Na noite anterior, tinha combinado de ir na casa dela visitar. Ela mora um pouco longe, cheguei lá umas 1 da tarde e ela tava sozinha, então decidimos ver um filme. Sentamos no sofá da sala e botamos o filme. Primeiro vou descrever ela: pele branca, cabelo preto comprido e liso que realça aquela pele linda, uns peitos deliciosos e de bom tamanho com uns biquinhos rosados que endurecem no menor toque, não tem muita bunda, mas uns quadris que dão vontade de agarrar ela e dar uns tapas gostosos, e umas pernas longas que dá vontade de percorrer centímetro por centímetro.
Ela deitada com a cabeça no meu colo e eu sentado, o filme Os Vingadores, muito bom, mas como sempre tava inquieto, minhas mãos começaram a deslizar por trás da calça jeans dela. Ela falou que o irmão dela tava no quarto ao lado, mas isso não me parou. Toquei a buceta gostosa dela, comecei a roçar, acariciar os lábios. Quando meus dedos ficaram meio molhados, subi um pouco mais e comecei a estimular o clitóris dela, e ela respondia com gemidos suaves enquanto se contorcia. Sentimos o Sebastião chegando, então tirei a mão. Ele sentou do nosso lado pra ver o filme, enquanto a gente se olhava com cumplicidade e até um pouco irritados.
Mas a situação só me fazia querer excitar ela, e eu sabia que aquilo também ia excitar ela. Ela tem uma mente meio safada e provocante, então a possibilidade de sermos vistos sempre aumenta o desejo. Então, em vez de focar só na buceta dela, foquei no pescoço e nas costas, zonas que deixam ela louca. Como ela tava no meu colo, eu me aproximava da orelha dela como se fosse contar um segredo e aproveitava pra lamber, morder, soprar de leve e sussurrar o quanto queria ter ela nas minhas mãos e meter nela.
Ela apertava minha coxa com a mão, e eu ajustava meu pau pra ela apertar também. Os dois ficavam muito excitados com a situação. O irmão dela continuava olhando a TV, ou era um ator muito bom. cúmplice hehe. Seguimos no filme sem mais jogos além desse, depois comemos algo e pronto, até que a noite caiu e foi quando ficou realmente interessante.
Deixamos o irmão na sala e fomos pro segundo andar, que é só um quartinho com uns móveis e tralhas, um pátio pequeno e uma porta que separa os dois. Mal chegamos, agarrei ela com força e comecei a beijar e acariciar, os dois sabiam o que queriam. Desci pelo pescoço dela até o peito, tirei os peitos deliciosos dela da camisa sem tirar a roupa toda, porque não podíamos ficar totalmente nus por causa do irmão no primeiro andar e da possível chegada da mãe. Parei neles e percorri cada um com minha língua toda. Quando cheguei nos mamilos rosados lindos dela, mordi um pouco e continuei lambendo. O desejo tomava conta da gente, então não dava pra esperar mais. Virei ela e fiz ela se apoiar num corrimão que dava pra escada de subir, abaixei o jeans dela e tirei meu pau da calça, que tava louco pra entrar nela e ela louca pra ter ele dentro. Meti sem hesitar, e ela soltou um grito abafado. Tampei a boca dela e falei pra ela falar mais baixo que podiam nos ouvir. Aí comecei a penetrar ela com força e sem parar, soltei a boca dela e fui pros peitos dela com a outra mão, comecei a estimular o clitóris dela. Os gemidos dela eram abafados por ela mesma, mordendo os lábios, e as mãos dela apertavam o que encontrassem pra aguentar o prazer que tava sentindo. O corpo dela começou a se contorcer, então eu soube que era hora de aumentar a intensidade. Minhas penetrações ficaram mais profundas e rápidas enquanto ela soltava gemidos cada vez mais fortes. O corpo dela ficou todo tenso por um momento e depois veio o relaxamento. Ela tinha tido o primeiro orgasmo dela.
Mas não paramos por aí. Continuamos na mesma posição, mas dessa vez eu aproximei ela de uma janelinha que tinha uma cortina branca meio transparente.
