Vendedor ambulante gostoso

Roberto e sua esposa, Celia, estavam passando uns dias de férias nas praias de Pinamar, depois de um ano de muito trabalho.
Roberto, com seus 45 anos, se mantinha em forma e era um cara atraente para a maioria das mulheres.
Celia, com 40 anos, era uma verdadeira beleza para a idade que tinha e nem parecia. Com dois filhos que tinham ficado em casa, essas férias a sós, as primeiras em anos, foram planejadas como uma segunda lua de mel.
Os primeiros dias foram realmente assim. Muito sexo, como não faziam há tempos, e um relacionamento conjugal que se fortalecia dia após dia.
Tudo ia bem, até que, de repente, um dia na praia apareceu um vendedor ambulante. Era chamativo porque era totalmente negro. Não marrom escuro como muitos vendedores brasileiros que havia pelas praias, mas realmente de pele preta. Celia nunca tinha visto alguém com aquela cor de pele, e não foi muito discreta ao olhar para ele passar, coisa que o vendedor notou e se aproximou para oferecer seus artigos. Celia tentou fingir indiferença enquanto seu marido lia um livro. Depois de olhar um pouco, recusou as ofertas e se despediu do vendedor muito educadamente.
De relance, olhava para o marido, que pareceu não perceber o que tinha acontecido. No entanto, uma ideia ficou rondando sua cabeça. Deixou passar um tempo e, por fim, com inocência, perguntou:
— Rober, será verdade o que dizem dos negros?
O marido, sem levantar os olhos do livro, respondeu, sem nenhuma expressão particular:
— Na verdade, não sei, nunca vi nenhum. Mas há um tempo vi na internet uma pesquisa mundial sobre o tamanho dos paus e alguns países africanos estavam no topo da lista — disse sem parar de ler.
— Que países? — perguntou com indiferença.
— Não lembro, mas acho que Congo e Camarões, entre outros.
Naquela noite, Celia estava particularmente excitada. Como nunca, procurou o marido até conseguir que ele transasse com ela. No entanto, não conseguiu chegar ao clímax. O marido gozou dentro dela e dormiu. Quase na mesma hora, ela ficou ali deitada, mais quente e excitada do que antes. Por fim, pegou no sono e sonhou que um negão estava em cima dela, possuindo-a selvagemente, provocando no sonho um orgasmo avassalador que a acordou. Ela se assustou, mas o marido dormia sem perceber nada. Voltou a dormir, dessa vez mais tranquila.

No dia seguinte, já na praia, o marido sugeriu irem caminhar. Ela já ia aceitar quando, de canto de olho, viu o vendedor do dia anterior se aproximando. Disse ao marido que preferia ficar tomando sol. O marido se levantou e saiu para caminhar pela praia. Célia pensou que, na verdade, o que ele faria seria olhar para quantas gostosas andassem pela praia, aproveitando que estava sozinho. Ia se esquentar e, à noite, cobraria dela. Já estava acostumada com esse comportamento.

O negão estava oferecendo seus produtos para outro grupo de gente, a uns 20 metros de onde ela estava. Célia achou que ele prestava atenção especial ao fato de o marido estar se afastando e ela ficar sozinha.

Por fim, o negão se aproximou do lugar dela.
— Bom dia, senhora. Espero ter mais sorte hoje — disse, mostrando um sorriso branco que contrastava com a pele negra.
— Bom dia — disse ela, fingindo indiferença. — Acho que não preciso de nada.
— Pensei que hoje, como seu marido não está, a senhora ia ser mais simpática — disse, sorrindo.
— Sempre sou simpática, esteja ou não meu marido — disse ela, sorrindo. — Me mostra o que você tem — falou, olhando fixamente para ele.

O jovem se ajoelhou ao lado dela e exibiu uma coleção de pulseiras, pingentes e anéis dos mais variados. Ficou bem perto dela. Célia sentia o aroma viril que emanava do rapaz.
— Como você se chama? — perguntou, curiosa.
— Maulom, senhora. E a senhora?
— Célia. De onde você é?
— De Camarões — disse, sempre sorrindo.
— Achava que você não era brasileiro — disse ela.
— Alguns me confundem, mas não, não tenho nada a ver com os amigos sul-americanos.

