Na piscina

Minha cunhada tem uns 1,65 de altura, é loira de olhos cor de mel, magrinha pra caralho, de peito é foda, quase não aparece, mas o que se destaca no corpo dela é a bunda… tem um quadril bem marcado que desemboca numa raba linda, redonda e bem empinada, que sobressai da cintura quando você vê de lado…

Uns 2 anos atrás, um dia fomos eu e minha esposa jantar na casa dela, onde mora com o marido, e na hora de nos despedir, enquanto os três conversavam sobre alguma besteira, eu fiquei vidrado olhando pra bunda dela… o que ela percebeu, e depois de uns minutos virou de repente, olhou nos meus olhos e, enquanto eu queria me enfiar debaixo da mesa de vergonha, ela sorriu como quem diz: “Te peguei! Gostou da minha raba, né?” A história dessa bunda e eu vem de longe, desde que eu namorava minha esposa e minha cunhada aparecia com aquele shortinho de dormir bem curto e bem colado na pele, daqueles que deixa ver quase metade da bunda e marca a fio dental…

Acontece que depois dessa visita, ela começou a exibir a bunda na minha frente, sabendo que eu ia olhar, e adorava. Se eu tava vendo TV, ela sentava de joelhos numa das cadeiras da mesa e empinava a raba pra fora, porque sabia que eu tava olhando. Ou na cozinha, sempre lavava a louça de costas, e como é bem baixinha, tinha que ficar na ponta dos pés na minha frente pra alcançar os pratos ou arrumar as coisas. Também quando vêm na minha casa, sempre, mas sempre que tem que subir a escada, ela fica na minha frente pra subir primeiro… sem dúvida, eu levei como provocação. Também é verdade que eu não tinha coragem nem de chegar perto, foder meu casamento por causa de uma transa, tendo tanta gostosa por aí pra comer, não era uma ideia que me agradava.

As provocações continuaram, até que um dia, já era verão e decidi ir na casa de campo, onde além de ter uma churrasqueira enorme pra fazer um baita churrasco, tem a piscina pra passar o dia.

