Olá, meu nome é Aldo, sou um cara muito bonito, embora tímido e um pouco quieto, e tenho uma história real pra contar. Isso aconteceu há um tempo, já faz vários anos, e eu morava na casa do meu pai, Javier. Minha mãe já tinha ido embora há muito tempo pra formar outra família, e minha irmã Laura, que tinha 21 anos, já morava num apartamento em outra parte da cidade há quase um ano. Sinceramente, doeu pra caralho quando minha irmã saiu e me deixou aqui sozinho, porque a gente se dava muito bem, sempre nos divertíamos juntos...
Sempre a considerei uma pessoa muito linda pelo jeito dela e pela beleza dela: pele branca, cabelo castanho claro, olhos verdes claros, bem curvilínea. Foi por isso que ela conseguiu um trampo bem tranquilo numa grande empresa internacional como recepcionista de meio período de manhã, e à tarde trabalhava no centro de convenções como hostess nos eventos que rolavam.
(Preciso admitir que, quando ela se arrumava pra ir trabalhar no centro de convenções e se enfiava naqueles vestidinhos com um decote que mostrava os peitos dela — firmes, lindos, carnudos, com certeza duros, porque quando se moviam não balançavam pra cima e pra baixo, ficavam parados, sinal claro de que eram bem milf — e também aquelas blusas que deixavam o umbiguinho de fora, uma cinturinha de pilão, e mais embaixo uns quadris bem formados, com umas pernas lisas e fortes e uma bunda... uff... que enlouquece qualquer homem... empinada, apontando pra cima, redonda e contornada, e quando ela andava dava pra ver que era dura e linda),
por isso, e com a grana que ela agora tinha, mesmo tendo praticamente tudo aqui em casa, ela decidiu se virar sozinha e comprar as próprias coisas. Várias vezes fui visitar ela no apartamento, e puta merda, ela gostava de coisas finas, tanto que com certeza... todo o dinheiro dela ia embora comprando essas coisas e pagando o aluguel do apartamento.
Tudo seguia normal até que veio uma das crises econômicas mais fodas que já se viu no país. A empresa internacional onde minha irmã trabalhava cortou uma porrada de gente, incluindo ela, e os eventos no centro de convenções eram raros e mal pagos. Então, minha irmã teve que sair logo de onde estava e ainda se desfazer das coisas que tinha comprado com as amigas.
Naquela época, lá em casa, o quarto da minha irmã no andar de cima, meu pai tinha adaptado pra alugar pra estudantes de uma universidade particular muito foda, que fica a só 10 minutos de casa. E isso era uma grana bem importante pra gente, porque esses caras não ligavam pra gastar na hora de pagar o aluguel do quarto.
Só que, pela necessidade da minha irmã de voltar pra casa, mas o quarto dela tava ocupado por um estudante bem generoso com dinheiro, meu pai se recusava a devolver o quarto pra ela. E, pelo que vi, ele também tava magoado por ela ter ido embora. Acho que ele levou muito pro pessoal. Laura, como era de se esperar, implorou pelo amor de pai e pediu pra cancelar o contrato desse cara, claro, explicando os motivos e torcendo pra ele não meter um processo ou algo assim. O estudante rico, longe de ficar puto, só pediu que devolvessem o que ele tinha pago adiantado e disse que entendia a situação, que ele ia achar outro lugar pra ficar.
Meu pai, apesar de se dar super bem com minha irmã desde pequena — porque ela era e é a queridinha do papai —, não levou isso numa boa, porque era uma grana que ele já tinha até investido em equipamento pro negócio e pra segurar um pouco a crise econômica que tava pegando pesado nele também. Mas ele reconhecia que o estudante tava certo, e não sem muito Na marra, ela conseguiu o dinheiro e devolveu, e com isso minha irmã conseguiu se instalar de novo no quarto dela.
Eu tava feliz pra caralho que a Laura tinha voltado, mas a felicidade durou pouco porque quase na hora meu pai e minha irmã começaram umas discussões bem pesadas sobre o quarto dela. Meu pai argumentava que ela devia pelo menos contribuir com alguma coisa, já que a gente tava numa situação financeira bem fudida, e o fato de o quarto não estar mais sendo alugado significava uma perda de renda muito importante. Então, era necessário que ela desse uma ajuda, nem que fosse pouca, pra gente conseguir lidar melhor com as despesas e a crise.
As brigas eram tão insuportáveis que ou eu me trancava no meu quarto com cadeado e tudo, ou tinha que sair pra dar uma volta no quarteirão ou ir pra casa de algum amigo.
Mas aí aconteceu uma coisa que eu achei maravilhosa: do nada, as brigas pararam. Laura e meu pai não discutiam mais. Fiquei felizão, mas também percebi algo estranho, um comportamento diferente nos dois, principalmente na Laura. Desde que tinham parado de brigar, ela vivia com olheiras, cansada, reclamava de dor no corpo, e acordava mais tarde que o normal ou dormia mais cedo. No começo, pensei que ela tava saindo pra farrear escondida do pai, mas achei improvável. Aí pensei que ela tava doente, mas, ao contrário disso, tirando o que eu já falei, o corpo dela tava estourando de tão gostosa. Quando ela descia pra tomar café com pouca roupa, aparecia com uma figura de arrasar, e tenho que admitir que eu ficava vermelho toda vez que via ela de shortinho curto e blusinhas bem fininhas e coladas. E, como homem, reconhecia que minha irmã Laura era uma puta gostosa.
