Este relato que vou contar aconteceu numa sexta-feira de novembro. Eu tinha 19 anos na época. Trabalhava como assistente num consultório odontológico e, até hoje, continuo no mesmo emprego.
Já eram 16h30 da tarde quando chegou o último paciente. Eu o conhecia bem, porque ele vinha uma vez por semana para fazer vários tratamentos. O nome dele é Ricardo, um homem muito simpático e agradável. Sempre me trazia alguma coisa para comer ou uma flor. Era muito atencioso comigo. Era alto, media cerca de 1,85m. De porte grande. Cabelos grisalhos, traços bem masculinos. Dava pra ver que foi muito bonito quando jovem.
Eram quase 17h15 da tarde. Quando meu chefe sai e me diz que a pressão de Ricardo tinha caído, e pergunta se eu podia ficar com ele até que estivesse bem para ir embora. Disse que não tinha problema e fui até o consultório.
— O que houve, Ricardo? — perguntei.
— Ai, querida, tô envergonhado, isso é coisa da idade.
— Sem problema, quando se sentir melhor, me avisa.
Ficamos conversando um bom tempo sobre tudo, contamos coisas pessoais, ele acabou me contando que era viúvo há 5 anos, morava sozinho numa casa a umas 7 quadras do consultório.
Quando vi que ele estava melhor, falei: — Levanta que vou te acompanhar até em casa.
— Não, querida, não se incomoda, já tô bem.
Ficamos uns minutos nessa de sim e não, até que consegui convencê-lo.
Apaguei as luzes do consultório, fechei as janelas e tirei o jaleco. Quando tirei, Ricardo não conseguiu disfarçar os olhares para o meu corpo. A verdade é que eu tinha me vestido bem putinha. Usava uma calça jeans branca bem justa, uma regata verde, também apertada, com um decote bem grande que mostrava boa parte dos meus peitos.
A partir daí, Ricardo tinha dificuldade de olhar na minha cara; se não olhava pros meus peitos, olhava pra minha raba.
Já na rua, indo pra casa dele, continuamos conversando sobre outras coisas, enquanto, de vez em quando, alguém de um carro ou da calçada gritava alguma coisa pra mim, mas eu já tava acostumada, ainda mais quando saía com esses decotes. A verdade é que eu gostava muito do Ricardo e queria fazer algo por ele. Em um momento ele tinha me dito que não ficava com uma mulher desde que a esposa morreu. E pelo jeito que ele falava comigo, dava pra ver que ele queria estar com outra mulher.
Por dentro eu pensava: não me importaria de dar uma atenção pra ele, já tinha ficado com vários coroas e ele realmente me agradava. Então decidi fazer ele passar um bom momento.
Quando chegamos na casa, ele me agradeceu por tudo e já estava se despedindo.
— Não me convida pra um café? Preciso matar tempo e a companhia cairia bem.
— Claro, gata, não te convidei pra não te fazer perder tempo com um velho como eu.
— Não fala assim, adoro ficar com o senhor — falei.
— Então entra.
Entramos, a casa era realmente muito bonita, ampla e limpa, tinha um estilo antigo mas de bom gosto. Ele mandou eu ficar à vontade enquanto preparava o café.
Sentei no sofá e esperei por ele. Tomamos o café juntos, ele não parava de olhar pros meus peitos, isso me deu mais confiança. Quando terminamos o café, me levantei na frente dele, me inclinei e dei um beijo na boca dele, e falei: vou te agradecer pelo café. O Ricardo ficou perdido, não entendia o que tava rolando. Tirei o celular da bolsa, escolhi umas músicas e coloquei no viva-voz, deixei o telefone em cima de uma mesa e comecei a dançar pra ele.
Comecei a fazer movimentos bem puta, aproximava meus peitos do rosto dele, minha raba, me agachava. Depois comecei a tirar minha regata, bem devagar, continuei dançando, desabotoei minha calça jeans, virei de costas pro Ricardo, e com as pernas bem esticadas, joguei o tronco pra baixo deixando minha raba bem na cara dele enquanto abaixava a calça. Minha calcinha fio-dental era bem pequena e tava bem enfiada na minha raba, então ele tinha uma vista excelente. Depois abaixei minha calcinha branca, ficando nua da cintura pra baixo.
