Olá, pessoal. Apesar de estar registrado no Poringa há um tempão, essa é minha primeira postagem. Espero que vocês gostem.
A história começa quando eu tinha 18 anos, na época em que comecei minha faculdade de medicina. Era a primeira vez que eu morava longe da minha família, em outra cidade, não muito distante de onde meus parentes estavam, mas, enfim, era uma cidade nova e estranha pra mim. Então, aproveitando minha solidão e minha nova liberdade, nos meus tempos livres, me dediquei a procurar uma parceira, alguma donzela solteira, mas nunca tive muita sorte.
Depois de um tempo, desisti e me foquei totalmente nos estudos. E, quando menos esperava, um colega de classe começou a querer ser meu amigão, falando comigo muito mais do que antes, se interessando em estudarmos juntos, sair nos intervalos e compensar a solidão dele com a minha companhia, já que ele também era de fora da cidade.
Um dia, depois de uma prova longa de anatomia (uma das mais longas da minha vida, acho), como minha casa era a mais perto da faculdade, meu novo amigo me perguntou se podia descansar depois da aula. Eu topei na hora, porque a noite em claro pra passar na prova tinha sido pesada. Então, deu a hora de ir embora e chegamos na minha casa. Fomos dormir, eu na minha cama e ele num sofá bem confortável. Em menos de um minuto, eu já tinha apagado. De repente, entre sonhos, comecei a sentir uma sensação muito estranha, como se alguém estivesse massageando meu corpo e mais pra baixo. Acordei e era meu queridíssimo amigo, que não tinha sido afetado pela noite em claro, mas sim tinha tramado tudo aquilo pra se divertir comigo. Quando acordei, ele já estava com a mão no meu pau, e eu fiquei desnorteado porque tava durasso, mas minha mente meio confusa com o que tava rolando. Na hora que ele viu minha cara de surpresa, colocou um dedo na minha boca, como quem diz pra eu não falar nada e aproveitar os carinhos. Eu, todo tarado e com vontade de experimentar, Sentir um homem te massageando, eu aceitei. Pra vocês terem uma ideia de como ele era, tinha uns 1,80m, moreno claro, cabelo castanho, magro, meio bundudo e não era feio. Eu sou mais baixinho, tenho 1,72m, sou moreno, cabelo castanho, magro, bundudo e, tipo, nem feio nem bonito, o cara comum. Então, ele começou a me tocar e eu curtia como ele esfregava a mão na minha pica. Depois, ele baixou minha calça e fiquei só de cueca, e já tinha tirado a camiseta. Eu, mais decidido, resolvi tocar a pica dele. No primeiro toque, senti que ela tava durona pra caralho e, sem exagero, dava pra sentir um baita volume, o que me deixou mais excitado e fiz o mesmo: tirei a roupa dele e deixei ele só de cueca, daquelas que parecem sunga mas vão até a metade da coxa. Aquela cueca linda azul deixava ver uma pica que apontava pra esquerda, meio que transparente, com a cabeça enorme aparecendo. No meu caso, eu tava com uma cueca do mesmo estilo, mas preta, e também minha pica tava aparecendo toda, apontando pra esquerda e durona pra caralho, só sentia uma pontada.
