Olá, todos os meus seguidores! Aqui trago um relato sobre uma boa apalpada que levei numa balada que tinha bandas cover de rock em espanhol.
Bom, uma amiga que conhece muito bem meu gosto de me vestir de mulher me convenceu a ir com ela e um amigo que ela queria pegar. Aceitei ir com eles e, sem ser nada pretensiosa, aos meus 19 anos tenho um corpo magro e um rostinho de menina.
Enfim, chegou o dia e ela me ajudou a me vestir, me maquiar e colocar uma peruca linda, preta e bem comprida que eu tinha. Me vesti com uma minissaia preta curtíssima, uma regatinha branca de alcinhas e uma jaqueta curta, botas pretas até o joelho e, por baixo, uma calcinha fio dental branca bem gostosa. Digo gostosa porque tinha uns pingentes de chaveirinhos nas laterais, que eu deixava aparecendo por cima da minissaia, pendurados dos lados.
Saímos do meu apê pra encontrar o "namorado" dela, como ela dizia. Quando ele me viu, ficou hipnotizado por uns segundos e percebi que ele não tirava os olhos das minhas pernas. Ela o chamou: "Carlos, umas duas vezes, te apresento a Anahi" — depois disso, pegamos um táxi e fomos pro evento. Chegamos lá umas 9 da noite e já imaginam o tipo de gente: roqueiros, punks, uns emos, enfim, tinha de tudo das culturas urbanas.
Ao chegar no evento, fiquei surpresa com a quantidade de gente. Tinha muita gente e a gente nem tinha entrado ainda. Verdade, fiquei com um pouco de medo de entrar num lugar tão lotado vestida assim.
Entramos e a multidão era avassaladora. Carlos pegou ela pela cintura e ficou atrás dela, e eu, indo na frente, fomos entrando no meio de empurrões e gritos. Ficando um tempo lá, me deixei levar pelo clima e comecei a pular também. Aí senti um toque rápido na minha bunda, mas não liguei muito, porque com os empurrões e tanta gente, devia ter sido sem querer. Depois de uns segundos, senti outro, mas também ignorei. E mais outro — aí já era demais. Estranho, achei que era o namorado da minha amiga. Virei a cabeça pra procurar ele, mas ele tava do meu lado, com as mãos pra cima, pulando, então não podia ser ele. Olhei pra trás de mim e tinha um monte de gente, a maioria caras, qualquer um podia ter sido. Enfim, voltei a focar no show e continuei cantando.
Depois de uns minutos, senti uma mão se enfiando devagar por baixo da minha saia. Levei a mão pra trás, passei rápido pelas costas até a saia, dei uns tapas e senti aquela mão sair rapidinho e se afastar. Fiquei um tempo com a mão segurando a saia, mas não por muito tempo. Soltei a saia e, enquanto seguia no show, senti a mão de novo, mas dessa vez acariciando minhas coxas. Aí baixei a mão de novo pra espantar aquela mão tarada. Dessa vez, consegui agarrar o braço do cara que tava me apalpando. Ia me virar pra ver quem era, mas ele deu um puxão e se soltou, então quando virei, não vi quem foi que meteu a mão na minha saia. Resignada, ia cantar quando pensei que resistir ia ser inútil.
