Nisso, mulheres e homens somos completamente diferentes. Os homens ficam tesudos num instante (pelo menos, quando as circunstâncias permitem), só precisamos de um sorriso safado ou um carinho. Já as mulheres precisam de todo um ritual que ainda tem um problema. Se um homem tá com o pau duro e não enfia o carro no túnel de lavagem, ele fica na mesma e em relativamente pouco tempo supera isso. Já as mulheres…, uma vez que acendem, são imparáveis e perdem a cabeça. Se uma mulher tá com vontade e tá a fim do que tá, ela não liga pra quem passa na frente. Avança em campo inimigo sem se importar contra quem ou como.
A gente tinha os sofás cobertos de lençóis por um mínimo senso de respeito. Não era questão de esfregar os genitais nos mesmos lugares onde meus pais curtiam o café da tarde.
E estando ali, com tanta mulher pelada entre os lençóis, pensei mais uma vez na minha vida no que falam pro Ben Stiller em "Quem Vai Ficar com Mary?": "os 20 minutos de maior lucidez num homem são os posteriores a uma trepada, porque ele não tem na cabeça perspectivas de foda". E quero que por um momento todos reflitamos sobre o assunto. As perspectivas de dar uma boa foda estão sempre na nossa cabeça, mesmo que a gente queira negar e se livrar dessa pressão por um momento nos faz ver as coisas com uma clareza impressionante.
Nunca me senti tão à vontade com umas mulheres como naquela noite. Depois de um tempo, começamos a ignorar nossa nudez ou eu esqueci tudo o que tinha pra dizer, até piadas e palhaçadas, pra me limitar a escutá-las. Eram doces, simples e mais inteligentes do que aparentavam. Me faziam sentir muito confortável entre elas e eu só conseguia sorrir.
Elas foram mudando de assunto continuamente, passando por roupas, estudos, fofocas, mas também de cinema, de política… Foi interessante descobrir nelas opiniões tão diversas de um lado, quanto parecidas com as que a gente poderia ter com meus amigos de outro.
Eu Parece que não era nem meia-noite quando a gente se deitou. O dia tinha sido longo (principalmente pra mim) e ainda faltavam uns dois dias do nosso "acampamento".
Antes de deitar, fui no banheiro mijar. É um costume que acho que uns oitenta por cento da população desse santo país tem. Pois é, eu tava lá, de boa, esperando a natureza fluir, quando senti uma mão pegando no meu irmãozinho murcho. Senti também uns peitos nas minhas costas e deduzi que alguma das minas tava achando graça em segurar ele enquanto eu me livrava de uns líquidos inúteis. Meu primeiro pensamento foi uma ereção. Esperava que ele não se levantasse pra guerra e me obrigasse a lutar outra batalha.
Demorei mais do que esperava pra reagir e procurar no espelho a cara da minha massagista.
- "Laura! Porra! O que cê tá fazendo?" - gritei enquanto tentava me soltar.
- "Tete... vai sujar tudo. Termina de boa."
- "Mas pode saber o que cê tá fazendo?"
- "Nada. Só dando uma força pro meu irmãozinho" - disse me beijando o pescoço - "Vai, não fica assim. Se eu sei que você gosta que eu acaricie ele..."
- "Cê é doente..."
Quando terminei, ela começou a sacudir ele bem devagar, esperando a última gotinha. Aproveitou pra acariciar ele à vontade até que não aguentei mais, tirei a mão dela e me virei.
- "Não faz isso de novo."
- "O quê? Não vai reclamar... olha como ele ficou. Além disso, é você que tá com ele encostado na minha buceta."
Eu sabia que ele tinha ficado duro, mas quando me virei, tava esfregando na moita dela sem perceber.
- "Porra, Laura."
Ela se afastou e eu pensei que tinha entendido, mas o que ela fez me deixou gelado. Levantou um pé e colocou em cima da banheira, me oferecendo a buceta aberta e disse:
- "Irmãozinho, não vamos enrolar. Aqui e agora. Me fode. Eu sei que você quer."
Reconheço que hesitei. Quase mandei todos os meus princípios e preconceitos pro caralho e foder minha irmã no banheiro.
- "Vai... você vai ter “relaxa isso pra dormir”.