Ficaram um bom tempo fuçando as coisas. os objetos que ele exibia, e rolou uma química muito boa entre eles.
— Quantos anos você tem, Maulón?
— 28. E pode ficar tranquila que não vou perguntar sua idade, ele disse, começando a tratá-la por "você".
— Quantos você me dá?
— Imagino que uns 35 anos. Seu marido parece bem mais velho que você. Ele deve ter uns 45, então você deve ter uns 10 anos a menos, ele falou, ficando sério.
— Seu mentiroso. Tudo bem que você quer vender, mas não precisa me enganar, ela disse, sorrindo.
— Não minto. Você é realmente gostosa, e me surpreende que tenha casado com um homem tão mais velho.
— Ele não é tão mais velho assim. É verdade que tem 45, mas eu tenho 40.
— Agora é você que está mentindo pra mim. Não brinca comigo que não sou tão inocente, ele disse, sedutor.
Celia se sentia excitada. Estava flertando com um garotão bem mais novo que ela, e ainda por cima negro. Percebia que o magnetismo entre eles aumentava a cada minuto. Sentia os bicos dos peitos endurecerem e a buceta ficar molhada.
Aos poucos, a conversa foi ficando mais íntima, meio na brincadeira, e a tensão sexual continuou crescendo.
Por fim, Celia tocou no assunto da pesquisa que tinha comentado com o marido.
— E por acaso, um dos países que se destacam nesse assunto é o seu, Maulón. Será que é verdade o que a pesquisa diz? Ela perguntou com um brilho estranho nos olhos.
— Tem de tudo, Celia. Você sabe como são as pesquisas.
— Sim, claro, mas me conta qual é sua experiência pessoal. Eu nunca tive a chance de ver pessoalmente nenhum dos seus conterrâneos.
— Bom, acho que o melhor é você formar sua própria opinião, ele disse, bem na hora em que Roberto se aproximava, voltando da caminhada. Celia o viu chegando e rapidamente mudou de assunto, escolhendo um anel de vidro azul. Maulón, sem se virar, entendeu o que estava rolando e retomou sua personalidade de vendedor.
Roberto se aproximou, sentou na cadeira de descanso e pegou o jornal para continuar lendo.
— Gostou, querido? Celia disse, mostrando o anel no dedo.
— Sim. Tá bonito", disse o marido, voltando a mergulhar na leitura.
Celia regateou um pouco o preço e por fim comprou. Pagou, e Maulón se despediu e se retirou, não sem antes dar um último olhar pra Celia, como quem diz que as coisas não iam ficar por isso mesmo. Celia sentiu um tremor percorrer o corpo dela. As coisas não iam ficar por isso mesmo, isso era certo.

À noite, saíram com o marido pra caminhar pelo centro e acabaram entrando num bar pra tomar um café. Batiam papo sobre coisas do dia a dia, quando o marido dela olhou pra trás dela.
— Aquele ali, acho que é o teu vendedor da praia — disse ele, calmo.
Ela se conteve pra não demonstrar interesse e conseguiu não se virar. Continuou tomando o café como se nada fosse.
— Bah, acho que é. Não prestei tanta atenção — completou o marido.

Com uma calma fingida, Celia se virou, e sim, lá estava Maulón. Ele olhou pra ela e, antes que tentasse cumprimentá-la e o marido desconfiasse, ela se acomodou de novo na cadeira.
— É, é ele. Acho que é inconfundível pela cor dele — disse sem mudar o tom de voz.
— É, ele é bem preto mesmo — falou Roberto, e seguiu com o café como se nada.

Saíram do lugar e caminharam de volta até o apartamento que alugavam. Celia sentia que alguém tava seguindo eles, e ao virar uma esquina, conseguiu ver a figura inconfundível de Maulón. Era claro que ele queria saber onde ela morava, e ela sentia que tava ficando cada vez mais excitada. Por fim, chegaram no apartamento e Roberto foi se deitar. Celia ficou acordada fazendo algumas coisas, e pela janela que dava pra rua, conseguiu ver Maulón sentado num portão na calçada do outro lado.
— Querido, o café me deixou sem sono, acho que vou dar uma volta até a praia pra ver se pego no sono.
O marido dela, praticamente dormindo, murmurou uma concordância e se virou na cama.