— Podem nos ver, ela falou, virando o olhar por cima do ombro. Olhei pra ela com perversão. E aí eu falei:
— Como se fosse te chocar, isso te excita, né.
Ela me olhou com raiva, mas não parou. O quadril dela se mexia cada vez mais rápido e mais forte, ela tava uma pilha de desejo. Ela parou, me jogou num sofá grande que tinha e sentou em cima de mim. Sem hesitar, enfiou meu pau até o fundo e começou a cavalgar. Ela se movia como se não houvesse amanhã. Eu não era um homem, era só um objeto sexual, e não me importava, porque ver ela daquele jeito, tão safada, era mais que excitante pra mim. Mas isso não quer dizer que eu tava parado. Peguei os peitos dela com força e levei até minha boca, lambia, mordia, apertava. Puxei ela contra meu corpo e usei minhas mãos pra acariciar as costas dela enquanto ela começava a tremer de novo. Igual antes, ela ficou imóvel enquanto chegava no auge do prazer, mas dessa vez eu não parei. Continuei movendo minha cintura pra cima e pra baixo enquanto ela, quieta e paralisada, só podia continuar aproveitando enquanto as ondas de prazer invadiam o corpo dela. Ela caiu em cima de mim, meio cansada, mas eu já tava desejando ela de novo.
Tirei ela de cima de mim e sentei ela num sofá pequeno que tinha atrás. Abri as pernas dela e comecei a lamber, a comer aquela delicada e deliciosa iguaria que misturava vermelho e branco. Minha língua percorria cada canto da buceta dela. Comecei com o clitóris delicado, lambendo e chupando. Parava pra passar minha língua do cu dela até chegar de novo naquele pequeno tesouro. Enfiava minha língua dentro dela o mais fundo possível, enquanto minhas mãos iam pros peitos dela e pra boca dela, pra ela provar um pouco dos próprios sucos gostosos. Ela só se entregava ao prazer, apertando minha cabeça contra ela e puxando meu cabelo como sinal de satisfação. Depois de um tempo, ela pediu pra eu meter, então fiquei de joelhos na frente dela, sem fechar as pernas dela, e deixei meu pau na entrada. Ela, toda excitada, pedia pra eu enfiar rápido. Comecei a bombar, entrando e saindo dela sem parar. Buzinou um carro lá fora.
— Para, para, minha mãe chegou — ela disse, tentando se afastar.
— Não importa se é ela, a gente se veste quando abrirem a porta da sala; embora eu ache que não teríamos ouvido ela abrir, não queria parar naquele momento.
Continuei penetrando ela enquanto ela me olhava com cara de safada e medo de sermos pegos. Peguei meu polegar e comecei a mexer no clitóris dela. Ela enlouqueceu, o corpo se contorcia e ela gemia. Tive que esquecer os peitos dela e tampar a boca dela pra não fazer tanto barulho. Notei como os dedos dos pés dela se contraíam, sinal claro de um orgasmo próximo. Sem hesitar, aumentei o ritmo, até que ela soltou um gemido abafado na minha mão e ficou paralisada. Ela tinha gozado de novo.
Fiquei de pé na frente dela e falei que era minha vez. Então ela se ajoelhou e meteu na boca. Enfiava e tirava, lambia da base até a cabeça, que ela adorava lamber mais e morder de leve, sabendo que sou muito sensível ali, enquanto me olhava. Eu queria encher aquela boca gostosa rápido, então tirei da mão dela e comecei a bater uma na frente dela, enquanto nos olhávamos fixo. Quando senti que ia gozar, meti de novo na boca dela e continuei o mesmo movimento como se estivesse transando com ela. Estuprava a boca dela até que uma descarga saiu do meu pau e encheu a boca e a garganta dela. Vários jorros saíam enquanto eu sentia os choques do meu orgasmo. Quando terminei, tirei da boca dela. Ela estava meio engasgada e disse que tinha problemas com substâncias viscosas, mesmo assim engoliu tudo sem deixar uma gota na boca nem desperdiçar nada. Pedi pra ela me limpar, e ela obedeceu direitinho, limpando cada resto de porra enquanto saboreava.
