas ela reagiu:
Ana: — não seja palhaço, como vai me chupar com a roupa no corpo
Eu: — não é chupar, são só beijos
Ana: — bom, não importa, já para — começou a se despir até ficar completamente como Deus a trouxe ao mundo, tudo que eu lembrava estava ainda melhor, aqueles peitões enormes, pele bronzeada, cintura e rabo perfeitos, como a gente chama no meu país “uma buceta linda”, comecei a apalpar ela assim que terminou, mas ela se soltou e saiu do carro
Eu: — mas… —
Ana: — olha o pessoal ali e essa placa — e me diz…
A placa dizia praia de nudismo 🙌… desci do carro animado, já sem roupa, e segui aquele rabo gostoso com o olhar, ela chegou na beira da areia, colocou uma canginha no chão e sentou com as pernas juntas de lado, e me chamou com o dedo. Não tinha chegado ainda quando ela abriu a boca e enfiou meu pau na boca, já chupava um pouco melhor. Por uns dez minutos, muita gente que passava ficava olhando pra gente por causa da diferença de idade que dava pra notar um pouco, e outros acho que por inveja, ver aquela gostosa tatuada e bronzeada chupando alguém por mais de dez minutos é algo difícil de ignorar. Eu só segurei a cabeça dela com as mãos e recebi todo aquele prazer. Foi difícil evitar, mas acabei gozando de novo na boca dela. Ela me olhou meio brava, mas cuspiu o que quase a engasgou de novo, aí me fez abaixar e me beijou e bateu uma por um bom tempo (era meio estranho ter meu próprio gozo na boca dela minutos antes 🤔), então ela abriu as pernas e eu entendi o que vinha. Coloquei minha língua pra funcionar e de vez em quando ajudava com os dedos. Não sei quanto tempo durou, mas minha língua dormiu várias vezes. Durante esse processo, um idiota se aproximou tentando enfiar o pau na boca da Ana, mas ela pegou um punhado de areia e jogou no órgão dele e gritou:
Ana: — não tá vendo que esse aqui é meu homem, imbecil?
O cara saiu bem puto, devia ser Humilhante. Ele achou que por eu ter uma pica meia-bomba, minha mulher (sim, desde então eu já pensava nela como minha mulher) ia me largar. Eu continuei chupando até que ela disse, toda excitada: — Já!! — Pensei que ela já tava excitada o suficiente pra eu meter, mas não… Só senti algo jorrar da buceta dela no meu rosto e me molhar inteiro. Foi uma gozada enorme, não imaginava que uma mulher pudesse fazer aquilo. Só limpei a cara, beijei ela e tentei meter, mas ela recusou.
Ana: — Não dá, isso foi demais — Fiquei desiludido, mas ela continuou: — Me dá 10 minutos — e começou a me masturbar com os peitos dela. Não sei como ela sabia ou de onde tirou a ideia, mas aquele punheta russa foi extremamente excitante. Em poucos minutos eu gozei nos peitos dela e um pouco de porra acabou no pescoço dela. Ela se limpou e naquele momento me disse, sorrindo: — Pronto — Então desci, beijei ela e lentamente comecei a penetrar. Ela me olhou de novo, me deu um beijo na boca e, baixinho e sensual, sussurrou no meu ouvido: — De novo esqueceu a camisinha — Congelei e deixei dentro por uns segundos, e ela disse, rindo: — Calma, tomei pílula. Uma gozada dessas eu tenho que sentir chegando até o peito — Então relaxei e montei ela em cima de mim, os peitos dela ficaram no meu rosto e ela começou a pular no meu pau como tanto adora. Em poucos minutos eu gozei e realizei o desejo dela da gozada. Só ouvi ela gemer e, lenta e ofegante, falou no meu ouvido: — Te amo, obrigada, isso foi… incomparável — Comecei a ter uma crise psicológica, minha namorada e minha sogra me amavam como homem delas, mas então ela acrescentou algo e me fez esquecer tudo: — Já que você cumpriu a dos óculos, minha fantasia é fazer dentro do mar. Por isso venho tanto, porque me molho só de pensar. Vamos, love — Só pensei que podia continuar fodendo ela. Peguei na mão dela e fomos para o mar. Todo mundo ficou olhando pra gente porque várias pessoas se aproximaram com os gritos de prazer da Ana e pela cena sexual óbvia. Entramos no mar e começamos a nos beijar, e então ela montou em cima de mim e começou a foda dolorosa mas satisfatória. O sal da água do mar ardia tanto no meu pau que eu não sabia a diferença entre a queimação e o prazer de foder minha sogra. A gente durou um tempão nisso, porque às vezes o ardor e as pessoas olhando de fora, ouvindo os gemidos um pouco exagerados da Ana, era bem desconfortável pra mim, mas pra ela era melhor, já que a fantasia dela duraria mais. Entre todos os beijos e a penetração, acabei gozando e ela disse pra pararmos por ali. Já tinham passado duas horas e a gente não tinha trazido a comida. Saímos de mãos dadas e ela começou a se lavar com uma garrafa de água que tinha guardada no carro, mas eu, pra economizar água, comecei a enfiar ela em mim pra me lavar também 😉. Fomos correndo pro primeiro supermercado que vimos, compramos rápido e no caminho eu dirigi pra chegar mais rápido (e de quebra, uma tentativa falha da Ana me chupar enquanto eu dirigia 😞). Quando chegamos, ninguém disse nada estranho e a Gabriela só falou: — Viu como a mamãe demora comprando? Por isso que não gosto de ir com ela.
