Olá, tudo bem!! Sou novo postando aqui nessa comunidade, embora já estivesse registrado há um bom tempo. Adoro a seção de contos de vocês e, justo nessas férias, aconteceu uma coisa que quero compartilhar com vocês. Espero que gostem..Eram minhas férias de dezembro, fazia uns dois meses que uma vizinha nova tinha se mudado pra casa ao lado da minha. Ela era uma mulher madura, uns 35 anos, com um filho de seis anos. Desde que a vi chegando com o caminhão da mudança, fiquei atraído pelo físico dela: uma morena baixinha, mas com aquele jeito que as morenas têm de rebolado, uma bunda maravilhosa, redonda e perfeita, com umas nádegas que valorizavam bem a estatura baixa dela, e umas pernas muito torneadas — era o que mais me atraía nela. Sabia bem que os encantos dela eram esses que já descrevi, e ela só usava shorts curtos e saias bem curtas. O cabelo era tingido de vermelho, talvez por ser muito morena isso não favorecesse tanto, mas acho que ninguém reparava nesse detalhe porque os atributos dela chamavam mais atenção.
Uma noite, meus pais saíram pra uma festa de Natal, e eu decidi não ir, ficar de boa em casa. Sem pensar, entrei no quarto da minha tia, que mora com a gente, e fiquei vendo TV. De repente, percebi que a janela do quarto dela dava exatamente na frente da casa da minha vizinha — uma casa bem humilde e pequenininha. Vi a luz do quintal dela acesa e me debrucei na janela. Lá estava ela, lavando roupa. Tirava as peças da máquina e as estendia, rebolando como se estivesse dançando. Eu a via dançar, mas não tinha música. Ela estava com aqueles shorts jeans curtos que faziam a bunda apertada dela aparecer bem empinada, e uma camiseta branca quase transparente. Mas, por causa da escuridão, não dava pra ver mais. Mesmo assim, não conseguia parar de olhar pras pernas lindas dela. Fiquei muito excitado de poder ver aquela mulher dançando, até que vi o que ela estava estendendo: era a calcinha dela. Dava pra ver umas tangas pequenininhas e outras calcinhas transparentes, tipo renda. Aí eu soube o quanto essa mulher era gostosa e safada.
Os dias foram passando, e eu me enfiava cada vez mais em espiar ela pela janela. Via quando ela varria o quintal e quando saía. fazendo compras, só imaginava aquele pedaço de buceta entre minhas mãos ou as pernas dela como tenazes gigantes me apertando contra ela. Um dia, tava sozinho em casa e fui rápido espiar pela janela da minha tia, ouvia barulho, o menino chorava, mas não conseguia vê-la. Logo ela saiu com um shortinho branco, minúsculo, que deixava transparecer uma calcinha preta. Ela tava de costas e eu podia ver as nádegas dela. Naquele momento, não conseguia pensar em mais nada e me masturbei olhando pra ela. Gozei vendo as pernas fortes e torneadas dela, tava ficando obcecado por aquela morena gostosa.
No mesmo dia, já era tarde, minha tia não ia voltar pra dormir em casa, então entrei de novo no quarto dela na esperança de vê-la outra vez. Pra minha surpresa, ela já tava do lado de fora de casa, com uma toalha e um embrulho debaixo do braço. Dessa vez, usava uma calça legging verde bem justa. Ela tava indo pro banheiro que ficava fora da casa, e eu só conseguia ver a parte de trás do banheiro. Apaguei a luz pra enxergar melhor e pra ela não me ver, mas foi um erro. Quando a luz apagou, o olhar dela se virou pra janela, procurando. Eu me escondi e pensei que ela não tinha me visto. Ela entrou no banheiro e eu fiquei esperando. Depois de alguns minutos, ela saiu, e pra minha grande surpresa, tava só enrolada numa toalhinha branca bem pequena, com o cabelo solto e todo molhado. Os braços e as pernas nuas brilhavam com a pouca luz do poste do quintal. Ali começou tudo. De repente, ela virou na direção da janela e eu me escondi um pouco. Não dava pra ver o rosto dela direito por causa da escuridão. Pensei que ela tinha me visto e que ia sair correndo, mas não foi assim. Ela procurou na escuridão do quarto e eu continuei escondido, imóvel como uma pedra. Ela se virou e eu vi cair alguma coisa, talvez a roupa que tinha tirado. Se abaixou pra pegar, mas não como qualquer um se abaixaria. Ela se curvou totalmente, com as pernas esticadas, mostrando a bunda redonda inteira, exatamente como as dançarinas de pole dance fazem quando querem que você veja a raba delas. Eu não conseguia acreditar, estava ali vendo aquele cuzão gostoso dela levantado, apontando pra mim quase dizendo "vem me pegar", fiquei muito excitado. O que pareceu uma eternidade pra mim durou só uns segundos, de repente ela se levantou e seguiu seu caminho. Quando ela abriu a porta, virou e cravou o olhar em mim. Pra ser sincero, não sei se naquele instante ela me viu, mas eu queria acreditar, queria acreditar que tudo tinha sido planejado e não obra do acaso.
Nos dias seguintes, minha surpresa aumentou. Eu a encontrava na rua e ela me cumprimentava de forma cordial, às vezes puxava conversa sobre o clima ou sobre minhas férias. Eu estava decidido a ir mais longe, mas não sabia como abordá-la. Antes das festas de Natal, meus pais planejavam visitar minha família na capital. Eu logo me desculpei e fiz questão de mostrar que não poderia ir. Eles insistiram, mas no final consegui me livrar. Assim, poderia ver mais tempo e à vontade minha vizinha. No mesmo dia, enquanto lavava o carro, fui surpreendido ao ver meu pai conversando com a vizinha. Ele dizia que viajariam e que eu ficaria sozinho, e num tom de cumplicidade falou: "dá uma olhadinha no meu filho", dando a entender que ela me vigiasse. Meu coração acelerou com a resposta dela: "haha claro, meu filho está com o pai dele, então vou poder cuidar do seu". Não sabia o que pensar, mas com certeza tentaria me aproximar dela assim que estivesse sozinho.
