La amiga de mi madre (relato)

E aí, galera da P! Tô deixando outro conto fictício aqui pra vocês, espero que curtam!


Aquela tarde eu estava entediado em casa, tinha acabado de estudar e estava dando uma olhada naquela novelinha, o que me deixou a mil. Foi então que a voz imperiosa da minha mãe me trouxe de volta à realidade. Guardei minha novela no bolso da calça, e minha mãe me mandou entregar uma saia que ela tinha consertado para uma amiga dela. Naquela época, como a gente morava num conjunto habitacional, eu adorava espiar as mulheres maduras que moravam lá e ter todo tipo de fantasias.

Minha mãe me deu a saia numa sacola e disse que a Teresita – assim se chamava a amiga da minha mãe (ela tinha uma barraca de roupas no mercado, então não era estranho que fosse amiga e cliente ao mesmo tempo) – depois de receber a roupa, me daria o dinheiro do conserto. Cheguei na barraca dela e a atendente disse que ela não estava, que provavelmente estaria em casa. Como eu sabia o endereço, fui até lá e bati na porta.

Quem abriu a porta foi essa senhora, que era um dos objetos das minhas fantasias. Ela devia ter uns 35 anos, tinha um corpo delicioso. O que eu mais gostava nela era o par de tetas que ela carregava – eram grandes e fartas, além de ter uma bunda bem empinada. Essa mulher era um espetáculo. Era casada e tinha dois filhos pequenos, que quase sempre estavam na creche. Ela ficava sozinha na maior parte do tempo, já que o marido era caminhoneiro e quase nunca estava em casa. Por isso ela tinha aquela barraca de roupas no mercado do bairro – acho que usava tanto pra ganhar dinheiro quanto pra se distrair.

Quando abriu a porta, ela disse: "Oi, meu bem, que gato você está!" Só de ouvir isso eu já fiquei bem excitado. Respondi: "Oi, senhora, trouxe a saia que minha mãe consertou!" Ela me convidou pra entrar e, como viu que eu estava hesitante (o marido dela era bem bravo e eu tinha medo), disse: "Estou sozinha, só terminando umas coisinhas."

Ela me olhou e falou: "Deixa eu experimentar", e entrou no quarto. Enquanto isso, eu... Sentei numa poltrona próxima e peguei meu livro. Enquanto lia, meu pau começou a endurecer, formando um volume na minha virilha. Ela saiu do quarto com a saia vestida. Eu, nervoso, mal tive tempo de esconder meu livro. Ela ficou me encarando fixamente, meio intrigada com meu nervosismo. Ela deu uma volta e me perguntou como a saia estava nela. Eu disse que ficava muito bem e que ela estava gostosa como sempre. Ao ouvir isso, ela me ofereceu um refrigerante, que aceitei com prazer.

Enquanto me servia, ela disse que estava quase indo tomar banho. Me indicou que tomasse o refrigerante tranquilamente enquanto ela se banhava. Quando ela entrou no banheiro, depois de um tempinho, sem fazer barulho, eu a segui e me aproximei do banheiro. Ela, não sei se de propósito ou por descuido, deixou a porta entreaberta. E qual não foi minha surpresa ao vê-la completamente nua, ensaboando seus seios fartos e nada caídos. Ela começou a passar a esponja bem devagar na área da sua buceta e a esfregar os seios com uma mão, enquanto com a outra, já livre da esponjinha, tocava sua vagina e introduzia os dedos, abrindo um pouco as pernas para poder enfiá-los mais profundamente.

Ao ver o que ela estava fazendo, não pude evitar tirar meu pau, que já estava bem duro, e tentei fazer justiça com minha própria mão. Não cheguei a terminar, porque quando estava quase gozando, ela saiu do banheiro. Mal tive tempo de me sentar de novo na poltrona e fingir que estava lendo. Ela demorou um pouco para sair. Quando saiu, não percebi porque estava entretido com minha leitura. Quando notei que ela estava ali, não tive tempo de esconder meu livro e, obviamente, também não consegui esconder o volume que fazia nas minhas calças por causa da ereção.