Isso me irritou pra caralho, saí do banheiro e me tranquei no quarto, só pra descobrir que minha irmã tinha razão. Não conseguia dormir. Assim, não. Tentei, mas com o tesão que tava, era impossível. Também não dava pra bater uma. Ia ser a mesma coisa que comer ela, porque se fizesse, com certeza a imagem da minha irmã ia aparecer na cabeça na hora do vamos ver.
Poucos minutos depois, abriram a porta.
— “Você quebrou uma regra. Não pode fechar as portas.”
— “Porra, Laura” — essa frase já tava começando a se repetir — “então deixa aberta e bate uma.”
— “Não” — e num pulo, ela se jogou do meu lado. — “Tanto você quanto eu precisamos nos acalmar pra dormir.”
— “Não vou te comer nem fodendo.”
— “Tá bom, então vou bater uma.”
— “Ei, que não.”
— “Olha, quase foda-se a razão de não transar. Mas não tem nada de errado em a gente se masturbar um ao outro. Imagina. Se você vencer seus pudores, vai ter alguém em casa sempre pronta pra te dar uma boa punheta. Além disso, sou uma expert nesse tipo de serviço.”
— “Laura…”
— “Não fala nada. Deixa eu fazer.”
Deitada no meu ombro, começou a acariciar meu peito, descendo até meu pau duro. Acariciou ele inteiro, pesou minhas bolas e então agarrou pra começar minha “punheta de boa noite” enquanto sussurrava no meu ouvido e me dava beijos no pescoço.
— “Viu como você gosta. Você nunca mais vai precisar bater uma na vida. Sua irmãzinha tá aqui pra isso, pra te dar prazer” — ela dizia enquanto eu voltava a fazer cara de idiota — “mas você também tem que fazer a sua parte” — e falando isso, colocou minha mão direita em cima da buceta dela — “vai trabalhar, irmãozinho.”
Não sei quanto tempo ficamos assim. Acho que não muito. O que sei é que dormimos cada um com a mão no outro. Não seria ruim, se não fosse porque… buceta, era minha irmã.
O que eu lembro perfeitamente é de como acordei. Alguém tava beijando meus lábios, assim que abri a boca e beijei apaixonadamente quem quer que fosse. Me assustei ao pensar que talvez fosse a Laura, mas não. Ao abrir os olhos vi que era a Nuria me dando bom dia.
Pediu silêncio para não acordar minha irmã e, pegando na minha mão, me tirou do quarto e me levou ao banheiro dos meus pais, onde a hidromassagem nos esperava pronta.
Fechou a porta do banheiro, abraçou meu pescoço e começou a falar bem baixinho para não acordar ninguém:
— "Sei que é cedo, mas todas estão dormindo e agora podemos dar aquele gostinho da nossa vida."
— "Acho ótimo" — falei antes de beijá-la de novo — "sabe que você é minha favorita. Foi uma pena que ontem não nos deixaram gozar do jeito que a gente queria."
— "Calma, machão, agora vou cobrar. Mas antes de entrar na hidro, tem uma coisa que tô morrendo de vontade de fazer. Preciso enfiar sua pica inteira na minha boca" — disse enquanto sorria.
Ela se abaixou devagar, me acariciando, e quando ficou cara a cara com minha pica, começou a dar beijinhos e brincar com a língua na ponta do prepúcio. Agarrou minhas nádegas com força, numa tentativa, acho, inútil de me segurar. Em nenhum momento usou as mãos. Foi tudo obra da boca dela, que não demorou nada pra fazer meu famoso irmãozinho se levantar.
Descobri então que a história de ter ela inteira na boca era sério. Não entendia como cabia tudo, mas cabia. Juro que foi incrível como ela usava lábios, dentes e língua.
Em poucos minutos, ela se levantou.
— "Entra na hidro, amor" — e me deu um beijinho nos lábios.
Eu me sentei e fixei o olhar nela. Tinha um corpo escultural e vê-la nua, com aquele sorriso de menina boazinha, se aproximando de mim era um espetáculo. Ficou de pé um instante, comigo entre as pernas dela. Pensei que queria que eu devolvesse o favor, mas só estava prolongando o momento de espera.