Sem pensar mais e pelo tesão que aquela pica me deu, resolvi beijar ele. Foi um beijo bem gostoso, no início tímido, só nossos lábios se enchendo de saliva, mas logo ele me abraçou forte e senti minha pica e a dele se encostando, aí fiz movimentos de um lado pro outro pra esfregar e, ao mesmo tempo, o beijo ficou mais intenso, nossas línguas se tocaram e fizeram movimentos circulares, e na hora senti nossa respiração acelerar. Então não quis demorar mais e puxei a cueca dele pra baixo. Quando fiz isso, saiu uma pica enorme, meio morena, não circuncidada, com a cabeça aparecendo. Não aguentei e toquei nela, a sensação era morna, sentia a pulsação da pica dele na mão e como o líquido pré-seminal molhava meus dedos que tocavam a ponta da pica dele. Decidi pelar ela (puxar o prepúcio) e apareceu uma cabeça brilhante e macia. Na mesma hora, deitei ele e comecei a bater uma sem parar, e de uma por que não, né? dei uns beijos no pau dele e fiquei passando a mão nas bolas. de repente ele segurou minha mão, fez a mesma coisa, mas de um jeito mais ousado. quando tocou no meu pau, puxou um pouco e eu tava durasso, ele se abaixou e com os lábios começou a lamber a cabeça do meu pau, aquela sensação de sentir os lábios dele envolvendo a cabecinha quase me fez gozar igual um moleque, mas me segurei e ele começou a apertar minhas bolas enquanto engolia meu pau inteiro. depois de um tempo, eu tirei ele, porque parecia um cachorrinho lambendo meu pau, levantei ele e beijei, e ao mesmo tempo, com as cabeças dos paus pra fora, peguei os dois na mão e esfreguei um no outro, tipo uma punheta dupla. era incrível sentir um pauzão de uns 21 cm se esfregando no meu, menor, de uns 17 cm. tava quentinho, molhado, uma sensação que fazia meu corpo tremer. de repente, senti ele tremer e jorrar no meu abdômen uns jatos enormes de porra quente, o que me fez sentir umas contrações na próstata como nunca, e eu também soltei um jato de porra que encharcou a barriga, o pau e as bolas dele. depois de gozar, caí em mim e pensei que aquilo não devia ter acontecido, me afastei dele, mas ver o pau dele começando a murchar e ele com uma cara de tesão do caralho me fez pensar em aproveitar o momento, e do nada eu falei: "então, filho da puta, você me sujou, agora me limpa". e ele respondeu: "tá bom, já que você insiste", e começou a lamber meu corpo todo onde tinha porra escorrendo, e ao mesmo tempo eu falei: "vamos tomar banho", porque era uma das minhas fantasias mais perversas, quando eu pensava em umas merdas que não me permitia antes de perceber que era bissexual.
na real, o relato não é dos mais quentes, mas por ser minha primeira experiência, me deu um tesão danado lembrar. vou continuar essa história depois, porque o que rolou no chuveiro foi muito mais intenso do que o que aconteceu no meu quarto. espero que vocês gostem, e desculpa ser tão explícito em partes que parecem desnecessárias.
🙂 Peter 🙎♂️
A história começa quando eu tinha 18 anos, na época em que comecei minha faculdade de medicina. Era a primeira vez que eu morava longe da minha família, em outra cidade, não muito distante de onde meus parentes estavam, mas, enfim, era uma cidade nova e estranha pra mim. Então, aproveitando minha solidão e minha nova liberdade, nos meus tempos livres, me dediquei a procurar uma parceira, alguma donzela solteira, mas nunca tive muita sorte.
Depois de um tempo, desisti e me foquei totalmente nos estudos. E, quando menos esperava, um colega de classe começou a querer ser meu amigão, falando comigo muito mais do que antes, se interessando em estudarmos juntos, sair nos intervalos e compensar a solidão dele com a minha companhia, já que ele também era de fora da cidade.
Um dia, depois de uma prova longa de anatomia (uma das mais longas da minha vida, acho), como minha casa era a mais perto da faculdade, meu novo amigo me perguntou se podia descansar depois da aula. Eu topei na hora, porque a noite em claro pra passar na prova tinha sido pesada. Então, deu a hora de ir embora e chegamos na minha casa. Fomos dormir, eu na minha cama e ele num sofá bem confortável. Em menos de um minuto, eu já tinha apagado. De repente, entre sonhos, comecei a sentir uma sensação muito estranha, como se alguém estivesse massageando meu corpo e mais pra baixo. Acordei e era meu queridíssimo amigo, que não tinha sido afetado pela noite em claro, mas sim tinha tramado tudo aquilo pra se divertir comigo. Quando acordei, ele já estava com a mão no meu pau, e eu fiquei desnorteado porque tava durasso, mas minha mente meio confusa com o que tava rolando. Na hora que ele viu minha cara de surpresa, colocou um dedo na minha boca, como quem diz pra eu não falar nada e aproveitar os carinhos. Eu, todo tarado e com vontade de experimentar, Sentir um homem te massageando, eu aceitei. Pra vocês terem uma ideia de como ele era, tinha uns 1,80m, moreno claro, cabelo castanho, magro, meio bundudo e não era feio. Eu sou mais baixinho, tenho 1,72m, sou moreno, cabelo castanho, magro, bundudo e, tipo, nem feio nem bonito, o cara comum. Então, ele começou a me tocar e eu curtia como ele esfregava a mão na minha pica. Depois, ele baixou minha calça e fiquei só de cueca, e já tinha tirado a camiseta. Eu, mais decidido, resolvi tocar a pica dele. No primeiro toque, senti que ela tava durona pra caralho e, sem exagero, dava pra sentir um baita volume, o que me deixou mais excitado e fiz o mesmo: tirei a roupa dele e deixei ele só de cueca, daquelas que parecem sunga mas vão até a metade da coxa. Aquela cueca linda azul deixava ver uma pica que apontava pra esquerda, meio que transparente, com a cabeça enorme aparecendo. No meu caso, eu tava com uma cueca do mesmo estilo, mas preta, e também minha pica tava aparecendo toda, apontando pra esquerda e durona pra caralho, só sentia uma pontada.
