Bem, voltamos com outro post e outro relato, espero que curtam.Eram sete horas da tarde de sexta-feira, Laura estava terminando de arrumar a mala das crianças, ia levá-las para a casa dos pais dela para passar o fim de semana. Enquanto ela levava os pequenos juntos para os pais, eu saí para fazer as compras para o jantar que íamos ter em casa hoje à noite. Faz uns dias que Laura me disse que tinha convidado a amiga dela, Sônia, para jantar conosco e que ela viria sozinha, já que o marido tinha combinado com os amigos de ver um jogo de futebol.
Desde as cinco da tarde, Laura já estava pronta para o jantar, estava linda, vestido preto com ombros de fora, curtinho nas coxas e os sapatos vermelhos dela para que todos percorressem dos pés até o vestido com o olhar cheio de vontade de massagear aquelas pernas.
Às nove ela apareceu, eu estava ocupado com o jantar, ia ser leve mas precisava de um tempinho, estava só de jeans, sem mais nada vestido. Ouvi a porta abrir e ela me chamar, respondi que estava na cozinha e que viesse, que tinha uma garrafa de vinho recém-aberta esperando por ela.
Minha surpresa foi quando a vi, porque atrás dela vinha a amiga Sônia, não esperava ela tão cedo. Ela ficou me encarando todas as partes nuas do meu corpo, Laura percebeu e disse: "Sônia, este é o João, meu parceiro", e ela se aproximou para me dar dois beijos. Laura viu como a amiga apoiou as duas mãos no meu peito para me dar os beijos. Olhei para a cara da Laura nos dois beijos e notei um olhar de satisfação e ciúmes nos olhos dela, já que não imaginava que a amiga fosse reagir daquele jeito.
Depois das apresentações, fui colocar um calçado e uma camiseta. Enquanto me vestia, Laura arrumava a mesa com a Sônia. Cheguei na sala e falei que elas já podiam sentar no sofá enquanto eu servia uns vinhos com uns petiscos de legumes grelhados que tinha feito. Eu estava nos meus preparativos do jantar enquanto elas conversavam sobre tempos passados. Quando a mesa ficou pronta e a comida servida, as avisei pra elas sentarem à mesa. Sonia sentou na minha frente e a Laura na lateral, entre nós dois.
Durante a comida, a gente ficou conversando sobre vários assuntos da atualidade e dando risada. Pra ocasião, como era um jantar leve sem carne, só com legumes, optei por vinho branco, um ribeiro. A gente tomou três garrafas durante o jantar e tava bem à vontade com a companhia e a conversa. Passou uma coisa pela minha cabeça que a Laura não esperava que eu fizesse, e ela me olhou surpresa enquanto eu fazia a pergunta:
Juan – Sonia, uma pergunta que eu tinha que te fazer: é verdade que aqui sua amiguinha mamou umas pirocas pretas boas em Cuba?
Laura – Love, já te falei que siiiim, que é verdade e que você não precisa colocar a Sonia numa saia justa. Olha, Sonia, é que meu namorado adora que eu conte sobre as pirocas que já comi na vida.
Juan – Adoro saber o que a minha pequena já comeu pra ter em mente. Vamos, Sonia, me responde a pergunta.
Sonia – Alguma ou outra ela provou, sim. Mas Laura, o que você contou pra ele da nossa viagem pra Cuba?
Laura – Claro que contei tudo, com todos os detalhes. Já te falei que ele adora que eu conte as coisas que fiz por aí, e o que a gente fez em Cuba ele me pede pra relembrar direto pra ele imaginar.
Juan – Me dá muito tesão quando sua amiga aqui conta como ela mamava uns negões, mas mais ainda quando ela conta como você e a terceira enfiavam os paus na buceta e como o coronel da polícia de Havana machucou sua barriga na mesa enquanto te comia.
Sonia – Laura, mas como você conta tudo isso?
Laura – Sonia, você sabe, ele tá me comendo, me pergunta, e do prazer eu conto tudo. Mas fica tranquila que meu neném aqui é discreto e nada sai da nossa cama.
Juan – A Laura te contou da nossa rota pelo sul? Ela te falou que eu levei ela num local liberal?