Depois de No almoço apareceram umas nuvens, mas eu tava afim e me joguei na piscina. Ninguém me seguiu no começo. Daí a pouco chegaram minha cunhada e o marido dela. O cara pulou na água e depois de um tempo, quando tentou sair, minha cunhada soltou a mão dele, fazendo ele cair de volta na água. Uma piada, a gente riu um tempão, e da borda da piscina eu ficava zoando ele.-ainda bem que foi o sr. baywatch quem te resgatou!Falando da minha presença… quando o marido saiu, ele se secou e, quando ela menos esperava, empurrou ela por trás e jogou ela na parte mais funda da piscina, e saiu correndo. Detalhe: minha cunhada não sabe nadar nada, nem flutuar, e ainda tem um puta medo da parte funda da piscina. Quando vi ela bater no fundo e conseguir só levantar a cabeça de leve antes de afundar de novo, percebi que algo tava errado. Então me aproximei rápido, abracei ela com um braço e me segurei na borda da piscina… nem preciso dizer que, com o susto, não percebi que, como ela tava de costas pra mim e eu abraçando ela com um braço, a bunda dela ficou bem em cima da minha pica, e meu braço e mão em contato total com os peitos dela, que, mesmo pequenos, davam pra sentir… ela me agradeceu com um beijo na bochecha.—meu herói, diferente daquele idiota
—estou aqui pra te servir, madame
Sorrimos e, lentamente, fui me arrastrando até a parte mais rasa da piscina. No caminho, a bunda dela batia na minha pélvis, o que fez "o espírito" subir — e, praticamente de sunga, foi certeiro.-para, fica quieto aqui
-mas falta pouco pra chegar onde dá pé
-não, mas pra que tem aqui?
E aí, me pegou na pica…—Não fica brava, foi sem querer, é que o roçar parece que me esquentou um pouquinho, já vai passar.
—Um pouquinho? Você tá durasso… que delícia.
—Hehe, fala sério, não seja tão safada.
—Não, fala sério você!! Agora quero ver…
—Impossível, vão nos ver.
—Nada disso, você finge que tá me ensinando a nadar, eu afundo a cabeça e olho… vai?
—Mas vão nos matar se nos virem… sua irmã vai pirar.
—Não seja cagão, eles nem tão ligando pra gente, deve estar no quiosque falando mal de algum otário…
—Tá bom, vai, mas rápido…
—Espera aí que eu vou encher o pulmão, você me empurra porque eu não sei descer.
Foi assim que eu fiz: peguei ela pelos ombros e empurrei pra baixo, e ela baixou minha sunga bem devagar, pegou na minha pica e bateu uma um pouquinho debaixo d'água. Menos de 1 minuto, claro… ela subiu à superfície e me disse—tenho que descer de novo porque não vi ela direito…Debaixo d'água de novo, só que dessa vez ela enfiou na boca dela, deu umas duas ou três chupadas e subiu…— Garota, tu é louca.
— Eu posso ser louca, mas te deixo com tesão e você quer me foder há um tempão…
Aí, sem mais, me abraçou estilo coala, e ficava roçando a pica na buceta dela, ainda protegida pelo biquíni. A fricção debaixo d'água sem lubrificação não me agrada muito, mas essa gostosa tava me deixando com muito tesão.-dá uma bolada pra…
-não, puxa a fio dental e faz ela sentir… só um pouquinho, um toque, ela quer sentir, não seja cagão…
O desafio fodeu de vez os poucos neurônios que ainda conseguiam pensar, e eu puxei a parte da virilha da malha dela, o atrito continuava, só que agora eu podia sentir os lábios da buceta dela massageando meu pau…- bom, pronto, já foiPor um instante, ele afastou a buceta de mim, e cheguei a pensar que ia parar, mas não foi assim. Arqueou um pouco mais as costas e, com um movimento sutil, fez com que eu a penetrasse. Meu pau entrou quase até a metade — não que eu tenha um pauzão, mas naquela posição e situação dava pra meter até ali de um jeito disfarçado. Ela semicerra os olhos e soltou um gemido baixinho misturado com um “siim”, como se estivesse precisando ser fodida de um jeito desesperado. Poucas vezes vi uma gostosa tão tesuda…- Bom, agora me solta.
- O quê?
- Não me segura com seus braços, me segura com sua pica…
Na hora, ela parou de me abraçar e eu parei também, com meia estocada já dava pra ela não afundar na água…—Neném, cê tá ligado que se alguém nos ver, vai tudo pro caralho, né?
—Olha, eu pedi pro meu marido me comer no vestiário do salão de festas porque tô mó tesuda, e o otário, em vez de me dar uma fodida daquelas, me jogou na piscina “pra me esfriar” e saiu correndo… agora ou tu me come, ou vou visitar o vizinho que fica me encarando toda vez que vou tomar sol… o que cê acha?
—…
—Vamo, vai, bora pro vestiário e acabar com isso… não vai dar nada, juro por Deus…
Vocês sabem que nessas situações a gente já não consegue pensar direito... tudo que importa na vida pode realmente ir pra merda naquele momento, então sem pensar muito eu falei...—Beleza, então vai você primeiro… Eu espero dar uma acalmada aqui e vou depois…
—Sério? Não vai me deixar toda molhadinha, vai? (com voz de gatinha manhosa)
—Prometo…
Devagar fomos nos soltando, peguei na mão dela e arrastei pra parte mais rasa da piscina pra ela conseguir ficar de pé, e fiquei meio ajoelhado na água esperando a ereção baixar um pouco, porque ia ser impossível disfarçar com a sunga molhada. Enquanto isso, ela ajeitou o biquíni e foi saindo da piscina… quando subiu a escada, a putinha (me permitam a expressão) fez que ia pegar alguma coisa no chão e me mostrou bem a bunda dela, redondinha e perfeita, perto da minha cara. Depois calçou as havaianas e, sem "se enxugar", foi direto pro vestiário, que fica nos fundos do quiosque.

O vestiário não é muito grande; a gente projetou pra poder trocar de roupa. Tem uma meia-parede de 1,90 que divide o espaço em dois, num lugar de 5 metros de largura por 3 de comprimento e 2,50 de altura. Tem umas janelinhas estilo basculante que dão pra piscina e uns armários falsos na parede dos fundos.