Só me limitei a olhar pra ela e esperar a comida.. 😐
Todo mundo tava de boa na praia, mas eu só pensava que a minha sogra gostosa tinha me prometido uma segunda vez naquele dia, no banho dela, e eu só queria continuar comendo ela. Passei a maior parte da manhã com um pau duro constante (acho que muitos conhecem o sentimento). Na hora do almoço, minha sogra disse que precisava ir comprar o que a gente ia comer, e aí gritou:
Ana – "Serve pra alguma coisa e vem comigo comprar isso"
Meio sem entender, respondi: – "Eu?"
Ana – "É, você, vamos" – aí eu percebi que era a hora, mas minha namorada se meteu:
Gabriela – "Eu vou também" – mas minha sogra me confirmou as intenções dela 🤤
Ana – "Não, filhinha, fica aí e pega um bronzeado" – e deu um tapão na bunda dela. Isso foi muito excitante. Minha namorada tava num biquíni lindo que deixava ela muito sensual, e minha sogra numa roupa esportiva daquelas bem colada no corpo, que marcava todos os atributos dela que eu morria de vontade de beijar. Aquela cena me deixou mais duro ainda, mas pelo menos minha namorada ficou lá e eu entrei no carro com minha sogra. Foram 5 minutos de silêncio, passamos por uns 3 supermercados e ninguém falava nada. Daí ela quebrou o silêncio, sabia que eu sou tímido e não ia puxar assunto.
Ana: – "E hoje trouxe camisinha?"
Eu: – "Hã, não"
Ana: – "Não importa, de qualquer jeito queria comprar um pouco de água e lubrificante" – (já sabia onde ia dar)
Depois de um tempo, chegamos numa praia meio vazia. Ela parou o carro debaixo de uma sombra grande e passou pro meu banco pra me beijar. Era incrível, toda aquela experiência e maturidade eram irresistíveis pra mim. Eu apalpava ela, e com aquela roupa colada era ainda mais excitante. Beijava o pescoço dela e os peitos por cima da roupa, desci até a buceta dela e lambi. tudo por cima daquele pano liso por uns dois minutos, mas ela reagiu:
Ana: — não seja palhaço, como vai me chupar com a roupa no corpo
Eu: — não é chupar, são só beijos
Ana: — bom, não importa, já para — começou a se despir até ficar completamente como Deus a trouxe ao mundo, tudo que eu lembrava estava ainda melhor, aqueles peitões enormes, pele bronzeada, cintura e rabo perfeitos, como a gente chama no meu país “uma buceta linda”, comecei a apalpar ela assim que terminou, mas ela se soltou e saiu do carro
Eu: — mas… —
Ana: — olha o pessoal ali e essa placa — e me diz…
A placa dizia praia de nudismo 🙌… desci do carro animado, já sem roupa, e segui aquele rabo gostoso com o olhar, ela chegou na beira da areia, colocou uma canginha no chão e sentou com as pernas juntas de lado, e me chamou com o dedo. Não tinha chegado ainda quando ela abriu a boca e enfiou meu pau na boca, já chupava um pouco melhor. Por uns dez minutos, muita gente que passava ficava olhando pra gente por causa da diferença de idade que dava pra notar um pouco, e outros acho que por inveja, ver aquela gostosa tatuada e bronzeada chupando alguém por mais de dez minutos é algo difícil de ignorar. Eu só segurei a cabeça dela com as mãos e recebi todo aquele prazer. Foi difícil evitar, mas acabei gozando de novo na boca dela. Ela me olhou meio brava, mas cuspiu o que quase a engasgou de novo, aí me fez abaixar e me beijou e bateu uma por um bom tempo (era meio estranho ter meu próprio gozo na boca dela minutos antes 🤔), então ela abriu as pernas e eu entendi o que vinha. Coloquei minha língua pra funcionar e de vez em quando ajudava com os dedos. Não sei quanto tempo durou, mas minha língua dormiu várias vezes. Durante esse processo, um idiota se aproximou tentando enfiar o pau na boca da Ana, mas ela pegou um punhado de areia e jogou no órgão dele e gritou:
Ana: — não tá vendo que esse aqui é meu homem, imbecil?