Dobrou os joelhos e começou a se abaixar, se esfregando no meu corpo. Minha pica estava completamente ereta. entre nós duas e me deu um beijo apaixonado enquanto se esfregava nela.
- "Bem. Chegou a hora".
E dizendo isso, pegou na minha e começou a enfiar bem devagar. Quando entrou toda, continuou com um balanço bem suave. O corpo dela mal se mexia. Era só movimento de quadril lento e ritmado enquanto me olhava fixo nos olhos com aquela risada eterna.
- "Você não faz ideia de como esperei por esse momento… Ter você dentro é uma delícia".
- "Ué, mas era super fácil de conseguir".
- "O bom se faz esperar, rei".
- "Eu teria esperado a eternidade inteira pra ganhar esse tempo de intimidade a sós com você".
- "Alegra que não precisou esperar tanto".
- "Você não imagina o sortudo que me sinto".
- "Imagino sim… e me lisonjeia".
- "Parece incrível que a gente esteja conversando tão na boa enquanto eu te como".
- "Não seja tão vulgar…, não me faça sentir uma puta. Agora não".
- "Desculpa. Me dá um beijinho".
A gente se beijou enquanto ela me fazia sair de dentro dela.
- "Vamos pra cama dos seus pais. Pode parecer estranho, mas tô afim de um tempo na posição do missionário".
Fomos pra cama completamente molhados e sem nos secar. Ela se deitou de pernas abertas e eu fiquei por cima dela. Não demorou muito pra eu sentir que ia gozar. Ela também percebeu, acho que pela expressão do meu rosto.
- "Goza dentro".
E foi o que fiz, ficando exausto do lado dela. A gente ficou um tempinho falando besteira e descemos pra tomar um café com gozo e uns biscoitos na cozinha. As outras minas não demoraram pra descer.
- "Que cedo que alguns ficaram…, jurava que começaram sem a gente" – disse a Bárbara sorrindo.
- "Bom…, eu…"
- "Não se desculpa, Nuria, você é uma trapaceira. Não mereceu a trepada" – reclamou a Eva.
- "Se de certo modo, ela foi a primeira a levantar e veio me buscar, a gente não ia ficar esperando vocês".
- "Ah, a gente nem liga. O que rola é que agora ela Coloca a Booty. Você vai por último" – disse Cristina.
– "Tá, tá. Esse cara dorme com uma e acorda com outra. Não vai reclamar, né..."
– "Te juro que não tô reclamando."
– "Pois eu tô reclamando" – era a voz da minha irmã descendo as escadas – "não gostei que você me deixou sozinha na cama. Me dá um beijinho, vai."
Ela me deu um beijo rápido na boca e foi direto pra cafeteira.
– "Você comeu ela?" – perguntou Cristina, surpresa.
– "Que nada! Fiquei na vontade" – respondeu Laura por mim.
– "Coitadinha" – disse Eva, dando um tapa na bunda dela – "ele te compensa depois."
– "É verdade, mano?" – ela me perguntou.
– "Não vou falar disso. Já discutimos ontem."
– "Tem razão. Beleza, o que a gente faz?"
– "Vamos pegar um sol um pouco e descansar" – disse Nuria.
– "Claro, porque você já tá servida..." – disse Eva.
Todo mundo riu um pouco, mas concordamos que era o melhor. Ainda tinham dois dias pela frente e a gente precisava administrar as forças.
Saímos pro jardim e ficamos um tempo pegando sol, mas quando todo mundo entrou na água, aconteceu algo inesperado que quase ferrou o dia. Minha tia apareceu, a mulher do irmão da minha mãe, com minha prima de quinze anos.
– "Oi, galera!" – ela disse, causando uns pequenos infartos, principalmente na minha irmã, a responsável por tudo – "sua mãe me deu as chaves pra gente vir pegar um sol. Não se importam, né?"
– "Não" – eu gaguejei, enquanto todo mundo continuava com cara de bobo.
– "Oi, Arni" – disse minha prima.
– "Oi, Judith."
– "Não vamos atrapalhar. Eu e Judith vamos ficar na nossa. Vocês continuem na de vocês."
– "O que a gente faz, Laura? Vamos nos ferrar" – falei pra minha irmã.