Laura – Love, isso a gente conta com a sobremesa. Anda, serve a sobremesa e o espumante.
Saí Direção para a cozinha, Laura reparou no meu volume e já sabia que eu tava duro por causa da sacanagem da conversa, a cara dela mostrava que tava melada e me deixava mais excitado ainda. A amiga dela, Sonia, com certeza também tava, mas de vergonha não queria entregar. Quando voltei com a sobremesa, Laura levantou e começou a me beijar de língua na frente da amiga, me beijava com paixão e quando terminou falou: "Anda, amor, tira a camiseta e os sapatos, fica como quando a gente entrou na rua." Os desejos de Laura são ordens pra mim. Quando fiquei só de jeans, sentei na mesa e comecei a contar pra Sonia nossa experiência liberal.
Juan — Então, Sonia, vou te contar sobre o local liberal. Dei de presente de aniversário pra ela, queria fazer algo diferente com ela e resolvi dar aquela noite só pra ela. A gente se divertiu pra caralho, uma experiência pra repetir.
Laura — Se você visse como aqui meu garoto pegava na pica do cara pra enfiar na minha boca, mmmmmmm, que prazer que teu cuck enfia a pica de outro na sua boca.
Sonia — Isso deve ser foda.
Juan — Mais foda ainda é quando o cara deita na cama, eu peguei na pica dele e dirigi pra buceta da Laura enquanto ela sentava em cima. Depois eu enfiei no cu dela e assim a gente comeu ela como uma puta.
Laura — Que sensação, é única, a gente tem que repetir.
Levantei pra pegar uns guardanapos e quando voltei, Laura fez a mesma coisa que da outra vez, começou a me beijar de língua, mas dessa vez acariciando meu peito, descia até a bunda enquanto eu passava a mão na dela, a gente ficou muito mais tempo ali se pegando e sem perceber, senti alguém me abraçar por trás e beijar minhas costas, lambiam enquanto Laura chupava meus mamilos. Sentia as duas bocas, a da Laura excitada nos meus mamilos e a da Sonia com desejo, com paixão ardente acumulada pelos últimos anos de desastre sexual no casamento dela.
Sonia começou a passar a mão na bunda da Laura e ela... Já tinha desabotoado a calça e tava indo pra tirar a pica. A Sonia puxou minha calça pra baixo, me deixaram pelado no meio da sala, a Laura tava chupando minha pica e a Sonia começou a me beijar de língua. Enquanto isso, eu ia despindo a Sonia devagar, tirei o vestido dela e deixei só de calcinha e sutiã, desabotoei o sutiã, deixando os peitos dela de fora, e a Laura puxou a calcinha dela pra baixo, deixando a bucetinha dela toda à mostra. Na sala não se ouvia uma palavra, só a respiração ofegante e excitada.
A Laura e a Sonia começaram a se beijar de língua enquanto eu me abaixava e começava a lamber os pés da minha mulher, quando ela me parou e falou pra amiga:
Laura – Vem, querida, senta aqui nessa cadeira e olha o cuck como ele trabalha meus pés.
Ela sentou numa cadeira na nossa frente, a Laura no sofá e eu no chão de joelhos, minha mulher me disse:
Laura – Cuck, vem lamber meus pés do jeito que você sabe e que eu adoro.
Comecei a lamber, e enquanto lambia, a Laura olhou pra amiga e falou:
Laura – Adoro quando o cuck lambe meus pés enquanto eu como pica, sabia que ele adora me levar pra Madrid pra eu tomar pica boa? Pena não levar ele pra Cuba com a gente, ele ia preparar as picas antes de meterem em nós, ele adora chupar pica e deixar elas prontas pra mim.
