[Esta vez vou deixar minha irmã contar isso, porque pra mim dá masturbação e, além disso, ela é melhor contando histórias]
Oi! Tô usando a conta do meu irmão porque me dá um pouco de vergonha criar uma conta...
Quase matei ele quando vi que postou nossa história, mas não sou uma garota rancorosa, então perdoei. Agora ele me pediu pra contar pra vocês, do meu ponto de vista, a nossa segunda vez.
Na primeira vez, lembro que tive muito medo de engravidar e não queria repetir por causa disso. Desde que fizemos da primeira vez, só nos limitamos a nos masturbar de vez em quando. Ele me lambia lá embaixo e eu tocava no pau dele. Nem louca que eu chupava, por mais que amasse ele.
Bom, meus pais deixam a casa pra gente nos fins de semana e a rotina continua a mesma. Às vezes dormimos na mesma cama, dependendo de quem deita primeiro, vai pra sua cama e depois o outro se junta. Depois de tanta insistência (e olha que foi muita), meu irmão Alejandro me convenceu a tentar a penetração mais uma vez. Ele comprou uma camisinha, melhor dizendo, comprou 3 por via das dúvidas. Foi mês passado, exatamente 25 dias atrás. A gente tava vendo TV no nosso quarto, era tarde de uma sexta-feira. Lembro que assistíamos um filme romântico, não lembro o nome agora.
— Lau, não pensa em repetir aquela vez? — me perguntou o Ale num momento. Eu não parava de olhar pra TV, não queria perder nada, então mal ouvi ele.
— O quê? — perguntei ainda concentrada no filme. Não tava lembrando de nada nem tentando entender o que ele queria dizer.
— Você sabe... Quando a gente deixou de ser virgem... — ele falou devagar e dessa vez parei de prestar atenção na TV e comecei a pensar, melhor dizendo, a lembrar daquela primeira vez.
Lembro que senti muita dor. Difícil de descrever, mas depois lembro que aos poucos virou prazer e fui muito feliz naquele momento. Me senti como se fosse um só ser com meu Ale. Mas também lembro de ter sentido muito medo, apesar de que meu irmão tinha gozado fora de mim. Fiquei duas semanas em pânico e fiz um teste de gravidez. Graças a Deus deu negativo... E prometi a mim mesma desde então não fazer de novo até me sentir mais segura. Mas, no fundo, tinha tanta vontade de me sentir uma com o Ale de novo. De sentir ele dentro de mim. Mas tinha tanto medo... E ele sabia disso. Só que não entendia.
— Ale... Você sabe o que eu sinto sobre isso... — falei, meio triste por toda essa história. Ele me obrigou a olhar pra ele.
— Pra isso que inventaram camisinha. Pra não ter medo. — disse, confiante.
— E se estourar? Tenho tanto medo... Sabe o que aconteceria... — insisti, com meu medo. Ele me beijou e, ao se afastar, acariciou um lado do meu rosto.
— As chances de estourar são muito pequenas, Lau. Se você tem tanto medo, vou colocar duas. Uma por cima da outra. — respondeu com um sorriso que quase parecia debochado. Eu ri disso. Nunca tinha pensado que um homem pudesse colocar duas... Valia a pena? Sim, sem dúvida. Meu medo ia embora assim? Não tinha certeza... Mas se valia a pena, então eu faria.
— Tá bom, você venceu. — falei depois de um silêncio. Ele me abraçou e depois me beijou.
Assim que o filme terminou, o Ale se vestiu e saiu pra comprar as camisinhas. Eu fiquei no banheiro, me olhei de perfil, toquei minha barriga e até acariciei. Sabia que um bebê entre dois irmãos nascia deformado ou com muitos problemas. Não queria ser mãe nem que o bebê fosse do jeito que sairia. Às vezes desejava ser estéril, ou que meu irmão fosse, assim não teria problema nenhum e não teria tanto medo.
Esperei ele no meu quarto, onde mudei meu laptop e fiquei jogando um bom tempo. Quando ele voltou, me mostrou o pacote e depois guardou numa gaveta de um móvel da televisão. Afinal, meus pais nunca fuçam nosso quarto. Eu estava meio nervosa com a ideia.
