Memórias do Campo 4

De ser um amante inocente a um corrupto completo é só um passo; entendi isso rapidinho quando meus dias e noites viraram uma sequência de encontros e buscas por prazeres sensuais, de luxúria e de putaria.
A Chiquita continuava sendo objeto do meu prazer; nada que pudesse me dar ficava de fora da mais desenfreada luxúria. Seja no galpão, nas cocheiras ou na cama, ela me oferecia cada buraquinho molhado da sua anatomia.
Já a Lili era a aluna submissa que eu instruía nos gozos do prazer, seguindo as ordens da minha mestra; devagar e com cuidado, Lili se entregava aos prazeres exigidos. Foram necessárias várias tardes de sexo convencional e doce até eu me decidir a dar o próximo “passo”. Naquela tarde, a gente tinha continuado nossas leituras antes de esquentar o suficiente pra ir pro quarto; depois de nos beijar e arrancar as roupas, terminamos pelados na cama numa troca muito excitante de carícias e beijos. Meu dedo do meio desceu até acariciar o botãozinho dela e, enquanto eu beijava e olhava, via ela se contorcendo de prazer. Me levantei devagar sobre ela; beijando suavemente, lambendo os peitos e mordiscando os biquinhos; não parei por aí, fui descendo lentamente, parando uns instantes pra passar a língua no umbigo dela e chegar bem no centro da sua umidade e prazer.
Lili deu um pulo quando sentiu pela primeira vez uma língua acariciar suas partes mais sensíveis. Minha língua percorria a cavidade dela de cima pra baixo, se enchendo de uma umidade doce e pegajosa; minha boca chegou no botãozinho dela e o prendeu entre os lábios, chupando devagar até segurar entre os dentes e forçar ele, ereto, a se esticar e ficar exposto pra língua.
Uma língua doida e brincalhona acariciou aquele clitóris duro de um lado pro outro. Eu olhava pra Lili, buscando os resultados do meu trabalho duro; me senti recompensado ao ver ela levar a mão na barriga, que pulava e saltava enlouquecida pelo prazer.
Não sei quanto tempo durou minha brincadeira, mas o fato é que os fluidos dela jorravam como uma fonte; o corpo dela se contorcia; meus dois dedos penetraram na buceta dela enquanto eu a chupava, até que finalmente a cabeça dela balançou de um lado para o outro, espasmodicamente, ela agarrou o travesseiro e cobriu o rosto para abafar os gritos e gemidos guturais que saíam da garganta dela.
Deitei ao lado dela, vendo-a meio desmaiada, e deixei ela descansar, esperando a reação. Não demorou a chegar; sem avisar, a cabeça e a boca complacentes dela começaram a descer, beijando desde meu peito até minha virilha, algo que sempre me causava cócegas e convulsões. Finalmente chegou ao meu pau e engoliu ele como quem chupa uma mangueira, sedenta no deserto. Como isso não me dava nenhum prazer, além de vê-la engasgar e ter ânsias; me dediquei a ensinar a ela quais partes lamber, chupar, mordiscar, etc. Em pouco tempo ela fazia maravilhas; meu pau estava inchado e enlouquecido pelas atenções dela. Cada vez mais ficava vermelho, grosso, com as carícias e a perfeição da língua dela. Até que finalmente não aguentei mais e derramei todo meu gozo na boca dela. Lili engoliu tudo. Puxando o prepúcio, a cabeça ficou exposta e facilitou a saída de cada jato que inundava a garganta dela. Sentir a boquinha aberta dela, engolindo todo meu sêmen, me dava um prazer imenso.
Tudo convidava ao descanso e ao sono, mas eu era um cara tarado e Lili era uma mulher lasciva em formação; abraçado pelas costas dela, na confortável “colherzinha”, sentia meu pau se esticar ao longo do canal da bunda dela. Beijos na nuca, carícias nos peitos e na barriga dela, surtiram os efeitos desejados: Lili começava a se excitar e se acender de novo.
O pau se esfregava ao longo da bunda; Lili tentava me alcançar com a boca e as mãos; meus braços aprisionavam os peitos e a barriga dela. Finalmente, o pau abriu caminho entre as nádegas até chegar a uma buceta inundada de fluidos e penetrou bem suavemente.
Os corpos se encaixaram num delicioso e rítmico movimento; a sincronização perfeita parecia fruto de anos transando e não inspiração do momento. Lili virava a cabeça e minha boca encontrava uns lábios trêmulos; só precisei de umas poucas e firmes estocadas pra buceta dela explodir como uma romã madura de novo.