Meus pais foram embora, eu estava sozinho. Voltei àquela janela de onde podia admirá-la como de costume. Ela demorou a sair, fiquei quase duas horas esperando, mas valeu a pena. Ela tomava seu banho noturno antes de dormir, mas agora eu deixei a luz acesa. Ela rapidamente notou minha presença, se aproximou do banheiro, mas não entrou, ficou do lado de fora e finalmente pôde me ver. Eu não sabia o que fazer, estava nervoso, e acenei com a mão feito um idiota, fingindo um cumprimento. Ela retribuiu com um sorrisão, se aproximou do muro que dividia os dois terrenos. Então abri a janela, e ela disse: "espero que não esteja fazendo safadezas agora que está sozinho". Eu respondi: —Claro que não, tá tudo perfeito — ela me disse. — Me avisa se você se sentir muito sozinho e quiser companhia. Não podia acreditar, ela tava se oferecendo pra me fazer companhia e eu não podia recusar uma oferta daquelas, então falei que tinha uns filmes e, se ela quisesse, a gente podia ver juntos. Ela sorriu e concordou, disse que ia tomar um banho e depois viria pra minha casa. Rapidão comecei a catar na minha coleção de filmes algum que tivesse cenas de sexo, lembro que escolhi “Boogie Nights”, não sei bem o que eu tava tentando com aquilo, mas queria que a conversa desviasse pra isso. Também tomei um banho o mais rápido que pude e preparei tudo. Ela bateu na porta, eu abri e não consegui evitar de olhar o corpo dela. Lá estava ela, com um shortinho jeans curto, sandálias e uma camisa vermelha, com os botões de cima abertos e eu podia ver os peitos dela de cor de chocolate aparecendo, quase como um par de “Kisses”. Não eram muito grandes, mas tinham um formato bonito. Convidei ela pra entrar, ela entrou na minha casa e começou a olhar tudo, dando passinhos e rebolando, sempre mexendo aquele rabo gordinho. De repente, sem me olhar, ela disse — Cê gosta de espiar as pessoas pela janela ou é só comigo? — Eu não soube o que responder, fiquei totalmente paralisado. Ela continuou — Já te peguei umas vezes me espiando. — Na hora comecei a ficar muito nervoso, pensei que ela só tinha aceitado meu convite pra me cobrar e sei lá, talvez me dedurasse pra minha família. Mas ela continuou — Bom, já que você me espiava sem minha permissão, agora é minha vez de me vingar. — Me surpreendi e fiz a pergunta mais idiota que podia ter feito — Se vingar? — Ela só me olhou e disse — Cê tá completamente sozinho, né? — Eu respondi que sim. Ela mandou eu fechar a porta, e assim que fechei, ela se aproximou devagar e colou em mim. Eu tenho 1,74, então o rosto dela ficava bem na altura do meu peito. Ela chegou os lábios tão perto que pensei que fosse me beijar no peito, mas disse — Te confesso que eu gosto de ser observada. Não só gosto, eu... Excitante, pra ser sincero você não é meu tipo, é muito novo pra mim, mas seus olhares me aquecem. Eu fiquei pasmo, nunca uma mulher tinha me dito palavras assim, só tinha transado com garotas da minha idade, universitárias como eu, e elas eram meio tímidas. Ela foi direto ao ponto: "Tô com vontade de te comer", me disse. Imaginem minha reação, eu estava tremendo, mas minha vontade era maior que meu nervosismo, então respondi: "Vamos pro meu quarto". Guiei ela até lá, entramos e eu fui direto pra cama. Ela deu uma olhada no quarto, observou meus pôsteres do Led Zeppelin. Pra chamar a atenção dela, perguntei: "E como você vai se vingar de mim?" Ela respondeu: "Bom, você me viu quase nua naquela noite que saí do banheiro, agora é minha vez de te ver." Ela se aproximou bem devagar e começou a me despir. Tirou minha camisa bem rápido e também a calça com uma habilidade impressionante. Começou a acariciar meu peito e lambeu meus mamilos, subiu até o pescoço e eu pude sentir ela se esticar na ponta dos pés pra me dar um beijo na boca. Enfiei minha língua e ela recebeu, enrolando ela nos lábios. Foi um beijo muito intenso, os cantos dos meus lábios e dos dela estavam molhados de tanta saliva. Nesse momento, senti que comecei a endurecer. Ela me abraçou e desceu as mãos pra apertar minhas nádegas. Eu respondi fazendo o mesmo, e lá estava eu, meu sonho tinha se realizado. Não podia acreditar que tinha aquele par de bundão tão grande só pra mim. Eu apertava, mas não cabia nas minhas mãos. Ela levantou a perna e eu segurei, acariciando. Era tão macia, percorria a perna dela com minha mão até a panturrilha. Eram umas pernas muito fortes, percebi que ela devia malhar pra ter essas pernas e essa bunda tão torneadas. Ela se ajoelhou na minha frente e tocou meu pau por cima da cueca. Eu tava muito duro e já lubrificando. Ela ergueu o olhar pra mim e fez uma cara maliciosa que jamais esquecerei. Sorriu pra mim e começou a esfregar a mão no meu pênis. Abriu a boca e cravou os dentes de um jeito suave em mim. Pau, ela apertava as mandíbulas de um jeito que pressionava, mas não machucava. Sem pensar duas vezes, ela puxou minha cueca pra baixo e meu pau saltou na direção dela. Ela olhou fixamente pra ele, mordeu os lábios, começou a tocar, envolveu na mão dela e me masturbava devagar. Ela lambeu os lábios mais uma vez e enfiou na boca. Chupava meu pau como ninguém nunca tinha feito, lambia toda a glande de cima pra baixo. De repente, ela desceu mais e começou a lamber minhas bolas. Ninguém nunca tinha feito aquilo antes, e foi uma experiência incrível. Eu sentia a língua dela voando nas minhas bolas enquanto a mão apertava meu pau. Eu me contorcia de prazer. Ela gemia com meu pau dentro da boca, e eu empurrava cada vez mais forte até sentir a garganta dela. Ela enchia tudo de saliva e chupava com paixão. Ela se levantou e me empurrou na cama. Eu tava completamente nu, e ela ainda vestida. Pensei que ela fosse tirar a roupa, mas ela falou: — Vira de bruços. Eu obedeci, afinal era a vingança dela e eu tinha que aguentar. Então me deitei de bruços. Ela subiu em cima de mim, chegou a boca no meu ouvido, senti o hálito quente dela e disse: — Tava com vontade de comer um franguinho igual você. — Você vai ver o que vou te ensinar, vai gostar. — Então fica molinho e coopera. Eu concordei sem imaginar o que vinha. Ela começou a me acariciar e beijar minhas costas, descendo devagar até chegar nas minhas nádegas e apertava com as mãos. Eu fiquei excitado e comecei a relaxar o corpo, me deixando levar. Mas de repente senti o dedo dela roçando num lugar que eu nunca imaginei. Ela tava acariciando entre minhas nádegas, sim, tava acariciando meu cu. Reagi rápido e falei pra ela parar, que aquilo não era coisa de homem. Ela