Uma noite que eu não conseguia dormir, pensei em ver um filme pra pegar no sono, mas o que eu queria ver era um que minha irmã tinha comprado. Então, pensei em pedir pra ela me emprestar, mas imaginei que ela já devia estar dormindo. Eu sabia bem onde o filme estava. na mão na mesa dela, então nem precisaria incomodá-la pra pegar, então saí do meu quarto no escuro. no entanto, desde que saí, dava pra sentir uma atmosfera estranha, diferente, algo no ar. eu percebia que não era normal, mas não dei importância, achei que era por causa da minha insônia. então fui pro quarto da minha irmã subindo as escadas. conforme subia, quase nos primeiros degraus, comecei a notar um barulho estranho, tipo um nheque, nheque, nheque, nheque. fiquei surpreso e, antes de continuar subindo, comecei a pensar no que poderia ser, porque o barulho era igual e constante. a única coisa que me vinha à cabeça era que minha irmã Laura estivesse pulando na cama, já que relacionei o barulho com as molas do móvel, coisa que, naquela hora e com a idade dela, descartei, porque era coisa de criança. continuei subindo os degraus e, aos poucos, o barulho que eu achava que era das molas começou a se misturar com outro som, esse mais claro, identificável e inconfundível na voz de Laura: ahhh…, ahhh…, mmm…, ahhh…, ahhh…
parei de novo, mas agora completamente chocado. era claríssimo o que estava rolando. apesar da minha pouca idade naquela época, eu sabia perfeitamente o que estava acontecendo no quarto da minha irmã. mas como? a que horas alguém entrou? quem seria? porque eu não conhecia nenhum namorado sério dela há um tempo. só se fosse alguém recente que ela tivesse conhecido. mas como entrou? se eu, que não consegui dormir direito, teria percebido pelo barulho. pela janela? também não, era o segundo andar, impossível. pelo teto? menos ainda. e então?? fiquei parado ouvindo o som das molas e dos gemidos da Laura. pensei que era algo que não me importava e que era melhor voltar pro meu quarto. mas pra isso, a ereção imponente que eu tinha e a curiosidade que matou a puta me fizeram não só não voltar, como também continuar avançando passo a passo, devagar. mas Quem seria o sortudo que estava aproveitando o corpo gostoso da minha irmã? Que inveja, sinceramente.
Ao chegar na beirada onde dava pra ver a porta, os barulhos aumentavam e os gemidos já estavam altos pra caralho, era óbvio que a Laura tava sendo comida de um jeito foda. Fiquei felizão de ver a porta dela aberta e a luz acesa, porque sabia como o quarto dela era arrumado e dava pra espiar sem ser visto. Meu coração tava batendo que nem um louco, meu pau tava durasso, minha respiração acelerou porque sabia o que ia ver. Tava a poucos metros de ver minha irmã no sexo e foi quando ouvi tão claro que não tinha dúvida:
— Ufff…, Laura, não acredito como você é apertada…. Mmm…
— Laura, você gosta? Gosta de eu estar dentro de você?
Meu coração deu um pulo, acho que até fiquei pálido de ouvir a voz do meu pai saindo do quarto da minha irmã.
Senti medo e tesão ao mesmo tempo… era difícil de explicar.
Acelerei os passos que faltavam pra chegar na beirada da porta e espiar com cuidado a cena que mais ia me marcar na vida….
Lá estava minha irmã, completamente pelada, o corpo gostoso todo suado de quem já tava sendo comida fazia tempo, as pernas abertas e enroscadas na cintura do meu pai, as duas mãos puxando o cabelo, a cara toda vermelha, os olhos revirando pra todo lado, com um olhar perdido no prazer, os peitos dela… uff… que peitos…, redondos, grandes…, lindos…, balançando no ritmo das metidas do meu pai, os bicos roçados, grandes e duros de tesão, a auréola bem grande e marcada. E do outro lado, meu pai em cima dela; um baita homem, alto, enorme, de costas largas, com a cintura colada na cintura da Laura, se movendo pra frente e pra trás num ritmo gostoso e hipnótico, tão sincronizado que… Laura se mexia, era óbvio que não era a primeira vez que faziam aquilo, os dois tinham um ritmo constante, uníssono e hipnotizante, que imagem ver meu pai comendo monumentalmente minha irmã, a própria filha dele…, forte e forte a bombada, e Laura, longe, muito longe de recusar, abria mais as pernas e os braços colocava na cintura do meu pai pra empurrá-los mais pra dentro, o rosto do meu pai eu não via direto, mas através do espelho dava pra ver que ele estava aproveitando como nunca de poder penetrar a bonequinha barbie que era minha irmã.