A Sonia tava sentada na cadeira de pernas abertas se tocando na buceta, a Laura começou a me chamar de cuck, porco, nojento, falou que é falta de educação deixar convidada desamparada e mandou eu lamber os pés da Sonia. Enquanto eu fazia o que minha mulher mandou, ela começou a se despir e quando ficou completamente pelada, se ajoelhou do meu lado pra começar a lamber o outro pé. A Sonia tava com uma mão na virilha e com a outra esfregando os peitos. Eu e a Laura começamos a nos beijar de língua enquanto ela enfiava os pés entre nossas caras, nossas línguas se entrelaçavam entre si e entre os dedos dos pés dela. Laura se levantou e levou a Sônia pela mão até o sofá, colocou ela de quatro, oferecendo a bunda pra gente. Laura começou lambendo a bunda dela enquanto eu enfiava meu pau na boca dela, tava tão tesuda que comecei a socar forte na boca dela como se fosse a buceta dela. Na sala dava pra ouvir o som da saliva, e quanto mais excitado eu ficava, mais forte eu metia, parecia que ela ia vomitar, dava ânsia a cada estocada.
Laura não parava de lamber a bunda e a buceta dela, a mina tava gozando na boca dela e quando terminou, minha mulher veio na minha boca pra me beijar e eu provar a gozada da amiga dela, que sabor gostoso que tinha a gozada daquela mina, mmmmmmmm. Laura ficou olhando a cena de como eu fodia a boca da amiga dela e a situação parece que excitou ela, então pegou a cabeça da Sônia e apertou contra meu pau, já não era mais saliva que escorria pelas minhas bolas, era baba da putinha da amiga da minha mulher. Laura se meteu não sei por onde, mas quando percebi, tava lambendo a baba do sofá e minhas bolas.
Eu me separei delas, fiquei de pé no meio da sala, as duas se ajoelharam, Laura lambendo minha bunda e a amiga dela continuava chupando meu pau, mmmmmmm, que prazer. Tava tão tesudo que falei pra minha mulher:
João - Meu amor, tá faltando na minha boca o pauzão de algum dos seus amigos pra seu corno ficar completinho.
Agora era minha vez de lamber a bunda da amiga da minha mulher, aquela pedaço de bunda que ela tinha, uma bunda grande e apetitosa, então as duas ficaram de quatro, fazendo o trenzinho. Laura na frente, oferecendo a bunda pra Sônia que, por sua vez, oferecia a dela pra mim. A bunda da Sônia cheirava e tinha gosto da saliva da minha mulher, da boa lambida que ela deu um tempo atrás. Comecei a empurrar a Sônia com minha língua, enfiando no cu dela e a cada estocada, ela, pela inércia, enfiava no cu da Laura. Dava pra ouvir Laura gemendo e dizendo que tava gozando.
Laura se virou e se deitou no chão com as pernas abertas. pra que a Sonia chupasse a buceta dela e assim eu pudesse ver como eu lambia o cu da amiga dela. Enquanto eu lambia, a Laura me disse:
Laura - É pra isso que você serve, cuck, pra chupar booties. Em Cuba você teria se fartado de chupar pica e booties enquanto os negros me comiam na sua frente, eu gemeria de prazer pedindo mais pica preta na minha buceta.
Sonia - Isso mesmo, cuck de merda, você é um puto cuck, toda noite você se passaria pelo marido de cada uma de nós, primeiro da Laura, depois meu e por último da outra. Eu me sentiria a mulher mais desejada da ilha por andar acompanhada por um cuck.
Nesse ponto, as duas começaram a me xingar de tudo: cuck, porco, como você gostava que comessem sua mulher em Cuba, que fama de cuck você deixou lá, porco.......
Eu me levantei e, pegando a Laura pela mão, deitei ela no sofá, coloquei as pernas dela sobre meus ombros e comecei a penetrar ela, nós dois sentíamos como meu pau começava a desencapar dentro da buceta dela. A Sonia sentou na cara da Laura pra ela lamber a virilha dela, enquanto isso, eu e a Sonia nos beijávamos com desejo. Desci pros peitos dela e fiquei chupando eles enquanto comia a Laura. Que prazer, eu tinha minha mulher penetrada e a puta da amiga me oferecendo os peitos, mmmmmmmmm.
A Sonia se separou e sentou numa cadeira na nossa frente, na mesma posição que ficou antes, com uma mão na buceta e a outra se acariciando os peitos. Ela começou a se masturbar, quando percebi, mandei ela esperar e fui pegar um pepino e uma camisinha, coloquei a camisinha no pepino e ela ficou de cara, me diz: "que pica grande vocês arrumaram pra mim". Continuei comendo a Laura no sofá enquanto ela enfiava o pepino. Depois de um tempo, a Laura me mandou parar, levantou e foi pra perto da amiga, ficou de quatro no chão, entre as pernas da Sonia, eu por trás comecei a comer o cu dela com força enquanto minha mulher enfiava o pepino na amiga dela, enfiava forte e ao mesmo tempo a Laura dizia:
Laura - Porra, que vou me cagar, que vou me cagar de dar o cu pra mim, que eu me cago todo.