respondeu: — O que você sabe sobre o que é de homem? Fica tranquilo, você vai gostar. Vamos fazer um trato? — ela disse. — Se você deixar eu fazer tudo que eu quiser, eu também deixo você fazer o que quiser a noite toda. Além disso, lembra que é minha vingança. Eu tava numa encruzilhada. Já tinha ouvido falar do ponto "P" e essas coisas... coisas, mas não tinha certeza, mas imaginar que ela seria só minha a noite toda me fazia tremer, só pensei "tá bom, ninguém vai saber de nada, isso vai ser só uma noite e você vai lembrar pra sempre", falei pra ela continuar, ela sorriu e eu ouvi ela chupando o dedo, -fica molinho, você vai sentir uma delícia- ela falou, aproximou de novo do meu cu e eu senti ele frio, dei um susto mas me acalmei, ela acariciou com movimentos circulares e eu comecei a sentir cócegas, meu pau ficou bem duro e eu comecei a curtir, meus pelos se arrepiaram e ela percebeu porque soltou uma risadinha. Aos poucos foi enfiando o dedo, eu sentia entrando devagar mas doía, uma dor estranha, porque ao mesmo tempo não queria que parasse, ela tirou o dedo e eu senti que ela se mexeu na cama, não virei mas me assustei ao sentir a respiração dela nas minhas nádegas, me surpreendi mas não me mexi, com as mãos ela separou minhas nádegas e de repente tinha a língua dela passando entre elas, ela tava lambendo meu cu, fazia devagar como se lambesse um sorvete, fazia círculos com a língua, era macio e molhado, aumentou a velocidade e cada vez pressionava com a língua toda, foi incrível, senti coisas inexplicáveis, gostei mais do que quando ela acariciou com o dedo e não queria que parasse. Ela falou pra eu levantar um pouco a bunda e enfiou a mão pra tocar meu pau, começou a me masturbar e eu senti o céu, não aguentei nada e de repente a mão dela tava manchada de porra, ela parou e eu virei. Ela se levantou e falou -você merece isso- tocou nos peitos e começou a se despir, não sei como fez tão rápido mas já tava em cima de mim pelada, pegou meu pau e começou a esfregar na buceta dela, eu comecei a ficar excitado de novo e ainda mais vendo a cara de prazer dela e os gemidos bem altos. Eu lambia os peitos dela como se quisesse acabar com eles, mordiscava os biquinhos que eram pequenos e de cor café escuro, estavam duros e molhados depois de tanto chupar, mas o que mais me excitava era finalmente ter aquela bunda linda nu entre minhas mãos, a pele mais macia que já toquei na vida, apertava ela à vontade, acariciava, enfiava minha mão no meio das nádegas dela, separando-as, agarrei as duas nádegas e as movia em círculos como se quisesse arrancá-las e, quando fiquei mais à vontade, até dava uns tapinhas, o que a excitou muito, porque ela pedia para eu bater mais forte. Eu bati forte na bunda dela, no quarto inteiro se ouvia o estalo da minha mão contra as nádegas dela, um som que enchia meus ouvidos, também se ouviam os gemidos da minha vizinha e ela dizia: — Assim, papai, me bate mais forte! — Ela pediu para eu meter, então eu introduzi meu pau lentamente, deslizava de um jeito delicioso, nem me importei de colocar camisinha, estava vivendo meu grande sonho. Ao sentir que estava todo dentro, comecei a empurrar e ela, ao mesmo tempo montada em mim, dava sentadas, os movimentos se sobrepunham e tinha muito suor nos corpos, minha pélvis batia na dela enquanto ela me cavalgava como se estivesse desesperada. Eu não soltava a bunda dela, pelo contrário, apertava mais forte, mas não esquecia das pernas dela e as acariciava de vez em quando. Levantei e a deixei sentada em cima de mim, eu beijava os peitos dela e de novo mordiscava os bicos, notei que ela gostava disso. Me surpreendeu ela usar palavras pesadas, mas isso me excitava mais: — Assim, buceta! Que gostoso você fode! Que pau gostoso você tem! Mete mais forte! — Eu entrei no jogo e comecei a dizer: — Isso, mamãe, come ele todo! Fala que você é minha puta! — Ela respondeu: — Sou sua puta, papai! Adoro ser sua puta! — Ela fazia círculos com o quadril e movimentos para frente e para trás como uma verdadeira expert, estava me fodendo como nunca. De repente, ela diz: — Me fode como uma puta! — Essas palavras viraram meu coração, porque, apesar de estar gozando pra caralho, eu queria tomar o controle e, como muitas noites sonhei, ter a bunda dela à minha disposição. Então, levantei ela e, quase em sincronia perfeita, ela tomou seu lugar na cama. E ela se ajoelhou de quatro, levantando a bunda na minha direção, e naquele momento lembrei da vez que ela saiu do banheiro e eu soube que, de fato, ela estava se oferecendo pra mim e queria que eu fizesse assim. Depois, ela me confessaria que "de quatro" era a posição favorita dela, o que era lógico, já que assim ela explorava ao máximo seu melhor atributo. Ela rebolava a bunda igual uma cadela no cio, e eu não parava de admirar aquele espetáculo. Comecei a acariciar o contorno das nádegas dela, que desenhavam algo parecido com um coração, tão perfeito e simétrico. Passei a mão nas coxas grossas dela, dei um beijinho na bunda e comecei a lamber. Pessoalmente, sempre preferi mulheres de pele branca, e minhas namoradas geralmente seguiam esse padrão, mas por algum motivo, a cor da pele dela me excitava. Aquela pele morena, quase como chocolate, combinava perfeitamente com aquelas curvas. Minha vizinha pedia, não, implorava pra eu meter. — Já me dá, papai, enfia em mim, por favor. Atendi aos pedidos dela, então me posicionei atrás dela e esfreguei meu pau na buceta dela até encontrar a entrada molhada. Enfiei, e ela soltou um gemido abafado. Movi meus quadris, tirei meu pau da buceta dela e, em seguida, enfiei com força de novo. Fiz isso mais algumas vezes, tirava tudo e metia com tudo. Ela deixou escapar um gritinho agudo, e perguntei se tinha machucado, mas ela balançou a cabeça dizendo que não e mandou eu continuar. — Não, papai, é que você me deixa louca. Me dá mais pica, quero comer seu pau, enfia de novo. Repeti o movimento, e então começou o vai e vem. Ela levantava a bunda e empurrava contra mim, dobrou os braços e o rosto dela ficou praticamente na cama. Era uma cena impressionante, parecia que ela só tinha bunda. Peguei com as duas mãos e apertei, dei uns tapas fortes e ela gritou de novo. — Que puta gostosa! — falei. — Continua, papai, continua! Me come assim, mais forte! Eu continuava metendo e enfiando, nossos corpos batendo com força, minhas pernas e pelve recebendo... o impacto das suas nalgas de chocolate enormes, eu parei diante da iminente onda de sensações de orgasmo, mas ela arqueou