Enquanto Laura só soltava gemidos e gemidos, meu pai só dizia o bem que se sentia entrar nela, o apertada que ela era e o quente que sentia a buceta dela.
Não sei quanto tempo ficaram assim com aquele vai e vem de quadris juntos, de movimentos rítmicos e compassados pelo ranger das molas da cama, minha irmã já estava banhada em suor, com vários orgasmos nas costas, e de repente, sem dizer mais nada, meu pai parou e substituiu o vai e vem rítmico por um mete e tira mais profundo, mais prolongado, já não era tão rápido, eram agora estocadas que faziam com que a cabeça do pau dele chegasse e tocasse o colinho do útero dela, com o que Laura, cada vez que sentia aquilo, sua boquinha linda se abria imensamente, apertava os olhos e fazia caretas, sinal inequívoco de que estava sentindo a pica do meu pai em toda sua extensão e potência. Foram várias as estocadas que ela recebeu dessa forma, mas Laura firme sempre aguentando o embate e recebendo o pau do meu pai com coragem.
Meu pai foi quem cansou e, sem tirar o pau ereto da buceta molhada da minha irmã, parou de se mover pra descansar um pouco, se inclinou pra frente e começou a beijá-la na boca, dava pra ver as línguas deles entrando numa batalha, que gostosos devem ser os lábios da minha irmã, pensei, a língua dela também parece deliciosa, digna do corpaço que ela tem.
Depois de um tempo se beijando, meu pai finalmente Saiu do corpo da Laura o que vi foi ainda mais impressionante, o pau do meu pai parecia enorme, comprido e duro, completamente molhado pelos orgasmos da Laura que tinham inundado ele, mas o melhor foi ver a Laura totalmente aberta de pernas, sem um único pelo na buceta depilada dela, toda escorrendo em suco vaginal graças ao falo imponente do meu pai que tinha feito ela gozar, a boceta dela, por deus, que linda, realmente parecia pequena, parecia apertada, com certeza meu pai deve ter se sentido no paraíso estando dentro daquilo.
Minha irmã não tirava os olhos da piroca dura do meu pai, a surra que ela tinha levado foi sem dúvida impressionante e com certeza ela queria ver o que tinha causado todo aquele prazer.
Meu pai se deitou de barriga pra cima na cama, o pau dele estava tão duro que apontava pro teto, "Vem, Laurita, é hora de você me montar", disse meu pai, Laura só engoliu saliva, mas sem dizer nada se levantou por um momento, com isso agora sim eu vi ela inteiramente nua, por deus..., mas que peitões..., que não caíam mesmo com ela de pé, que rabão..., meu pai tocava ela como podia..., que pernas, que buceta, que coxas..., o corpo todo dela suado e brilhando, foram uns segundos porque minha irmã subiu na cama e montou em cima do meu pai pra cavalgar ele.
"Laura, você vai realmente meter tudo isso?", pensei eu observando atônito.
Ela se levantou o suficiente pra colocar a entrada da vagina dela na cabeça do pau enorme do meu pai, aos poucos foi descendo, pude ver como desaparecia primeiro a cabeça dele, que não foi fácil porque foi meio lento pra entrar, e depois aos poucos o tronco foi sumindo dentro da vagina da minha irmã, que bundão pelo amor de deus que ela tinha, que racha de raba..., não dava pra ver o rosto dela mas pelos gemidos que se ouviam ela devia estar sofrendo um pouco com o que estava entrando, e faltando uns poucos centímetros pra enfiar tudo, eu acho que... de novo a ponta da cabeça da pica do meu pai chegou no colinho da Laura, então ela parou de descer.
— Até aí, Laura? — disse meu pai.
— Sim, pai... mmm... aahhh... siiiim... já não consigo descer mais, tô com ele bem dentro.
— Então cavalga em mim — disse meu pai de novo.
E Laura devagar começou a subir, e eu pude notar como enquanto subia, deixava o tronco cheio de suco de buceta. Depois Laura desceu e subiu de novo, e começou num ritmo cadenciado a cavalgar ele. Que imagem... vendo as nalgas enormes, aquela bunda da Laura subindo e descendo, enquanto os gemidos eram enormes.
— Siiim... papai... mmmm... que grande tua pica... aahhh... mmffff...
— Laura, não tão forte que seu irmão Aldo pode te ouvir — disse meu pai.
Mas ela já estava em outro lugar, aproveitando a pica bem dentro do meu pai, mexendo os quadris pra cima e pra baixo.
Meu pai colocou as duas mãos nas nalgas da Laura e deu um tapa. As mãos dele quicaram e as nalgas dela mal se mexeram. Meu Deus, que grandes e duras estavam. Depois ele pegou elas de novo com as duas mãos e abriu e fechou, e depois abriu de novo. Que espetáculoooo...
Meu Deus, melhor que filme pornô... cada vez que meu pai abria as nalgas dela, eu podia ver o cuzinho da minha irmã, rosadinho, pequenininho, lindo.