A gente se vestiu e desceu bem na hora que a mãe dela entrava em casa. O irmão dela não falou nada, e a gente também não.
Ela deitada com a cabeça no meu colo e eu sentado, o filme Os Vingadores, muito bom, mas como sempre tava inquieto, minhas mãos começaram a deslizar por trás da calça jeans dela. Ela falou que o irmão dela tava no quarto ao lado, mas isso não me parou. Toquei a buceta gostosa dela, comecei a roçar, acariciar os lábios. Quando meus dedos ficaram meio molhados, subi um pouco mais e comecei a estimular o clitóris dela, e ela respondia com gemidos suaves enquanto se contorcia. Sentimos o Sebastião chegando, então tirei a mão. Ele sentou do nosso lado pra ver o filme, enquanto a gente se olhava com cumplicidade e até um pouco irritados.
Mas a situação só me fazia querer excitar ela, e eu sabia que aquilo também ia excitar ela. Ela tem uma mente meio safada e provocante, então a possibilidade de sermos vistos sempre aumenta o desejo. Então, em vez de focar só na buceta dela, foquei no pescoço e nas costas, zonas que deixam ela louca. Como ela tava no meu colo, eu me aproximava da orelha dela como se fosse contar um segredo e aproveitava pra lamber, morder, soprar de leve e sussurrar o quanto queria ter ela nas minhas mãos e meter nela.
Ela apertava minha coxa com a mão, e eu ajustava meu pau pra ela apertar também. Os dois ficavam muito excitados com a situação. O irmão dela continuava olhando a TV, ou era um ator muito bom. cúmplice hehe. Seguimos no filme sem mais jogos além desse, depois comemos algo e pronto, até que a noite caiu e foi quando ficou realmente interessante.
Deixamos o irmão na sala e fomos pro segundo andar, que é só um quartinho com uns móveis e tralhas, um pátio pequeno e uma porta que separa os dois. Mal chegamos, agarrei ela com força e comecei a beijar e acariciar, os dois sabiam o que queriam. Desci pelo pescoço dela até o peito, tirei os peitos deliciosos dela da camisa sem tirar a roupa toda, porque não podíamos ficar totalmente nus por causa do irmão no primeiro andar e da possível chegada da mãe. Parei neles e percorri cada um com minha língua toda. Quando cheguei nos mamilos rosados lindos dela, mordi um pouco e continuei lambendo. O desejo tomava conta da gente, então não dava pra esperar mais. Virei ela e fiz ela se apoiar num corrimão que dava pra escada de subir, abaixei o jeans dela e tirei meu pau da calça, que tava louco pra entrar nela e ela louca pra ter ele dentro. Meti sem hesitar, e ela soltou um grito abafado. Tampei a boca dela e falei pra ela falar mais baixo que podiam nos ouvir. Aí comecei a penetrar ela com força e sem parar, soltei a boca dela e fui pros peitos dela com a outra mão, comecei a estimular o clitóris dela. Os gemidos dela eram abafados por ela mesma, mordendo os lábios, e as mãos dela apertavam o que encontrassem pra aguentar o prazer que tava sentindo. O corpo dela começou a se contorcer, então eu soube que era hora de aumentar a intensidade. Minhas penetrações ficaram mais profundas e rápidas enquanto ela soltava gemidos cada vez mais fortes. O corpo dela ficou todo tenso por um momento e depois veio o relaxamento. Ela tinha tido o primeiro orgasmo dela.
Mas não paramos por aí. Continuamos na mesma posição, mas dessa vez eu aproximei ela de uma janelinha que tinha uma cortina branca meio transparente.
— Podem nos ver, ela falou, virando o olhar por cima do ombro. Olhei pra ela com perversão. E aí eu falei:
— Como se fosse te chocar, isso te excita, né.