Todo mundo ali presente cantava. Pensei que aquela mão ia voltar na hora, mas não. Pra minha surpresa, já tinha passado um tempão e nada de me apalparem de novo. Um ou outro roçado ou esbarrada, mas normal por causa da multidão em que eu tava. Até que de repente senti de novo uma sensação fria subindo da coxa pra cima, devagar, por baixo da saia. Minha pele ficou toda arrepiada porque era uma mão bem gelada. Não sei se era a mesma das outras vezes que tentou me apalpar, mas vou ser sincera: com aquela sensação fria na pele, fiquei com muito tesão e, em vez de parar, abri um pouco as pernas pra ele poder tocar à vontade. Quando percebeu isso, a pessoa que tava fazendo isso colocou a palma da mão inteira na minha coxa e... Acariciava de cima a baixo, sem nenhuma preocupação de ser descoberto, porque era óbvio que eu permitia aquilo. Rapidamente, ele subiu a mão até entrar por baixo da minha minissaia e começou a apalpar, acariciar e apertar com força minhas bundinhas, me fazendo sentir nas nuvens. De repente, ele tirou a mão. Pensei que algo ou alguém o tinha forçado a parar, mas não foi por isso. Senti minha saia subir rapidamente por trás, deixando toda minha bunda à mostra, mas imediatamente ele a abaixou e voltou à ação: deslizou a mão novamente por baixo da saia e começou a beliscar e apertar com força minhas nádegas, fazendo com que, às vezes, eu soltasse gemidos de dor pela pressão das mãos duras dele. Ele alternava as mãos, e cada vez que trocava, sentia-as frias de novo. Supus que ele estava segurando um copo de cerveja, e cada vez que mudava de mão, elas esfriavam.
Pensei em virar a cabeça para ver quem era meu assediador, mas preferi ficar na dúvida para não ter alguma decepção ou surpresa, hehe. Ele passava os dedos no meio das minhas bundinhas e fazia pressão onde achava que estava meu cuzinho, como se quisesse enfiar os dedos lá. Às vezes acertava onde estava meu cuzinho, outras vezes errava, mas a sensação era igualmente gostosa. A única coisa que impedia ele de meter os dedos no meu cuzinho era a calcinha fio dental, que até aquele momento fazia um trabalho excelente impedindo isso e mantendo a safadeza do momento.
A banda parou de tocar, dando lugar a outro grupo que não conhecíamos. Foi então que minha amiga comentou com o Carlos que queria beber algo. Enquanto me falavam isso, a mão se afastou das minhas nádegas, e eu tive que sair do lugar. No caminho, entre as andanças e os empurrões, senti muitas mãos apertando minha bunda por cima da saia, e um ou outro mais habilidoso enfiava a mão por baixo para acariciar furtivamente minhas nádegas.
Saímos para onde tinha mais gente, e eu não falei nada. alguma coisa do que aconteceu, ficamos um tempinho sentados comendo e bebendo água esperando algum outro artista que a gente conhecesse, quando ouvimos uma banda muito famosa aqui no país, fomos pro palco e dessa vez tivemos sorte de chegar um pouco mais perto, e por isso mesmo a proximidade entre a gente era ainda maior, enquanto ouvíamos, cantávamos e dançávamos, senti de novo uma mão entrando por baixo da minha saia e rapidamente foi direto na minha calcinha fio dental, puxando ela por baixo com os dedos, era óbvio que o mão boba era o mesmo que tinha passado a mão em mim antes, porque senão como ele ia achar minha calcinha de primeira, ele pegou com os dedos e tentou puxar pra baixo, mas por causa dos pingentes que eu falei no começo estavam por fora da saia, era muito difícil a calcinha descer, era mais provável a saia e a calcinha descerem juntas do que só a calcinha.
O cara continuou tentando puxar pra baixo e por via das dúvidas segurei minha saia pela parte de cima pra segurar e impedir que caísse junto com a calcinha, quando ele percebeu que a calcinha não descia por nada, ele se encostou em mim e com as duas mãos pegou cada uma das minhas bundinhas, colou o corpo inteiro e falou um pouco alto no meu ouvido (muito barulho, se ele sussurrasse eu não ia ouvir).
-Você gosta que passem a mão em você, né, você é bem gostosa e tem uma bunda bem deliciosa, quer ir transar???
Eu respondi com a cabeça que não.
-Por que não, mamãe??? Vamos nos divertir
Virei a cabeça e finalmente vi ele, era um cara mais ou menos da minha idade, moreno, magro, com roupa toda preta estilo roqueiro.
