Lembra que eu tava largada no meu quarto tentando arrebentar a buceta com meu consolador favorito, quando tocaram no interfone. Soltei o pau, me levantei e fui atender. "Abre, gostosa, já cheguei". Abri e fui colocar minha varinha transparente cor de fúria e meus saltos agulha. Bateram na porta e eu abri. Minha surpresa foi que ele não veio sozinho. "Olha, sobrinho, que presente vou te dar". Fiquei paralisada, não sabia que ele viria acompanhado. "O que foi, Anti, não vai nos convidar pra entrar?" Reagi e falei: "Sim, entrem". Eles entraram e GERARDO agarrou minha bunda e disse: "Serve uma bebida pra mim e pro meu sobrinho Cedrito também". O garoto falou: "Tio, por favor, me chama de Pedro". "O que vocês querem?" "Uma cerveja", disse GERARDO. "Uma Coca Booty", falou o garoto. Fui pra cozinha e trouxe as bebidas. Quando voltava, reparei no garoto, parecia muito novo, mas era muito gostoso. Eles sentaram e conversavam sobre algo. Entreguei a cerveza pro GERARDO, me inclinando e colocando a bunda quase na cara do garoto. Me virei e a expressão dele parecia que tava ausente. Sorri pra ele, ele pegou o copo e senti o tio começar a apalpar minhas nádegas carnudas e dizer: "Sobrinho, hoje você vai conhecer a melhor buceta da sua vida". "Vai, Anti, anima ele", e me deu um tapa com aquelas mãos grandes na minha bunda. Soltei um suspiro e olhei nos olhos verdes do rapaz. Me aproximei dele e beijei sua boca. Foi meu primeiro beijo com um homem. O garoto ficou tão excitado que derrubou a bebida em cima dele, dando um pulo pra cima e se levantando. Eu fiquei na altura do pau dele e tinha uma boa barraca armada na calça. Me levantei e fui pegar uma toalha, e ouvi o tio dizer: "Gostou do seu presente de aniversário?" "Caralho, que bunda incrível, e ela é linda pra caralho." Voltei e GERARDO disse: "Cedrito, vai no banheiro e se limpa melhor." "Valeu, tio." "Anti, vem aqui sentar em cima de mim." Passei do lado do Pedro e ele era bem mais baixo que eu com meus saltos. Cheguei no assento, me virei... Virei, empinei minha bunda e procurei o volume dele. Ele segurou o próprio pau, colocou pra cima, me agarrou pela alça da calcinha fio-dental e puxou. "Abre a bunda com as duas mãos", ele disse. Fiz isso e ele começou a dar umas encostadinhas no meu cu com a ponta. "Monta em mim", ele mandou. Comecei a me mexer bem devagar, passando a vara inteira dele por toda a minha fresta.
Nisso, o moleque aparece e vê a cena. Fica parado na porta, olhando eu me rebolar gostoso no pau do tio dele.
GERARDO me para e fala: "Vai, mostra pra ele o que você vale." Levantei e fui em direção ao garoto, rebolando tudo que podia. Ele se mexeu como se quisesse vir pra mim, mas tava besta. "Nunca viu um corpo assim, não?", perguntei. "Só nos filmes pornô", ele respondeu. "Pois hoje vou fazer tudo que você quiser", falei, e comecei a beijar ele na boca, segurando o rosto dele. O moleque reagiu, agarrou minha bunda, apertando e abrindo, me beijando com muito tesão. Desci minhas mãos e toquei no pau dele por cima da calça — tava com uma boa tranca.
Parei o beijo, virei de costas e passei minha buceta toda no pau dele. Ele ficou doido, me agarrou e começou a me dar umas metidas. Me soltou, baixou a calça e a cueca boxer, puxou minha calcinha fio-dental pro lado e colocou o pau na entrada do meu cu.
Não podia acreditar: em dois dias, ia dar pra duas rolas diferentes. Fiquei tão excitada que meu cu reagiu, se abrindo sozinho. Ele empurrou, e eu abri tanto que ele penetrou até o fundo. Me inclinei e fiquei de quatro, mostrando toda a minha raba, enquanto ele não parava de me dar umas fodas profundas que me faziam gritar igual uma puta. Ele batia na minha bunda e acelerava as metidas. Eu não aguentava mais de tão bem que ele fodia com aquele pau jovem. Me virei, olhei pra ele e falei: "Moleque, como você fode bem uma bunda, hein?" "Gostou? Até agora eu era virgem." "Pois não parece, porque você tá partindo meu cu no meio."
