Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.http://www.youtube.com/watch?v=loNey3n6uuE
Ela era a que sempre fazia melhor que todas as outras e a que não precisava de mais nada além de um beijo meu pra consertar tudo que eu sentia.
Onde quer que a gente fosse, nossos corpos tinham a capacidade de se fazer sentir, e não teve uma única vez que a gente não se divertiu pra caralho. Como esquecer ela, com seus 1,72, cabelo preto até os ombros, franja reta e uma boquinha pequena, mas merecedora dos melhores beijos. O estilo dela? O melhor, calças justas, de preferência oxford, camisetas de rock ou, quando a situação pedia, regatas olímpicas, que deixavam à mostra os ombros dela, coroados por dois peitos lindos, tamanho 92, ainda mais enaltecidos pelos eternos push-ups.
Olha, nem tudo na vida era calça elástica, ela também usava calças de poliéster, macias ao toque e fáceis de tirar, ou saias que não passavam das coxas dela, que mediam uns 96 centímetros — elementos importantes na hora do sexo, porque com os 1,72 dela, bastava encostar ela na parede ou subir em cima de mim e começar a gozar.
A primeira vez com ela foi um fiasco, os dois estávamos nervosos e saiu tudo pro caralho, mas a gente continuou no caminho e aprendeu muito um com o outro, tanto que, depois de 3 meses de namoro, começou a sequência de lembranças lindas que vou contar passo a passo; hoje vou começar com a primeira...
Lembro que era a tarde antes da festa do meu aniversário de 21 anos, eu tava amassando umas pizzas na cozinha e ela tava de ajudante. Em pleno novembro, por aqui faz um calor do caralho, então eu, por causa do forno e do clima, tava pelado amassando de costas pra ela. Toda a energia tava concentrada na massa, mas alguma coisa me fez largar ela por uns minutos. Ainda lembro como uma rajada do perfume floral dela inundou meu nariz e a voz dela no meu ouvido disse:
- gosto quando você cozinha
seus lábios começaram a percorrer minha nuca e foram descendo enquanto as mãos massageavam minhas costas.
- desculpa
- mentira, me dá sua mão, agora você vai sentir...
a buceta molhada dela era a justificativa pra resposta; começou a usar minha mão como se fosse um pilão, sem nunca largar minhas costas, sentia que meu pau ia explodir, quis encurralá-la mas ela não deixou, me obrigou a continuar com minha tarefa. ela sentou no chão e abriu as pernas:
- continua amassando, faz de conta que não tô aqui
Essa última palavra se perdeu numa expressão de êxtase, ela tinha começado a se masturbar, enquanto me olhava. Levantou a camiseta, uma mão usava nos peitos, a outra no pau dela, eu não aguentava mais, mesmo assim obedeci e continuei trabalhando até que ela disse:
— Vem, por favor, quero ele inteiro
Peguei ela nos meus braços, beijei a língua inquieta dela e, sem mais, encostei ela de costas na parede. Não precisei de nada, meu pau deslizou tudo pra dentro, a excitação dela era total...
Ela era a que sempre fazia melhor que todas as outras e a que não precisava de mais nada além de um beijo meu pra consertar tudo que eu sentia. Onde quer que a gente fosse, nossos corpos tinham a capacidade de se fazer sentir, e não teve uma única vez que a gente não se divertiu pra caralho. Como esquecer ela, com seus 1,72, cabelo preto até os ombros, franja reta e uma boquinha pequena, mas merecedora dos melhores beijos. O estilo dela? O melhor, calças justas, de preferência oxford, camisetas de rock ou, quando a situação pedia, regatas olímpicas, que deixavam à mostra os ombros dela, coroados por dois peitos lindos, tamanho 92, ainda mais enaltecidos pelos eternos push-ups.
Olha, nem tudo na vida era calça elástica, ela também usava calças de poliéster, macias ao toque e fáceis de tirar, ou saias que não passavam das coxas dela, que mediam uns 96 centímetros — elementos importantes na hora do sexo, porque com os 1,72 dela, bastava encostar ela na parede ou subir em cima de mim e começar a gozar.
A primeira vez com ela foi um fiasco, os dois estávamos nervosos e saiu tudo pro caralho, mas a gente continuou no caminho e aprendeu muito um com o outro, tanto que, depois de 3 meses de namoro, começou a sequência de lembranças lindas que vou contar passo a passo; hoje vou começar com a primeira...
Lembro que era a tarde antes da festa do meu aniversário de 21 anos, eu tava amassando umas pizzas na cozinha e ela tava de ajudante. Em pleno novembro, por aqui faz um calor do caralho, então eu, por causa do forno e do clima, tava pelado amassando de costas pra ela. Toda a energia tava concentrada na massa, mas alguma coisa me fez largar ela por uns minutos. Ainda lembro como uma rajada do perfume floral dela inundou meu nariz e a voz dela no meu ouvido disse:
- gosto quando você cozinha seus lábios começaram a percorrer minha nuca e foram descendo enquanto as mãos massageavam minhas costas.
- desculpa
- mentira, me dá sua mão, agora você vai sentir...
a buceta molhada dela era a justificativa pra resposta; começou a usar minha mão como se fosse um pilão, sem nunca largar minhas costas, sentia que meu pau ia explodir, quis encurralá-la mas ela não deixou, me obrigou a continuar com minha tarefa. ela sentou no chão e abriu as pernas:
- continua amassando, faz de conta que não tô aqui
Essa última palavra se perdeu numa expressão de êxtase, ela tinha começado a se masturbar, enquanto me olhava. Levantou a camiseta, uma mão usava nos peitos, a outra no pau dela, eu não aguentava mais, mesmo assim obedeci e continuei trabalhando até que ela disse: — Vem, por favor, quero ele inteiro
Peguei ela nos meus braços, beijei a língua inquieta dela e, sem mais, encostei ela de costas na parede. Não precisei de nada, meu pau deslizou tudo pra dentro, a excitação dela era total...
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