Me levantei, continuei dançando bem sexy na frente dele e desabotoei meu sutiã branco, ficando completamente pelada, comecei a acariciar meus peitos. depois passei meus dedos pela minha buceta depilada, enfiei uns dois dedos e levei até minha boca, fiquei lambendo eles por um tempo olhando fixo pro Ricardo.
Me aproximei dele, me inclinei e comecei a beijá-lo, enfiei minha língua na boca dele e fiquei beijando por um bom tempo. Enquanto nos beijávamos, enfiei minha mão direita por baixo da calça dele, agarrei o pau dele, que já tava começando a endurecer, não sabia se ia conseguir parar, mas tava ficando duro aos poucos. Parei de beijá-lo e coloquei meu peito direito na boca dele, ele começou a lamber e chupar desesperadamente. As mãos dele enquanto isso percorriam meu corpo, passava pela minha buceta, que percebi que tava molhada, acariciava meus lábios vaginais, enfiou uns dois dedos dentro de mim, enquanto devorava meu peito. Depois as mãos dele foram pra minha raba, acariciava minhas nádegas, apertava com as mãos e me separava, e aproveitava pra enfiar um dedo ou outro no meu cu. Começou a enfiar devagar o dedo dentro de mim.
— Não sabia que você gostava de anal? — falei.
Ele riu e disse: — adoro ver vídeos na internet, mas nunca fiz.
— Nossa, o que você tá perdendo, vamos ver o que dá pra fazer — falei.
Ele riu com uma cara safada. Me afastei e me ajoelhei na frente dele, peguei a calça dele pela cintura e puxei pra baixo com a ajuda dele, depois baixei a cueca, e deixei o pau dele exposto, já bem duro, me surpreendeu, não esperava ver o membro dele tão duro, e tava lindo, tenho que dizer. Devia ter uns 14 ou 15 cm, mas era grosso e cheio de veias, do jeito que eu gosto.
Peguei meus peitos e coloquei o pau do Ricardo entre minhas tetas, apertei e comecei a masturbar ele com meus peitos, ele tava morrendo de prazer, gemia demais. Enquanto masturbava ele, inclinava minha cabeça pra baixo e roçava minha língua na cabeça do pau dele. Olhava pra ele com uma cara de puta. Ficamos vários minutos assim, até que tirei o pau dele das minhas tetas e coloquei o membro dele na minha boca. E engoli até o fundo, mantive ele dentro da minha garganta por uns segundos e com minha Língua e lábio inferior brincavam com as bolas dele, o pau dele realmente fedia a pênis, mas eu amava todo o tesão da situação. Depois comecei a chupar ele feito louca, boqueteava como uma doida da ponta do pau dele até a base, uma e outra vez, sentia o pau dele entrar e sair da minha garganta, a situação me excita muito, os gemidos do Ricardo eram incríveis, criavam um clima excelente, tive que colocar minha mão direita na minha buceta e comecei a me masturbar enquanto chupava o pau dele. Não podia acreditar, mas estava muito molhada lá embaixo.
Senti que ele ia gozar e parei, ainda tinha que arrombar meu cuzinho e não ia deixar ele acabar ainda.
Tirei o pau dele da minha boca, levantei e montei em cima do Ricardo, um joelho de cada lado, deixando meus peitos contra o rosto dele. Com a mão, peguei o pau dele e enfiei na minha buceta molhada, comecei a pular feito louca em cima dele, o pau entrava e saía da minha buceta, com minhas tetas roçando no rosto dele. Ricardo aproveitava pra apalpar meu corpo inteiro, principalmente minha raba. Eu amava o pau dele, era tão gostoso dentro de mim, ver ele tão mais velho e excitado comigo me dava muito tesão. Ficava toda molhada. Queria que ele me colocasse de quatro no chão e metesse bem forte no meu cuzinho uma e outra vez, mas ele tinha seus anos e problemas pra se mexer.
Então, me levantei e falei que queria sentir o pau dele no meu cu, falei bem putaria porque tava muito excitada, me sentia uma verdadeira vadia. Virei de costas, dobrei as pernas e coloquei minha raba perto do rosto dele.
— Preciso que você dilate meu cuzinho pra não doer tanto — falei com voz de menininha.
Ele pegou minhas nádegas com as mãos, separou elas e lambeu a racha da minha raba de cima a baixo, era tão gostoso, depois a língua dele lambeu meu cu e começou a penetrar ele com ela.
— Ahhhhhhh mmmmmmmmm — eu gemia como uma louca, já queria o pau dele dentro de mim.