Celia foi pro banheiro, se olhou no espelho e saiu do apartamento. Já na rua, virou pro lado oposto de onde Maulón estava e dobrou a esquina em direção à praia, que ficava a Dois quarteirões. Ela não olhou pra trás, mas sabia que ele estava lá. Desceu até a areia e caminhou saindo da área mais movimentada, onde chegavam as luzes e vozes do balneário. De repente, se viu sozinha. Parou de andar e sentou. Em questão de minutos, ouviu passos se aproximando.

— Sra. Celia, que surpresa encontrar a senhora aqui. Esses não são lugares pra pessoas sozinhas — disse ele, quando estava a um metro de distância.

— Não tenho medo — respondeu ela.

— Não é por isso, mas sim porque quem vem pra praia a essa hora, vem em casal, buscando um momento de intimidade e putaria. Claro que não nesses lugares exatamente — disse ele, parando ao lado dela.

— E pra onde vão? — perguntou ela, com determinação.

Maulón ofereceu a mão, que ela pegou sem hesitar. Ele a ajudou a se levantar e, devagar, a levou até as dunas que ficavam no início da praia, dunas com arbustos que pareciam, na noite, uma área escura e sinistra. Nenhum dos dois falava. Chegaram até aquela zona e Celia, quando seus olhos se acostumaram com a escuridão, conseguiu ver que não estavam sozinhos. Vários casais estavam ali escondidos. Alguns só se beijavam, outros se acariciavam com mais ou menos intensidade, e um par que ela viu estava no ato. Uma mina ajoelhada na areia era possuída com tesão pelo parceiro, que estava montado atrás dela. Outra cavalgava loucamente o macho dela, que estava deitado na areia. Sem soltá-la, Maulón a levou pra um lugar mais afastado, onde nenhum casal tinha chegado. Ao parar, sem soltar a mão dela, puxou o corpo dela contra o dele e a beijou com frenesi, com uma decisão que a forçou a separar os lábios. Uma língua grande e carnuda percorreu a boca dela, num beijo molhado e possessivo como ela nunca tinha recebido. Ela ficou praticamente sem ar. Não conseguiu se mexer, só sentia aquele beijo, o mais excitante da vida dela. E ainda por cima, interminável. Parecia que o macho não tava disposto a soltá-la. Por fim, ele se separou dela, deixando-a ofegante, tentando recuperar o fôlego. recuperar o fôlego. Mas enquanto ela, de olhos fechados, tentava recuperar a compostura, Maulón puxou as alças do vestido dela e, sem perceber, ela se viu quase nua da cintura pra cima. Só o sutiã a cobria, mas isso também durou pouco, quando as mãos do cara, como um raio, puxaram ele até rasgar o fecho e arrancar. Ela quis cobrir os peitos, mas as mãos do negão seguraram as dela e forçaram elas a descerem paralelas ao corpo, e aquela boca que quase a tinha sufocado agora tomava posse dos mamilos dela, que estavam duros e sensíveis. Umas descargas elétricas percorreram o corpo dela enquanto a boca passava de um pro outro, sem parar. Celia jogou a cabeça pra trás, curtindo aquela boca que a dominava por completo.

Quando Maulón a pegou pela cintura, arqueando ela pra frente, ela perdeu o equilíbrio e, segura pelo cara, foi caindo pra trás na areia, devagar, bem devagar. A força dos braços do negão acompanhava aquela queda lenta. Celia se agarrou no pescoço dele e se deixou levar.

No chão, os beijos e carícias continuaram, cada vez mais íntimos. Uma mão do negão buscou a virilha dela e acariciou a buceta dela por cima da calcinha. Ela abriu um pouco as pernas pra facilitar as carícias, mas ao mesmo tempo ficou com vergonha do cara perceber como ela tava. A calcinha dela ficou molhada na virilha, e isso era impossível de esconder do cara.

— Tá molhadinha, gostosa, bem molhadinha — disse Maulón sem parar as carícias, e enquanto a mão dele, afastando a calcinha, começava a tocar direto na pele dela. Celia suspirou quando sentiu aquela mão quente roçando a buceta dela, e sem querer apertou ele contra o corpo.

— Fica tranquila, que essa noite você vai gozar igual uma louca — disse o cara no ouvido dela, deixando ela ainda mais excitada.

