Eu, um corno?

**Eu, um corno? Parte 2.**

Já fazia quase um ano e meio do encontro com o Hugo, que nunca mais vimos. Minha vida seguiu na rotina e minhas relações sexuais com minha parceira iam de mal a pior. Conversamos e decidimos dar um jeito, fazer algo diferente pra dar mais vida. Falamos sobre swing, mas minha mulher não queria se arriscar com desconhecidos. Então procuramos alguém de confiança, discreto e saudável entre nossos amigos. Victor e a mulher dele eram perfeitos, mas nunca tocamos no assunto. Ele tinha uma família bonita, a Claudia, a esposa dele, estava viajando com os filhos dos dois já fazia uma semana e meia. Encontramos ele num bar e, depois de uma longa conversa, propusemos a ideia. "Os quatro numa cama", ele disse, surpreso. Hesitou, pediu tempo pra pensar e discutir com a esposa. Passaram-se dois dias, era sexta à noite e estávamos saindo com minha mulher, quando bateram na porta. Era o Victor. Cumprimentamos e oferecemos uns martinis. Ele comentou que topava, que a ideia o excitava, mas a mulher dele ainda não tinha voltado e precisava contar pra ela. Vi que Victor deu uma olhada nela: saia curta, salto alto e uma blusa decotada só realçavam a feminilidade dela. A conversa ficou quente entre piadas e risadas. Ele manifestou a vontade de vê-la nua, e ela respondeu na mesma moeda, que queria ver ele também. Victor é um cara moreno, alto, forte; a mulher dele é mais puxada pra loira, baixinha e miúda. Ele, rindo, começou a se despir pra agradar ela. Em segundos, ficou totalmente nu. O pau dele é grande, mas não estava duro. Sentou no sofá e pediu que eu despisse minha mulher. Fiquei atrás dela, que estava de frente pra ele no sofá. Puxei a blusa dela devagar, ela cooperou e a peça voou. Depois, abri o zíper da mini-saia e ela caiu. Ela soltou o cabelo e ficou só de calcinha e sutiã. Tirei a parte de cima: os peitos redondos dela ficaram à mostra, com mamilos grandes e duros, que ela, com tesão, cobriu com as mãos. Com minhas mãos, puxei a calcinha devagar até... deixando à mostra seu púbis raspado, sua bucetinha pequena e rosada. A pica do Victor começa a ganhar vida, crescendo e apontando pro teto como um ciclope gigante, e minha mulher ao ver solta um "ohh" e fica toda molhada. Posso sentir com minha mão a umidade aumentando na vulva dela. Ela se aproxima dele, que acaricia os peitos dela e mordisca os mamilos. Vou pro quarto, tiro o edredom, acendo todas as luzes possíveis, arrumo uma cadeira na frente da cama e chamo eles pra virem. Ele traz ela empurrando pela cintura. Deita ela de barriga pra cima, abre as pernas dela deixando igual um sapo. Começa a chupar a buceta dela e já se ouvem os primeiros "ah" curtinhos dela. Ele vira por cima oferecendo a pica pra boca dela, um 69 gostoso. Eu me sento na cadeira e com meu celular gravo eles. Já bem excitados, os atores mudam de posição: ele deita na cama e ela, de costas pra ele, pega o membro dele cheio de sangue com a glande exposta, encosta na vulva dela e monta devagar, a pica ereta desaparece dentro dela inchando o púbis dela. Só se vê a vulva rodeando uma parte do pau e batendo contra os testículos cheios e inchados do Victor, o resto tá dentro como uma extensão do útero. Ela, num movimento ritmado, sua, geme, começando a gozar a transa, grita "ahhhhhh!!" O primeiro orgasmo dela, o olhar vazio, boca aberta como em transe, olha pra mim, sorri e continua no que tá fazendo como se eu não tivesse ali. Um segundo "ahhhhhh" longo indica um segundo orgasmo intenso. Ele implora pra parar, que vai explodir. Mudam de posição, ela fica de quatro, no cachorrinho, com as mãos ele abre a vulva dela que tá bem molhada, encosta o pau e desaparece dentro, apoia as mãos, aperta as nádegas dela, crava as unhas marcando ela, bombeia e bombeia, a cama range, parece eterno, até que quase ao mesmo tempo os dois chegam num orgasmo intenso: ela grita "ahhhhhhh, huummmm" e ele também, jorrando dentro dela um tsunami de esperma quente, que mesmo com o pau ainda dentro escorre pelas paredes da vagina lubrificada dela. Tiro o pau mole dele, que ainda pinga, do único olho dela. As bolas vazias e retraídas dele estão espremidas. O coito está consumado. Ela está de quatro, a buceta escorrendo porra pelas pernas, a vulva pintada de branco e os lençóis molhados. Eu, excitado, me desnudo e me aproximo, ofereço meu pau pra minha esposa, que chupa até eu gozar na boca dela. Ela fecha as pernas pra evitar que o elixir do Victor escape mais de dentro dela e vai pro banheiro. Enquanto minha mulher toma banho, eu e Victor conversamos, e ele comenta que quer me ver fodendo ela. Ela volta enrolada numa toalha, me vê na cama com o pau duro de novo, larga a toalha e monta em mim. Victor foi ao banheiro. Volta com algo na mão que não vejo, e minha mulher, de costas pra ele, também não vê. Ele passa algo no pau dele e sobe na cama, empurra minha mulher contra meu peito. Minha mulher grita: "Não! Espera, não, Victor!", mas ele continua. Eu seguro ela pra não escapar, e ele a vira de lado. Ele é hábil e rápido. Um "ai, dói" da minha mulher, seguido de um "arde", indica que ele rompeu o cu dela. Eu ocupo a buceta dela com meu pau, e ele empurra mais, conseguindo a penetração anal mais profunda. Ela está sendo duplamente penetrada pela primeira vez na vida. A dor se mistura com o prazer do orgasmo vaginal. Quinze minutos de bombada intensa e simultânea depois, ela já está deitada na cama com porra nos intestinos e no útero. Apago as luzes e dormimos. Acordo com uns gemidos. Eles estão transando do meu lado. As pernas dela envolvem a cintura dele, e ele a penetrou. Ela geme, ofega. Ele morde o pescoço dela enquanto brinca com os mamilos eretos dela, até que ele tira o pau e dá uma ducha de porra quente nos peitos dela. Depois, tomamos banho juntos e tomamos café. Nos despedimos com um "até logo" e a promessa de incluir a Claudia na próxima vez. Pra ficarmos mais excitados, agora vemos o vídeo no celular e a gozada que ela deu nas ejaculações com o Victor.

6 comentários - Eu, um corno?

q delicia ojala algun dia subas el video para gozar tambn
muy bueno...!! pone alguna fotito del culo de tu jermu...