– "Fica tranquilo, acho que elas não vão ficar o dia todo aqui. Além disso, é a Olga, não acho que ela ligue muito pra gente ficar pelado. Espera que eu falo com ela."
Laura foi até a borda da piscina e chamou minha tia Olga, que já estava deitada pegando sol.
– "Tia" – ela sussurrou – "pode vir aqui? —"Claro, rainha. Me diz o que você quer."
—"Olha, é que... você não tá vendo... tô com muita vergonha... mas a gente tá todo mundo pelado... não sabia que vocês iam vir... senão..."
—"UHF, desculpa..."
—"Não, desculpa você. A gente fez uma espécie de acampamento nudista e agora, com você e a Judith, a gente se sente muito sem graça. Se quiserem, entrem um instante em casa e a gente se veste."
—"De jeito nenhum, não quero que vocês se incomodem por minha causa. Espera..."
—"Bom, faça o que fizer, não conta pra mamãe."
—"Fica tranquila, Judith, vem aqui."
—"Fala, mamãe."
—"Olha, sua prima e essas meninas estão peladas. Você quer que a gente também fique pelada pra tomar sol?"
—"Tô com muita vergonha."
—"Se eu também tô pelada..." — disse minha irmã — "olha" — e deu um pulinho pra mostrar os peitos.
—"Não é por você, você já me viu pelada outras vezes. É o Arni."
—"Ele também tá pelado. Além disso, assim seus peitos vão ficar moreninhos. Vai ver como você fica gostosa sem a marca do biquíni."
—"Tá bom, vale, mas não fica olhando pra mim."
—"Vale."
Judith foi tirar o biquíni no banheiro. Pareceu meio ridículo, mas cada um tem suas manias.
—"Valeu, tia."
—"De nada, mulher, mas você também não conta nada pros seus pais."
Ela se levantou e se despiu. Do nervosismo, juro que nem percebi o quanto ela era gostosa. Bom, eu já sabia, mas quero dizer que não reparei. Tava mais nervoso por estar pelado do que excitado por vê-la pelada.
Minha irmã saiu da água na hora e se deitou do lado da minha tia. Não sei do que falavam, mas riam muito. Daí a pouco, Judith saiu de dentro de casa. Devo admitir que reparei nela e ela já tava começando a ter corpo de mulher, com bastante pelo na buceta e uns peitos consideráveis pra idade dela. Ela sentou do lado da mãe e da minha irmã e continuaram conversando.
—"Bom, eu também vou sair. É idiota ter vergonha se todo mundo tá pelado" — disse Eva.
—"Claro, já que vocês são tudo menina."
—"Vamos lá."
Então todas saíram e eu... Fiquei sozinho na água olhando elas rirem, acho que em algum momento riram de mim.
Pouco depois, Olga cochichou algo no ouvido de Judith e pulou na água. Veio me falar alguma coisa. Chegou perto, agarrou meu pescoço e me deu dois beijos:
— "Mamãe disse pra você vir. Que não precisa ter vergonha."
— "Não tenho vergonha. Só estou muito à vontade na água."
— "Ah, para… sai daí, elas só falam besteira. Com elas eu fico entediada."
— "Depois eu saio, quando vocês não estiverem esperando."
— "Tá bom."
Ela se soltou e nadou até a escada. Que rabo gostoso, viu. Me odiei por ter reparado nisso, mas naquele fim de semana eu tava ficando maluco.
Passaram uns minutos e, como eu via elas tão distraídas conversando sobre suas coisas, resolvi sair. No começo acho que nem perceberam, mas quando me aproximei delas começaram a assobiar e rir de um jeito exagerado. Minha tia também gritava, mas tinha os olhos cravados nas minhas partes íntimas, enquanto a pobrezinha da Judith não conseguia dizer nada, ficou de boca aberta, pasma.
Me senti tão intimidado que me deitei o mais longe possível delas.
— "Porra, teu irmãozinho hein" — ouvi minha tia dizer.
— "Nem me fale" — disse a Nuria.
— "Não me trate com cerimônia."
— "Desculpa, nem me fale, e como ele sabe usar aquilo" — pude ouvir antes de umas gargalhadas gerais.
— "Então você já provou."
— "Bom, nós três também."