Sem pensar mais e pelo tesão que aquela pica me deu, resolvi beijar ele. Foi um beijo bem gostoso, no início tímido, só nossos lábios se enchendo de saliva, mas logo ele me abraçou forte e senti minha pica e a dele se encostando, aí fiz movimentos de um lado pro outro pra esfregar e, ao mesmo tempo, o beijo ficou mais intenso, nossas línguas se tocaram e fizeram movimentos circulares, e na hora senti nossa respiração acelerar. Então não quis demorar mais e puxei a cueca dele pra baixo. Quando fiz isso, saiu uma pica enorme, meio morena, não circuncidada, com a cabeça aparecendo. Não aguentei e toquei nela, a sensação era morna, sentia a pulsação da pica dele na mão e como o líquido pré-seminal molhava meus dedos que tocavam a ponta da pica dele. Decidi pelar ela (puxar o prepúcio) e apareceu uma cabeça brilhante e macia. Na mesma hora, deitei ele e comecei a bater uma sem parar, e de uma por que não, né? dei uns beijos no pau dele e fiquei passando a mão nas bolas. de repente ele segurou minha mão, fez a mesma coisa, mas de um jeito mais ousado. quando tocou no meu pau, puxou um pouco e eu tava durasso, ele se abaixou e com os lábios começou a lamber a cabeça do meu pau, aquela sensação de sentir os lábios dele envolvendo a cabecinha quase me fez gozar igual um moleque, mas me segurei e ele começou a apertar minhas bolas enquanto engolia meu pau inteiro. depois de um tempo, eu tirei ele, porque parecia um cachorrinho lambendo meu pau, levantei ele e beijei, e ao mesmo tempo, com as cabeças dos paus pra fora, peguei os dois na mão e esfreguei um no outro, tipo uma punheta dupla. era incrível sentir um pauzão de uns 21 cm se esfregando no meu, menor, de uns 17 cm. tava quentinho, molhado, uma sensação que fazia meu corpo tremer. de repente, senti ele tremer e jorrar no meu abdômen uns jatos enormes de porra quente, o que me fez sentir umas contrações na próstata como nunca, e eu também soltei um jato de porra que encharcou a barriga, o pau e as bolas dele. depois de gozar, caí em mim e pensei que aquilo não devia ter acontecido, me afastei dele, mas ver o pau dele começando a murchar e ele com uma cara de tesão do caralho me fez pensar em aproveitar o momento, e do nada eu falei: "então, filho da puta, você me sujou, agora me limpa". e ele respondeu: "tá bom, já que você insiste", e começou a lamber meu corpo todo onde tinha porra escorrendo, e ao mesmo tempo eu falei: "vamos tomar banho", porque era uma das minhas fantasias mais perversas, quando eu pensava em umas merdas que não me permitia antes de perceber que era bissexual.
na real, o relato não é dos mais quentes, mas por ser minha primeira experiência, me deu um tesão danado lembrar. vou continuar essa história depois, porque o que rolou no chuveiro foi muito mais intenso do que o que aconteceu no meu quarto. espero que vocês gostem, e desculpa ser tão explícito em partes que parecem desnecessárias.
🙂 Peter 🙎♂️
8 comentários - Descobrindo meu lado bi Pt. I
Bonito relato, me quedaba solo 1 punto, pero reservaré para la continuación !!