-Não, vim com meus amigos, desculpa, mas se quiser pode se divertir aqui.
-Vou te comer aqui então
E eu concordei com a cabeça.
O cara se afastou um pouco e continuou massageando minha bunda de um jeito gostoso e violento, tirou as mãos por uns momentos e depois senti ele levantar minha saia e afastar minha calcinha fio dental e algo quente, duro e bem gostoso se enfiava entre minhas nádegas, uuuuuufffff eu me sentia derreter ao sentir aquela deliciosa sensação na minha bunda, o garoto colocou o pau na entrada do meu cuzinho e de vez em quando se mexia em direção ao meu anelzinho mas não conseguia me penetrar, numa tentativa de ajudar levantei meu cuzinho mas nada de conseguir, ele tentou me abraçar pra me levantar mas eu não deixei porque se fizesse isso seria muito na cara o que estávamos fazendo e meus amigos perceberiam.
Depois de algumas tentativas o garoto desistiu e teve que se contentar em só acariciar minha bunda, a verdade é que eu também fiquei na vontade hehe.
Ficou um tempão acariciando minha bunda e minhas pernas, enfiando de vez em quando o dedinho no meu cuzinho que já tava bem molhadinho, eu me sentia muito excitada, continuou assim até que conseguiu penetrar meu cu com força me fazendo gritar mas a sorte é que no meio de tanto grito não deu pra notar, levantei o cuzinho de novo e abri as pernas mais uma vez pra que pudessem fazer o que quisessem com meu cuzinho, quando a banda parou de tocar ficamos mais um tempo na frente do palco e durante esse tempo ele me apalpou, me deu tapas na bunda, me beliscou e apertou minhas nádegas.
Quando o show acabou saí com minha amiga e o amigo dela, direto pra casinha mas nem uma palavra sobre o que aconteceu.
Foi algo muito divertido e safado que eu faria de novo.
Espero que tenham gostado e comentem sobre minha experiência gostosa.
Bom, uma amiga que conhece muito bem meu gosto de me vestir de mulher me convenceu a ir com ela e um amigo que ela queria pegar. Aceitei ir com eles e, sem ser nada pretensiosa, aos meus 19 anos tenho um corpo magro e um rostinho de menina.
Enfim, chegou o dia e ela me ajudou a me vestir, me maquiar e colocar uma peruca linda, preta e bem comprida que eu tinha. Me vesti com uma minissaia preta curtíssima, uma regatinha branca de alcinhas e uma jaqueta curta, botas pretas até o joelho e, por baixo, uma calcinha fio dental branca bem gostosa. Digo gostosa porque tinha uns pingentes de chaveirinhos nas laterais, que eu deixava aparecendo por cima da minissaia, pendurados dos lados.
Saímos do meu apê pra encontrar o "namorado" dela, como ela dizia. Quando ele me viu, ficou hipnotizado por uns segundos e percebi que ele não tirava os olhos das minhas pernas. Ela o chamou: "Carlos, umas duas vezes, te apresento a Anahi" — depois disso, pegamos um táxi e fomos pro evento. Chegamos lá umas 9 da noite e já imaginam o tipo de gente: roqueiros, punks, uns emos, enfim, tinha de tudo das culturas urbanas.
Ao chegar no evento, fiquei surpresa com a quantidade de gente. Tinha muita gente e a gente nem tinha entrado ainda. Verdade, fiquei com um pouco de medo de entrar num lugar tão lotado vestida assim.