O cara saiu bem puto, devia ser Humilhante. Ele achou que por eu ter uma pica meia-bomba, minha mulher (sim, desde então eu já pensava nela como minha mulher) ia me largar. Eu continuei chupando até que ela disse, toda excitada: — Já!! — Pensei que ela já tava excitada o suficiente pra eu meter, mas não… Só senti algo jorrar da buceta dela no meu rosto e me molhar inteiro. Foi uma gozada enorme, não imaginava que uma mulher pudesse fazer aquilo. Só limpei a cara, beijei ela e tentei meter, mas ela recusou.
Ana: — Não dá, isso foi demais — Fiquei desiludido, mas ela continuou: — Me dá 10 minutos — e começou a me masturbar com os peitos dela. Não sei como ela sabia ou de onde tirou a ideia, mas aquele punheta russa foi extremamente excitante. Em poucos minutos eu gozei nos peitos dela e um pouco de porra acabou no pescoço dela. Ela se limpou e naquele momento me disse, sorrindo: — Pronto — Então desci, beijei ela e lentamente comecei a penetrar. Ela me olhou de novo, me deu um beijo na boca e, baixinho e sensual, sussurrou no meu ouvido: — De novo esqueceu a camisinha — Congelei e deixei dentro por uns segundos, e ela disse, rindo: — Calma, tomei pílula. Uma gozada dessas eu tenho que sentir chegando até o peito — Então relaxei e montei ela em cima de mim, os peitos dela ficaram no meu rosto e ela começou a pular no meu pau como tanto adora. Em poucos minutos eu gozei e realizei o desejo dela da gozada. Só ouvi ela gemer e, lenta e ofegante, falou no meu ouvido: — Te amo, obrigada, isso foi… incomparável — Comecei a ter uma crise psicológica, minha namorada e minha sogra me amavam como homem delas, mas então ela acrescentou algo e me fez esquecer tudo: — Já que você cumpriu a dos óculos, minha fantasia é fazer dentro do mar. Por isso venho tanto, porque me molho só de pensar. Vamos, love — Só pensei que podia continuar fodendo ela. Peguei na mão dela e fomos para o mar. Todo mundo ficou olhando pra gente porque várias pessoas se aproximaram com os gritos de prazer da Ana e pela cena sexual óbvia. Entramos no mar e começamos a nos beijar, e então ela montou em cima de mim e começou a foda dolorosa mas satisfatória. O sal da água do mar ardia tanto no meu pau que eu não sabia a diferença entre a queimação e o prazer de foder minha sogra. A gente durou um tempão nisso, porque às vezes o ardor e as pessoas olhando de fora, ouvindo os gemidos um pouco exagerados da Ana, era bem desconfortável pra mim, mas pra ela era melhor, já que a fantasia dela duraria mais. Entre todos os beijos e a penetração, acabei gozando e ela disse pra pararmos por ali. Já tinham passado duas horas e a gente não tinha trazido a comida. Saímos de mãos dadas e ela começou a se lavar com uma garrafa de água que tinha guardada no carro, mas eu, pra economizar água, comecei a enfiar ela em mim pra me lavar também 😉. Fomos correndo pro primeiro supermercado que vimos, compramos rápido e no caminho eu dirigi pra chegar mais rápido (e de quebra, uma tentativa falha da Ana me chupar enquanto eu dirigia 😞). Quando chegamos, ninguém disse nada estranho e a Gabriela só falou: — Viu como a mamãe demora comprando? Por isso que não gosto de ir com ela.
Só me limitei a olhar pra ela e esperar a comida.. 😐
1 comentários - La segunda vez con mi suegra
Ya quiero saber lo que esa zorra putita te hizo!!! 😉