Eu, ao ouvir isso, comecei a meter mais forte, fiquei excitado de um jeito fora do normal com aquelas palavras. A Sônia fez uma cara de que ela também queria sentir que se cagava com uma pica arrombando o cu dela.
Eu tava com o gozo na ponta da pica e tirei do cu, quando olhei pra cabeça, tava cheia de merda. A Sônia ficou olhando e eu disse:
João – Olha como eu tiro depois de arrombar o cu da sua amiga.
Me limpei com um guardanapo e fui pra cara da amiga da minha mulher pra gozar nela. Ela abriu a boca e eu joguei toda a porra nela. Quando terminei de gozar, comecei a bater com a pica na cara dela, acertava no nariz, nos olhos, na testa, mas ela tentava pegar a pica com a boca e errava. Comecei a beijar a boca dela toda melada de porra, o gosto era meio azedo, mas não tanto quanto outras vezes. Na sequência, fui pra boca da Laura pra ela provar meu gozo também. Na hora, os três se pegaram num beijo triplo com minha porra.
A Sônia me disse:
Sônia – Coitadinha da Laura, ficou sem você gozar nela.
João – Não se preocupa, Sônia, ela curte outra coisa que excita ela ainda mais.
Dei um chute no cu da minha mulher e ela foi até o corredor. Lá, comecei a mijar em cima dela, enquanto a Sônia ficou chocada com a cena. A situação deixou ela a mil, porque ela se agachou e se masturbou enquanto eu mijava na Laura. Quando terminei, as duas se levantaram e a Laura me derrubou no chão e, virando pra Sônia, disse:
Laura – Olha, vaca, esse aqui também gosta disso. Não vou ser só eu que curte essas coisas.
A Laura fez um sinal pra amiga se aproximar. As duas ficaram em cima de mim, abraçadas, com as bucetas coladas, pernas entrelaçadas sobre mim e se beijando. Começaram a mijar ao mesmo tempo. A Laura sentia o mijo saindo da buceta dela e batendo na da Sônia, daí se misturava com o dela e caía os dois juntos. misturadas pelas pernas ou diretamente em cima do meu corpo. Sônia sentia o mesmo, a mijada da Laura na buceta dela escorrendo até os tornozelos, eu virava a cabeça de um lado pro outro e lambia os pés das duas, sentindo como eles estavam quentes por causa da mijada.
Quando terminaram de mijar, uma por uma passou a buceta na minha boca pra eu lamber e deixar limpinha pra próxima. Elas se deitaram de cada lado, eu fiquei no meio olhando pro teto do corredor, elas me abraçaram e nessa posição a gente dormiu até o celular da Sônia tocar, era o marido dizendo que ia buscar ela e que à 1 hora ela esperasse ele no portão.
Sônia sem se lavar, se vestiu, a Laura ofereceu o banheiro mas ela não quis, queria sentir o prazer de uma noite de sexo no corpo dela até chegar em casa. Se despediu com um beijão em cada um e disse que tava pensando em botar chifre no marido e arrumar um amante, mas que não precisava mais, que a gente podia contar com ela pra tudo, que tava louca por nós dois. Antes de ir, levantou o vestido e abaixou a calcinha fio dental, colocou na minha mão e disse:
Sônia- cuck, da próxima vez que sua mulher me convidar pra casa, quero que você use ela por baixo da calça jeans.
Quando ela foi embora, me virei pra Laura e falei, te amo minha vida, te amo, e fomos olhar pela janela. O marido tava esperando ela lá embaixo, ela chegou e deu um beijão nele, mmmmm, Laura se virou e disse, é melhor ser um cuck que nem você do que ser um infeliz que nem aquele, que nem transa nem deixa transar e ainda engole a porra de um cuck da boca da própria mulher.BEM, SE VOCÊS GOSTARAM DE MIM, JÁ SABEM O QUE FAZER: COMENTEM, AVALIEM E COMPARTILHEM. AH, E SE QUISEREM, ME SIGAM E ME RECOMENDEM.