as costas e esticou os braços, ficou como no início de quatro e começou a mexer a bunda pra cima e pra baixo, só sentindo prazer, cada vez mais rápido. Peguei ela pelo cabelo e puxei a cabeça dela pra trás, isso ela gostou, soltou um sorrisinho e me disse –você gosta de me dominar, né? Tá me deixando louca, pussy! Ficamos um tempão nessa posição, mas eu já não aguentava mais a vontade de gozar e ela percebeu. Sem falar nada, ela se virou e deitou de barriga pra cima na cama, me disse –vem, põe sua boca aqui e chupa minha buceta– abrindo as pernas com os joelhos dobrados, tocando o clitóris com os dedos, me convidando a entrar nas portas do paraíso. Deitei de bruços e aproximei meu rosto da buceta dela, finalmente pude ver com detalhes a ppk dela, era rosadinha, contrastava com a pele morena, tava molhada e dava pra sentir o cheiro peculiar, questão de biologia ou não, eu gostava do cheiro. Tinha uns pelinhos ralos nas laterais da buceta e a pélvis parecia que ela tinha depilado e tava crescendo, mas tavam compridos, então não arranhavam no contato. Comecei a beijar a virilha dela rodeando a buceta, ela se desesperava e arqueava fazendo movimentos pra roçar no meu rosto. Ela baixou o olhar e me encarou, eu sorri e ela também, me disse –faz logo que você me deixa louca, love! Cê gosta de me fazer sofrer! Sorri de novo e posei meus lábios na buceta dela, dando beijinhos e sentindo com meus lábios a maciez e a umidade dos lábios vaginais dela. Ela parou o movimento do quadril e começou a se remexer e gemer. Aos poucos fui aumentando a intensidade e lambia o clitóris dela, passava a língua como se fosse sorvete de morango, com a ponta da língua brincava com o clitóris e ela começou de novo a se mexer e se contorcer, dessa vez os gemidos eram mais fortes. Procurei o buraquinho da buceta dela e pressionei com minha língua, ela me pegou pela cabeça, apertou meu cabelo e puxou -ai papai, come minha buceta!, isso é delicioso!, continua lambendo-, enchi de saliva a buceta dela, tava mais molhada que antes, me levantei e toquei a buceta dela com meus dedos, enfiei meu dedo indicador na buceta dela explorando por dentro, dava uma sensação de umidade e calor, escorregadio e enrugado na parede superior da buceta dela, quando toquei ali ela se arqueou toda e fechou os olhos gemendo de prazer, com a mão livre alcancei o peito dela e comecei a apertar, me aproximei do peito dela e coloquei o mamilo dela na minha boca, usei a técnica da mordidinha que eu já sabia que ela curtia, como resposta ela procurou meu pau e pegou com a mão esquerda, apertou e começou a me mastigar com força, eu tava ajoelhado do lado da minha vizinha, tava dedando ela e ela me masturbava, ela falou –vem, quero chupar teu pau-, me puxou pra perto dela que ainda tava deitada, passei minha perna por cima dela ficando numa posição meio estranha pra um homem, me ajeitei e ela pegou meu pau com a mão e enfiou na boca dela, retribuí o carinho e comecei a lamber a buceta dela, a gente tava fazendo um sessenta e nove mas invertido porque eu tava na posição que geralmente a mulher fica por cima e ela por baixo, pensei que ela devia ter algum fetiche em dominar ou assumir o papel masculino e já tinha mostrado isso com as carícias anais no começo, mas não liguei, porque enquanto sentia a buceta dela molhada e macia nos meus lábios também sentia a língua e os dentes dela roçando meu pau e isso era o máximo. Essa posição acabou sendo boa pra mim porque eu podia empurrar meu pau na boca dela, ela gemia e fazia uns barulhos de engasgo, isso me excitou e continuei fazendo mais forte, ela se agarrava nas minhas nádegas e chupava tão forte que dava pra ouvir quando o ar preso na boca dela escapava tipo um "sop", não aguentei mais, me levantei e como ela tava deitada de barriga pra cima montei nela, era fácil de dominar pelo tamanho dela, ela se Ela resistiu, mas eu era mais forte. O que eu mais gostava é que ela resistia, mas com um sorriso malicioso no rosto, mordia os lábios e se lambia como se estivesse saboreando algo. A buceta dela estava tão molhada que eu penetrei na hora, era um vai e vem intenso. Não sei de onde tirei tanta força para meter nela, mas eu estava metendo e com tudo. Meu instinto animal tomou conta de mim, e eu segurava ela pelos braços para que não escapasse — coisa que ela nunca faria, porque gemia tão alto que quase gritava: "—Meu Deus, meu Deus, que delícia você me come, papai! Assim, papai, assim, mais forte!" Eu queria que ela gozasse, mas já não aguentava mais, a sensação de orgasmo era incontrolável. Falei no ouvido dela: "—Vou gozar." E ela respondeu: "—Tira, não goza dentro." Me empurrou e se separou de mim rapidamente. Senti meu orgasmo escapando, mas ainda estava ereto. Levantei da cama e fiquei de pé ao lado dela. Ela sentou e me olhou com aqueles olhos maliciosos de novo: "—Goza na minha cara, quero que você me dê seu leite aqui." E apontou para os lábios fechados. Eu fiquei excitado e me masturbava, e ela se arrastou até colocar o rosto na minha pica. Ela se masturbava enquanto se saboreava, mordendo os lábios e mostrando a língua, fazendo o gesto de me lamber, mas sem me tocar. Me excitou e me lembrou as atrizes de filme pornô. Quando senti de novo aquela onda e o formigamento do orgasmo subindo pela minha espinha, falei: "—Abre a boca, quero que você engula. Quero que tome seu leite." Ela abriu a boca e mostrou a língua. Explodi. Um jato de esperma meio branco saiu disparado e caiu na língua dela, respingando também nas bochechas e na orelha. Ela sorriu, lambeu, colocou na boca e depois mostrou a língua de novo para eu ver que tinha engolido. "—Que leite gostoso, papai, tem um sabor delicioso." Eu estava exausto e me deitei na cama. Não podia acreditar que tinha aquela mulher com uma bunda encantadora, nua, do meu lado. Ficamos assim a noite toda. Quando acordei, ela não estava mais lá. Fui pra cozinha e lá estava ela pelada fazendo o café da manhã, comemos e tomamos banho juntos, trepamos de novo no chuveiro, enfiei a pica por trás e via as bundas dela quicando em mim, a melhor imagem e a que mais me traz lembranças daquela manhã e como se fosse um costume, ela se abaixou e chupou minha pica como se quisesse devorar, a água caía sobre nossos corpos e eu gozei de novo no rosto dela, dessa vez na testa e no cabelo. Ela se vestiu e saiu pela porta dos fundos pra ninguém ver, mas antes de sair me beijou e disse, —vou voltar hoje à noite pra mais...—
—CONTINUA—Já vou postar a segunda parte dessa história!!