Naquele momento, Maulón se afastou e tirou a camiseta, mostrando o corpo negro dele que parecia esculpido em ébano. Ficou ali, ajoelhado sobre a mulher, a que ao vê-lo nu da cintura pra cima, ela deslizou um dos dedos pelo corpo dele, seguindo as linhas dos músculos. Maulón se levantou e, de costas pra mulher, tirou a calça, ficando completamente pelado, pra depois deitar de novo em cima dela.

A escuridão da noite não deixou Celia ver direito, mas quando ele deitou sobre ela, sentiu uma dureza que chegava até o umbigo dela. Curiosa, passou a mão entre o corpo dos dois e ficou sem palavras. O que tinha ali, ela nunca tinha nem sonhado. Um cacete comprido e grosso, molhado e viscoso, lambuzava a barriga dela. A mão dela não conseguia envolver ele, e passando a mão parecia não ter fim, e lá embaixo, duas bolas enormes completavam um equipamento assustador e devastador.

Maulón, ao sentir o toque da mão de Celia, avançou pelo corpo dela até se ajoelhar dos dois lados dela, posicionando a pica entre os peitos da mulher. Apertando eles contra a vara, começou um movimento lento, como se estivesse se masturbando com os peitos dela. Quando avançava, a vara enfiava no pescoço de Celia, molhando ela com o líquido pré-gozo. Ela ajustou a cabeça e conseguiu passar a língua nele quando ele se aproximava, até finalmente conseguir meter ele na boca a cada investida.

— Assim que eu gosto, vamos, que você entende dessas coisas — dizia o negão xingando ela, mas eram xingamentos que, em vez de ofender a mulher educada e esposa que ela era, a deixavam ainda mais excitada, e faziam ela se esforçar pra engolir cada vez mais pica. Por fim, Maulón largou os peitos dela e se aproximou pra boca dela se dedicar inteiramente a chupar o pedaço dele, grunhindo de satisfação cada vez que ela sugava o pau dele.

— Brinca com minhas bolas — ordenou, e ela, obediente, pegou elas com uma das mãos, amassando e acariciando cada detalhe.