Desde as cinco da tarde, Laura já estava pronta para o jantar, estava linda, vestido preto com ombros de fora, curtinho nas coxas e os sapatos vermelhos dela para que todos percorressem dos pés até o vestido com o olhar cheio de vontade de massagear aquelas pernas.
Às nove ela apareceu, eu estava ocupado com o jantar, ia ser leve mas precisava de um tempinho, estava só de jeans, sem mais nada vestido. Ouvi a porta abrir e ela me chamar, respondi que estava na cozinha e que viesse, que tinha uma garrafa de vinho recém-aberta esperando por ela.
Minha surpresa foi quando a vi, porque atrás dela vinha a amiga Sônia, não esperava ela tão cedo. Ela ficou me encarando todas as partes nuas do meu corpo, Laura percebeu e disse: "Sônia, este é o João, meu parceiro", e ela se aproximou para me dar dois beijos. Laura viu como a amiga apoiou as duas mãos no meu peito para me dar os beijos. Olhei para a cara da Laura nos dois beijos e notei um olhar de satisfação e ciúmes nos olhos dela, já que não imaginava que a amiga fosse reagir daquele jeito.
Depois das apresentações, fui colocar um calçado e uma camiseta. Enquanto me vestia, Laura arrumava a mesa com a Sônia. Cheguei na sala e falei que elas já podiam sentar no sofá enquanto eu servia uns vinhos com uns petiscos de legumes grelhados que tinha feito. Eu estava nos meus preparativos do jantar enquanto elas conversavam sobre tempos passados. Quando a mesa ficou pronta e a comida servida, as avisei pra elas sentarem à mesa. Sonia sentou na minha frente e a Laura na lateral, entre nós dois.
Durante a comida, a gente ficou conversando sobre vários assuntos da atualidade e dando risada. Pra ocasião, como era um jantar leve sem carne, só com legumes, optei por vinho branco, um ribeiro. A gente tomou três garrafas durante o jantar e tava bem à vontade com a companhia e a conversa. Passou uma coisa pela minha cabeça que a Laura não esperava que eu fizesse, e ela me olhou surpresa enquanto eu fazia a pergunta:
Juan – Sonia, uma pergunta que eu tinha que te fazer: é verdade que aqui sua amiguinha mamou umas pirocas pretas boas em Cuba?
Laura – Love, já te falei que siiiim, que é verdade e que você não precisa colocar a Sonia numa saia justa. Olha, Sonia, é que meu namorado adora que eu conte sobre as pirocas que já comi na vida.
Juan – Adoro saber o que a minha pequena já comeu pra ter em mente. Vamos, Sonia, me responde a pergunta.
Sonia – Alguma ou outra ela provou, sim. Mas Laura, o que você contou pra ele da nossa viagem pra Cuba?
Laura – Claro que contei tudo, com todos os detalhes. Já te falei que ele adora que eu conte as coisas que fiz por aí, e o que a gente fez em Cuba ele me pede pra relembrar direto pra ele imaginar.
Juan – Me dá muito tesão quando sua amiga aqui conta como ela mamava uns negões, mas mais ainda quando ela conta como você e a terceira enfiavam os paus na buceta e como o coronel da polícia de Havana machucou sua barriga na mesa enquanto te comia.
Sonia – Laura, mas como você conta tudo isso?
Laura – Sonia, você sabe, ele tá me comendo, me pergunta, e do prazer eu conto tudo. Mas fica tranquila que meu neném aqui é discreto e nada sai da nossa cama.
Juan – A Laura te contou da nossa rota pelo sul? Ela te falou que eu levei ela num local liberal?
Laura – Love, isso a gente conta com a sobremesa. Anda, serve a sobremesa e o espumante.
