mi empleada la flaquita

Ao longo de muitos anos, passaram pelo meu negócio muitas funcionárias... e quase todas eu enfiei meu pedaço de carne dura. Um dia chegou uma garota (Ruth) procurando trampo. Eu observei ela e não me convenceu muito. Era muito magrinha, cara, baixinha, e com um cabelão que chegava abaixo da bunda... ou do que parecia ser bunda. Bom, essa garota não me convencia por ser tão magra, e eu queria uma bem gostosa. Mas tava precisando muito de uma funcionária e não tinha outra opção senão aceitar ela. E acho que fiz uma boa contratação, porque a Ruth era bem ligeira. Trabalhava muito bem, apesar da idade. O corpo dela quase não tinha peitos, a bunda era do tamanho do corpo, magrinha... mas ela compensava com a roupa. Usava saias justinhas e compridas, e o cabelo dela também fazia ela parecer bem bonita. Quando algum amigo meu chegava pra zoar ou bater papo comigo, ela sempre se intrometia. Como ouvia a bagunça, se aproximava e começava a dar palpite. Eu tava nem aí. Quando ouvia que a gente ia encher a cara ou sair pra zoar, ela insinuava que a gente convidasse ela. A gente falava que ela era muito novinha pra andar com a gente na bagunça. Ela levantava o peito e desafiava a gente. Depois de alguns meses, ela começou a namorar um cara que trabalhava num hotel. Um dia, convidei a Ruth pra dar uma volta quando saíssemos do trabalho, e ela aceitou. Sinceramente, não achei que fosse rolar nada, porque ela tinha começado o namoro fazia pouco tempo. Quando chegou a noite, fechamos o negócio e fomos tomar umas geladas. Fomos pro lugar onde sempre levo as minas: um mirante. Começamos a beber de boa, do mesmo jeito que eu tratava ela o dia todo. A conversa era agradável. Quando já tínhamos tomado umas três, quatro cervejas, puxei ela pra perto de mim e abracei. Ela se aninhou em mim, e ficamos assim, conversando e bebendo. Os dois abraçados, mas sem nada mais. Com o passar dos minutos, comecei a descer meu braço até a cintura dela, e era uma cinturinha fina, cara. Comecei a apertar e a subir minha mão até o pescoço dela, e depois de volta pra cintura, sem pegar na bunda dela. Tipo... Estávamos abraçados, o olhar dela ia fácil pro volume que tava crescendo na minha calça... A gente conversava e ela ficava olhando pro meu volume... Apressei ela pra pegar outra cerveja... Ela quase terminou em dois goles... Como távamos abraçados, levantei o rosto dela e a gente se fundiu num beijo apaixonado... Aquela boquinha pequena tava sendo explorada pela minha língua... Beijava devagar, sem pressa... Minha mão começou a apalpar por cima da saia dela aquela bundinha pequena... Pra minha surpresa, ela esticou a mão e agarrou o volume que o meu pau tava fazendo debaixo da calça... Passou a mão por cima da calça, de uma ponta a outra... Nossos beijos ficavam cada vez mais intensos... Me abaixei um pouco e estiquei o braço até minha mão alcançar a barra da saia longa dela... Com os dedos, comecei a levantar a saia dela... E meti a mão por baixo... Senti umas perninhas finas e delicadas... Magrinhas, magrinhas... Minhas mãos foram subindo e chegaram na calcinha da Ruth, meti a mão por baixo dela e agarrei um par de bundinhas pequenas... Também magrinhas... Meus dedos foram pra frente... Cheguei na bucetinha dela e quase não tinha pelos... Não tava depilada... Os pelinhos eram poucos e fininhos... Macios... Era uma bucetinha pequena... Meu dedo começou a acariciar a entrada daquela caverninha... Com a outra mão, abaixei o zíper da minha calça... E tirei meu pau com a cabeça bem brilhosa... Coloquei a mão dela no meu pau e ela apertou, começou a acariciar com gosto... Comecei a meter meu dedo na bucetinha dela e entrava apertadinho... Os fluidos dela tavam encharcando meu dedo... E aquela caverninha era bem apertadinha... A