Ela entrou, subiu numa cadeira e ficou me espiando por uma dessas janelinhas basculantes, e mostrou dois dedos fazendo aquele sinal de "vem". Eu, enquanto isso, pensava em passarinhos, no jogo de futebol de terça, no Boca, no River, no que a gente ia jantar… qualquer pensamento servia pra abaixar a excitação… quando me senti mais ou menos tranquilo e achei que dava pra disfarçar o que tava rolando, fui saindo devagar da água, de costas pro quiosque. Peguei a toalha rápido, me enxuguei um pouco e pendurei no braço feito cortina pra esconder o volume…

Tava quase passando a mini grade que a gente colocou pra proteger as crianças de cair na piscina, quando vejo minha mulher saindo do quiosque em direção à piscina, com intenção de entrar…-já vai sair!(Grito)
Não, sua burra, tô tomando embalo pra me jogar de bomba, pensei…— amor, já tô de saco cheio, quero tomar um banho quentinho…
— aiiinnn mas eu queria entrar…
— então entra, já volto.
— não, não vou entrar, vou com a minha mãe visitar a vizinha que faz quase um mês que a gente não vê ela.
— ok
Uffff por um momento achei que ia dar merda e ia rolar um puta barraco… mas escapamos. Ao chegar no vestiário, ela tava de costas, eu fechei e tranquei a porta de um jeito bem rústico com um secador de chão, me aproximei e bem na hora que apoiei minhas mãos nos ombros dela.—para… mudei de ideia, isso é loucuraEla me disse com uma voz calma, mas séria. Eu não saía do meu espanto, mas instintivamente afastei minhas mãos para não incomodá-la. Devo confessar que me senti um pouco frustrado; embora nunca tivesse planejado chegar nela, a situação pedia uma boa fodida… mas ao mesmo tempo, não ia cometer a loucura de insistir, porque se ela começasse a gritar, quem ia ficar parecendo um otário era eu… me afastei dois passos e ela se virou… com um sorrisão e levantando a parte de cima do biquíni.Já se achou que ia escapar, hein? Vem cá, chupa minhas tetas.Como eu disse, os peitos dela não eram muito grandes, mas os biquinhos estavam durinhos, a gatinha tava super gostosa e eu fui de cabeça. Encostei minha boca num dos peitos dela e, com meus braços, levantei ela até a minha altura. Quando a peguei no ar, levei ela até o chuveiro do "setor feminino", abri a torneira e, enquanto começávamos a nos molhar com água morna, eu chupava os peitos dela e massageava a bunda. Ela, do jeito que dava, se esticava pra pegar na minha pica. Eu já tava durasso de novo. Soltei ela, e ela se ajoelhou, puxou minha sunga pra baixo e começou a me fazer um boquete, furioso. Não daqueles que marcam um antes e um depois, embora tenha sido bom, não foi o melhor boquete da minha história, pelo menos. Como eu não tava ficando louco com a chupada, me afastei um pouco e coloquei no chuveiro um daqueles bancos pra 3 ou no máximo 4 pessoas que tava encostado na parede. Aí deitei ela de barriga pra cima e, bem devagar, fui beijando o pescoço, depois os peitos dela, passei pela barriga (pelos lados, fazia cócegas quando passava a língua), fui tirando ternamente a parte de baixo do biquíni dela, e aí vi a buceta dela, bem depiladinha, com um bigodinho. Olha, dava pra ver que era uma buceta que já tinha passado por mil e uma batalhas ganhas e perdidas, mas mesmo assim tava muito bonita. Sem hesitar, enfiei minha língua e massageava o clitóris dela com meus dedos. Ela começou a gemer, era estranho, nunca tinha estado com uma gatinha que gemesse com "uhh uhhh sii uhhh uuummmhh", o que me deixava com tesão e me divertia ao mesmo tempo. Os fluidos vaginais dela já tinham começado a sair à vontade, ela tava no ponto pra ser penetrada... mas tinha um problema: eu não tinha camisinha...—Não, para, não tenho camisinha…
—E daí?
—Não dá pra transar sem camisinha.
—Porra, eu não tenho nenhuma doença.
—Eu sei, mas podem rolar outras coisas…
—Se quer um consolo, faz 7 meses que eu e o inútil do meu marido tentamos eu engravidar… além disso, vai me deixar na mão assim?
