Introdução
A história que vou contar agora é totalmente verdadeira. Os nomes e situações foram modificados e omitidos por razões óbvias, mas, no fundo, a história segue os fatos exatamente como aconteceram.
Antes de começar minha confissão, quero deixar claro que não me importo de ser julgado pelas minhas ações, porque estou totalmente convencido de que me deixei levar pelo que meu coração manda. É por isso que me animei a escrever minha história: me apaixonei pela pessoa mais errada possível, um amor proibido que nunca vai se realizar, e vou ter que me contentar com as lembranças do que ela e eu vivemos um dia. Por isso, tomei a difícil decisão de colocar tudo isso no papel, uma história de amor filial entre minha irmã e eu, um amor que foi e que nunca será meu. A seguir, o primeiro de seis capítulos.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
Capítulo I
(Minha irmã gostosa)
(Minha irmã gostosa)
Como começou? Não tenho certeza, embora minha lembrança mais antiga seja de quando eu tinha uns sete ou oito anos e minha irmã cinco ou seis. Na minha mente, aparecem imagens vagas de nós brincando de papai e mamãe. A gente se trancava no guarda-roupa e ali, no escuro, trocávamos beijinhos inocentes de selinho na boca. Lembro que uma vez ela me dedurou pra minha mãe, dizendo que eu beijava ela. Éramos só crianças que, inocentemente, foram abrindo caminho pra algo que, na vida adulta, já não teria nada de inocente.
Já um pouco mais velhos, embora ainda fôssemos crianças de verdade, nossa família se mudou pra outra cidade. A casa pra onde fomos era bem pequena. Minha irmã e eu dormíamos na mesma cama que nossos pais, mas como meu pai trabalhava à noite, eu dormia de um lado da minha mãe e minha irmã do outro. De noite, enquanto minha mãe dormia profundamente, eu esticava a mão por cima dela e acariciava as pernas da minha irmã, que também estava dormindo — ou pelo menos eu achava que estava, porque pouco depois descobri que ela levantava a cabeça de leve, só pra ter certeza de que mamãe estava dormindo e não ia nos ver. Ao menor movimento da minha mãe, ela puxava minha mão e jogava pra longe. Eu entendia na hora e me fazia de dormindo.
Às vezes a gente brincava junto — não lembro de quê — e sempre acabávamos nos acariciando. Começamos a descobrir nossos corpos. Eu adorava acariciar as pernas dela, fico louco só de vê-las. Nas minhas lembranças, tem várias imagens dela e eu nos acariciando, mas sem ir além.
Na época do ensino médio, nossos pais conseguiram uma casa com um pouco mais de espaço. Minha irmã e eu dividíamos um dos quartos. Nessa fase da adolescência, começamos a nos distanciar um pouco, mas de vez em quando, uma noite ou outra, eu me enfiava debaixo dos lençóis e começava a acariciar minha irmã. Ela dormia, e eu aproveitava. pra me masturbar enquanto eu apalpava as pernas e a bunda dela, às vezes ela acordava, virava pra me olhar e voltava a deitar, deixando eu continuar, mas outras, que eram a maioria, me rejeitava na hora e me empurrava, pedindo pra deixar ela em paz; numa dessas noites, enquanto eu tava acariciando ela, minhas mãos foram um pouco além e pousaram nos peitinhos lindos dela, minhas mãos inexperientes começaram a massagear, ou melhor, a apertar eles, ela reagiu, pensei que ia ficar brava e me rejeitar, mas não fez isso, ela pegou minhas mãos com as dela e guiava e corrigia meus movimentos, como se tivesse me ensinando o jeito certo de acariciar, a respiração dela ficava cada vez mais forte, enquanto eu continuava acariciando os peitinhos dela, ela aproximou o rosto vermelho de tesão do meu e começou a procurar minha boca com a dela, até que encontrou e começou a me beijar, isso era novo pra nós, correspondi ao beijo e minha mente se desligou do mundo, naquele momento nada existia, só eu e minha irmã no quarto, alguém nos trouxe de volta à realidade porque bateram na porta do nosso quarto, acho que a gente tava fazendo muito barulho porque minha mãe acordou e apareceu, minha irmã me empurrou pra longe e se virou como se não tivesse acordado, não sei o que falei pra minha mãe mas ela foi embora e eu tentei continuar o que a gente tava fazendo mas minha irmã, mudando de atitude, me rejeitou, eu queria chegar perto dela e só levava empurrões e o clássico “me deixa em paz”, não insisti mais, me acomodei na cama pronto pra dormir enquanto na mente começava a me bater um arrependimento, tipo uma ressaca moral, na boca ficou um gosto meio oleoso, como se fosse gorduroso ou algo assim, pensei que era assim que se sentia quando beijava alguém da família na boca, e dormi sem mais, esse foi meu primeiro beijo com minha irmã; a partir daí nossos encontros foram ficando cada vez mais raros, praticamente paramos Ao fazer isso, comecei a me divertir com outras garotas e minha irmã com outros caras; por volta dos 17 ou 18 anos, minha irmã tinha se tornado uma jovem linda, dona de um corpão, tinha virado o desejo de muitos homens, inclusive o meu, mas eu já tinha me resignado que era algo impossível, ainda mais quando, alguns anos depois, ela anunciou que ia se casar com um homem muito mais velho que ela, quase o dobro da idade. Eu, por minha vez, comecei um relacionamento com uma garota que, no futuro, seria minha esposa. Minha irmã e eu seguimos caminhos diferentes; um ano depois do casamento dela, as coisas pareciam virar a meu favor, por causa da grande diferença de idade entre minha irmã e o marido, eles começaram a ter problemas no relacionamento. As coisas mudaram entre nós de novo, já que começamos a nos ver mais, ela passou a me usar como uma fuga dos problemas dela, começamos a sair juntos pra baladas e com amigos, ela me apresentou algumas amigas e eu comecei a sair com elas, até que minha irmã pedia pra eu terminar com elas. Numa dessas saídas pra balada, ela convidou uma amiga dela e também um colega de trabalho. Em um momento da noite, levantei da mesa pra ir ao banheiro e ela também levantou pra ir ao mesmo lugar. Subimos umas escadas rumo aos banheiros enquanto conversávamos, e então ela parou antes de entrar no dela e me disse que o colega com quem ela tinha chegado estava dando em cima dela há um tempo, mas que ela não tava interessada. Então, ela combinou, junto com a amiga, de falar pro cara que eu era o namorado dela pra ele parar de encher o saco. Eu disse que topava fingir, que ia seguir o jogo dela e da amiga. Ela me abraçou e disse: "Que fofo você é, irmãozinho, sei que sempre posso contar com você". Nós dois nos olhamos sem falar nada por uns segundos, e então, sem dizer mais nada, nos aproximamos e nos entregamos num beijo delicioso. Eu segurei ela pela cintura enquanto ela me Ela envolveu o pescoço dele com os braços, não sei quanto tempo durou o beijo, mas pra mim foi uma eternidade, até que ela reagiu e se afastou de mim. "Se acalma, que minha amiga pode nos ver, ela sabe que você é meu irmão", ela disse enquanto entrava no banheiro. Eu fiquei com vontade de mais, era o segundo beijo que dava na minha irmã, embora o primeiro não tivesse sido muito do meu agrado naquela noite no nosso quarto, há muitos anos, esse eu tinha gostado, e não senti o mesmo que da outra vez. Esperei minha irmã pra descer juntos pra nossa mesa e levamos um susto ao ver que o parceiro dela já tinha ido embora. Naquela noite não rolou mais nada entre nós, nem um beijo, nem um carinho, nada, só bebemos e dançamos, mas só. A partir daquele dia, toda vez que saíamos, sentia que minha irmã me provocava, quando dançávamos, ela fazia tudo bem sensual e coladinha no meu corpo, eu claro aproveitava algumas oportunidades e passava