Saí Direção para a cozinha, Laura reparou no meu volume e já sabia que eu tava duro por causa da sacanagem da conversa, a cara dela mostrava que tava melada e me deixava mais excitado ainda. A amiga dela, Sonia, com certeza também tava, mas de vergonha não queria entregar. Quando voltei com a sobremesa, Laura levantou e começou a me beijar de língua na frente da amiga, me beijava com paixão e quando terminou falou: "Anda, amor, tira a camiseta e os sapatos, fica como quando a gente entrou na rua." Os desejos de Laura são ordens pra mim. Quando fiquei só de jeans, sentei na mesa e comecei a contar pra Sonia nossa experiência liberal.
Juan — Então, Sonia, vou te contar sobre o local liberal. Dei de presente de aniversário pra ela, queria fazer algo diferente com ela e resolvi dar aquela noite só pra ela. A gente se divertiu pra caralho, uma experiência pra repetir.
Laura — Se você visse como aqui meu garoto pegava na pica do cara pra enfiar na minha boca, mmmmmmm, que prazer que teu cuck enfia a pica de outro na sua boca.
Sonia — Isso deve ser foda.
Juan — Mais foda ainda é quando o cara deita na cama, eu peguei na pica dele e dirigi pra buceta da Laura enquanto ela sentava em cima. Depois eu enfiei no cu dela e assim a gente comeu ela como uma puta.
Laura — Que sensação, é única, a gente tem que repetir.
Levantei pra pegar uns guardanapos e quando voltei, Laura fez a mesma coisa que da outra vez, começou a me beijar de língua, mas dessa vez acariciando meu peito, descia até a bunda enquanto eu passava a mão na dela, a gente ficou muito mais tempo ali se pegando e sem perceber, senti alguém me abraçar por trás e beijar minhas costas, lambiam enquanto Laura chupava meus mamilos. Sentia as duas bocas, a da Laura excitada nos meus mamilos e a da Sonia com desejo, com paixão ardente acumulada pelos últimos anos de desastre sexual no casamento dela.
Sonia começou a passar a mão na bunda da Laura e ela... Já tinha desabotoado a calça e tava indo pra tirar a pica. A Sonia puxou minha calça pra baixo, me deixaram pelado no meio da sala, a Laura tava chupando minha pica e a Sonia começou a me beijar de língua. Enquanto isso, eu ia despindo a Sonia devagar, tirei o vestido dela e deixei só de calcinha e sutiã, desabotoei o sutiã, deixando os peitos dela de fora, e a Laura puxou a calcinha dela pra baixo, deixando a bucetinha dela toda à mostra. Na sala não se ouvia uma palavra, só a respiração ofegante e excitada.
A Laura e a Sonia começaram a se beijar de língua enquanto eu me abaixava e começava a lamber os pés da minha mulher, quando ela me parou e falou pra amiga:
Laura – Vem, querida, senta aqui nessa cadeira e olha o cuck como ele trabalha meus pés.
Ela sentou numa cadeira na nossa frente, a Laura no sofá e eu no chão de joelhos, minha mulher me disse:
Laura – Cuck, vem lamber meus pés do jeito que você sabe e que eu adoro.
Comecei a lamber, e enquanto lambia, a Laura olhou pra amiga e falou:
Laura – Adoro quando o cuck lambe meus pés enquanto eu como pica, sabia que ele adora me levar pra Madrid pra eu tomar pica boa? Pena não levar ele pra Cuba com a gente, ele ia preparar as picas antes de meterem em nós, ele adora chupar pica e deixar elas prontas pra mim.
A Sonia tava sentada na cadeira de pernas abertas se tocando na buceta, a Laura começou a me chamar de cuck, porco, nojento, falou que é falta de educação deixar convidada desamparada e mandou eu lamber os pés da Sonia. Enquanto eu fazia o que minha mulher mandou, ela começou a se despir e quando ficou completamente pelada, se ajoelhou do meu lado pra começar a lamber o outro pé. A Sonia tava com uma mão na virilha e com a outra esfregando os peitos. Eu e a Laura começamos a nos beijar de língua enquanto ela enfiava os pés entre nossas caras, nossas línguas se entrelaçavam entre si e entre os dedos dos pés dela. Laura se levantou e levou a Sônia pela mão até o sofá, colocou ela de quatro, oferecendo a bunda pra gente. Laura começou lambendo a bunda dela enquanto eu enfiava meu pau na boca dela, tava tão tesuda que comecei a socar forte na boca dela como se fosse a buceta dela. Na sala dava pra ouvir o som da saliva, e quanto mais excitado eu ficava, mais forte eu metia, parecia que ela ia vomitar, dava ânsia a cada estocada.