E aí ela enfiou dois dedos na própria buceta, pra me mostrar como ela tava toda molhada… não tinha muito o que pensar… sentei no banco e ela veio por cima de mim, os dois de frente um pro outro, tipo posição de missionário mas sentados. Devagarzinho fui entrando nela, e ela continuava com aquele “uuuhhh uuuhhh”. Quando já tava tudo dentro, a gente ficou uns segundos cara a cara, se olhando nos olhos… dava pra ver que já tinha algo rolando há um tempo, e a gente se pegou num beijo daqueles que você dá quando tem 15 ou 16 anos, sem conseguir segurar o tesão. A gente tava se curtindo pra caralho naquele beijo e nas carícias por todo lado, minhas mãos percorrendo o corpo dela, o rosto, o cabelo, passando pelo pescoço, pelas orelhas, nossas mãos se entrelaçando… meu pau pulsando dentro dela. Nessa hora, ela mexeu a pélvis num movimento circular, como se tivesse massageando meu pau, esfregando a buceta dela contra o meu corpo. Ficamos assim um tempão, muito prazer, e devagar ela começou a afastar o corpo do meu e deixar cair, e aí começamos a meter cada vez mais forte e mais rápido. Dava pra sentir que a cada investida, ela apertava a buceta pra sentir mais e mais. Os beijos e carícias não paravam. Do jeito que deu, deitei ela no banco e tomei a iniciativa. Agora sim, numa posição muito mais ativa, metendo de um jeito mais bruto, e as bombadas eram com mais intensidade, mais rápidas e mais fortes. Ela me agarrava e cravava as unhas nos meus braços, e quanto mais forte eu metia, mais ela gemia. E eu também tava completamente envolvido na parada, podia o mundo acabar naquele momento que eu nem ia ligar. A cada vez a gente ia mais rápido, e senti que ela me dizia-vai, vai, já tô acabando… uhhh uhhh, vai fundo uhhh uhhh aaahhh.Tudo num gemido abafado, depois o silêncio absoluto, só se ouvia a água caindo e o roçar dos nossos corpos, enquanto eu metia...- obrigado… eu precisava muito disso…(Me disse olhando nos meus olhos)
Enquanto eu ia cada vez mais fundo… pedi pra ela ficar de quatro, e como conseguiu, quase se equilibrando no banco se apoiando na parede, me deixou o caminho livre pra continuar. Coloquei minhas mãos com muita firmeza na cintura dela, mirei, e ela deu a ordem.—Mete tudo…E foi assim, meti tudo de uma vez e, num ritmo já animal, entrei por trás naquela buceta linda que tava doida por uma pica…- ayyy, você tá me deixando louca, me dá mais, vai, vai!Juro pra vocês, eu metia tanto e tão forte quanto conseguia, deixei nessa putaria alma e vida, depois de uns instantes de meter e meter de novo.-uuuhh uuhhh aaahhh uuhhhh siii, vai vai, uuuhhhA mina tava gozando pela segunda vez, e eu continuava metendo sem parar, mas já não tava aguentando muito, sabia que o final tava chegando, então comecei a meter mais rápido, ainda mais rápido, e pra não fazer merda, tirei meu pau pra gozar fora.—nãooo o que você tá fazendo!!??, enfia em mim!!!, quero sentir sua porra, não me deixa assim, enfia, enfia!!!…Ainda não consigo acreditar, mas enfiei nela, bombeei umas vezes e gozei gostoso dentro dela… ela agarrada na parede, eu segurando a cintura dela, a gente não se soltava, os dois super ofegantes, mas ao mesmo tempo contidos pela situação…
Aos poucos nos soltamos, nos beijamos de leve, agora com mais amor do que tesão, demos uma enxaguada, arrumei o banco, nos vestimos e ela saiu primeiro direto pro quiosque, e eu fui direto limpar a piscina, pra disfarçar meu estado de relax total.
As horas passaram e a gente nem se olhou mais. Na hora de ir embora, ela me deu um beijo perto da comissura dos lábios do lado esquerdo e colocou na minha mão um papel que eu só fui olhar um tempo depois…

"quarta às 18h nos jardins", dizia o papel.

Abraço

6 comentários - Na piscina

Que lindo relato!!! Me calenté mal 🤤 🤤 🤤

Na piscina

yo pasé y comenté tu post, vos pasaste y comentaste el mío?a
muy buen relato, me dejaste al palo, van puntos y a favoritos, si te gustan los relatos calientes, pasate por los mios, le dejaron la pija parada a medio poringa

saludos
:hot: pero re putita la mina eh a toda costa queria pija la guachita :hot: