De tempos melhores

Essa é uma história já meio velha, mas que sempre tento manter na mente, apesar do tempo, tento lembrar de cada detalhe, as mesmas sensações, os cheiros, tudo. Então vou tentar contar do melhor jeito que puder, espero que gostem...

Quando conheci quem hoje é meu marido, eu tinha 20 anos e, embora já tivesse meus filhos, estava no meu auge. Naquela época, eu trabalhava como modelo para uma agência de chat por câmera. Tenho 1,65m e, naquele momento, usava cabelo semi-longo tingido de preto azulado, que destacava todos os meus traços (tenho cara de menina que se comporta mal e boca de quem sabe o que faz). Naquela noite em especial, não fui trabalhar: estava com uma puta confusão na cabeça e precisava de uma fuga. Cheguei a uma estação de trem às 23h, eu com minha minissaia, minha regatinha justa e meus saltos, era um belo petisco para bêbados, negos e pervertidos. Percebi isso quando começaram a gritar coisas assim que desci do trem. Até aquele momento, não tinha me dado conta de como estava frágil, então entrei no primeiro lugar que encontrei: uma lan house.

Ainda com a cabeça a mil, assustada com o lugar onde tinha me metido e sem saber muito bem o que ia fazer, pedi um computador, com a ideia de encontrar alguma das minhas amigas para pedir que me aguentasse naquela noite. Mas, assim que me virei para a máquina, tinha um morenão sentado que, juro, me olhou mais intrigado do que excitado. Fiquei no PC uns quinze ou vinte minutos e combinei com uma amiga que ligaria para ela quando saísse da lan house, para ela me esperar no ponto de ônibus perto da casa dela.

Da lan house até a estação eram duas quadras, talvez três. Caminhei até lá e fiquei sentada na fonte que dava bem na avenida (quem conhece a zona sul e suas estações sabe de qual estação estou falando). Enfim, o moreno da lan house passou de novo, e tenho certeza que dessa vez ele estava me olhando. O cara, muito cara de pau, se aproximou com um boné ou bombom e começamos a conversar. Meu celular tocou (meu chefe estava preocupado). (se alguma modelo não chegava no horário) e minha amiga que me ligou umas 3 mil vezes, acho, pra garantir que eu tava bem. O moreno convidou umas cervejas e fomos tomar algo, tipo 2 da manhã fomos direto pro hotel, eu não tinha planos melhores e pra ele eu era uma mina fácil que tinha que aproveitar..

Entramos no hotel, ele se jogou na cama e eu fui pro chuveiro, quando saí encontrei ele indo pro banheiro quase nu e sem me dar tempo de reagir me enfiou um beijo, gostava de cerveja, cheirava a perfume e arrepiou minha pele. Parada como eu tava, ele se ajoelhou e meteu a boca na minha pobre buceta cheia de câmeras online mas vazia de prazer, e ali ficou, chupando todos os buracos, apagando aquele fogo que a gente raramente sente por dentro. Eu adorava ser a puta de um cara que eu não conhecia... apertava a cabeça dele pra intensificar o prazer e ele não parava até eu gozar na boca dele; ele se levantou, me beijou e cheirava a mim, gostava a mim e eu fiquei louca.

Ele foi tomar banho, eu fui pra cama ver um pouco de pornô (sim, sim, pra ver porque tem certas caras, poses, olhares que só se aprendem em filmes pornô e no trabalho que eu tinha precisava estar por dentro)... o cara veio pra cama e me perguntou se eu tava pronta... sim, papai! faz o que quiser, sempre fui muito dominante na cama mas Ele não perguntava, sem dizer nada me virou e me deixou de bruços e começou a percorrer minhas costas com a língua até o começo da risca da minha raba e voltava a subir, eu gemia como recompensa pelo esforço dele, uns beijos pretos pra me relaxar, colocou o travesseiro debaixo da minha barriga arrepiada, vestiu uma camisinha e entrou pra me foder: ele metia bem devagarinho e isso me deixava louca, sentia como todo o pau dele ia lubrificando com meus sucos e fazia entrar com muita facilidade, ficou assim um tempo, tirou o travesseiro e me fez ficar de quatro, me penetrava e ia me estimulando massageando meu clitóris...

Eu tentava não gozar de novo, me resistia a terminar 2 a 0... e parece que ele também não gostava. Adorava a ideia de pensar que podia acabar tudo ali, então ele tirou o pau cheio dos meus sucos e colocou na entrada da minha pobre bunda (tenho um quadril terrível, um rabo grande e empinado que me enche de olhares e cantadas). Quando senti, quase gritei, mas não de satisfação: "Não, não, por aí não, você tá errado", consegui falar, mas o cara cagou pra isso. "A dor é mental" (alegou o filho da puta), "tenta se acalmar, aproveitar" (claro, porque não é o cu dele, pensei). "Com certeza fizeram errado contigo" (e o cara falava merda enquanto ia me penetrando centímetro por centímetro... eu tentava (juro que tentava) relaxar, pensar positivo, e o cara começou a adivinhar o que me relaxava, então cuspiu na entrada do meu cu e levou a sério o que tava fazendo, e eu também levei a sério, e em 15 minutos já tava começando a gostar daquele pedaço de carne quente que me fazia sofrer mas que também me dava prazer... Encho teu cu de porra? Não deu tempo de responder quando senti um jorro enorme de porra quente, grossa, no meu cuzinho judiado, desvirginado...

Caímos na cama e começamos a conversar... Daqui a pouco tava num 69 fudido, chupando ele até não aguentar mais, parando de repente quando o cara queria gozar só pelo prazer de vê-lo implorar pelo orgasmo. Acho que ele sacou minha ideia, então se levantou, me fez ajoelhar e jogou toda a porra em mim, mesmo tendo gozado meia hora antes, ainda tinha muita porra pra oferecer, e eu tava feliz por ele me banhar daquele jeito: me fazendo sentir a puta que sou.

O amanhecer nos encontrou acordados, conversando, fumando e transando, e assim nos encontrou 3 vezes por semana por mais de 5 meses. Não sei se foi o sexo, ou o destino, e tinha que ser assim, mas antes de ser meu marido, ele foi meu melhor amante.

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