Finalmente, depois de um bom tempo desse tratamento, Maulón se afastou e se posicionou entre as pernas dela. Levantou o vestido largo dela até praticamente cobrir o corpo dela com ele, e olhou para ela.
Ela abriu os olhos que tinha fechados e seus olhares se cruzaram. Sem um único gesto, Maulón pegou sua calcinha e a arrancou de um só puxão, tão violento que Celia quase nem percebeu o que estava acontecendo. Quando sentiu a cabeça daquela pica monstruosa se apoiar entre seus lábios da buceta, instintivamente abriu as pernas. Maulón, ajoelhado, pegou suas pernas e fez com que envolvessem seus rins, para então começar a apalpar os bicos dos peitos da mulher.
— Abre a bucetinha, gata, vamos, abre pra mim — disse ele, olhando sempre nos olhos dela.
Celia, obediente, separou os lábios da buceta com as mãos, e Maulón, avançando, cravou a cabeça da pica com firmeza.
Celia gemeu ao se sentir totalmente preenchida, como nunca tinha se sentido. Fazia tempo que o sexo com o marido não lhe provocava essas sensações. Quando a vara avançou mais alguns centímetros, ela achou que morreria de prazer. Quando dois terços daquela lança tinham entrado em seu corpo, começou a gozar como uma louca. Gemia, gritava, chorava de prazer, num orgasmo longo e profundo, o orgasmo com que sempre tinha sonhado. Maulón se dedicou a observá-la sem se mexer, deixando-a aproveitar o clímax. Quando terminou, esperou que ela se recuperasse.
— Se já tá pronta, agora vem o melhor — disse ele, enquanto, pegando-a pelos ombros de uma só vez, cravava a pica nela até o fundo. Celia uivou de dor e prazer. Não havia um centímetro da buceta dela que não estivesse sendo pressionado por aquela ferramenta diabólica.
Depois que tomou posse absoluta do corpo da mulher, começou uma bombada lenta, que a fez ver estrelas. Aquele atrito parecia que ia arrastar a buceta dela, virando-a do avesso como uma luva. Ela não achou que aguentaria, mas mesmo assim aguentou, e depois de alguns minutos começou a aproveitar. Dez minutos daquele tratamento a levaram a um novo orgasmo tão bestial quanto o anterior, e depois ela ficou parada. Estava exausta, destruída, e o garanhão parecia não terminar nunca. E então ela lembrou que estavam montando a pelo.
- Por favor, Maulón, não me enche, por favor
- Você não quer sentir meu gozo nas suas entranhas?
- Por favor, não faz isso que a gente não se cuidou, te imploro, pelo que você mais quiser.
- Tá bom, gatinha, hoje vou te ouvir, mas me promete que a gente se encontra de novo amanhã.
- Não consigo fugir do meu marido tão fácil, disse ela enquanto sentia um novo orgasmo crescer.
- Vou te dar meu endereço e depois do almoço você sai pra fazer compras, e eu vou estar te esperando.
As sensações eram incríveis e Celia teria prometido qualquer coisa pra que elas não parassem.
- Eu prometo, mas não me enche
- E você vai me obedecer no que eu pedir, insistiu Maulón.
- Eu prometo, mas tira, por favor.
Maulón se afastou, com a decepção de Celia que estava a ponto de gozar de novo. Mas Maulón a surpreendeu. Rapidamente tomou posse da buceta dela com a boca e aquela língua grossa e molhada começou a se introduzir na vagina, provocando o mesmo prazer que ele tinha dado com o pau. O orgasmo começou a crescer de novo, e Celia só queria se deixar levar, mas o negão virou o corpo dela e de repente ela se viu com aquele pau preto na frente dos olhos e não hesitou em pegá-lo na boca. Viraram até ficar de lado, o negão com a cabeça entre as pernas dela cuidando com esmero da buceta, e ela tentando chupar o máximo de pau possível. Quando Celia atingiu o orgasmo, foi o sinal: Maulón acelerou e um jato potente de porra grossa e abundante bateu no fundo da garganta dela. O orgasmo não deixou ela reagir, e a única coisa que conseguiu fazer foi engolir e continuar engolindo, cada novo jato grosso, um mais abundante e mais encaroçado que o outro. Ela nunca tinha tomado o gozo de um homem, muito menos de um negão, mas enquanto a boca dela se enchia, ela continuou engolindo até deixar aquele pau totalmente limpo.
Depois de um tempo, Maulón virou e se deitou ao lado dela.
- Você foi muito bem, e aliviei um pouco da tesão que tava por você. Continuaria a noite toda, mas Você é uma esposa fiel e precisa voltar a dormir com seu marido. Eu entendo, então te espero amanhã na minha casa.
— Não sei se vou conseguir ir — hesitou Celia, agora consciente do risco que corria.
— Se você não vier, eu vou te buscar na sua casa e contar pro seu marido como você se divertiu bem essa noite.
— Você não seria capaz — disse Celia, assustada.
— Você não sabe do que eu seria capaz pra fazer o que tenho vontade, e te garanto que tô afim de você, e que quando eu terminar com você, você não vai ser mais a mesma. E agora se veste que eu te acompanho até a rua — disse ele enquanto juntava as roupas e se vestia.

Celia, assustada com o que tinha feito e com a forma como estava sendo ameaçada, se vestiu. A calcinha e o sutiã estavam destruídos, então ela deixou eles lá, e rapidamente saíram da praia.
— Imagino que você estava brincando — disse ela pra Maulón.
— Claro, e você também estava brincando quando disse que amanhã não viria me visitar, né?
— Foi uma brincadeira. Vou estar lá, não se preocupa.
— E te aconselho a não trazer calcinha nem sutiã, assim a gente evita que você tenha que repor eles.

Ele acompanhou ela até a esquina do prédio dela. Nos lugares escuros, aproveitava pra meter a mão por baixo do vestido dela e enfiar um dedo na buceta dela, rindo ao sentir como ela ficava molhada, enquanto mandava ela ficar quieta.

Já no apartamento, Celia espiou o quarto. O marido dela dormia como um santo, ou como o que ele era, pensou amargamente, um corno manso.

No banheiro, procurou no espelho marcas do que tinha acontecido, mas não tinha nenhuma. Só tinha cheiro de macho e de porra que inundava o nariz dela e a enlouquecia. Tomou banho se esfregando bem, como se com isso pudesse apagar o que tinha passado, e se deitou com o marido. Não conseguiu dormir a noite toda.

5 comentários - Vendedor ambulante gostoso


Muy bueno, me dejó con ganas de probar un negro !!!!

El vendedor ambulante.