a mão na bunda dela ou roçava a virilha dela, mas nenhum dos dois se atrevia a mais. Não foi até uma noite que saímos com nossos parceiros pra dançar, o marido da minha irmã não gosta de dançar, então ela dançava comigo e com minha ainda namorada. Num momento em que tava tocando reggaeton, eu tinha minha namorada dançando bem sensual na minha frente e minha irmã atrás fazendo o mesmo, eu tava excitadíssimo, tinha duas mulheres lindas dançando pra mim, acho que fui a inveja de muitos ali. Minha namorada virou de costas e começou a fazer movimentos bem sexys enquanto minha irmã dançava bem coladinha atrás de mim, senti a virilha dela roçar nas minhas nádegas, isso me deixou a mil. Ao sentir como minha irmã esfregava com força a virilha dela na minha bunda, estendi minha mão pra trás e peguei uma das bundas da minha irmã e comecei a acariciar seguindo o ritmo da música, ela ao sentir meus carinhos não quis ficar pra trás e colocou as mãos no meu peito e enquanto me acariciava com força foi descendo até chegar Meu pau, não podia acreditar, minha irmã tava passando a mão no meu pau duro por cima da calça, eu tava explodindo, até que minha namorada se virou pra ficar de frente pra mim e minha irmã rapidão baixou as mãos e a gente continuou dançando como se nada tivesse acontecido até a música acabar. Minha irmã chegou perto de mim e sussurrou no meu ouvido: "Pena que você é meu irmão". Não aguentei mais, peguei minha irmã pela mão e levei ela pra entrada da balada. Não sei o que inventamos pros nossos parceiros, o fato é que sem perder tempo a gente foi pra lá. Na entrada tinha uma espécie de túnel com pouca iluminação, aí a gente parou. Peguei minha irmã pela cintura e puxei ela pra perto de mim enquanto ela me abraçava, e a gente se perdeu num turbilhão de beijos e carícias. Naquele momento, não tava nem aí pra nada, se nossos parceiros ou algum amigo visse a gente, não, não me importou nada daquilo. Era a primeira vez que eu fazia isso com minha irmã e não ia deixar passar a oportunidade. Nossos beijos e carícias foram esquentando, minha irmã tinha uma das pernas praticamente em cima de mim, minhas mãos não davam conta de acariciar a bunda dela, as pernas dela, os peitinhos deliciosos dela, que por sinal eu lambia igual um louco por cima da blusa dela. Se não fosse porque a gente tava num lugar público, ali mesmo eu teria tirado a roupa dela e feito o amor. Não sei quanto tempo durou nosso caso, meu celular me trouxe de volta à realidade. Começou a tocar, e mesmo eu me recusando a atender, minha irmã fez uma pausa e falou: "Atende". Era minha namorada, preocupada porque a gente não voltava. Minha irmã e eu demos um último beijo e voltamos pra mesa. Daí a noite seguiu como se nada tivesse acontecido, ela e eu não tentamos mais nada. Depois daquela noite, minha irmã e eu continuamos nos vendo, mas não rolou nada, embora eu confesse que sempre tentei chegar nela, sempre fui rejeitado uma vez atrás da outra. Não foi senão Até uma noite numa festa de família, a gente tava meio de copo e num momento da reunião nossos olhares se cruzaram, ela piscou um olho pra mim enquanto me dava um sorriso cheio de malícia, eu me liguei na hora e fiz sinal que esperava ela dentro de casa. Sem ninguém notar, me mandei pro quarto que antigamente era nosso e fiquei esperando ela lá. Depois de uns minutos, ela chegou, abriu a porta e, sem mais nem menos, a gente começou a se beijar. Eu queria devorar ela de beijos e carícias, minhas mãos, meio atrapalhadas pela emoção, conseguiram desabotoar a calça dela enquanto deslizavam por dentro pra acariciar a pele macia da bunda da minha irmã. Ela tava usando uma calcinha fio-dental deliciosa e pequenininha, só de sentir o contorno dela minha excitação disparou. Abri minha calça e comecei a tirar a dela, tava decidido a fazer ela minha naquela noite. Já tinha baixado a calça dela até os joelhos quando alguém bateu na porta. Com uma rapidez que até hoje me impressiona, ajeitamos a roupa e eu me enfiei debaixo da cama. Era nossa mãe perguntando por mim. Minha irmã, com o rosto vermelho, mistura de excitação e medo de ser descoberta, respondeu que tinha me visto lá fora na festa. Nossa mãe voltou e nos deixou sozinhos de novo. Tentei continuar o que a gente tava fazendo, mas minha irmã reclamou: "Já chega, isso é errado, somos irmãos", foram as palavras dela. Ela saiu do quarto e eu fui atrás. Não rolou mais nada naquela noite. Depois, numa vez que saímos só nós dois pra tomar umas cervejas num bar, já de madrugada e bem bebidos, decidimos descer pra praia e caminhar na beira do mar. A gente tava conversando e olhando a lua e as estrelas, que por sinal estavam lindas naquela noite, e de repente ficamos de frente um pro outro. Nos olhamos por um instante e, aos poucos, fomos nos aproximando até nos fundir num beijo enorme e gostoso. Caímos na areia entre beijos e carícias, tentei tirar a calça dela, mas Ela me disse: “Aqui não, amor, melhor a gente ir pra minha casa, meu marido não tá”. A gente levantou na hora e foi pra casa dela. Chegando lá, ela entrou no banho, nem preciso dizer que a gente tava cheio de areia no corpo. Eu fiz o mesmo depois dela e, quando saí do banho, encontrei ela deitada no sofá, completamente dormindo. Deitei do lado dela e, enquanto acariciava ela, fui pegando no sono também. Acordamos no dia seguinte sem lembrar como tínhamos ido parar ali, cientes de que nada de errado tinha rolado naquela noite. Depois desse encontro, não aconteceu mais nada entre a gente. Na verdade, depois disso só saímos algumas vezes, e daquelas olhadas safadas que ela me dava e das danças bem sensuais entre nós, não passou disso. Pouco depois, eu casei e nossos rolês acabaram. Só nos víamos em alguma reunião de família, mas já não era a mesma coisa. Eu e minha irmã nos afastamos, e comecei a sentir falta dela. Cada vez que via ela, sentia desejo. Na minha cabeça passavam as várias oportunidades que tivemos de cometer incesto, e as lembranças dos beijos dela, da pele dela, das mãos dela, me faziam sonhar com ela. Nossos caminhos tomaram rumos diferentes, mas, como diz o ditado, todos os caminhos uma hora se cruzam. Os nossos não foram exceção. Tempo depois, a gente reacendeu a chama, mas dessa vez aconteceu o que tinha que acontecer e o que eu desejei por anos. Agora vou contar a história dos nossos encontros e de como fui percebendo o que sentia pela minha irmã: um amor proibido, um amor fraternal. Não sei o que o futuro nos reserva, prefiro viver o agora e curtir as lembranças do passado. O que acontecer amanhã, amanhã eu vivo.
Já um pouco mais velhos, embora ainda fôssemos crianças de verdade, nossa família se mudou pra outra cidade. A casa pra onde fomos era bem pequena. Minha irmã e eu dormíamos na mesma cama que nossos pais, mas como meu pai trabalhava à noite, eu dormia de um lado da minha mãe e minha irmã do outro. De noite, enquanto minha mãe dormia profundamente, eu esticava a mão por cima dela e acariciava as pernas da minha irmã, que também estava dormindo — ou pelo menos eu achava que estava, porque pouco depois descobri que ela levantava a cabeça de leve, só pra ter certeza de que mamãe estava dormindo e não ia nos ver. Ao menor movimento da minha mãe, ela puxava minha mão e jogava pra longe. Eu entendia na hora e me fazia de dormindo.
Às vezes a gente brincava junto — não lembro de quê — e sempre acabávamos nos acariciando. Começamos a descobrir nossos corpos. Eu adorava acariciar as pernas dela, fico louco só de vê-las. Nas minhas lembranças, tem várias imagens dela e eu nos acariciando, mas sem ir além.