A cavalgada da Laura parecia não ter fim. Ela subia e descia como possuída. Eu via o rosto dela cheio de luxúria e prazer. Parecia que não ia acabar, e meu pai não mostrava sinal de gozar, só aproveitava o corpo da FILHA dele... sem dúvida, o melhor corpo que ele já tinha comido na vida toda.
Eu podia passar horas contando e detalhando todas as outras posições que eles fizeram. Foram várias e todas de longa duração, todas faziam Laura tremer. Mas a que eu mais queria ver, a de quatro, onde meu pai abrisse a bunda da filha dele como se fosse o melhor, ele deixou pro final.
Laura ficou de quatro. A vista pra mim era de lado, então a penetração eu veria de lado. Era excelente, porra. assim, além de vê-la, eu também observaria o rosto dela. Meu pai colocou o pênis a alguns centímetros da bunda dela.
- Meu Deus, se meu pai conseguir comer ela até o fundo pela bunda, ele é meu novo ídolo, meu herói, minha admiração e inveja, eu pensava. Eu estava super excitado vendo o espetáculo sem que eles percebessem.
Meu pai se aproximou mais da bunda da Laura e colocou a cabeça na entrada, empurrou um pouco. Imediatamente virei para olhar a Laura, ela fechou os olhos e soltou um leve:
aayyyy…. Mmmm…. Siiiii meteemeeelaaa… buceta linda. Meu pai empurrou de novo e agora entrou um pouco. Com aquele pouco que já tinha entrado, ele deu um empurrão mais forte e a cabeça entrou.
Os olhos da Laura foram para o teto e o gemido foi longo e prolongado, enquanto meu pai a penetrava mais… e mais….
Pai, você é meu ídolo, que foda, que comilança você tá dando na sua própria filha, que penetradas, que inveja, queria ser igual a você e estar comendo a Laura toda noite.
O pênis do meu pai continuava avançando até que as bolas dele tocaram as lindas nádegas dela.
Ahhh… Pai, você tá me ahhh… partindo em ahhh… doisss…, espera mmm… já não aguento mais ahhh… acho que vai sair pela mmm… boca; dizia minha irmã.
Aguenta meu pau Laura; disse meu pai.
Pai, não, já ahh… ahh… ahh… sério, tira ele que você me parte ahh… mmm… ahh… no meio.
Você sabe que tenho que deixar um tempinho pra você se acostumar.
Ahhh… siiiii…, mas é que ahhh… agora acho que não aguento.
E sem dizer nada, meu pai começou a bombar ela pela bunda. Outro movimento de quadril hipnótico. Minha irmã acho que queria se soltar, mas estava tão empalada e meu pai a segurava tão firme pelos quadris que ela só conseguiu se enfiar mais… e mais… e enquanto meu pai dava uma bombada impressionante, eu me concentrava nos peitos que balançavam da Laura, que mesmo assim pareciam duros e no lugar, e depois na carinha dela fazendo mil gestos com caretas desencaixadas e babando, porque com certeza já não sabia se ainda estava na terra. Ahhh…, mmm… ahrghhhh… uffff…, aii… aiii…, ahhh… siii…, mmm… papai…, papazinho… mmm… ahhh… ahhh… ahhh… ahhh…
O movimento era frenético, meu pai começou a suar pra caralho, Laura já não gemia, só ficava de boca aberta, o vai e vinha era muito rápido, meu pai começou agora a gemer de prazer gritando: vou gozar, Laura, vou gozar… arghhhhhhhhhhh… arghhhhhh… toma… filhinha… toma tudinho… tudinho…
Quero supor que jorros e jorros de esperma inundaram a buceta da Laura, que só fechou os olhos com aquela onda toda na buceta enorme dela.
Meu pai parou, ainda com a respiração ofegante, tirou o pau ainda durasso da buceta da Laura e se deitou de barriga pra cima. Ela, toda cansada, deitou em cima dele e falou:
— Papai…!!! De novo você fez sem camisinha…!!! Que bom, mas pelo menos gozou na minha buceta, porque senti que foi bastante.
— Lau, você sabe que eu gosto sem camisinha, que seja o contato pele com pele.
— Além disso, a gente precisa descansar um pouco pra próxima sentada.
— Você tá louco? — disse minha irmã. — Da última vez que você me comeu três vezes, quase não consegui me levantar no dia seguinte. Acho que com uma já tá bom.
— Não — disse meu pai. — Você sabe que não vai ser assim. Se quiser continuar morando nessa casa, sabe que no mínimo são várias fodas toda vez que a gente transa.
E dizendo isso, meu pai beijou minha irmã freneticamente na boca enquanto apagava a luz do abajur que tinha ficado a um metro de onde ele se deitou, deixando o quarto todo na penumbra, e eu ouvindo de novo o que meu pai e minha irmã faziam.
Isso aconteceu alguns anos atrás, e agora eu me atrevo a contar através dessa página da internet… a única coisa que é falsa são os nomes, porque o que acabei de contar é totalmente real.
Hoje eu moro fora da casa dos meus pais, assim como minha irmã, que já tem um namorado que dá muito dinheiro pra ela, mas acho que ela sempre tem encontros com meu pai.
Sempre a considerei uma pessoa muito linda pelo jeito dela e pela beleza dela: pele branca, cabelo castanho claro, olhos verdes claros, bem curvilínea. Foi por isso que ela conseguiu um trampo bem tranquilo numa grande empresa internacional como recepcionista de meio período de manhã, e à tarde trabalhava no centro de convenções como hostess nos eventos que rolavam.
(Preciso admitir que, quando ela se arrumava pra ir trabalhar no centro de convenções e se enfiava naqueles vestidinhos com um decote que mostrava os peitos dela — firmes, lindos, carnudos, com certeza duros, porque quando se moviam não balançavam pra cima e pra baixo, ficavam parados, sinal claro de que eram bem milf — e também aquelas blusas que deixavam o umbiguinho de fora, uma cinturinha de pilão, e mais embaixo uns quadris bem formados, com umas pernas lisas e fortes e uma bunda... uff... que enlouquece qualquer homem... empinada, apontando pra cima, redonda e contornada, e quando ela andava dava pra ver que era dura e linda),
por isso, e com a grana que ela agora tinha, mesmo tendo praticamente tudo aqui em casa, ela decidiu se virar sozinha e comprar as próprias coisas. Várias vezes fui visitar ela no apartamento, e puta merda, ela gostava de coisas finas, tanto que com certeza... todo o dinheiro dela ia embora comprando essas coisas e pagando o aluguel do apartamento.
Tudo seguia normal até que veio uma das crises econômicas mais fodas que já se viu no país. A empresa internacional onde minha irmã trabalhava cortou uma porrada de gente, incluindo ela, e os eventos no centro de convenções eram raros e mal pagos. Então, minha irmã teve que sair logo de onde estava e ainda se desfazer das coisas que tinha comprado com as amigas.
Naquela época, lá em casa, o quarto da minha irmã no andar de cima, meu pai tinha adaptado pra alugar pra estudantes de uma universidade particular muito foda, que fica a só 10 minutos de casa. E isso era uma grana bem importante pra gente, porque esses caras não ligavam pra gastar na hora de pagar o aluguel do quarto.
Só que, pela necessidade da minha irmã de voltar pra casa, mas o quarto dela tava ocupado por um estudante bem generoso com dinheiro, meu pai se recusava a devolver o quarto pra ela. E, pelo que vi, ele também tava magoado por ela ter ido embora. Acho que ele levou muito pro pessoal. Laura, como era de se esperar, implorou pelo amor de pai e pediu pra cancelar o contrato desse cara, claro, explicando os motivos e torcendo pra ele não meter um processo ou algo assim. O estudante rico, longe de ficar puto, só pediu que devolvessem o que ele tinha pago adiantado e disse que entendia a situação, que ele ia achar outro lugar pra ficar.
Meu pai, apesar de se dar super bem com minha irmã desde pequena — porque ela era e é a queridinha do papai —, não levou isso numa boa, porque era uma grana que ele já tinha até investido em equipamento pro negócio e pra segurar um pouco a crise econômica que tava pegando pesado nele também. Mas ele reconhecia que o estudante tava certo, e não sem muito Na marra, ela conseguiu o dinheiro e devolveu, e com isso minha irmã conseguiu se instalar de novo no quarto dela.
Eu tava feliz pra caralho que a Laura tinha voltado, mas a felicidade durou pouco porque quase na hora meu pai e minha irmã começaram umas discussões bem pesadas sobre o quarto dela. Meu pai argumentava que ela devia pelo menos contribuir com alguma coisa, já que a gente tava numa situação financeira bem fudida, e o fato de o quarto não estar mais sendo alugado significava uma perda de renda muito importante. Então, era necessário que ela desse uma ajuda, nem que fosse pouca, pra gente conseguir lidar melhor com as despesas e a crise.
As brigas eram tão insuportáveis que ou eu me trancava no meu quarto com cadeado e tudo, ou tinha que sair pra dar uma volta no quarteirão ou ir pra casa de algum amigo.
Mas aí aconteceu uma coisa que eu achei maravilhosa: do nada, as brigas pararam. Laura e meu pai não discutiam mais. Fiquei felizão, mas também percebi algo estranho, um comportamento diferente nos dois, principalmente na Laura. Desde que tinham parado de brigar, ela vivia com olheiras, cansada, reclamava de dor no corpo, e acordava mais tarde que o normal ou dormia mais cedo. No começo, pensei que ela tava saindo pra farrear escondida do pai, mas achei improvável. Aí pensei que ela tava doente, mas, ao contrário disso, tirando o que eu já falei, o corpo dela tava estourando de tão gostosa. Quando ela descia pra tomar café com pouca roupa, aparecia com uma figura de arrasar, e tenho que admitir que eu ficava vermelho toda vez que via ela de shortinho curto e blusinhas bem fininhas e coladas. E, como homem, reconhecia que minha irmã Laura era uma puta gostosa.