Meu cu não estava bem dilatado, mas eu queria ele me penetrando já, me acomodei em cima dele de costas, com a mão ajustei o pau membro na entrada do meu cu, e comecei a descer meu corpo em cima dele, sentia a cabeça entrando aos poucos, doía pra caralho, mas era muito gostoso, o pau dele entrava cada vez mais, doía mas eu continuava afundando, queria ele bem dentro de mim, o membro dele ia me abrindo por dentro, abrindo caminho até o fundo. Quando senti ele completamente dentro de mim, comecei a pular que nem uma louca, o pau dele entrava e saía do meu interior uma e outra vez, era tão gostoso sentir ele lá dentro, sentia nossos corpos batendo, plaf, plaf, plaf, tava muito molhada minha buceta, as mãos dele pegaram meus peitos, no começo ele acariciava, depois começou a apertar meus bicos com força.
- Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, tô gozando neném, siiiiiiiiiiiiii.
Gozou dentro da minha bunda, eu com o pau dele dentro me masturbei por uns minutos com violência até gozar também, foi uma das minhas melhores gozadas. Foi tão putaria a situação, que me fez gozar de um jeito que eu não esperava.
Fiquei sentada em cima dele por uns minutos, Ricardo acariciava meus peitos, pernas, buceta. A gente não se falou nesse tempo, só descansamos.
Levantei, meio dolorida da bunda, e perguntei se podia tomar banho, ele me deu uma toalha e fui me lavar. Na frente do espelho do banheiro, me olhava e ria sozinha, não acreditava no que tinha feito, toquei meu cu e tinha um pouco de sêmen dele lá dentro, enfiei os dedos pra tirar e coloquei na boca. Lambi meus dedos e fiquei rindo sozinha.
Tomei banho, me vesti na frente do Ricardo, beijei ele na boca e fui embora.
Enquanto ia pra casa, pensava no que tinha feito e parecia tudo um sonho. Mas tenho que dizer que foi uma experiência foda.
É incrível como a vida é, a gente começa um dia sem saber o que vai rolar, se a pessoa tá aberta, qualquer coisa pode acontecer.
Já eram 16h30 da tarde quando chegou o último paciente. Eu o conhecia bem, porque ele vinha uma vez por semana para fazer vários tratamentos. O nome dele é Ricardo, um homem muito simpático e agradável. Sempre me trazia alguma coisa para comer ou uma flor. Era muito atencioso comigo. Era alto, media cerca de 1,85m. De porte grande. Cabelos grisalhos, traços bem masculinos. Dava pra ver que foi muito bonito quando jovem.
Eram quase 17h15 da tarde. Quando meu chefe sai e me diz que a pressão de Ricardo tinha caído, e pergunta se eu podia ficar com ele até que estivesse bem para ir embora. Disse que não tinha problema e fui até o consultório.
— O que houve, Ricardo? — perguntei.
— Ai, querida, tô envergonhado, isso é coisa da idade.
— Sem problema, quando se sentir melhor, me avisa.
Ficamos conversando um bom tempo sobre tudo, contamos coisas pessoais, ele acabou me contando que era viúvo há 5 anos, morava sozinho numa casa a umas 7 quadras do consultório.
Quando vi que ele estava melhor, falei: — Levanta que vou te acompanhar até em casa.
— Não, querida, não se incomoda, já tô bem.
Ficamos uns minutos nessa de sim e não, até que consegui convencê-lo.
Apaguei as luzes do consultório, fechei as janelas e tirei o jaleco. Quando tirei, Ricardo não conseguiu disfarçar os olhares para o meu corpo. A verdade é que eu tinha me vestido bem putinha. Usava uma calça jeans branca bem justa, uma regata verde, também apertada, com um decote bem grande que mostrava boa parte dos meus peitos.
A partir daí, Ricardo tinha dificuldade de olhar na minha cara; se não olhava pros meus peitos, olhava pra minha raba.
Já na rua, indo pra casa dele, continuamos conversando sobre outras coisas, enquanto, de vez em quando, alguém de um carro ou da calçada gritava alguma coisa pra mim, mas eu já tava acostumada, ainda mais quando saía com esses decotes. A verdade é que eu gostava muito do Ricardo e queria fazer algo por ele. Em um momento ele tinha me dito que não ficava com uma mulher desde que a esposa morreu. E pelo jeito que ele falava comigo, dava pra ver que ele queria estar com outra mulher.