Na época do ensino médio, nossos pais conseguiram uma casa com um pouco mais de espaço. Minha irmã e eu dividíamos um dos quartos. Nessa fase da adolescência, começamos a nos distanciar um pouco, mas de vez em quando, uma noite ou outra, eu me enfiava debaixo dos lençóis e começava a acariciar minha irmã. Ela dormia, e eu aproveitava. pra me masturbar enquanto eu apalpava as pernas e a bunda dela, às vezes ela acordava, virava pra me olhar e voltava a deitar, deixando eu continuar, mas outras, que eram a maioria, me rejeitava na hora e me empurrava, pedindo pra deixar ela em paz; numa dessas noites, enquanto eu tava acariciando ela, minhas mãos foram um pouco além e pousaram nos peitinhos lindos dela, minhas mãos inexperientes começaram a massagear, ou melhor, a apertar eles, ela reagiu, pensei que ia ficar brava e me rejeitar, mas não fez isso, ela pegou minhas mãos com as dela e guiava e corrigia meus movimentos, como se tivesse me ensinando o jeito certo de acariciar, a respiração dela ficava cada vez mais forte, enquanto eu continuava acariciando os peitinhos dela, ela aproximou o rosto vermelho de tesão do meu e começou a procurar minha boca com a dela, até que encontrou e começou a me beijar, isso era novo pra nós, correspondi ao beijo e minha mente se desligou do mundo, naquele momento nada existia, só eu e minha irmã no quarto, alguém nos trouxe de volta à realidade porque bateram na porta do nosso quarto, acho que a gente tava fazendo muito barulho porque minha mãe acordou e apareceu, minha irmã me empurrou pra longe e se virou como se não tivesse acordado, não sei o que falei pra minha mãe mas ela foi embora e eu tentei continuar o que a gente tava fazendo mas minha irmã, mudando de atitude, me rejeitou, eu queria chegar perto dela e só levava empurrões e o clássico “me deixa em paz”, não insisti mais, me acomodei na cama pronto pra dormir enquanto na mente começava a me bater um arrependimento, tipo uma ressaca moral, na boca ficou um gosto meio oleoso, como se fosse gorduroso ou algo assim, pensei que era assim que se sentia quando beijava alguém da família na boca, e dormi sem mais, esse foi meu primeiro beijo com minha irmã; a partir daí nossos encontros foram ficando cada vez mais raros, praticamente paramos Ao fazer isso, comecei a me divertir com outras garotas e minha irmã com outros caras; por volta dos 17 ou 18 anos, minha irmã tinha se tornado uma jovem linda, dona de um corpão, tinha virado o desejo de muitos homens, inclusive o meu, mas eu já tinha me resignado que era algo impossível, ainda mais quando, alguns anos depois, ela anunciou que ia se casar com um homem muito mais velho que ela, quase o dobro da idade. Eu, por minha vez, comecei um relacionamento com uma garota que, no futuro, seria minha esposa. Minha irmã e eu seguimos caminhos diferentes; um ano depois do casamento dela, as coisas pareciam virar a meu favor, por causa da grande diferença de idade entre minha irmã e o marido, eles começaram a ter problemas no relacionamento. As coisas mudaram entre nós de novo, já que começamos a nos ver mais, ela passou a me usar como uma fuga dos problemas dela, começamos a sair juntos pra baladas e com amigos, ela me apresentou algumas amigas e eu comecei a sair com elas, até que minha irmã pedia pra eu terminar com elas. Numa dessas saídas pra balada, ela convidou uma amiga dela e também um colega de trabalho. Em um momento da noite, levantei da mesa pra ir ao banheiro e ela também levantou pra ir ao mesmo lugar. Subimos umas escadas rumo aos banheiros enquanto conversávamos, e então ela parou antes de entrar no dela e me disse que o colega com quem ela tinha chegado estava dando em cima dela há um tempo, mas que ela não tava interessada. Então, ela combinou, junto com a amiga, de falar pro cara que eu era o namorado dela pra ele parar de encher o saco. Eu disse que topava fingir, que ia seguir o jogo dela e da amiga. Ela