Uma noite que eu não conseguia dormir, pensei em ver um filme pra pegar no sono, mas o que eu queria ver era um que minha irmã tinha comprado. Então, pensei em pedir pra ela me emprestar, mas imaginei que ela já devia estar dormindo. Eu sabia bem onde o filme estava. na mão na mesa dela, então nem precisaria incomodá-la pra pegar, então saí do meu quarto no escuro. no entanto, desde que saí, dava pra sentir uma atmosfera estranha, diferente, algo no ar. eu percebia que não era normal, mas não dei importância, achei que era por causa da minha insônia. então fui pro quarto da minha irmã subindo as escadas. conforme subia, quase nos primeiros degraus, comecei a notar um barulho estranho, tipo um nheque, nheque, nheque, nheque. fiquei surpreso e, antes de continuar subindo, comecei a pensar no que poderia ser, porque o barulho era igual e constante. a única coisa que me vinha à cabeça era que minha irmã Laura estivesse pulando na cama, já que relacionei o barulho com as molas do móvel, coisa que, naquela hora e com a idade dela, descartei, porque era coisa de criança. continuei subindo os degraus e, aos poucos, o barulho que eu achava que era das molas começou a se misturar com outro som, esse mais claro, identificável e inconfundível na voz de Laura: ahhh…, ahhh…, mmm…, ahhh…, ahhh…
parei de novo, mas agora completamente chocado. era claríssimo o que estava rolando. apesar da minha pouca idade naquela época, eu sabia perfeitamente o que estava acontecendo no quarto da minha irmã. mas como? a que horas alguém entrou? quem seria? porque eu não conhecia nenhum namorado sério dela há um tempo. só se fosse alguém recente que ela tivesse conhecido. mas como entrou? se eu, que não consegui dormir direito, teria percebido pelo barulho. pela janela? também não, era o segundo andar, impossível. pelo teto? menos ainda. e então?? fiquei parado ouvindo o som das molas e dos gemidos da Laura. pensei que era algo que não me importava e que era melhor voltar pro meu quarto. mas pra isso, a ereção imponente que eu tinha e a curiosidade que matou a puta me fizeram não só não voltar, como também continuar avançando passo a passo, devagar. mas Quem seria o sortudo que estava aproveitando o corpo gostoso da minha irmã? Que inveja, sinceramente.
Ao chegar na beirada onde dava pra ver a porta, os barulhos aumentavam e os gemidos já estavam altos pra caralho, era óbvio que a Laura tava sendo comida de um jeito foda. Fiquei felizão de ver a porta dela aberta e a luz acesa, porque sabia como o quarto dela era arrumado e dava pra espiar sem ser visto. Meu coração tava batendo que nem um louco, meu pau tava durasso, minha respiração acelerou porque sabia o que ia ver. Tava a poucos metros de ver minha irmã no sexo e foi quando ouvi tão claro que não tinha dúvida:
— Ufff…, Laura, não acredito como você é apertada…. Mmm…
— Laura, você gosta? Gosta de eu estar dentro de você?
Meu coração deu um pulo, acho que até fiquei pálido de ouvir a voz do meu pai saindo do quarto da minha irmã.
Senti medo e tesão ao mesmo tempo… era difícil de explicar.
Acelerei os passos que faltavam pra chegar na beirada da porta e espiar com cuidado a cena que mais ia me marcar na vida….
Lá estava minha irmã, completamente pelada, o corpo gostoso todo suado de quem já tava sendo comida fazia tempo, as pernas abertas e enroscadas na cintura do meu pai, as duas mãos puxando o cabelo, a cara toda vermelha, os olhos revirando pra todo lado, com um olhar perdido no prazer, os peitos dela… uff… que peitos…, redondos, grandes…, lindos…, balançando no ritmo das metidas do meu pai, os bicos roçados, grandes e duros de tesão, a auréola bem grande e marcada. E do outro lado, meu pai em cima dela; um baita homem, alto, enorme, de costas largas, com a cintura colada na cintura da Laura, se movendo pra frente e pra trás num ritmo gostoso e hipnótico, tão sincronizado que… Laura se mexia, era óbvio que não era a primeira vez que faziam aquilo, os dois tinham um ritmo constante, uníssono e hipnotizante, que imagem ver meu pai comendo monumentalmente minha irmã, a própria filha dele…, forte e forte a bombada, e Laura, longe, muito longe de recusar, abria mais as pernas e os braços colocava na cintura do meu pai pra empurrá-los mais pra dentro, o rosto do meu pai eu não via direto, mas através do espelho dava pra ver que ele estava aproveitando como nunca de poder penetrar a bonequinha barbie que era minha irmã.
Enquanto Laura só soltava gemidos e gemidos, meu pai só dizia o bem que se sentia entrar nela, o apertada que ela era e o quente que sentia a buceta dela.
Não sei quanto tempo ficaram assim com aquele vai e vem de quadris juntos, de movimentos rítmicos e compassados pelo ranger das molas da cama, minha irmã já estava banhada em suor, com vários orgasmos nas costas, e de repente, sem dizer mais nada, meu pai parou e substituiu o vai e vem rítmico por um mete e tira mais profundo, mais prolongado, já não era tão rápido, eram agora estocadas que faziam com que a cabeça do pau dele chegasse e tocasse o colinho do útero dela, com o que Laura, cada vez que sentia aquilo, sua boquinha linda se abria imensamente, apertava os olhos e fazia caretas, sinal inequívoco de que estava sentindo a pica do meu pai em toda sua extensão e potência. Foram várias as estocadas que ela recebeu dessa forma, mas Laura firme sempre aguentando o embate e recebendo o pau do meu pai com coragem.
Meu pai foi quem cansou e, sem tirar o pau ereto da buceta molhada da minha irmã, parou de se mover pra descansar um pouco, se inclinou pra frente e começou a beijá-la na boca, dava pra ver as línguas deles entrando numa batalha, que gostosos devem ser os lábios da minha irmã, pensei, a língua dela também parece deliciosa, digna do corpaço que ela tem.
Depois de um tempo se beijando, meu pai finalmente Saiu do corpo da Laura o que vi foi ainda mais impressionante, o pau do meu pai parecia enorme, comprido e duro, completamente molhado pelos orgasmos da Laura que tinham inundado ele, mas o melhor foi ver a Laura totalmente aberta de pernas, sem um único pelo na buceta depilada dela, toda escorrendo em suco vaginal graças ao falo imponente do meu pai que tinha feito ela gozar, a boceta dela, por deus, que linda, realmente parecia pequena, parecia apertada, com certeza meu pai deve ter se sentido no paraíso estando dentro daquilo.
Minha irmã não tirava os olhos da piroca dura do meu pai, a surra que ela tinha levado foi sem dúvida impressionante e com certeza ela queria ver o que tinha causado todo aquele prazer.
Meu pai se deitou de barriga pra cima na cama, o pau dele estava tão duro que apontava pro teto, "Vem, Laurita, é hora de você me montar", disse meu pai, Laura só engoliu saliva, mas sem dizer nada se levantou por um momento, com isso agora sim eu vi ela inteiramente nua, por deus..., mas que peitões..., que não caíam mesmo com ela de pé, que rabão..., meu pai tocava ela como podia..., que pernas, que buceta, que coxas..., o corpo todo dela suado e brilhando, foram uns segundos porque minha irmã subiu na cama e montou em cima do meu pai pra cavalgar ele.
"Laura, você vai realmente meter tudo isso?", pensei eu observando atônito.
Ela se levantou o suficiente pra colocar a entrada da vagina dela na cabeça do pau enorme do meu pai, aos poucos foi descendo, pude ver como desaparecia primeiro a cabeça dele, que não foi fácil porque foi meio lento pra entrar, e depois aos poucos o tronco foi sumindo dentro da vagina da minha irmã, que bundão pelo amor de deus que ela tinha, que racha de raba..., não dava pra ver o rosto dela mas pelos gemidos que se ouviam ela devia estar sofrendo um pouco com o que estava entrando, e faltando uns poucos centímetros pra enfiar tudo, eu acho que... de novo a ponta da cabeça da pica do meu pai chegou no colinho da Laura, então ela parou de descer.
— Até aí, Laura? — disse meu pai.
— Sim, pai... mmm... aahhh... siiiim... já não consigo descer mais, tô com ele bem dentro.
— Então cavalga em mim — disse meu pai de novo.
E Laura devagar começou a subir, e eu pude notar como enquanto subia, deixava o tronco cheio de suco de buceta. Depois Laura desceu e subiu de novo, e começou num ritmo cadenciado a cavalgar ele. Que imagem... vendo as nalgas enormes, aquela bunda da Laura subindo e descendo, enquanto os gemidos eram enormes.
— Siiim... papai... mmmm... que grande tua pica... aahhh... mmffff...
— Laura, não tão forte que seu irmão Aldo pode te ouvir — disse meu pai.
Mas ela já estava em outro lugar, aproveitando a pica bem dentro do meu pai, mexendo os quadris pra cima e pra baixo.
Meu pai colocou as duas mãos nas nalgas da Laura e deu um tapa. As mãos dele quicaram e as nalgas dela mal se mexeram. Meu Deus, que grandes e duras estavam. Depois ele pegou elas de novo com as duas mãos e abriu e fechou, e depois abriu de novo. Que espetáculoooo...
Meu Deus, melhor que filme pornô... cada vez que meu pai abria as nalgas dela, eu podia ver o cuzinho da minha irmã, rosadinho, pequenininho, lindo.
A cavalgada da Laura parecia não ter fim. Ela subia e descia como possuída. Eu via o rosto dela cheio de luxúria e prazer. Parecia que não ia acabar, e meu pai não mostrava sinal de gozar, só aproveitava o corpo da FILHA dele... sem dúvida, o melhor corpo que ele já tinha comido na vida toda.