Laura não parava de lamber a bunda e a buceta dela, a mina tava gozando na boca dela e quando terminou, minha mulher veio na minha boca pra me beijar e eu provar a gozada da amiga dela, que sabor gostoso que tinha a gozada daquela mina, mmmmmmmm. Laura ficou olhando a cena de como eu fodia a boca da amiga dela e a situação parece que excitou ela, então pegou a cabeça da Sônia e apertou contra meu pau, já não era mais saliva que escorria pelas minhas bolas, era baba da putinha da amiga da minha mulher. Laura se meteu não sei por onde, mas quando percebi, tava lambendo a baba do sofá e minhas bolas.
Eu me separei delas, fiquei de pé no meio da sala, as duas se ajoelharam, Laura lambendo minha bunda e a amiga dela continuava chupando meu pau, mmmmmmm, que prazer. Tava tão tesudo que falei pra minha mulher:
João - Meu amor, tá faltando na minha boca o pauzão de algum dos seus amigos pra seu corno ficar completinho.
Agora era minha vez de lamber a bunda da amiga da minha mulher, aquela pedaço de bunda que ela tinha, uma bunda grande e apetitosa, então as duas ficaram de quatro, fazendo o trenzinho. Laura na frente, oferecendo a bunda pra Sônia que, por sua vez, oferecia a dela pra mim. A bunda da Sônia cheirava e tinha gosto da saliva da minha mulher, da boa lambida que ela deu um tempo atrás. Comecei a empurrar a Sônia com minha língua, enfiando no cu dela e a cada estocada, ela, pela inércia, enfiava no cu da Laura. Dava pra ouvir Laura gemendo e dizendo que tava gozando.
Laura se virou e se deitou no chão com as pernas abertas. pra que a Sonia chupasse a buceta dela e assim eu pudesse ver como eu lambia o cu da amiga dela. Enquanto eu lambia, a Laura me disse:
Laura - É pra isso que você serve, cuck, pra chupar booties. Em Cuba você teria se fartado de chupar pica e booties enquanto os negros me comiam na sua frente, eu gemeria de prazer pedindo mais pica preta na minha buceta.
Sonia - Isso mesmo, cuck de merda, você é um puto cuck, toda noite você se passaria pelo marido de cada uma de nós, primeiro da Laura, depois meu e por último da outra. Eu me sentiria a mulher mais desejada da ilha por andar acompanhada por um cuck.
Nesse ponto, as duas começaram a me xingar de tudo: cuck, porco, como você gostava que comessem sua mulher em Cuba, que fama de cuck você deixou lá, porco.......
Eu me levantei e, pegando a Laura pela mão, deitei ela no sofá, coloquei as pernas dela sobre meus ombros e comecei a penetrar ela, nós dois sentíamos como meu pau começava a desencapar dentro da buceta dela. A Sonia sentou na cara da Laura pra ela lamber a virilha dela, enquanto isso, eu e a Sonia nos beijávamos com desejo. Desci pros peitos dela e fiquei chupando eles enquanto comia a Laura. Que prazer, eu tinha minha mulher penetrada e a puta da amiga me oferecendo os peitos, mmmmmmmmm.
A Sonia se separou e sentou numa cadeira na nossa frente, na mesma posição que ficou antes, com uma mão na buceta e a outra se acariciando os peitos. Ela começou a se masturbar, quando percebi, mandei ela esperar e fui pegar um pepino e uma camisinha, coloquei a camisinha no pepino e ela ficou de cara, me diz: "que pica grande vocês arrumaram pra mim". Continuei comendo a Laura no sofá enquanto ela enfiava o pepino. Depois de um tempo, a Laura me mandou parar, levantou e foi pra perto da amiga, ficou de quatro no chão, entre as pernas da Sonia, eu por trás comecei a comer o cu dela com força enquanto minha mulher enfiava o pepino na amiga dela, enfiava forte e ao mesmo tempo a Laura dizia:
Laura - Porra, que vou me cagar, que vou me cagar de dar o cu pra mim, que eu me cago todo.