Naquela noite, jantamos normalmente vendo TV. Era a vez do Ale limpar, então pude ficar mais tempo no computador. Depois Ficamos vendo televisão até depois da meia-noite. Deitamos na cama dela, apaguei o abajur e ela começou a me acariciar. Me beijou nas costas, no pescoço, as mãos dela acariciavam minhas laterais, o que me deu uma certa cócega. Me virei para beijá-la apaixonadamente, já sentia a ereção dela contra mim. Uma mão, que eu não senti em nenhuma parte do meu corpo, sumiu por um segundo e depois se levantou. No escuro, vi que eram dois preservativos que ela guardou no bolso, coisa que eu não tinha visto. Ela escondeu na mão e começou a tirar minha camiseta, depois se sentou para tirar a legging que eu estava usando e minha calcinha. Ela tirou a roupa, ficando só de cueca. Deitou em cima de mim, me beijou de novo. Depois se levantou de novo, pegou os dois preservativos, o pinto dela e colocou no meio do escuro. Quando terminou, deitou de novo em cima de mim, me beijou o pescoço, meu peito e com a mão dela posicionou o pinto na entrada da minha buceta. Enfiou o pinto dentro de mim. Não doeu tanto quanto da primeira vez, mas senti uma pressãozinha. Abracei o pescoço dela enquanto ela se mexia lá embaixo. Primeiro começou devagar, mas depois aumentou a velocidade e eu estava me perdendo no prazer. Ale continuava me beijando nos lábios e no pescoço de vez em quando entre os gemidos dela. Eu mantive os olhos fechados o tempo todo para sentir tudo por completo, ou pelo menos era o que eu achava, para não pensar. Não queria pensar, só queria sentir. E sabia que meu irmão também.
Tinha esquecido como era bom e o orgasmo que ela me deu da primeira vez. Mas revivi tudo de novo, sem a parte da dor, claro. Quando nós duas terminamos, ela tirou o pinto e deitou do meu lado. Respiramos fundo. Ela me olhou e acariciou meu rosto sorrindo.
— Te amo muito, Lau. — ela sussurrou. Eu também sorri.
— Também te amo. — respondi.
Depois ela desviou o olhar para baixo e se tocou.
— Parece que não estourou. Pode ficar tranquila. — ela disse, e eu suspirei aliviada. enquanto me revistava, também mexeu nas minhas partes. Tirou os dois preservativos. Pude ver que tinha o sêmen dele ali, branco e... Bom, não saberia dizer direito com a escuridão. Ele se levantou e saiu do quarto pra jogar no lixo. Quando voltou e me contou, só aí eu perguntei:
— Cê não acha que o papai ou a mamãe vão ver?
— Pensei a mesma coisa, por isso enfiei no fundo — ele respondeu. Por isso que eu tinha ouvido uns barulhos vindo da cozinha.
— Eca. Pelo menos lavou as mãos? — perguntei rindo.
— Sim, lavei no caminho — ele respondeu. Deitou de novo do meu lado, virei de costas pra ele e ele me abraçou por trás. Dormimos rapidinho, os dois estavam exaustos. Desde então, meu irmão tá muito feliz por tudo, por ter me convencido, por ter feito, e eu tô feliz por ter topado.
Fim.
Oi! Tô usando a conta do meu irmão porque me dá um pouco de vergonha criar uma conta...
Quase matei ele quando vi que postou nossa história, mas não sou uma garota rancorosa, então perdoei. Agora ele me pediu pra contar pra vocês, do meu ponto de vista, a nossa segunda vez.
Na primeira vez, lembro que tive muito medo de engravidar e não queria repetir por causa disso. Desde que fizemos da primeira vez, só nos limitamos a nos masturbar de vez em quando. Ele me lambia lá embaixo e eu tocava no pau dele. Nem louca que eu chupava, por mais que amasse ele.
Bom, meus pais deixam a casa pra gente nos fins de semana e a rotina continua a mesma. Às vezes dormimos na mesma cama, dependendo de quem deita primeiro, vai pra sua cama e depois o outro se junta. Depois de tanta insistência (e olha que foi muita), meu irmão Alejandro me convenceu a tentar a penetração mais uma vez. Ele comprou uma camisinha, melhor dizendo, comprou 3 por via das dúvidas. Foi mês passado, exatamente 25 dias atrás. A gente tava vendo TV no nosso quarto, era tarde de uma sexta-feira. Lembro que assistíamos um filme romântico, não lembro o nome agora.
— Lau, não pensa em repetir aquela vez? — me perguntou o Ale num momento. Eu não parava de olhar pra TV, não queria perder nada, então mal ouvi ele.
— O quê? — perguntei ainda concentrada no filme. Não tava lembrando de nada nem tentando entender o que ele queria dizer.
— Você sabe... Quando a gente deixou de ser virgem... — ele falou devagar e dessa vez parei de prestar atenção na TV e comecei a pensar, melhor dizendo, a lembrar daquela primeira vez.
Lembro que senti muita dor. Difícil de descrever, mas depois lembro que aos poucos virou prazer e fui muito feliz naquele momento. Me senti como se fosse um só ser com meu Ale. Mas também lembro de ter sentido muito medo, apesar de que meu irmão tinha gozado fora de mim. Fiquei duas semanas em pânico e fiz um teste de gravidez. Graças a Deus deu negativo... E prometi a mim mesma desde então não fazer de novo até me sentir mais segura. Mas, no fundo, tinha tanta vontade de me sentir uma com o Ale de novo. De sentir ele dentro de mim. Mas tinha tanto medo... E ele sabia disso. Só que não entendia.