Eu podia passar horas contando e detalhando todas as outras posições que eles fizeram. Foram várias e todas de longa duração, todas faziam Laura tremer. Mas a que eu mais queria ver, a de quatro, onde meu pai abrisse a bunda da filha dele como se fosse o melhor, ele deixou pro final.
Laura ficou de quatro. A vista pra mim era de lado, então a penetração eu veria de lado. Era excelente, porra. assim, além de vê-la, eu também observaria o rosto dela. Meu pai colocou o pênis a alguns centímetros da bunda dela.
- Meu Deus, se meu pai conseguir comer ela até o fundo pela bunda, ele é meu novo ídolo, meu herói, minha admiração e inveja, eu pensava. Eu estava super excitado vendo o espetáculo sem que eles percebessem.
Meu pai se aproximou mais da bunda da Laura e colocou a cabeça na entrada, empurrou um pouco. Imediatamente virei para olhar a Laura, ela fechou os olhos e soltou um leve:
aayyyy…. Mmmm…. Siiiii meteemeeelaaa… buceta linda. Meu pai empurrou de novo e agora entrou um pouco. Com aquele pouco que já tinha entrado, ele deu um empurrão mais forte e a cabeça entrou.
Os olhos da Laura foram para o teto e o gemido foi longo e prolongado, enquanto meu pai a penetrava mais… e mais….
Pai, você é meu ídolo, que foda, que comilança você tá dando na sua própria filha, que penetradas, que inveja, queria ser igual a você e estar comendo a Laura toda noite.
O pênis do meu pai continuava avançando até que as bolas dele tocaram as lindas nádegas dela.
Ahhh… Pai, você tá me ahhh… partindo em ahhh… doisss…, espera mmm… já não aguento mais ahhh… acho que vai sair pela mmm… boca; dizia minha irmã.
Aguenta meu pau Laura; disse meu pai.
Pai, não, já ahh… ahh… ahh… sério, tira ele que você me parte ahh… mmm… ahh… no meio.
Você sabe que tenho que deixar um tempinho pra você se acostumar.
Ahhh… siiiii…, mas é que ahhh… agora acho que não aguento.
E sem dizer nada, meu pai começou a bombar ela pela bunda. Outro movimento de quadril hipnótico. Minha irmã acho que queria se soltar, mas estava tão empalada e meu pai a segurava tão firme pelos quadris que ela só conseguiu se enfiar mais… e mais… e enquanto meu pai dava uma bombada impressionante, eu me concentrava nos peitos que balançavam da Laura, que mesmo assim pareciam duros e no lugar, e depois na carinha dela fazendo mil gestos com caretas desencaixadas e babando, porque com certeza já não sabia se ainda estava na terra. Ahhh…, mmm… ahrghhhh… uffff…, aii… aiii…, ahhh… siii…, mmm… papai…, papazinho… mmm… ahhh… ahhh… ahhh… ahhh…
O movimento era frenético, meu pai começou a suar pra caralho, Laura já não gemia, só ficava de boca aberta, o vai e vinha era muito rápido, meu pai começou agora a gemer de prazer gritando: vou gozar, Laura, vou gozar… arghhhhhhhhhhh… arghhhhhh… toma… filhinha… toma tudinho… tudinho…
Quero supor que jorros e jorros de esperma inundaram a buceta da Laura, que só fechou os olhos com aquela onda toda na buceta enorme dela.
Meu pai parou, ainda com a respiração ofegante, tirou o pau ainda durasso da buceta da Laura e se deitou de barriga pra cima. Ela, toda cansada, deitou em cima dele e falou:
— Papai…!!! De novo você fez sem camisinha…!!! Que bom, mas pelo menos gozou na minha buceta, porque senti que foi bastante.
— Lau, você sabe que eu gosto sem camisinha, que seja o contato pele com pele.
— Além disso, a gente precisa descansar um pouco pra próxima sentada.
— Você tá louco? — disse minha irmã. — Da última vez que você me comeu três vezes, quase não consegui me levantar no dia seguinte. Acho que com uma já tá bom.
— Não — disse meu pai. — Você sabe que não vai ser assim. Se quiser continuar morando nessa casa, sabe que no mínimo são várias fodas toda vez que a gente transa.
E dizendo isso, meu pai beijou minha irmã freneticamente na boca enquanto apagava a luz do abajur que tinha ficado a um metro de onde ele se deitou, deixando o quarto todo na penumbra, e eu ouvindo de novo o que meu pai e minha irmã faziam.
Isso aconteceu alguns anos atrás, e agora eu me atrevo a contar através dessa página da internet… a única coisa que é falsa são os nomes, porque o que acabei de contar é totalmente real.
Hoje eu moro fora da casa dos meus pais, assim como minha irmã, que já tem um namorado que dá muito dinheiro pra ela, mas acho que ela sempre tem encontros com meu pai.
8 comentários - Vi meu pai e minha irmã
Exelente aporte a la comunidad 👍
Gracias x compartir
PD: Lo que me da gracia de este relato es que yo también me llamo Aldo
este me lo paso un amigo de la web, no es mio