Eu, ao ouvir isso, comecei a meter mais forte, fiquei excitado de um jeito fora do normal com aquelas palavras. A Sônia fez uma cara de que ela também queria sentir que se cagava com uma pica arrombando o cu dela.
Eu tava com o gozo na ponta da pica e tirei do cu, quando olhei pra cabeça, tava cheia de merda. A Sônia ficou olhando e eu disse:
João – Olha como eu tiro depois de arrombar o cu da sua amiga.
Me limpei com um guardanapo e fui pra cara da amiga da minha mulher pra gozar nela. Ela abriu a boca e eu joguei toda a porra nela. Quando terminei de gozar, comecei a bater com a pica na cara dela, acertava no nariz, nos olhos, na testa, mas ela tentava pegar a pica com a boca e errava. Comecei a beijar a boca dela toda melada de porra, o gosto era meio azedo, mas não tanto quanto outras vezes. Na sequência, fui pra boca da Laura pra ela provar meu gozo também. Na hora, os três se pegaram num beijo triplo com minha porra.
A Sônia me disse:
Sônia – Coitadinha da Laura, ficou sem você gozar nela.
João – Não se preocupa, Sônia, ela curte outra coisa que excita ela ainda mais.
Dei um chute no cu da minha mulher e ela foi até o corredor. Lá, comecei a mijar em cima dela, enquanto a Sônia ficou chocada com a cena. A situação deixou ela a mil, porque ela se agachou e se masturbou enquanto eu mijava na Laura. Quando terminei, as duas se levantaram e a Laura me derrubou no chão e, virando pra Sônia, disse:
Laura – Olha, vaca, esse aqui também gosta disso. Não vou ser só eu que curte essas coisas.
A Laura fez um sinal pra amiga se aproximar. As duas ficaram em cima de mim, abraçadas, com as bucetas coladas, pernas entrelaçadas sobre mim e se beijando. Começaram a mijar ao mesmo tempo. A Laura sentia o mijo saindo da buceta dela e batendo na da Sônia, daí se misturava com o dela e caía os dois juntos. misturadas pelas pernas ou diretamente em cima do meu corpo. Sônia sentia o mesmo, a mijada da Laura na buceta dela escorrendo até os tornozelos, eu virava a cabeça de um lado pro outro e lambia os pés das duas, sentindo como eles estavam quentes por causa da mijada.
Quando terminaram de mijar, uma por uma passou a buceta na minha boca pra eu lamber e deixar limpinha pra próxima. Elas se deitaram de cada lado, eu fiquei no meio olhando pro teto do corredor, elas me abraçaram e nessa posição a gente dormiu até o celular da Sônia tocar, era o marido dizendo que ia buscar ela e que à 1 hora ela esperasse ele no portão.
Sônia sem se lavar, se vestiu, a Laura ofereceu o banheiro mas ela não quis, queria sentir o prazer de uma noite de sexo no corpo dela até chegar em casa. Se despediu com um beijão em cada um e disse que tava pensando em botar chifre no marido e arrumar um amante, mas que não precisava mais, que a gente podia contar com ela pra tudo, que tava louca por nós dois. Antes de ir, levantou o vestido e abaixou a calcinha fio dental, colocou na minha mão e disse:
Sônia- cuck, da próxima vez que sua mulher me convidar pra casa, quero que você use ela por baixo da calça jeans.
Quando ela foi embora, me virei pra Laura e falei, te amo minha vida, te amo, e fomos olhar pela janela. O marido tava esperando ela lá embaixo, ela chegou e deu um beijão nele, mmmmm, Laura se virou e disse, é melhor ser um cuck que nem você do que ser um infeliz que nem aquele, que nem transa nem deixa transar e ainda engole a porra de um cuck da boca da própria mulher.BEM, SE VOCÊS GOSTARAM DE MIM, JÁ SABEM O QUE FAZER: COMENTEM, AVALIEM E COMPARTILHEM. AH, E SE QUISEREM, ME SIGAM E ME RECOMENDEM.
1 comentários - Jantar pra 3, delícia gostosa