Os gemidos e o impulso da bunda dela me anunciaram o orgasmo; nessa hora aproveitei a chance e, tirando meu pau, apontei pro delicioso buraco entre as nádegas; tão lubrificado que a cabeça logo se firmou e começou a entrar naquela porta virgem. Lili deu um pulo e as mãos dela bateram que nem asas de pardal; fez um movimento tentando escapar, acompanhado de gritos e protestos, mas eu segurava firme. O pau com a cabeça intrusa avançou até ficar enterrado nas entranhas da garota.

Os gemidos e protestos continuaram, até que a mão desceu e começou a acariciar o docinho botão dela; aos poucos o cu relaxou e a bunda se mexia no ritmo, não sei se pelo tesão de ser furada por trás ou pelo prazer que meus dedos causavam. Tudo lá dentro se contraía e relaxava, dando um prazer indescritível igual a um boquete; o calor que se espalhava pelo pau aumentava a vontade louca de encher o intestino dela de porra. Por fim, perdendo toda a prudência, empurrei ela até deixar deitada; minha pélvis batia selvagem na bunda dela, enquanto minhas mãos apertavam os peitos e continuavam estimulando o clitóris.

— Me goza, por favor!!!

Foi o grito agonizante que ouvi antes de jorrar um tremendo esguicho de porra que fez minhas bolas doerem.

Depois de me lavar, deitei ao lado dela; o resto da noite, até as primeiras luzes da manhã, foram só abraços e beijinhos.

Bem cedo, a Chiquita entrou no meu quarto e deixou uma bandeja de café na minha mesinha de cabeceira; meio estranho, já que eu nunca tomava café na cama.

— Mamãe tinha coisas pra fazer e me Pediu pra eu preparar seu café da manhã e cuidar de você.

Quando me virei, vi meu "café da manhã" completamente pelada; sabendo das ocupações da Lúcia, ela tinha se despido por completo, com intenções mais do que óbvias. Sem dizer água vai, começou a me chupar e encher meu pau de saliva.

Quando conseguiu o que queria, um pau inchado e vermelho se ergueu sobre mim e, levando uma mão à sua bunda, se ajeitou direitinho; pra minha surpresa, ela abriu a bunda e começou a se empalar sozinha no cu. Agora eu entendia por que tanta saliva no pau.

A gatinha se remexia de um lado pro outro enquanto com os dedos se esfregava furiosamente a buceta.

-Esse pedaço é meu. Eu empresto pra minha irmã, mas é meu. Pra fazer o que eu quiser.

As próprias ideias safadas dela a excitavam; a rebolada dela me parecia uma cavalgada furiosa de um cavalo mal domado. O canal apertado dela abria e fechava a cada sacudida rápida; o suor escorria em bicas e me molhava todo. A cama tremia e a gatinha soltava uns grunhidos surdos enquanto os peitos balançavam moles e apetitosos.

A bunda linda dela me ordenhava que nem uma vaca; parecia não sentir quando eu apertava ou mordia os peitos dela, tava completamente louca e me transmitia o auge e a putaria dela. Gritou um monte de incoerências, acompanhadas de sons mais de bicho selvagem do que de mocinha decente; quando desabou em cima de mim, tava com uns espasmos e o cu dela fechou violentamente, me fazendo gozar na hora uma porrada de leite.

Demoramos um tempinho pra nos recuperar; safadamente, tomamos café da manhã pelados na cama enquanto conversávamos.

-E come tudo, que mamãe falou pra eu garantir que você comesse, que você tá magro e acabado!

Ela disse enquanto sorria de um jeito safado e sugestivo; enquanto eu pensava como não estar acabado, se fazia duas semanas que a única coisa que eu fazia era transar de manhã, de tarde e de noite com dois pedaços de mulher.

A gatinha disse, como quem não quer nada, enquanto mastigava uma torrada:

-Não acha que já é hora de a Lili se juntar com a gente na festa?
- Essa história de fingir que tô dormindo enquanto você sai na ponta dos pés à noite e me deixa sozinha sem meu prêmio não me faz rir, não.

Diante do nível da proposta e das ideias que dançavam na minha cabeça alvoroçada, soaram os clarins do exército dos Andes, ou melhor, o grito das montoneras proclamando saque e destruição.

Mas a prudência, ou o cagaço, levantou "certas ressalvas" da minha parte:

- Cê tá louca? Não posso chegar e falar pra Lili: "O que acha da gente se pegar com a Chiquita?"
- Relaxa que conheço muito bem minha irmã, é só questão de provocar ela do jeito certo. Se eu te contasse umas coisas que a gente fazia quando era moleca!

E com essa frase final, a gente armou uma armadilha de resultados deliciosos.

Continua

1 comentários - Memórias do Campo 4

muy bueno, espero la continuación
Gracias Lady, el próximo va dedicado para vos