Ela, cheia de curiosidade, se aproximou e tirou o tal livro das minhas mãos, ao mesmo tempo que dizia: "Deixa eu ver o que você está lendo". Ao se dar conta, me disse com um sorriso: "Ah, safadinho, que coisas você está vendo! Naquela hora, ela só estava usando um roupão comprido, que mal dava pra cobrir aquele par de tetas grandes e gostosas que ela tinha. Por baixo do roupão dava pra ver que ela só usava uma calcinha preta.

Percebendo minha perturbação, ela me disse pra me acalmar, que era natural um garoto da minha idade andar com essas coisas. Ela também notou o volume que estava fazendo na minha calça e, ao ver, exclamou: "Olha só o que temos aqui!" Me olhou com uns olhos que não conseguiam disfarçar a empolgação de me ver assim e disse rindo: "Já é todo um homenzinho!" Em seguida, deu várias voltas no quarto, parou e me perguntou desde quando eu estava lendo aquele romance. Eu disse que já fazia um tempinho. Ela perguntou: "E você fica excitado assim como está agora?" Eu respondi que sim. Cheia de curiosidade, ela perguntou: "E o que você faz pra baixar a excitação?" Eu respondi que, quando não aguentava mais, me masturbava em homenagem a qualquer mulher que eu conhecia. Ela ficou pensativa.

Teresita foi pra cozinha e voltou com várias cervejas, que, sem mais, começou a tomar (dava pra ver que ela era viciada em cerveja). Logo depois, colocou música e começou a dançar. Pude ver como, através do tecido do roupão, marcavam uns mamilos eretos por causa do atrito com o pano. Eu conseguia ver de relance a teta esquerda dela, livre do sutiã, que aparecia de vez em quando pela abertura superior do roupão. A verdade é que os peitos dela se sustentavam bem sem sutiã.

Vendo ela assim, cheio de tesão e lembrando do que tinha lido no meu romance, comecei a dar em cima dela. Disse que ela era muito bonita, que tinha um corpo lindo e que se conservava muito bem. Ouvindo isso, ela falou: "Mas o que é que você tá dizendo? Eu tô muito feia!" Não deixei ela continuar. Disse que o marido dela tinha muita sorte de tê-la. Ela respondeu, passando as mãos pelo corpo: "É, mas o imbecil não me aproveita." E acrescentou: "Tá vendo? Ele nunca tá comigo!"

Como a música continuava, ela me chamou pra dançar. E digo dançar, era... É meio difícil de explicar, porque eu nunca tinha feito aquilo. Ela me abraçou e fez com que eu fizesse o mesmo. Sentir o corpo duro e lindo dela e cheirar o perfume suave que emanava do seu ser me excitou cada vez mais. Estar tão colado nela, com meu rosto no meio daquelas duas tetas enormes, me deu a chance de esfregar meu rosto nelas e dar uns beijinhos naquela carne excitante que eu tinha diante de mim.

Estar tão perto dela também me deu a oportunidade de tocar sua bunda. Então, comecei a descer minha mão devagar e massageá-la disfarçadamente. Ela se soltou do abraço e se virou. Eu não pude evitar esfregar disfarçadamente o volume do meu pau duro na bunda dela por cima do roupão. Pensei que ela fosse ficar brava, mas vi que ela empinou um pouco mais a bunda, como um sinal de aprovação. Então continuei fazendo isso por um bom tempo.

Nessa altura, ela já estava meio bêbada, ou pelo menos fingia estar. Ela não tinha tomado mais do que seis cervejas, mas parece que o álcool subiu rápido. Ela me abraçou de novo no ritmo da música, e aproveitei a ocasião para começar a meter a mão e tocar sua bunda linda por cima da calcinha preta. Ao sentir minhas mãos, ela me abraçou mais forte e começou a beijar meu pescoço, meu rosto e minha boca como se estivesse desesperada. Ao mesmo tempo, ela me dizia: "Vou te levar pra minha cama, porque vou te comer todinho". Ouvir isso me excitou e também me deu medo do desconhecido.

Digo medo do desconhecido porque eu nunca tinha feito aquilo, a não ser as punhetinhas que eu batia em homenagem a qualquer gostosa. E o que eu sabia sobre sexo era o que a gente contava entre os amigos, que quase sempre era mentira, e o que eu lia na minha revistinha pornô.