Entramos e a multidão era avassaladora. Carlos pegou ela pela cintura e ficou atrás dela, e eu, indo na frente, fomos entrando no meio de empurrões e gritos. Ficando um tempo lá, me deixei levar pelo clima e comecei a pular também. Aí senti um toque rápido na minha bunda, mas não liguei muito, porque com os empurrões e tanta gente, devia ter sido sem querer. Depois de uns segundos, senti outro, mas também ignorei. E mais outro — aí já era demais. Estranho, achei que era o namorado da minha amiga. Virei a cabeça pra procurar ele, mas ele tava do meu lado, com as mãos pra cima, pulando, então não podia ser ele. Olhei pra trás de mim e tinha um monte de gente, a maioria caras, qualquer um podia ter sido. Enfim, voltei a focar no show e continuei cantando.
Depois de uns minutos, senti uma mão se enfiando devagar por baixo da minha saia. Levei a mão pra trás, passei rápido pelas costas até a saia, dei uns tapas e senti aquela mão sair rapidinho e se afastar. Fiquei um tempo com a mão segurando a saia, mas não por muito tempo. Soltei a saia e, enquanto seguia no show, senti a mão de novo, mas dessa vez acariciando minhas coxas. Aí baixei a mão de novo pra espantar aquela mão tarada. Dessa vez, consegui agarrar o braço do cara que tava me apalpando. Ia me virar pra ver quem era, mas ele deu um puxão e se soltou, então quando virei, não vi quem foi que meteu a mão na minha saia. Resignada, ia cantar quando pensei que resistir ia ser inútil.
Todo mundo ali presente cantava. Pensei que aquela mão ia voltar na hora, mas não. Pra minha surpresa, já tinha passado um tempão e nada de me apalparem de novo. Um ou outro roçado ou esbarrada, mas normal por causa da multidão em que eu tava. Até que de repente senti de novo uma sensação fria subindo da coxa pra cima, devagar, por baixo da saia. Minha pele ficou toda arrepiada porque era uma mão bem gelada. Não sei se era a mesma das outras vezes que tentou me apalpar, mas vou ser sincera: com aquela sensação fria na pele, fiquei com muito tesão e, em vez de parar, abri um pouco as pernas pra ele poder tocar à vontade. Quando percebeu isso, a pessoa que tava fazendo isso colocou a palma da mão inteira na minha coxa e... Acariciava de cima a baixo, sem nenhuma preocupação de ser descoberto, porque era óbvio que eu permitia aquilo. Rapidamente, ele subiu a mão até entrar por baixo da minha minissaia e começou a apalpar, acariciar e apertar com força minhas bundinhas, me fazendo sentir nas nuvens. De repente, ele tirou a mão. Pensei que algo ou alguém o tinha forçado a parar, mas não foi por isso. Senti minha saia subir rapidamente por trás, deixando toda minha bunda à mostra, mas imediatamente ele a abaixou e voltou à ação: deslizou a mão novamente por baixo da saia e começou a beliscar e apertar com força minhas nádegas, fazendo com que, às vezes, eu soltasse gemidos de dor pela pressão das mãos duras dele. Ele alternava as mãos, e cada vez que trocava, sentia-as frias de novo. Supus que ele estava segurando um copo de cerveja, e cada vez que mudava de mão, elas esfriavam.
Pensei em virar a cabeça para ver quem era meu assediador, mas preferi ficar na dúvida para não ter alguma decepção ou surpresa, hehe. Ele passava os dedos no meio das minhas bundinhas e fazia pressão onde achava que estava meu cuzinho, como se quisesse enfiar os dedos lá. Às vezes acertava onde estava meu cuzinho, outras vezes errava, mas a sensação era igualmente gostosa. A única coisa que impedia ele de meter os dedos no meu cuzinho era a calcinha fio dental, que até aquele momento fazia um trabalho excelente impedindo isso e mantendo a safadeza do momento.
A banda parou de tocar, dando lugar a outro grupo que não conhecíamos. Foi então que minha amiga comentou com o Carlos que queria beber algo. Enquanto me falavam isso, a mão se afastou das minhas nádegas, e eu tive que sair do lugar. No caminho, entre as andanças e os empurrões, senti muitas mãos apertando minha bunda por cima da saia, e um ou outro mais habilidoso enfiava a mão por baixo para acariciar furtivamente minhas nádegas.