— "Caramba com meu sobrinho. Quem sabe ele não vai ter que dar um jeito em mim também…"
Todas riram o quanto podiam. Os comentários de uma e de outra foram fazendo a conversa subir de tom. Eu ignorei elas e, depois de um tempo, já tinha dormido, deixando-as com suas fantasias sexuais.
A gente tinha os sofás cobertos de lençóis por um mínimo senso de respeito. Não era questão de esfregar os genitais nos mesmos lugares onde meus pais curtiam o café da tarde.
E estando ali, com tanta mulher pelada entre os lençóis, pensei mais uma vez na minha vida no que falam pro Ben Stiller em "Quem Vai Ficar com Mary?": "os 20 minutos de maior lucidez num homem são os posteriores a uma trepada, porque ele não tem na cabeça perspectivas de foda". E quero que por um momento todos reflitamos sobre o assunto. As perspectivas de dar uma boa foda estão sempre na nossa cabeça, mesmo que a gente queira negar e se livrar dessa pressão por um momento nos faz ver as coisas com uma clareza impressionante.
Nunca me senti tão à vontade com umas mulheres como naquela noite. Depois de um tempo, começamos a ignorar nossa nudez ou eu esqueci tudo o que tinha pra dizer, até piadas e palhaçadas, pra me limitar a escutá-las. Eram doces, simples e mais inteligentes do que aparentavam. Me faziam sentir muito confortável entre elas e eu só conseguia sorrir.
Elas foram mudando de assunto continuamente, passando por roupas, estudos, fofocas, mas também de cinema, de política… Foi interessante descobrir nelas opiniões tão diversas de um lado, quanto parecidas com as que a gente poderia ter com meus amigos de outro.
Eu Parece que não era nem meia-noite quando a gente se deitou. O dia tinha sido longo (principalmente pra mim) e ainda faltavam uns dois dias do nosso "acampamento".
Antes de deitar, fui no banheiro mijar. É um costume que acho que uns oitenta por cento da população desse santo país tem. Pois é, eu tava lá, de boa, esperando a natureza fluir, quando senti uma mão pegando no meu irmãozinho murcho. Senti também uns peitos nas minhas costas e deduzi que alguma das minas tava achando graça em segurar ele enquanto eu me livrava de uns líquidos inúteis. Meu primeiro pensamento foi uma ereção. Esperava que ele não se levantasse pra guerra e me obrigasse a lutar outra batalha.
Demorei mais do que esperava pra reagir e procurar no espelho a cara da minha massagista.
- "Laura! Porra! O que cê tá fazendo?" - gritei enquanto tentava me soltar.
- "Tete... vai sujar tudo. Termina de boa."
- "Mas pode saber o que cê tá fazendo?"
- "Nada. Só dando uma força pro meu irmãozinho" - disse me beijando o pescoço - "Vai, não fica assim. Se eu sei que você gosta que eu acaricie ele..."
- "Cê é doente..."
Quando terminei, ela começou a sacudir ele bem devagar, esperando a última gotinha. Aproveitou pra acariciar ele à vontade até que não aguentei mais, tirei a mão dela e me virei.
- "Não faz isso de novo."
- "O quê? Não vai reclamar... olha como ele ficou. Além disso, é você que tá com ele encostado na minha buceta."
Eu sabia que ele tinha ficado duro, mas quando me virei, tava esfregando na moita dela sem perceber.
- "Porra, Laura."
Ela se afastou e eu pensei que tinha entendido, mas o que ela fez me deixou gelado. Levantou um pé e colocou em cima da banheira, me oferecendo a buceta aberta e disse:
- "Irmãozinho, não vamos enrolar. Aqui e agora. Me fode. Eu sei que você quer."
Reconheço que hesitei. Quase mandei todos os meus princípios e preconceitos pro caralho e foder minha irmã no banheiro.
- "Vai... você vai ter “relaxa isso pra dormir”.
Isso me irritou pra caralho, saí do banheiro e me tranquei no quarto, só pra descobrir que minha irmã tinha razão. Não conseguia dormir. Assim, não. Tentei, mas com o tesão que tava, era impossível. Também não dava pra bater uma. Ia ser a mesma coisa que comer ela, porque se fizesse, com certeza a imagem da minha irmã ia aparecer na cabeça na hora do vamos ver.