Então ela me pegou pela mão e me levou pro quarto. Ao entrar, ela parou na minha frente e, bem devagar, tirou o roupão, ficando quase completamente nua, revelando uns peitos maravilhosos. Não eram muito grandes, mas eram muito bem formados, como diziam os amigos: estavam no ponto pra acabar de me criar. só as calcinhas pretas dela, que ela tirou rapidinho, deixando eu ver a bucetinha lisinha dela (na hora eu peguei gosto por xotas raspadinhas).
Ela deitou na cama e com uma mão me chamou, dizendo: "Despeça, papi, e vem com sua mamãe, que vou te ensinar umas coisinhas". Eu nem fiquei com preguiça, me despi na hora e subi na cama com ela, tremendo — não sei se de medo ou de tesão. Como ela percebeu minha confusão, falou pra eu não me preocupar, só deixar ela fazer. Ela montou em cima de mim e começou a deslizar a língua do meu pescoço até a ponta dos pés, parando um tempão na minha verguinha (digo verguinha porque não dá pra comparar com a que tenho hoje), que ela engoliu de uma vez, chupou, mordeu e mamou como uma verdadeira expert. Lembro que eu me contorcia igual minhoca no fogo, de tanto prazer que a boca dela me dava. Dava pra ver que a danada sabia mamar.

Ela parou de mamar quando percebeu que eu tava quase gozando, deitou na cama e me indicou pra começar a beijá-la, começando pelos peitos. Tentei fazer como tinha lido na revista, mas pela inexperiência da idade, não tava saindo direito. Aí ela, como boa professora, me guiou e explicou como fazer: mandou eu mamar os mamilos um por um, enquanto apertava os seios com uma mão, morder de leve e pôr na boca como se fosse um bebê mamando. Fiquei assim um bom tempo.

Depois, ela me mandou descer pra entre as pernas dela, ao mesmo tempo que abria as pernas, deixando eu ver a buceta delicadamente depilada. Eu nunca tinha visto uma coisinha daquelas. Comecei a lamber o grelinho dela, enquanto ela me dizia como fazer. A xota já tava molhada pelos fluidos dela, e era claro que ela tava muito excitada. Com a ajuda dela, percorri todos os vincos da vagina com minha língua, sentindo o calor e as pulsações.

Ela me disse que... Parei com a mamada, ela me disse para subir nela de cabeça para baixo e começamos a fazer um 69 alucinante que me levou ao sétimo céu. Ela chupava meu pau como uma bezerrinha de um ano, e como já estavam várias horas com tesão, eu gozei na boca e nos peitos dela. Fiquei em cima dela um bom tempo, enquanto ela com a boca limpava meu pau com destreza. Depois, ela me empurrou de lado, levantou e foi ao banheiro para tirar todo o rastro de porra que tinha ficado nos peitos e na boca.

Em seguida, ela deitou ao meu lado e logo, com a boca, me deixou pronto de novo. Quando viu que eu estava ereto novamente, ela disse: "Agora sim, meu amor, você vai sentir o que é uma buceta de mulher de verdade!" Ela se recostou na cama e com a mão me indicou para subir em cima dela. Com a orientação dela, fui me acomodando, ela abriu mais as pernas, deixando eu ver a deliciosa abertura da sua buceta. Ela pegou meu pau e apontou para essa entrada gostosa e, com um movimento de quadril, enfiou tudo. Comecei a meter como um cachorrinho, e ela me disse para me acalmar, fazer devagar e com muito cuidado. Fiquei comendo ela por um bom tempo (na verdade, era ela quem estava me comendo), até que gozei dentro dela de novo.

Pra ser sincero, terminei exausto, e o pior foi na hora de dar explicações para minha mãe quando apareci sem o dinheiro do trabalho. Por causa do que aconteceu, esqueci de pedir o dinheiro da saia para a Teresita, e acabei levando uma boa bronca da minha mãe. No dia seguinte, passei lá para pegar o dinheiro, e nesse dia essa senhora me comeu de novo. Nossa relação durou só um ano, e quando ela foi embora, chorei muito pela falta dela. Ela me marcou para a vida toda.
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