me abraçou e disse: "Que fofo você é, irmãozinho, sei que sempre posso contar com você". Nós dois nos olhamos sem falar nada por uns segundos, e então, sem dizer mais nada, nos aproximamos e nos entregamos num beijo delicioso. Eu segurei ela pela cintura enquanto ela me Ela envolveu o pescoço dele com os braços, não sei quanto tempo durou o beijo, mas pra mim foi uma eternidade, até que ela reagiu e se afastou de mim. "Se acalma, que minha amiga pode nos ver, ela sabe que você é meu irmão", ela disse enquanto entrava no banheiro. Eu fiquei com vontade de mais, era o segundo beijo que dava na minha irmã, embora o primeiro não tivesse sido muito do meu agrado naquela noite no nosso quarto, há muitos anos, esse eu tinha gostado, e não senti o mesmo que da outra vez. Esperei minha irmã pra descer juntos pra nossa mesa e levamos um susto ao ver que o parceiro dela já tinha ido embora. Naquela noite não rolou mais nada entre nós, nem um beijo, nem um carinho, nada, só bebemos e dançamos, mas só. A partir daquele dia, toda vez que saíamos, sentia que minha irmã me provocava, quando dançávamos, ela fazia tudo bem sensual e coladinha no meu corpo, eu claro aproveitava algumas oportunidades e passava a mão na bunda dela ou roçava a virilha dela, mas nenhum dos dois se atrevia a mais. Não foi até uma noite que saímos com nossos parceiros pra dançar, o marido da minha irmã não gosta de dançar, então ela dançava comigo e com minha ainda namorada. Num momento em que tava tocando reggaeton, eu tinha minha namorada dançando bem sensual na minha frente e minha irmã atrás fazendo o mesmo, eu tava excitadíssimo, tinha duas mulheres lindas dançando pra mim, acho que fui a inveja de muitos ali. Minha namorada virou de costas e começou a fazer movimentos bem sexys enquanto minha irmã dançava bem coladinha atrás de mim, senti a virilha dela roçar nas minhas nádegas, isso me deixou a mil. Ao sentir como minha irmã esfregava com força a virilha dela na minha bunda, estendi minha mão pra trás e peguei uma das bundas da minha irmã e comecei a acariciar seguindo o ritmo da música, ela ao sentir meus carinhos não quis ficar pra trás e colocou as mãos no meu peito e enquanto me acariciava com força foi descendo até chegar Meu pau, não podia acreditar, minha irmã tava passando a mão no meu pau duro por cima da calça, eu tava explodindo, até que minha namorada se virou pra ficar de frente pra mim e minha irmã rapidão baixou as mãos e a gente continuou dançando como se nada tivesse acontecido até a música acabar. Minha irmã chegou perto de mim e sussurrou no meu ouvido: "Pena que você é meu irmão". Não aguentei mais, peguei minha irmã pela mão e levei ela pra entrada da balada. Não sei o que inventamos pros nossos parceiros, o fato é que sem perder tempo a gente foi pra lá. Na entrada tinha uma espécie de túnel com pouca iluminação, aí a gente parou. Peguei minha irmã pela cintura e puxei ela pra perto de mim enquanto ela me abraçava, e a gente se perdeu num turbilhão de beijos e carícias. Naquele momento, não tava nem aí pra nada, se nossos parceiros ou algum amigo visse a gente, não, não me importou nada daquilo. Era a primeira vez que eu fazia isso com minha irmã e não ia deixar passar a oportunidade. Nossos beijos e carícias foram esquentando, minha irmã tinha uma das pernas praticamente em cima de mim, minhas mãos não davam conta de acariciar a bunda dela, as pernas dela, os peitinhos deliciosos dela, que por sinal eu lambia igual um louco por cima da blusa dela. Se não fosse porque a gente tava num lugar público, ali mesmo eu teria tirado a roupa dela e feito o amor. Não sei quanto tempo durou nosso caso, meu celular me trouxe de volta à realidade. Começou a tocar, e mesmo eu me recusando a atender, minha irmã fez uma pausa e falou: "Atende". Era minha namorada, preocupada porque a gente não voltava. Minha irmã e eu demos um último beijo e voltamos pra mesa. Daí a