Uma noite, meus pais saíram pra uma festa de Natal, e eu decidi não ir, ficar de boa em casa. Sem pensar, entrei no quarto da minha tia, que mora com a gente, e fiquei vendo TV. De repente, percebi que a janela do quarto dela dava exatamente na frente da casa da minha vizinha — uma casa bem humilde e pequenininha. Vi a luz do quintal dela acesa e me debrucei na janela. Lá estava ela, lavando roupa. Tirava as peças da máquina e as estendia, rebolando como se estivesse dançando. Eu a via dançar, mas não tinha música. Ela estava com aqueles shorts jeans curtos que faziam a bunda apertada dela aparecer bem empinada, e uma camiseta branca quase transparente. Mas, por causa da escuridão, não dava pra ver mais. Mesmo assim, não conseguia parar de olhar pras pernas lindas dela. Fiquei muito excitado de poder ver aquela mulher dançando, até que vi o que ela estava estendendo: era a calcinha dela. Dava pra ver umas tangas pequenininhas e outras calcinhas transparentes, tipo renda. Aí eu soube o quanto essa mulher era gostosa e safada.
Os dias foram passando, e eu me enfiava cada vez mais em espiar ela pela janela. Via quando ela varria o quintal e quando saía. fazendo compras, só imaginava aquele pedaço de buceta entre minhas mãos ou as pernas dela como tenazes gigantes me apertando contra ela. Um dia, tava sozinho em casa e fui rápido espiar pela janela da minha tia, ouvia barulho, o menino chorava, mas não conseguia vê-la. Logo ela saiu com um shortinho branco, minúsculo, que deixava transparecer uma calcinha preta. Ela tava de costas e eu podia ver as nádegas dela. Naquele momento, não conseguia pensar em mais nada e me masturbei olhando pra ela. Gozei vendo as pernas fortes e torneadas dela, tava ficando obcecado por aquela morena gostosa.
No mesmo dia, já era tarde, minha tia não ia voltar pra dormir em casa, então entrei de novo no quarto dela na esperança de vê-la outra vez. Pra minha surpresa, ela já tava do lado de fora de casa, com uma toalha e um embrulho debaixo do braço. Dessa vez, usava uma calça legging verde bem justa. Ela tava indo pro banheiro que ficava fora da casa, e eu só conseguia ver a parte de trás do banheiro. Apaguei a luz pra enxergar melhor e pra ela não me ver, mas foi um erro. Quando a luz apagou, o olhar dela se virou pra janela, procurando. Eu me escondi e pensei que ela não tinha me visto. Ela entrou no banheiro e eu fiquei esperando. Depois de alguns minutos, ela saiu, e pra minha grande surpresa, tava só enrolada numa toalhinha branca bem pequena, com o cabelo solto e todo molhado. Os braços e as pernas nuas brilhavam com a pouca luz do poste do quintal. Ali começou tudo. De repente, ela virou na direção da janela e eu me escondi um pouco. Não dava pra ver o rosto dela direito por causa da escuridão. Pensei que ela tinha me visto e que ia sair correndo, mas não foi assim. Ela procurou na escuridão do quarto e eu continuei escondido, imóvel como uma pedra. Ela se virou e eu vi cair alguma coisa, talvez a roupa que tinha tirado. Se abaixou pra pegar, mas não como qualquer um se abaixaria. Ela se curvou totalmente, com as pernas esticadas, mostrando a bunda redonda inteira, exatamente como as dançarinas de pole dance fazem quando querem que você veja a raba delas. Eu não conseguia acreditar, estava ali vendo aquele cuzão gostoso dela levantado, apontando pra mim quase dizendo "vem me pegar", fiquei muito excitado. O que pareceu uma eternidade pra mim durou só uns segundos, de repente ela se levantou e seguiu seu caminho. Quando ela abriu a porta, virou e cravou o olhar em mim. Pra ser sincero, não sei se naquele instante ela me viu, mas eu queria acreditar, queria acreditar que tudo tinha sido planejado e não obra do acaso.
Nos dias seguintes, minha surpresa aumentou. Eu a encontrava na rua e ela me cumprimentava de forma cordial, às vezes puxava conversa sobre o clima ou sobre minhas férias. Eu estava decidido a ir mais longe, mas não sabia como abordá-la. Antes das festas de Natal, meus pais planejavam visitar minha família na capital. Eu logo me desculpei e fiz questão de mostrar que não poderia ir. Eles insistiram, mas no final consegui me livrar. Assim, poderia ver mais tempo e à vontade minha vizinha. No mesmo dia, enquanto lavava o carro, fui surpreendido ao ver meu pai conversando com a vizinha. Ele dizia que viajariam e que eu ficaria sozinho, e num tom de cumplicidade falou: "dá uma olhadinha no meu filho", dando a entender que ela me vigiasse. Meu coração acelerou com a resposta dela: "haha claro, meu filho está com o pai dele, então vou poder cuidar do seu". Não sabia o que pensar, mas com certeza tentaria me aproximar dela assim que estivesse sozinho.