gente se separou e eu coloquei ela no banco de trás do carro... Deitei ela e enrolei a saia dela pra cima da cintura... Puxei a calcinha dela pra baixo e apareceu um corpinho pequeno e magrinho... A bucetinha dela com poucos pelinhos... Ela não parava de olhar pro meu pau que tava com a cabeça brilhosa... Ao ver ela deitada, tão garota e pequena, pensei que meu pau não ia entrar... Desabotoei minha calça e abaixei até os joelhos... Meu pau tava bem duro... Eu pensava que se meu Só enfiei o dedo e foi entrando, como se aquela buraquinho fosse engolir meu pedaço de carne... Abri as perninhas dela, encaixando na minha cintura... Coloquei a cabeça da minha pica na entradinha dela e empurrei a minha bacia... Os lábios da buceta dela resistiram... Ajeitei minha pica de novo e empurrei mais uma vez... Nessa segunda tentativa, entrou meia cabeça... A Ruth estava com os olhos virados e a boca entreaberta... Mas não reclamava... Nem soltava um som... Tirei a cabeça um pouquinho e dei outra empurrada, suave mas firme... Quase toda a cabeça entrou... Tirei de novo e passei a cabeça por todo o canal dela... Separando os lábios com a cabeça... Centralizei aquela bola de carne e dei mais uma estocada... Os lábios dela envolveram e finalmente engoliram a cabeça toda... A Ruth continuava com a cabeça jogada pra trás e a boca entreaberta, agora de olhos fechados... A buceta dela estava apertadíssima... Comecei a meter o corpo da minha pica e, aos poucos, fui abrindo caminho naquele corpinho estreito... Quando estava na metade do caminho, coloquei minha mão debaixo da bunda dela e puxei com força em minha direção... Com esse movimento, toda a minha pica linda entrou naquela bucetinha apertadíssima... A carinha da pequena Ruth era de puro prazer... A cada estocada, os gemidos dela ficavam mais intensos... Na minha mão, que estava debaixo da bunda dela, escorriam os fluidos dos orgasmos dela... O melzinho dela tinha um cheiro fresco... Líquidos meigos, juvenis... Minha pica estava encantada com o quanto ela era apertada... Com o outro braço, puxei o rosto dela para perto do meu, o corpo dela ficou dobrado, e nos perdemos num beijo foda... Minha pica começou a soltar o líquido vital... Vital praquela bucetinha sedenta de porra... Ela continuava soltando os fluidos dela... Continuei bombando até que minha pica ficou completamente espremida... Terminamos todos suados... Ajeitamos a roupa e continuamos bebendo... Mais tarde, quando eu quis pegar ela de novo, ela não quis... Disse que estava muito assada... E que era melhor depois... E a gente foi transando de vez em quando... Adorava levantar ela e enfiar na minha pica... Começávamos de pé, frente a frente... Eu levantava a saia dela... saia e carregava ela. Ela se enrolava na minha cintura e cavalgava.. com o tempo ela casou com aquele cara que era namorado dela e saiu do trabalho.. uns três anos atrás eu vi ela de novo, tava com o filho dela. E conversando, ela me disse que o marido tinha ido pra fora ilegal.. convidei ela pra comer e ela disse que outra hora, porque não tinha com quem deixar o filho.. dias depois ela me ligou aceitando o convite pra comer.. assim que entrou no carro, eu fui direto pra um motel.. dentro do motel ela disse: "UÉ, NÃO IA ME CONVIDAR PRA COMER?".. eu respondi: "CLARO.. VOCÊ VAI COMER PIROCA.. É ISSO QUE VOCÊ VAI COMER".. comi ela por uns dois meses.. até que ela começou a me pressionar pra levar ela pra cá e pra lá.. queria motorista e que eu ficasse exibindo ela pela cidade.. mandei ela tomar no cu.. o marido dela voltou.. e de vez em quando eu vejo ela e cumprimento. Mas já era, nada de nada.. opiniões, por favor.. mesmo que sejam ruins.. e obrigado pra quem curte minhas histórias cem por cento reais.

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