Poucos minutos depois, abriram a porta.
— “Você quebrou uma regra. Não pode fechar as portas.”
— “Porra, Laura” — essa frase já tava começando a se repetir — “então deixa aberta e bate uma.”
— “Não” — e num pulo, ela se jogou do meu lado. — “Tanto você quanto eu precisamos nos acalmar pra dormir.”
— “Não vou te comer nem fodendo.”
— “Tá bom, então vou bater uma.”
— “Ei, que não.”
— “Olha, quase foda-se a razão de não transar. Mas não tem nada de errado em a gente se masturbar um ao outro. Imagina. Se você vencer seus pudores, vai ter alguém em casa sempre pronta pra te dar uma boa punheta. Além disso, sou uma expert nesse tipo de serviço.”
— “Laura…”
— “Não fala nada. Deixa eu fazer.”
Deitada no meu ombro, começou a acariciar meu peito, descendo até meu pau duro. Acariciou ele inteiro, pesou minhas bolas e então agarrou pra começar minha “punheta de boa noite” enquanto sussurrava no meu ouvido e me dava beijos no pescoço.
— “Viu como você gosta. Você nunca mais vai precisar bater uma na vida. Sua irmãzinha tá aqui pra isso, pra te dar prazer” — ela dizia enquanto eu voltava a fazer cara de idiota — “mas você também tem que fazer a sua parte” — e falando isso, colocou minha mão direita em cima da buceta dela — “vai trabalhar, irmãozinho.”
Não sei quanto tempo ficamos assim. Acho que não muito. O que sei é que dormimos cada um com a mão no outro. Não seria ruim, se não fosse porque… buceta, era minha irmã.
O que eu lembro perfeitamente é de como acordei. Alguém tava beijando meus lábios, assim que abri a boca e beijei apaixonadamente quem quer que fosse. Me assustei ao pensar que talvez fosse a Laura, mas não. Ao abrir os olhos vi que era a Nuria me dando bom dia.
Pediu silêncio para não acordar minha irmã e, pegando na minha mão, me tirou do quarto e me levou ao banheiro dos meus pais, onde a hidromassagem nos esperava pronta.
Fechou a porta do banheiro, abraçou meu pescoço e começou a falar bem baixinho para não acordar ninguém:
— "Sei que é cedo, mas todas estão dormindo e agora podemos dar aquele gostinho da nossa vida."
— "Acho ótimo" — falei antes de beijá-la de novo — "sabe que você é minha favorita. Foi uma pena que ontem não nos deixaram gozar do jeito que a gente queria."
— "Calma, machão, agora vou cobrar. Mas antes de entrar na hidro, tem uma coisa que tô morrendo de vontade de fazer. Preciso enfiar sua pica inteira na minha boca" — disse enquanto sorria.
Ela se abaixou devagar, me acariciando, e quando ficou cara a cara com minha pica, começou a dar beijinhos e brincar com a língua na ponta do prepúcio. Agarrou minhas nádegas com força, numa tentativa, acho, inútil de me segurar. Em nenhum momento usou as mãos. Foi tudo obra da boca dela, que não demorou nada pra fazer meu famoso irmãozinho se levantar.
Descobri então que a história de ter ela inteira na boca era sério. Não entendia como cabia tudo, mas cabia. Juro que foi incrível como ela usava lábios, dentes e língua.
Em poucos minutos, ela se levantou.
— "Entra na hidro, amor" — e me deu um beijinho nos lábios.
Eu me sentei e fixei o olhar nela. Tinha um corpo escultural e vê-la nua, com aquele sorriso de menina boazinha, se aproximando de mim era um espetáculo. Ficou de pé um instante, comigo entre as pernas dela. Pensei que queria que eu devolvesse o favor, mas só estava prolongando o momento de espera.
Dobrou os joelhos e começou a se abaixar, se esfregando no meu corpo. Minha pica estava completamente ereta. entre nós duas e me deu um beijo apaixonado enquanto se esfregava nela.
- "Bem. Chegou a hora".