Meus pais foram embora, eu estava sozinho. Voltei àquela janela de onde podia admirá-la como de costume. Ela demorou a sair, fiquei quase duas horas esperando, mas valeu a pena. Ela tomava seu banho noturno antes de dormir, mas agora eu deixei a luz acesa. Ela rapidamente notou minha presença, se aproximou do banheiro, mas não entrou, ficou do lado de fora e finalmente pôde me ver. Eu não sabia o que fazer, estava nervoso, e acenei com a mão feito um idiota, fingindo um cumprimento. Ela retribuiu com um sorrisão, se aproximou do muro que dividia os dois terrenos. Então abri a janela, e ela disse: "espero que não esteja fazendo safadezas agora que está sozinho". Eu respondi: —Claro que não, tá tudo perfeito — ela me disse. — Me avisa se você se sentir muito sozinho e quiser companhia. Não podia acreditar, ela tava se oferecendo pra me fazer companhia e eu não podia recusar uma oferta daquelas, então falei que tinha uns filmes e, se ela quisesse, a gente podia ver juntos. Ela sorriu e concordou, disse que ia tomar um banho e depois viria pra minha casa. Rapidão comecei a catar na minha coleção de filmes algum que tivesse cenas de sexo, lembro que escolhi “Boogie Nights”, não sei bem o que eu tava tentando com aquilo, mas queria que a conversa desviasse pra isso. Também tomei um banho o mais rápido que pude e preparei tudo. Ela bateu na porta, eu abri e não consegui evitar de olhar o corpo dela. Lá estava ela, com um shortinho jeans curto, sandálias e uma camisa vermelha, com os botões de cima abertos e eu podia ver os peitos dela de cor de chocolate aparecendo, quase como um par de “Kisses”. Não eram muito grandes, mas tinham um formato bonito. Convidei ela pra entrar, ela entrou na minha casa e começou a olhar tudo, dando passinhos e rebolando, sempre mexendo aquele rabo gordinho. De repente, sem me olhar, ela disse — Cê gosta de espiar as pessoas pela janela ou é só comigo? — Eu não soube o que responder, fiquei totalmente paralisado. Ela continuou — Já te peguei umas vezes me espiando. — Na hora comecei a ficar muito nervoso, pensei que ela só tinha aceitado meu convite pra me cobrar e sei lá, talvez me dedurasse pra minha família. Mas ela continuou — Bom, já que você me espiava sem minha permissão, agora é minha vez de me vingar. — Me surpreendi e fiz a pergunta mais idiota que podia ter feito — Se vingar? — Ela só me olhou e disse — Cê tá completamente sozinho, né? — Eu respondi que sim. Ela mandou eu fechar a porta, e assim que fechei, ela se aproximou devagar e colou em mim. Eu tenho 1,74, então o rosto dela ficava bem na altura do meu peito. Ela chegou os lábios tão perto que pensei que fosse me beijar no peito, mas disse — Te confesso que eu gosto de ser observada. Não só gosto, eu... Excitante, pra ser sincero você não é meu tipo, é muito novo pra mim, mas seus olhares me aquecem. Eu fiquei pasmo, nunca uma mulher tinha me dito palavras assim, só tinha transado com garotas da minha idade, universitárias como eu, e elas eram meio tímidas. Ela foi direto ao ponto: "Tô com vontade de te comer", me disse. Imaginem minha reação, eu estava tremendo, mas minha vontade era maior que meu nervosismo, então respondi: "Vamos pro meu quarto". Guiei ela até lá, entramos e eu fui direto pra cama. Ela deu uma olhada no quarto, observou meus pôsteres do Led Zeppelin. Pra chamar a atenção dela, perguntei: "E como você vai se vingar de mim?" Ela respondeu: "Bom, você me viu quase nua naquela noite que saí do banheiro, agora é minha vez de te ver." Ela se aproximou bem devagar e começou a me despir. Tirou minha camisa bem rápido e também a calça com uma habilidade impressionante. Começou a acariciar meu peito e lambeu meus mamilos, subiu até o pescoço e eu pude sentir ela se esticar na ponta dos pés pra me dar um beijo na boca. Enfiei minha língua e ela recebeu, enrolando ela nos lábios. Foi um beijo muito intenso, os cantos dos meus lábios e dos dela estavam molhados de tanta saliva. Nesse momento, senti que comecei a endurecer. Ela me abraçou e desceu as mãos pra apertar minhas nádegas. Eu respondi fazendo o mesmo, e lá estava eu, meu sonho tinha se realizado. Não podia acreditar que tinha aquele par de bundão tão grande só pra mim. Eu apertava, mas não cabia nas minhas mãos. Ela levantou a perna e eu segurei, acariciando. Era tão macia, percorria a perna dela com minha mão até a panturrilha. Eram umas pernas muito fortes, percebi que ela devia malhar pra ter essas pernas e essa bunda tão torneadas. Ela se ajoelhou na minha frente e tocou meu pau por cima da cueca. Eu tava muito duro e já lubrificando. Ela ergueu o olhar pra mim e fez uma cara maliciosa que jamais esquecerei. Sorriu pra mim e começou a esfregar a mão no meu pênis. Abriu a boca e cravou os dentes de um jeito suave em mim. Pau, ela apertava as mandíbulas de um jeito que pressionava, mas não machucava. Sem pensar duas vezes, ela puxou minha cueca pra baixo e meu pau saltou na direção dela. Ela olhou fixamente pra ele, mordeu os lábios, começou a tocar, envolveu na mão dela e me masturbava devagar. Ela lambeu os lábios mais uma vez e enfiou na boca. Chupava meu pau como ninguém nunca tinha feito, lambia toda a glande de cima pra baixo. De repente, ela desceu mais e começou a lamber minhas bolas. Ninguém nunca tinha feito aquilo antes, e foi uma experiência incrível. Eu sentia a língua dela voando nas minhas bolas enquanto a mão apertava meu pau. Eu me contorcia de prazer. Ela gemia com meu pau dentro da boca, e eu empurrava cada vez mais forte até sentir a garganta dela. Ela enchia tudo de saliva e chupava com paixão. Ela se levantou e me empurrou na cama. Eu tava completamente nu, e ela ainda vestida. Pensei que ela fosse tirar a roupa, mas ela falou: — Vira de bruços. Eu obedeci, afinal era a vingança dela e eu tinha que aguentar. Então me deitei de bruços. Ela subiu em cima de mim, chegou a boca no meu ouvido, senti o hálito quente dela e disse: — Tava com vontade de comer um franguinho igual você. — Você vai ver o que vou te ensinar, vai gostar. — Então fica molinho e coopera. Eu concordei sem imaginar o que vinha. Ela começou a me acariciar e beijar minhas costas, descendo devagar até chegar nas minhas nádegas e apertava com as mãos. Eu fiquei excitado e comecei a relaxar o corpo, me deixando levar. Mas de repente senti o dedo dela roçando num lugar que eu nunca imaginei. Ela tava acariciando entre minhas nádegas, sim, tava acariciando meu cu. Reagi rápido e falei pra ela parar, que aquilo não era coisa de homem. Ela respondeu: — O que você