Por dentro eu pensava: não me importaria de dar uma atenção pra ele, já tinha ficado com vários coroas e ele realmente me agradava. Então decidi fazer ele passar um bom momento.
Quando chegamos na casa, ele me agradeceu por tudo e já estava se despedindo.
— Não me convida pra um café? Preciso matar tempo e a companhia cairia bem.
— Claro, gata, não te convidei pra não te fazer perder tempo com um velho como eu.
— Não fala assim, adoro ficar com o senhor — falei.
— Então entra.
Entramos, a casa era realmente muito bonita, ampla e limpa, tinha um estilo antigo mas de bom gosto. Ele mandou eu ficar à vontade enquanto preparava o café.
Sentei no sofá e esperei por ele. Tomamos o café juntos, ele não parava de olhar pros meus peitos, isso me deu mais confiança. Quando terminamos o café, me levantei na frente dele, me inclinei e dei um beijo na boca dele, e falei: vou te agradecer pelo café. O Ricardo ficou perdido, não entendia o que tava rolando. Tirei o celular da bolsa, escolhi umas músicas e coloquei no viva-voz, deixei o telefone em cima de uma mesa e comecei a dançar pra ele.
Comecei a fazer movimentos bem puta, aproximava meus peitos do rosto dele, minha raba, me agachava. Depois comecei a tirar minha regata, bem devagar, continuei dançando, desabotoei minha calça jeans, virei de costas pro Ricardo, e com as pernas bem esticadas, joguei o tronco pra baixo deixando minha raba bem na cara dele enquanto abaixava a calça. Minha calcinha fio-dental era bem pequena e tava bem enfiada na minha raba, então ele tinha uma vista excelente. Depois abaixei minha calcinha branca, ficando nua da cintura pra baixo.
Me levantei, continuei dançando bem sexy na frente dele e desabotoei meu sutiã branco, ficando completamente pelada, comecei a acariciar meus peitos. depois passei meus dedos pela minha buceta depilada, enfiei uns dois dedos e levei até minha boca, fiquei lambendo eles por um tempo olhando fixo pro Ricardo.
Me aproximei dele, me inclinei e comecei a beijá-lo, enfiei minha língua na boca dele e fiquei beijando por um bom tempo. Enquanto nos beijávamos, enfiei minha mão direita por baixo da calça dele, agarrei o pau dele, que já tava começando a endurecer, não sabia se ia conseguir parar, mas tava ficando duro aos poucos. Parei de beijá-lo e coloquei meu peito direito na boca dele, ele começou a lamber e chupar desesperadamente. As mãos dele enquanto isso percorriam meu corpo, passava pela minha buceta, que percebi que tava molhada, acariciava meus lábios vaginais, enfiou uns dois dedos dentro de mim, enquanto devorava meu peito. Depois as mãos dele foram pra minha raba, acariciava minhas nádegas, apertava com as mãos e me separava, e aproveitava pra enfiar um dedo ou outro no meu cu. Começou a enfiar devagar o dedo dentro de mim.
— Não sabia que você gostava de anal? — falei.
Ele riu e disse: — adoro ver vídeos na internet, mas nunca fiz.
— Nossa, o que você tá perdendo, vamos ver o que dá pra fazer — falei.
Ele riu com uma cara safada. Me afastei e me ajoelhei na frente dele, peguei a calça dele pela cintura e puxei pra baixo com a ajuda dele, depois baixei a cueca, e deixei o pau dele exposto, já bem duro, me surpreendeu, não esperava ver o membro dele tão duro, e tava lindo, tenho que dizer. Devia ter uns 14 ou 15 cm, mas era grosso e cheio de veias, do jeito que eu gosto.
Peguei meus peitos e coloquei o pau do Ricardo entre minhas tetas, apertei e comecei a masturbar ele com meus peitos, ele tava morrendo de prazer, gemia demais. Enquanto masturbava ele, inclinava minha cabeça pra baixo e roçava minha língua na cabeça do pau dele. Olhava pra ele com uma cara de puta. Ficamos vários minutos assim, até que tirei o pau dele das minhas tetas e coloquei o membro dele na minha boca. E engoli até o fundo, mantive ele dentro da minha garganta por uns segundos e com minha Língua e lábio inferior brincavam com as bolas dele, o pau dele realmente fedia a pênis, mas eu amava todo o tesão da situação. Depois comecei a chupar ele feito louca, boqueteava como uma doida da ponta do pau dele até a base, uma e outra vez, sentia o pau dele entrar e sair da minha garganta, a situação me excita muito, os gemidos do Ricardo eram incríveis, criavam um clima excelente, tive que colocar minha mão direita na minha buceta e comecei a me masturbar enquanto chupava o pau dele. Não podia acreditar, mas estava muito molhada lá embaixo.