— Ale... Você sabe o que eu sinto sobre isso... — falei, meio triste por toda essa história. Ele me obrigou a olhar pra ele.
— Pra isso que inventaram camisinha. Pra não ter medo. — disse, confiante.
— E se estourar? Tenho tanto medo... Sabe o que aconteceria... — insisti, com meu medo. Ele me beijou e, ao se afastar, acariciou um lado do meu rosto.
— As chances de estourar são muito pequenas, Lau. Se você tem tanto medo, vou colocar duas. Uma por cima da outra. — respondeu com um sorriso que quase parecia debochado. Eu ri disso. Nunca tinha pensado que um homem pudesse colocar duas... Valia a pena? Sim, sem dúvida. Meu medo ia embora assim? Não tinha certeza... Mas se valia a pena, então eu faria.
— Tá bom, você venceu. — falei depois de um silêncio. Ele me abraçou e depois me beijou.
Assim que o filme terminou, o Ale se vestiu e saiu pra comprar as camisinhas. Eu fiquei no banheiro, me olhei de perfil, toquei minha barriga e até acariciei. Sabia que um bebê entre dois irmãos nascia deformado ou com muitos problemas. Não queria ser mãe nem que o bebê fosse do jeito que sairia. Às vezes desejava ser estéril, ou que meu irmão fosse, assim não teria problema nenhum e não teria tanto medo.
Esperei ele no meu quarto, onde mudei meu laptop e fiquei jogando um bom tempo. Quando ele voltou, me mostrou o pacote e depois guardou numa gaveta de um móvel da televisão. Afinal, meus pais nunca fuçam nosso quarto. Eu estava meio nervosa com a ideia.
Naquela noite, jantamos normalmente vendo TV. Era a vez do Ale limpar, então pude ficar mais tempo no computador. Depois Ficamos vendo televisão até depois da meia-noite. Deitamos na cama dela, apaguei o abajur e ela começou a me acariciar. Me beijou nas costas, no pescoço, as mãos dela acariciavam minhas laterais, o que me deu uma certa cócega. Me virei para beijá-la apaixonadamente, já sentia a ereção dela contra mim. Uma mão, que eu não senti em nenhuma parte do meu corpo, sumiu por um segundo e depois se levantou. No escuro, vi que eram dois preservativos que ela guardou no bolso, coisa que eu não tinha visto. Ela escondeu na mão e começou a tirar minha camiseta, depois se sentou para tirar a legging que eu estava usando e minha calcinha. Ela tirou a roupa, ficando só de cueca. Deitou em cima de mim, me beijou de novo. Depois se levantou de novo, pegou os dois preservativos, o pinto dela e colocou no meio do escuro. Quando terminou, deitou de novo em cima de mim, me beijou o pescoço, meu peito e com a mão dela posicionou o pinto na entrada da minha buceta. Enfiou o pinto dentro de mim. Não doeu tanto quanto da primeira vez, mas senti uma pressãozinha. Abracei o pescoço dela enquanto ela se mexia lá embaixo. Primeiro começou devagar, mas depois aumentou a velocidade e eu estava me perdendo no prazer. Ale continuava me beijando nos lábios e no pescoço de vez em quando entre os gemidos dela. Eu mantive os olhos fechados o tempo todo para sentir tudo por completo, ou pelo menos era o que eu achava, para não pensar. Não queria pensar, só queria sentir. E sabia que meu irmão também.
Tinha esquecido como era bom e o orgasmo que ela me deu da primeira vez. Mas revivi tudo de novo, sem a parte da dor, claro. Quando nós duas terminamos, ela tirou o pinto e deitou do meu lado. Respiramos fundo. Ela me olhou e acariciou meu rosto sorrindo.
— Te amo muito, Lau. — ela sussurrou. Eu também sorri.
— Também te amo. — respondi.
Depois ela desviou o olhar para baixo e se tocou.
— Parece que não estourou. Pode ficar tranquila. — ela disse, e eu suspirei aliviada. enquanto me revistava, também mexeu nas minhas partes. Tirou os dois preservativos. Pude ver que tinha o sêmen dele ali, branco e... Bom, não saberia dizer direito com a escuridão. Ele se levantou e saiu do quarto pra jogar no lixo. Quando voltou e me contou, só aí eu perguntei:
— Cê não acha que o papai ou a mamãe vão ver?
— Pensei a mesma coisa, por isso enfiei no fundo — ele respondeu. Por isso que eu tinha ouvido uns barulhos vindo da cozinha.
— Eca. Pelo menos lavou as mãos? — perguntei rindo.
— Sim, lavei no caminho — ele respondeu. Deitou de novo do meu lado, virei de costas pra ele e ele me abraçou por trás. Dormimos rapidinho, os dois estavam exaustos. Desde então, meu irmão tá muito feliz por tudo, por ter me convencido, por ter feito, e eu tô feliz por ter topado.
Fim.
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