E dizendo isso, pegou na minha e começou a enfiar bem devagar. Quando entrou toda, continuou com um balanço bem suave. O corpo dela mal se mexia. Era só movimento de quadril lento e ritmado enquanto me olhava fixo nos olhos com aquela risada eterna.
- "Você não faz ideia de como esperei por esse momento… Ter você dentro é uma delícia".
- "Ué, mas era super fácil de conseguir".
- "O bom se faz esperar, rei".
- "Eu teria esperado a eternidade inteira pra ganhar esse tempo de intimidade a sós com você".
- "Alegra que não precisou esperar tanto".
- "Você não imagina o sortudo que me sinto".
- "Imagino sim… e me lisonjeia".
- "Parece incrível que a gente esteja conversando tão na boa enquanto eu te como".
- "Não seja tão vulgar…, não me faça sentir uma puta. Agora não".
- "Desculpa. Me dá um beijinho".
A gente se beijou enquanto ela me fazia sair de dentro dela.
- "Vamos pra cama dos seus pais. Pode parecer estranho, mas tô afim de um tempo na posição do missionário".
Fomos pra cama completamente molhados e sem nos secar. Ela se deitou de pernas abertas e eu fiquei por cima dela. Não demorou muito pra eu sentir que ia gozar. Ela também percebeu, acho que pela expressão do meu rosto.
- "Goza dentro".
E foi o que fiz, ficando exausto do lado dela. A gente ficou um tempinho falando besteira e descemos pra tomar um café com gozo e uns biscoitos na cozinha. As outras minas não demoraram pra descer.
- "Que cedo que alguns ficaram…, jurava que começaram sem a gente" – disse a Bárbara sorrindo.
- "Bom…, eu…"
- "Não se desculpa, Nuria, você é uma trapaceira. Não mereceu a trepada" – reclamou a Eva.
- "Se de certo modo, ela foi a primeira a levantar e veio me buscar, a gente não ia ficar esperando vocês".
- "Ah, a gente nem liga. O que rola é que agora ela Coloca a Booty. Você vai por último" – disse Cristina.
– "Tá, tá. Esse cara dorme com uma e acorda com outra. Não vai reclamar, né..."
– "Te juro que não tô reclamando."
– "Pois eu tô reclamando" – era a voz da minha irmã descendo as escadas – "não gostei que você me deixou sozinha na cama. Me dá um beijinho, vai."
Ela me deu um beijo rápido na boca e foi direto pra cafeteira.
– "Você comeu ela?" – perguntou Cristina, surpresa.
– "Que nada! Fiquei na vontade" – respondeu Laura por mim.
– "Coitadinha" – disse Eva, dando um tapa na bunda dela – "ele te compensa depois."
– "É verdade, mano?" – ela me perguntou.
– "Não vou falar disso. Já discutimos ontem."
– "Tem razão. Beleza, o que a gente faz?"
– "Vamos pegar um sol um pouco e descansar" – disse Nuria.
– "Claro, porque você já tá servida..." – disse Eva.
Todo mundo riu um pouco, mas concordamos que era o melhor. Ainda tinham dois dias pela frente e a gente precisava administrar as forças.
Saímos pro jardim e ficamos um tempo pegando sol, mas quando todo mundo entrou na água, aconteceu algo inesperado que quase ferrou o dia. Minha tia apareceu, a mulher do irmão da minha mãe, com minha prima de quinze anos.
– "Oi, galera!" – ela disse, causando uns pequenos infartos, principalmente na minha irmã, a responsável por tudo – "sua mãe me deu as chaves pra gente vir pegar um sol. Não se importam, né?"
– "Não" – eu gaguejei, enquanto todo mundo continuava com cara de bobo.
– "Oi, Arni" – disse minha prima.
– "Oi, Judith."
– "Não vamos atrapalhar. Eu e Judith vamos ficar na nossa. Vocês continuem na de vocês."
– "O que a gente faz, Laura? Vamos nos ferrar" – falei pra minha irmã.
– "Fica tranquilo, acho que elas não vão ficar o dia todo aqui. Além disso, é a Olga, não acho que ela ligue muito pra gente ficar pelado. Espera que eu falo com ela."
Laura foi até a borda da piscina e chamou minha tia Olga, que já estava deitada pegando sol.