sabe sobre o que é de homem? Fica tranquilo, você vai gostar. Vamos fazer um trato? — ela disse. — Se você deixar eu fazer tudo que eu quiser, eu também deixo você fazer o que quiser a noite toda. Além disso, lembra que é minha vingança. Eu tava numa encruzilhada. Já tinha ouvido falar do ponto "P" e essas coisas... coisas, mas não tinha certeza, mas imaginar que ela seria só minha a noite toda me fazia tremer, só pensei "tá bom, ninguém vai saber de nada, isso vai ser só uma noite e você vai lembrar pra sempre", falei pra ela continuar, ela sorriu e eu ouvi ela chupando o dedo, -fica molinho, você vai sentir uma delícia- ela falou, aproximou de novo do meu cu e eu senti ele frio, dei um susto mas me acalmei, ela acariciou com movimentos circulares e eu comecei a sentir cócegas, meu pau ficou bem duro e eu comecei a curtir, meus pelos se arrepiaram e ela percebeu porque soltou uma risadinha. Aos poucos foi enfiando o dedo, eu sentia entrando devagar mas doía, uma dor estranha, porque ao mesmo tempo não queria que parasse, ela tirou o dedo e eu senti que ela se mexeu na cama, não virei mas me assustei ao sentir a respiração dela nas minhas nádegas, me surpreendi mas não me mexi, com as mãos ela separou minhas nádegas e de repente tinha a língua dela passando entre elas, ela tava lambendo meu cu, fazia devagar como se lambesse um sorvete, fazia círculos com a língua, era macio e molhado, aumentou a velocidade e cada vez pressionava com a língua toda, foi incrível, senti coisas inexplicáveis, gostei mais do que quando ela acariciou com o dedo e não queria que parasse. Ela falou pra eu levantar um pouco a bunda e enfiou a mão pra tocar meu pau, começou a me masturbar e eu senti o céu, não aguentei nada e de repente a mão dela tava manchada de porra, ela parou e eu virei. Ela se levantou e falou -você merece isso- tocou nos peitos e começou a se despir, não sei como fez tão rápido mas já tava em cima de mim pelada, pegou meu pau e começou a esfregar na buceta dela, eu comecei a ficar excitado de novo e ainda mais vendo a cara de prazer dela e os gemidos bem altos. Eu lambia os peitos dela como se quisesse acabar com eles, mordiscava os biquinhos que eram pequenos e de cor café escuro, estavam duros e molhados depois de tanto chupar, mas o que mais me excitava era finalmente ter aquela bunda linda nu entre minhas mãos, a pele mais macia que já toquei na vida, apertava ela à vontade, acariciava, enfiava minha mão no meio das nádegas dela, separando-as, agarrei as duas nádegas e as movia em círculos como se quisesse arrancá-las e, quando fiquei mais à vontade, até dava uns tapinhas, o que a excitou muito, porque ela pedia para eu bater mais forte. Eu bati forte na bunda dela, no quarto inteiro se ouvia o estalo da minha mão contra as nádegas dela, um som que enchia meus ouvidos, também se ouviam os gemidos da minha vizinha e ela dizia: — Assim, papai, me bate mais forte! — Ela pediu para eu meter, então eu introduzi meu pau lentamente, deslizava de um jeito delicioso, nem me importei de colocar camisinha, estava vivendo meu grande sonho. Ao sentir que estava todo dentro, comecei a empurrar e ela, ao mesmo tempo montada em mim, dava sentadas, os movimentos se sobrepunham e tinha muito suor nos corpos, minha pélvis batia na dela enquanto ela me cavalgava como se estivesse desesperada. Eu não soltava a bunda dela, pelo contrário, apertava mais forte, mas não esquecia das pernas dela e as acariciava de vez em quando. Levantei e a deixei sentada em cima de mim, eu beijava os peitos dela e de novo mordiscava os bicos, notei que ela gostava disso. Me surpreendeu ela usar palavras pesadas, mas isso me excitava mais: — Assim, buceta! Que gostoso você fode! Que pau gostoso você tem! Mete mais forte! — Eu entrei no jogo e comecei a dizer: — Isso, mamãe, come ele todo! Fala que você é minha puta! — Ela respondeu: — Sou sua puta, papai! Adoro ser sua puta! — Ela fazia círculos com o quadril e movimentos para frente e para trás como uma verdadeira expert, estava me fodendo como nunca. De repente, ela diz: — Me fode como uma puta! — Essas palavras viraram meu coração, porque, apesar de estar gozando pra caralho, eu queria tomar o controle e, como muitas noites sonhei, ter a bunda dela à minha disposição. Então, levantei ela e, quase em sincronia perfeita, ela tomou seu lugar na cama. E ela se ajoelhou de quatro, levantando a bunda na minha direção, e naquele momento lembrei da vez que ela saiu do banheiro e eu soube que, de fato, ela estava se oferecendo pra mim e queria que eu fizesse assim. Depois, ela me confessaria que "de quatro" era a posição favorita dela, o que era lógico, já que assim ela explorava ao máximo seu melhor atributo. Ela rebolava a bunda igual uma cadela no cio, e eu não parava de admirar aquele espetáculo. Comecei a acariciar o contorno das nádegas dela, que desenhavam algo parecido com um coração, tão perfeito e simétrico. Passei a mão nas coxas grossas dela, dei um beijinho na bunda e comecei a lamber. Pessoalmente, sempre preferi mulheres de pele branca, e minhas namoradas geralmente seguiam esse padrão, mas por algum motivo, a cor da pele dela me excitava. Aquela pele morena, quase como chocolate, combinava perfeitamente com aquelas curvas. Minha vizinha pedia, não, implorava pra eu meter. — Já me dá, papai, enfia em mim, por favor. Atendi aos pedidos dela, então me posicionei atrás dela e esfreguei meu pau na buceta dela até encontrar a entrada molhada. Enfiei, e ela soltou um gemido abafado. Movi meus quadris, tirei meu pau da buceta dela e, em seguida, enfiei com força de novo. Fiz isso mais algumas vezes, tirava tudo e metia com tudo. Ela deixou escapar um gritinho agudo, e perguntei se tinha machucado, mas ela balançou a cabeça dizendo que não e mandou eu continuar. — Não, papai, é que você me deixa louca. Me dá mais pica, quero comer seu pau, enfia de novo. Repeti o movimento, e então começou o vai e vem. Ela levantava a bunda e empurrava contra mim, dobrou os braços e o rosto dela ficou praticamente na cama. Era uma cena impressionante, parecia que ela só tinha bunda. Peguei com as duas mãos e apertei, dei uns tapas fortes e ela gritou de novo. — Que puta gostosa! — falei. — Continua, papai, continua! Me come assim, mais forte! Eu continuava metendo e enfiando, nossos corpos batendo com força, minhas pernas e pelve recebendo... o impacto das suas nalgas de chocolate enormes, eu parei diante da iminente onda de sensações de orgasmo, mas ela arqueou as costas e esticou os braços, ficou como