noite seguiu como se nada tivesse acontecido, ela e eu não tentamos mais nada. Depois daquela noite, minha irmã e eu continuamos nos vendo, mas não rolou nada, embora eu confesse que sempre tentei chegar nela, sempre fui rejeitado uma vez atrás da outra. Não foi senão Até uma noite numa festa de família, a gente tava meio de copo e num momento da reunião nossos olhares se cruzaram, ela piscou um olho pra mim enquanto me dava um sorriso cheio de malícia, eu me liguei na hora e fiz sinal que esperava ela dentro de casa. Sem ninguém notar, me mandei pro quarto que antigamente era nosso e fiquei esperando ela lá. Depois de uns minutos, ela chegou, abriu a porta e, sem mais nem menos, a gente começou a se beijar. Eu queria devorar ela de beijos e carícias, minhas mãos, meio atrapalhadas pela emoção, conseguiram desabotoar a calça dela enquanto deslizavam por dentro pra acariciar a pele macia da bunda da minha irmã. Ela tava usando uma calcinha fio-dental deliciosa e pequenininha, só de sentir o contorno dela minha excitação disparou. Abri minha calça e comecei a tirar a dela, tava decidido a fazer ela minha naquela noite. Já tinha baixado a calça dela até os joelhos quando alguém bateu na porta. Com uma rapidez que até hoje me impressiona, ajeitamos a roupa e eu me enfiei debaixo da cama. Era nossa mãe perguntando por mim. Minha irmã, com o rosto vermelho, mistura de excitação e medo de ser descoberta, respondeu que tinha me visto lá fora na festa. Nossa mãe voltou e nos deixou sozinhos de novo. Tentei continuar o que a gente tava fazendo, mas minha irmã reclamou: "Já chega, isso é errado, somos irmãos", foram as palavras dela. Ela saiu do quarto e eu fui atrás. Não rolou mais nada naquela noite. Depois, numa vez que saímos só nós dois pra tomar umas cervejas num bar, já de madrugada e bem bebidos, decidimos descer pra praia e caminhar na beira do mar. A gente tava conversando e olhando a lua e as estrelas, que por sinal estavam lindas naquela noite, e de repente ficamos de frente um pro outro. Nos olhamos por um instante e, aos poucos, fomos nos aproximando até nos fundir num beijo enorme e gostoso. Caímos na areia entre beijos e carícias, tentei tirar a calça dela, mas Ela me disse: “Aqui não, amor, melhor a gente ir pra minha casa, meu marido não tá”. A gente levantou na hora e foi pra casa dela. Chegando lá, ela entrou no banho, nem preciso dizer que a gente tava cheio de areia no corpo. Eu fiz o mesmo depois dela e, quando saí do banho, encontrei ela deitada no sofá, completamente dormindo. Deitei do lado dela e, enquanto acariciava ela, fui pegando no sono também. Acordamos no dia seguinte sem lembrar como tínhamos ido parar ali, cientes de que nada de errado tinha rolado naquela noite. Depois desse encontro, não aconteceu mais nada entre a gente. Na verdade, depois disso só saímos algumas vezes, e daquelas olhadas safadas que ela me dava e das danças bem sensuais entre nós, não passou disso. Pouco depois, eu casei e nossos rolês acabaram. Só nos víamos em alguma reunião de família, mas já não era a mesma coisa. Eu e minha irmã nos afastamos, e comecei a sentir falta dela. Cada vez que via ela, sentia desejo. Na minha cabeça passavam as várias oportunidades que tivemos de cometer incesto, e as lembranças dos beijos dela, da pele dela, das mãos dela, me faziam sonhar com ela. Nossos caminhos tomaram rumos diferentes, mas, como diz o ditado, todos os caminhos uma hora se cruzam. Os nossos não foram exceção. Tempo depois, a gente reacendeu a chama, mas dessa vez aconteceu o que tinha que acontecer e o que eu desejei por anos. Agora vou contar a história dos nossos encontros e de como fui percebendo o que sentia pela minha irmã: um amor proibido, um amor fraternal. Não sei o que o futuro nos reserva, prefiro viver o agora e curtir as lembranças do passado. O que acontecer amanhã, amanhã eu vivo.
7 comentários - Diário de um incesto
XD me re gusto