– "Tia" – ela sussurrou – "pode vir aqui? —"Claro, rainha. Me diz o que você quer."
—"Olha, é que... você não tá vendo... tô com muita vergonha... mas a gente tá todo mundo pelado... não sabia que vocês iam vir... senão..."
—"UHF, desculpa..."
—"Não, desculpa você. A gente fez uma espécie de acampamento nudista e agora, com você e a Judith, a gente se sente muito sem graça. Se quiserem, entrem um instante em casa e a gente se veste."
—"De jeito nenhum, não quero que vocês se incomodem por minha causa. Espera..."
—"Bom, faça o que fizer, não conta pra mamãe."
—"Fica tranquila, Judith, vem aqui."
—"Fala, mamãe."
—"Olha, sua prima e essas meninas estão peladas. Você quer que a gente também fique pelada pra tomar sol?"
—"Tô com muita vergonha."
—"Se eu também tô pelada..." — disse minha irmã — "olha" — e deu um pulinho pra mostrar os peitos.
—"Não é por você, você já me viu pelada outras vezes. É o Arni."
—"Ele também tá pelado. Além disso, assim seus peitos vão ficar moreninhos. Vai ver como você fica gostosa sem a marca do biquíni."
—"Tá bom, vale, mas não fica olhando pra mim."
—"Vale."
Judith foi tirar o biquíni no banheiro. Pareceu meio ridículo, mas cada um tem suas manias.
—"Valeu, tia."
—"De nada, mulher, mas você também não conta nada pros seus pais."
Ela se levantou e se despiu. Do nervosismo, juro que nem percebi o quanto ela era gostosa. Bom, eu já sabia, mas quero dizer que não reparei. Tava mais nervoso por estar pelado do que excitado por vê-la pelada.
Minha irmã saiu da água na hora e se deitou do lado da minha tia. Não sei do que falavam, mas riam muito. Daí a pouco, Judith saiu de dentro de casa. Devo admitir que reparei nela e ela já tava começando a ter corpo de mulher, com bastante pelo na buceta e uns peitos consideráveis pra idade dela. Ela sentou do lado da mãe e da minha irmã e continuaram conversando.
—"Bom, eu também vou sair. É idiota ter vergonha se todo mundo tá pelado" — disse Eva.
—"Claro, já que vocês são tudo menina."
—"Vamos lá."
Então todas saíram e eu... Fiquei sozinho na água olhando elas rirem, acho que em algum momento riram de mim.
Pouco depois, Olga cochichou algo no ouvido de Judith e pulou na água. Veio me falar alguma coisa. Chegou perto, agarrou meu pescoço e me deu dois beijos:
— "Mamãe disse pra você vir. Que não precisa ter vergonha."
— "Não tenho vergonha. Só estou muito à vontade na água."
— "Ah, para… sai daí, elas só falam besteira. Com elas eu fico entediada."
— "Depois eu saio, quando vocês não estiverem esperando."
— "Tá bom."
Ela se soltou e nadou até a escada. Que rabo gostoso, viu. Me odiei por ter reparado nisso, mas naquele fim de semana eu tava ficando maluco.
Passaram uns minutos e, como eu via elas tão distraídas conversando sobre suas coisas, resolvi sair. No começo acho que nem perceberam, mas quando me aproximei delas começaram a assobiar e rir de um jeito exagerado. Minha tia também gritava, mas tinha os olhos cravados nas minhas partes íntimas, enquanto a pobrezinha da Judith não conseguia dizer nada, ficou de boca aberta, pasma.
Me senti tão intimidado que me deitei o mais longe possível delas.
— "Porra, teu irmãozinho hein" — ouvi minha tia dizer.
— "Nem me fale" — disse a Nuria.
— "Não me trate com cerimônia."
— "Desculpa, nem me fale, e como ele sabe usar aquilo" — pude ouvir antes de umas gargalhadas gerais.
— "Então você já provou."
— "Bom, nós três também."
— "Caramba com meu sobrinho. Quem sabe ele não vai ter que dar um jeito em mim também…"
Todas riram o quanto podiam. Os comentários de uma e de outra foram fazendo a conversa subir de tom. Eu ignorei elas e, depois de um tempo, já tinha dormido, deixando-as com suas fantasias sexuais.
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