no início de quatro e começou a mexer a bunda pra cima e pra baixo, só sentindo prazer, cada vez mais rápido. Peguei ela pelo cabelo e puxei a cabeça dela pra trás, isso ela gostou, soltou um sorrisinho e me disse –você gosta de me dominar, né? Tá me deixando louca, pussy! Ficamos um tempão nessa posição, mas eu já não aguentava mais a vontade de gozar e ela percebeu. Sem falar nada, ela se virou e deitou de barriga pra cima na cama, me disse –vem, põe sua boca aqui e chupa minha buceta– abrindo as pernas com os joelhos dobrados, tocando o clitóris com os dedos, me convidando a entrar nas portas do paraíso. Deitei de bruços e aproximei meu rosto da buceta dela, finalmente pude ver com detalhes a ppk dela, era rosadinha, contrastava com a pele morena, tava molhada e dava pra sentir o cheiro peculiar, questão de biologia ou não, eu gostava do cheiro. Tinha uns pelinhos ralos nas laterais da buceta e a pélvis parecia que ela tinha depilado e tava crescendo, mas tavam compridos, então não arranhavam no contato. Comecei a beijar a virilha dela rodeando a buceta, ela se desesperava e arqueava fazendo movimentos pra roçar no meu rosto. Ela baixou o olhar e me encarou, eu sorri e ela também, me disse –faz logo que você me deixa louca, love! Cê gosta de me fazer sofrer! Sorri de novo e posei meus lábios na buceta dela, dando beijinhos e sentindo com meus lábios a maciez e a umidade dos lábios vaginais dela. Ela parou o movimento do quadril e começou a se remexer e gemer. Aos poucos fui aumentando a intensidade e lambia o clitóris dela, passava a língua como se fosse sorvete de morango, com a ponta da língua brincava com o clitóris e ela começou de novo a se mexer e se contorcer, dessa vez os gemidos eram mais fortes. Procurei o buraquinho da buceta dela e pressionei com minha língua, ela me pegou pela cabeça, apertou meu cabelo e puxou -ai papai, come minha buceta!, isso é delicioso!, continua lambendo-, enchi de saliva a buceta dela, tava mais molhada que antes, me levantei e toquei a buceta dela com meus dedos, enfiei meu dedo indicador na buceta dela explorando por dentro, dava uma sensação de umidade e calor, escorregadio e enrugado na parede superior da buceta dela, quando toquei ali ela se arqueou toda e fechou os olhos gemendo de prazer, com a mão livre alcancei o peito dela e comecei a apertar, me aproximei do peito dela e coloquei o mamilo dela na minha boca, usei a técnica da mordidinha que eu já sabia que ela curtia, como resposta ela procurou meu pau e pegou com a mão esquerda, apertou e começou a me mastigar com força, eu tava ajoelhado do lado da minha vizinha, tava dedando ela e ela me masturbava, ela falou –vem, quero chupar teu pau-, me puxou pra perto dela que ainda tava deitada, passei minha perna por cima dela ficando numa posição meio estranha pra um homem, me ajeitei e ela pegou meu pau com a mão e enfiou na boca dela, retribuí o carinho e comecei a lamber a buceta dela, a gente tava fazendo um sessenta e nove mas invertido porque eu tava na posição que geralmente a mulher fica por cima e ela por baixo, pensei que ela devia ter algum fetiche em dominar ou assumir o papel masculino e já tinha mostrado isso com as carícias anais no começo, mas não liguei, porque enquanto sentia a buceta dela molhada e macia nos meus lábios também sentia a língua e os dentes dela roçando meu pau e isso era o máximo. Essa posição acabou sendo boa pra mim porque eu podia empurrar meu pau na boca dela, ela gemia e fazia uns barulhos de engasgo, isso me excitou e continuei fazendo mais forte, ela se agarrava nas minhas nádegas e chupava tão forte que dava pra ouvir quando o ar preso na boca dela escapava tipo um "sop", não aguentei mais, me levantei e como ela tava deitada de barriga pra cima montei nela, era fácil de dominar pelo tamanho dela, ela se Ela resistiu, mas eu era mais forte. O que eu mais gostava é que ela resistia, mas com um sorriso malicioso no rosto, mordia os lábios e se lambia como se estivesse saboreando algo. A buceta dela estava tão molhada que eu penetrei na hora, era um vai e vem intenso. Não sei de onde tirei tanta força para meter nela, mas eu estava metendo e com tudo. Meu instinto animal tomou conta de mim, e eu segurava ela pelos braços para que não escapasse — coisa que ela nunca faria, porque gemia tão alto que quase gritava: "—Meu Deus, meu Deus, que delícia você me come, papai! Assim, papai, assim, mais forte!" Eu queria que ela gozasse, mas já não aguentava mais, a sensação de orgasmo era incontrolável. Falei no ouvido dela: "—Vou gozar." E ela respondeu: "—Tira, não goza dentro." Me empurrou e se separou de mim rapidamente. Senti meu orgasmo escapando, mas ainda estava ereto. Levantei da cama e fiquei de pé ao lado dela. Ela sentou e me olhou com aqueles olhos maliciosos de novo: "—Goza na minha cara, quero que você me dê seu leite aqui." E apontou para os lábios fechados. Eu fiquei excitado e me masturbava, e ela se arrastou até colocar o rosto na minha pica. Ela se masturbava enquanto se saboreava, mordendo os lábios e mostrando a língua, fazendo o gesto de me lamber, mas sem me tocar. Me excitou e me lembrou as atrizes de filme pornô. Quando senti de novo aquela onda e o formigamento do orgasmo subindo pela minha espinha, falei: "—Abre a boca, quero que você engula. Quero que tome seu leite." Ela abriu a boca e mostrou a língua. Explodi. Um jato de esperma meio branco saiu disparado e caiu na língua dela, respingando também nas bochechas e na orelha. Ela sorriu, lambeu, colocou na boca e depois mostrou a língua de novo para eu ver que tinha engolido. "—Que leite gostoso, papai, tem um sabor delicioso." Eu estava exausto e me deitei na cama. Não podia acreditar que tinha aquela mulher com uma bunda encantadora, nua, do meu lado. Ficamos assim a noite toda. Quando acordei, ela não estava mais lá. Fui pra cozinha e lá estava ela pelada fazendo o café da manhã, comemos e tomamos banho juntos, trepamos de novo no chuveiro, enfiei a pica por trás e via as bundas dela quicando em mim, a melhor imagem e a que mais me traz lembranças daquela manhã e como se fosse um costume, ela se abaixou e chupou minha pica como se quisesse devorar, a água caía sobre nossos corpos e eu gozei de novo no rosto dela, dessa vez na testa e no cabelo. Ela se vestiu e saiu pela porta dos fundos pra ninguém ver, mas antes de sair me beijou e disse, —vou voltar hoje à noite pra mais...—
—CONTINUA—Já vou postar a segunda parte dessa história!!
6 comentários - Minha primeira noite com a vizinha
saludos!!!