Senti que ele ia gozar e parei, ainda tinha que arrombar meu cuzinho e não ia deixar ele acabar ainda.
Tirei o pau dele da minha boca, levantei e montei em cima do Ricardo, um joelho de cada lado, deixando meus peitos contra o rosto dele. Com a mão, peguei o pau dele e enfiei na minha buceta molhada, comecei a pular feito louca em cima dele, o pau entrava e saía da minha buceta, com minhas tetas roçando no rosto dele. Ricardo aproveitava pra apalpar meu corpo inteiro, principalmente minha raba. Eu amava o pau dele, era tão gostoso dentro de mim, ver ele tão mais velho e excitado comigo me dava muito tesão. Ficava toda molhada. Queria que ele me colocasse de quatro no chão e metesse bem forte no meu cuzinho uma e outra vez, mas ele tinha seus anos e problemas pra se mexer.
Então, me levantei e falei que queria sentir o pau dele no meu cu, falei bem putaria porque tava muito excitada, me sentia uma verdadeira vadia. Virei de costas, dobrei as pernas e coloquei minha raba perto do rosto dele.
— Preciso que você dilate meu cuzinho pra não doer tanto — falei com voz de menininha.
Ele pegou minhas nádegas com as mãos, separou elas e lambeu a racha da minha raba de cima a baixo, era tão gostoso, depois a língua dele lambeu meu cu e começou a penetrar ele com ela.
— Ahhhhhhh mmmmmmmmm — eu gemia como uma louca, já queria o pau dele dentro de mim.
Meu cu não estava bem dilatado, mas eu queria ele me penetrando já, me acomodei em cima dele de costas, com a mão ajustei o pau membro na entrada do meu cu, e comecei a descer meu corpo em cima dele, sentia a cabeça entrando aos poucos, doía pra caralho, mas era muito gostoso, o pau dele entrava cada vez mais, doía mas eu continuava afundando, queria ele bem dentro de mim, o membro dele ia me abrindo por dentro, abrindo caminho até o fundo. Quando senti ele completamente dentro de mim, comecei a pular que nem uma louca, o pau dele entrava e saía do meu interior uma e outra vez, era tão gostoso sentir ele lá dentro, sentia nossos corpos batendo, plaf, plaf, plaf, tava muito molhada minha buceta, as mãos dele pegaram meus peitos, no começo ele acariciava, depois começou a apertar meus bicos com força.
- Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, tô gozando neném, siiiiiiiiiiiiii.
Gozou dentro da minha bunda, eu com o pau dele dentro me masturbei por uns minutos com violência até gozar também, foi uma das minhas melhores gozadas. Foi tão putaria a situação, que me fez gozar de um jeito que eu não esperava.
Fiquei sentada em cima dele por uns minutos, Ricardo acariciava meus peitos, pernas, buceta. A gente não se falou nesse tempo, só descansamos.
Levantei, meio dolorida da bunda, e perguntei se podia tomar banho, ele me deu uma toalha e fui me lavar. Na frente do espelho do banheiro, me olhava e ria sozinha, não acreditava no que tinha feito, toquei meu cu e tinha um pouco de sêmen dele lá dentro, enfiei os dedos pra tirar e coloquei na boca. Lambi meus dedos e fiquei rindo sozinha.
Tomei banho, me vesti na frente do Ricardo, beijei ele na boca e fui embora.
Enquanto ia pra casa, pensava no que tinha feito e parecia tudo um sonho. Mas tenho que dizer que foi uma experiência foda.
É incrível como a vida é, a gente começa um dia sem saber o que vai rolar, se a pessoa tá aberta, qualquer coisa pode acontecer.
15 comentários - Transar com coroa de 71 anos quando eu tinha 19
http://www.poringa.net/posts/relatos/1639966/La-importancia-de-llamarse-Ernesto.html
Te sigo y te dejo puntos
y mi oferta sigue en pie...
Muy bueno,te dejo unos puntitos