Isso foi tesão puro. "Valeu, tio, por fazer minha primeira vez ser com essa pedaço de mulher que tem uma bunda tão carnuda que nem dá pra acreditar no prazer que é olhar quando eu tô comendo ela." "Sobrinho, vai lá, levanta ela e traz pra cá. Até aqui, não tirei ela. Fiquei levando as estocadas até que o Gerardo tirou o pau grande e cheio de veias e falou: "Enquanto tão te comendo por trás, eu vou comer tua boca." Ele se levantou, eu me arqueei, peguei o pau dele e enfiei tudo, e ele mamava com gosto porque o sobrinho dele tava me dando um prazer do caralho. Depois de muitas estocadas orais e anais, o Pedro avisou que ia gozar. O tio parou, o moleque tirou, e me ajoelharam. "Vamo, Cedrito, vamos gozar na cara dela." Se colocaram na minha frente, batendo as picas na minha cara. Eu abri a boca e começaram a jorrar porra quentinha. Eu tentava pegar tudo na boca. Depois que terminaram, peguei os dois paus e fiquei alternando dentro da minha boca até deixar eles limpos. "Porra, tio, que foda que eu dei, isso aqui não consigo nem me mexer." "Já te falei que era fantástico, né? Tá aí." GERARDO olhou o relógio, eram 7h. "Porra, que tarde. Vamo, gurizada, que a gente vai chegar atrasado na sua festa de aniversário." "É verdade, tio, vamo." Olharam pra mim, se vestiram e foram embora. FIM.................................
Nisso, o moleque aparece e vê a cena. Fica parado na porta, olhando eu me rebolar gostoso no pau do tio dele.
GERARDO me para e fala: "Vai, mostra pra ele o que você vale." Levantei e fui em direção ao garoto, rebolando tudo que podia. Ele se mexeu como se quisesse vir pra mim, mas tava besta. "Nunca viu um corpo assim, não?", perguntei. "Só nos filmes pornô", ele respondeu. "Pois hoje vou fazer tudo que você quiser", falei, e comecei a beijar ele na boca, segurando o rosto dele. O moleque reagiu, agarrou minha bunda, apertando e abrindo, me beijando com muito tesão. Desci minhas mãos e toquei no pau dele por cima da calça — tava com uma boa tranca.
Parei o beijo, virei de costas e passei minha buceta toda no pau dele. Ele ficou doido, me agarrou e começou a me dar umas metidas. Me soltou, baixou a calça e a cueca boxer, puxou minha calcinha fio-dental pro lado e colocou o pau na entrada do meu cu.
Não podia acreditar: em dois dias, ia dar pra duas rolas diferentes. Fiquei tão excitada que meu cu reagiu, se abrindo sozinho. Ele empurrou, e eu abri tanto que ele penetrou até o fundo. Me inclinei e fiquei de quatro, mostrando toda a minha raba, enquanto ele não parava de me dar umas fodas profundas que me faziam gritar igual uma puta. Ele batia na minha bunda e acelerava as metidas. Eu não aguentava mais de tão bem que ele fodia com aquele pau jovem. Me virei, olhei pra ele e falei: "Moleque, como você fode bem uma bunda, hein?" "Gostou? Até agora eu era virgem." "Pois não parece, porque você tá partindo meu cu no meio."
Isso foi tesão puro. "Valeu, tio, por fazer minha primeira vez ser com essa pedaço de mulher que tem uma bunda tão carnuda que nem dá pra acreditar no prazer que é olhar quando eu tô comendo ela." "Sobrinho, vai lá, levanta ela e traz pra cá. Até aqui, não tirei ela. Fiquei levando as estocadas até que o Gerardo tirou o pau grande e cheio de veias e falou: "Enquanto tão te comendo por trás, eu vou comer tua boca." Ele se levantou, eu me arqueei, peguei o pau dele e enfiei tudo, e ele mamava com gosto porque o sobrinho dele tava me dando um prazer do caralho. Depois de muitas estocadas orais e anais, o Pedro avisou que ia gozar. O tio parou, o moleque tirou, e me ajoelharam. "Vamo, Cedrito, vamos gozar na cara dela." Se colocaram na minha frente, batendo as picas na minha cara. Eu abri a boca e começaram a jorrar porra quentinha. Eu tentava pegar tudo na boca. Depois que terminaram, peguei os dois paus e fiquei alternando dentro da minha boca até deixar eles limpos. "Porra, tio, que foda que eu dei, isso aqui não consigo nem me mexer." "Já te falei que era fantástico, né? Tá aí." GERARDO olhou o relógio, eram 7h. "Porra, que tarde. Vamo, gurizada, que a gente vai chegar atrasado na sua festa de aniversário." "É verdade, tio, vamo." Olharam pra mim, se vestiram e foram embora. FIM.................................
0 comentários - Nati depois da tarde que conheci Gerardo (o zelador)