Saímos para onde tinha mais gente, e eu não falei nada. alguma coisa do que aconteceu, ficamos um tempinho sentados comendo e bebendo água esperando algum outro artista que a gente conhecesse, quando ouvimos uma banda muito famosa aqui no país, fomos pro palco e dessa vez tivemos sorte de chegar um pouco mais perto, e por isso mesmo a proximidade entre a gente era ainda maior, enquanto ouvíamos, cantávamos e dançávamos, senti de novo uma mão entrando por baixo da minha saia e rapidamente foi direto na minha calcinha fio dental, puxando ela por baixo com os dedos, era óbvio que o mão boba era o mesmo que tinha passado a mão em mim antes, porque senão como ele ia achar minha calcinha de primeira, ele pegou com os dedos e tentou puxar pra baixo, mas por causa dos pingentes que eu falei no começo estavam por fora da saia, era muito difícil a calcinha descer, era mais provável a saia e a calcinha descerem juntas do que só a calcinha.
O cara continuou tentando puxar pra baixo e por via das dúvidas segurei minha saia pela parte de cima pra segurar e impedir que caísse junto com a calcinha, quando ele percebeu que a calcinha não descia por nada, ele se encostou em mim e com as duas mãos pegou cada uma das minhas bundinhas, colou o corpo inteiro e falou um pouco alto no meu ouvido (muito barulho, se ele sussurrasse eu não ia ouvir).
-Você gosta que passem a mão em você, né, você é bem gostosa e tem uma bunda bem deliciosa, quer ir transar???
Eu respondi com a cabeça que não.
-Por que não, mamãe??? Vamos nos divertir
Virei a cabeça e finalmente vi ele, era um cara mais ou menos da minha idade, moreno, magro, com roupa toda preta estilo roqueiro.
-Não, vim com meus amigos, desculpa, mas se quiser pode se divertir aqui.
-Vou te comer aqui então
E eu concordei com a cabeça.
O cara se afastou um pouco e continuou massageando minha bunda de um jeito gostoso e violento, tirou as mãos por uns momentos e depois senti ele levantar minha saia e afastar minha calcinha fio dental e algo quente, duro e bem gostoso se enfiava entre minhas nádegas, uuuuuufffff eu me sentia derreter ao sentir aquela deliciosa sensação na minha bunda, o garoto colocou o pau na entrada do meu cuzinho e de vez em quando se mexia em direção ao meu anelzinho mas não conseguia me penetrar, numa tentativa de ajudar levantei meu cuzinho mas nada de conseguir, ele tentou me abraçar pra me levantar mas eu não deixei porque se fizesse isso seria muito na cara o que estávamos fazendo e meus amigos perceberiam.
Depois de algumas tentativas o garoto desistiu e teve que se contentar em só acariciar minha bunda, a verdade é que eu também fiquei na vontade hehe.
Ficou um tempão acariciando minha bunda e minhas pernas, enfiando de vez em quando o dedinho no meu cuzinho que já tava bem molhadinho, eu me sentia muito excitada, continuou assim até que conseguiu penetrar meu cu com força me fazendo gritar mas a sorte é que no meio de tanto grito não deu pra notar, levantei o cuzinho de novo e abri as pernas mais uma vez pra que pudessem fazer o que quisessem com meu cuzinho, quando a banda parou de tocar ficamos mais um tempo na frente do palco e durante esse tempo ele me apalpou, me deu tapas na bunda, me beliscou e apertou minhas nádegas.
Quando o show acabou saí com minha amiga e o amigo dela, direto pra casinha mas nem uma palavra sobre o que aconteceu.
Foi algo muito divertido e safado que eu faria de novo.
Espero que tenham gostado e comentem sobre minha experiência gostosa.
7 comentários - A vez que me apalparam (relato cross)