Ela me olhou com raiva, mas não parou. O quadril dela se mexia cada vez mais rápido e mais forte, ela tava uma pilha de desejo. Ela parou, me jogou num sofá grande que tinha e sentou em cima de mim. Sem hesitar, enfiou meu pau até o fundo e começou a cavalgar. Ela se movia como se não houvesse amanhã. Eu não era um homem, era só um objeto sexual, e não me importava, porque ver ela daquele jeito, tão safada, era mais que excitante pra mim. Mas isso não quer dizer que eu tava parado. Peguei os peitos dela com força e levei até minha boca, lambia, mordia, apertava. Puxei ela contra meu corpo e usei minhas mãos pra acariciar as costas dela enquanto ela começava a tremer de novo. Igual antes, ela ficou imóvel enquanto chegava no auge do prazer, mas dessa vez eu não parei. Continuei movendo minha cintura pra cima e pra baixo enquanto ela, quieta e paralisada, só podia continuar aproveitando enquanto as ondas de prazer invadiam o corpo dela. Ela caiu em cima de mim, meio cansada, mas eu já tava desejando ela de novo.
Tirei ela de cima de mim e sentei ela num sofá pequeno que tinha atrás. Abri as pernas dela e comecei a lamber, a comer aquela delicada e deliciosa iguaria que misturava vermelho e branco. Minha língua percorria cada canto da buceta dela. Comecei com o clitóris delicado, lambendo e chupando. Parava pra passar minha língua do cu dela até chegar de novo naquele pequeno tesouro. Enfiava minha língua dentro dela o mais fundo possível, enquanto minhas mãos iam pros peitos dela e pra boca dela, pra ela provar um pouco dos próprios sucos gostosos. Ela só se entregava ao prazer, apertando minha cabeça contra ela e puxando meu cabelo como sinal de satisfação. Depois de um tempo, ela pediu pra eu meter, então fiquei de joelhos na frente dela, sem fechar as pernas dela, e deixei meu pau na entrada. Ela, toda excitada, pedia pra eu enfiar rápido. Comecei a bombar, entrando e saindo dela sem parar. Buzinou um carro lá fora.
— Para, para, minha mãe chegou — ela disse, tentando se afastar.
— Não importa se é ela, a gente se veste quando abrirem a porta da sala; embora eu ache que não teríamos ouvido ela abrir, não queria parar naquele momento.
Continuei penetrando ela enquanto ela me olhava com cara de safada e medo de sermos pegos. Peguei meu polegar e comecei a mexer no clitóris dela. Ela enlouqueceu, o corpo se contorcia e ela gemia. Tive que esquecer os peitos dela e tampar a boca dela pra não fazer tanto barulho. Notei como os dedos dos pés dela se contraíam, sinal claro de um orgasmo próximo. Sem hesitar, aumentei o ritmo, até que ela soltou um gemido abafado na minha mão e ficou paralisada. Ela tinha gozado de novo.
Fiquei de pé na frente dela e falei que era minha vez. Então ela se ajoelhou e meteu na boca. Enfiava e tirava, lambia da base até a cabeça, que ela adorava lamber mais e morder de leve, sabendo que sou muito sensível ali, enquanto me olhava. Eu queria encher aquela boca gostosa rápido, então tirei da mão dela e comecei a bater uma na frente dela, enquanto nos olhávamos fixo. Quando senti que ia gozar, meti de novo na boca dela e continuei o mesmo movimento como se estivesse transando com ela. Estuprava a boca dela até que uma descarga saiu do meu pau e encheu a boca e a garganta dela. Vários jorros saíam enquanto eu sentia os choques do meu orgasmo. Quando terminei, tirei da boca dela. Ela estava meio engasgada e disse que tinha problemas com substâncias viscosas, mesmo assim engoliu tudo sem deixar uma gota na boca nem desperdiçar nada. Pedi pra ela me limpar, e ela obedeceu direitinho, limpando cada resto de porra enquanto saboreava.
A gente se vestiu e desceu bem na hora que a mãe dela entrava em casa. O irmão dela não falou nada, e a gente também não.
2 comentários - Tardiando en la casa de Ana