como a gente tinha começado emhttp://www.poringa.net/posts/relatos/2241437/en-el-bondi-con-tu-hermana-1.htmlEu tava no quarto da minha ex quando a Ale interrompe a gente no meio daquela putaria, começando a se despir tudo desesperado.
Eu ainda tava pelado da cintura pra baixo, ela com a blusa toda levantada, os peitos saindo do sutiã e a Ale matando com aquele vestido apertado pra caralho. Na parte de cima parecia que ia rasgar no meio, e o decote mostrava uns peitos perfeitos, não muito grandes, cabiam certinho na mão. Ela tava olhando a situação, se divertindo pra cacete com o que tava causando, parecia que adorava ter o controle.
Eu não ia me vestir de novo e tava adorando ver ela procurando os sapatos com tanta vontade. Ela se abaixava e eu via a raba dela em todas as posições possíveis, sem contar que ainda tinha a Ale com aquele vestido do caralho.
Isso não durou muito, mas pelas circunstâncias pareceu uma eternidade. Eu tava prestes a gozar e já tinham parado de chupar meu pau fazia um tempão... era óbvio que o que me deixava com tesão era a situação. Finalmente ela acha os sapatos e joga eles pra fora do quarto. "Chega, garota, vaza, e já te falei um milhão de vezes pra bater na porta antes de entrar, você é sem noção pra caralho!"
Depois do puta portão que ela deu, tentei acalmar a minha ex chamando ela pra continuar o que a gente tinha começado, mas depois de uns beijos e enquanto eu tava com a língua na boca dela e meu pau na mão dela, ainda lubrificada pela saliva dela, ela para.
— Essa Ale é uma garota, como é que entra assim de uma vez? Sempre a mesma merda, deixa a porta do quarto aberta sem se importar se a gente tá se trocando, transando... não tem limites! Parece que quer que eu fique sabendo de tudo que ela faz, e ainda por cima certeza que ficou nos olhando um tempo... como a gente esquece de fechar a porta?
— Pelo tesão, talvez?
— Você ainda com o pau duro, e eu molhada pra caralho.
Esse comentário eu não ia deixar passar. Peguei ela pelas pernas e deixei na posição certa pra tirar aquele conjunto que combinava tanto com ela, deixando ela só na buceta. queria sentir a umidade dela com urgência, na minha boca. Do jeito que eu gosto, tinha um pouco de pelos, e já estavam acumulando luxúria, só de me aproximar já sinto o cheiro do tesão que ela tava. Começo devagar a lamber os lábios por fora e ela já tava delirando... definitivamente era uma mina sensível.
Bem devagar começo a dar beijos nela, enfiando os lábios externos dela na boca e só começando a passar a língua por dentro, cada vez ela gemia mais alto, parecia que tava gostando... e começo a aproximar a língua do clitóris dela... ela explodiu.
Ela mexia as pernas de um jeito que complicava manter a pussy dela contra minha boca, quando mais ou menos ela fica quieta, enfio um dedo. Com a boa resposta, deixo entrar um pouco mais e começo a procurar alguma rugosidade pra apertar um pouco, ela adorava e cada vez tava mais molhado ao redor do meu rosto, se eu não abrisse a boca e deixasse o fluido cair, já tava engolindo muito, me enlouquecia.
Os gemidos começaram a aumentar, ela se mexia mais, e a respiração tava muito forte, tava se contraindo por dentro... pulsava... tava gozando!!!! não conseguiu me esperar nem um pouco, pelo visto a interrupção tinha deixado ela no ponto.
Quando para de pulsar por dentro, tiro o dedo todo lubrificado e começo a passar ele por fora, parecia que ela tava gostando, tava bem relaxada, jogada na cama, de pernas abertas de um jeito que dava pra ver a pussy linda que ela tinha, os lábios estavam bem pra fora e dava pra ver que ela tinha acabado de gozar, o cheiro me mantinha muito excitado.
— Onde você quer gozar em mim?
Assim que ouvi isso, percebi com que tipo de pessoa eu tava lidando, não respondi, olhei pra ela e aproximei meu pau da boca dela, ela sorriu de um jeito cínico, abriu a boca e mexia a língua desesperada. Do jeito que ela tava deitada, comecei a meter. Parecia que ela tava gostando, ela ficava agarrando minha bunda pra fazer o pau entrar mais fundo. Segurei ela pela nuca pra poder continuar no meu ritmo, como ela tava respondendo bem, aproveitei. liberdade de acelerar as investidas, já tava com vontade de gozar nele. Lembrar da interrupção da chupada que eu tava recebendo me fez explodir, nem avisei... tava devolvendo o favor. Pra quê, ela começa a engasgar e tenta sair, a pica entra ainda mais na boca dela, mais ou menos quando consigo tirar, ainda tava gozando... o quarto ficou cheio de porra, enquanto ela tossia.
- Mano, não deixou nada pra mim.
Já parecia recuperada, e não se dava por vencida, até então nunca tinha encontrado uma gostosa que gostasse tanto de sentir na boca. Ela se aproxima devagar de mim, e começa a enfiar a cabeça na boca e a chupar o mais forte que podia, tava extraindo as últimas gotas... pra engolir. Entre cada chupada, mostrava a língua pra eu ver o quanto era aplicada. Tava explodindo e me esquentando de novo...
Mas no outro quarto a música tinha parado, deviam estar esperando a gente e ela tava se sentindo meio culpada, já tinha começado a se vestir. Sem dizer nada e deixando o quarto cheio de porra, nos vestimos e saímos pra encontrar o resto... e nada a ver, já tava tudo mais tranquilo e claramente tavam esperando a gente pra sair.
Já tava muito satisfeito pra continuar o rolê, e já tinha conseguido muito pra um dia só, sim, qualquer um, mas pra mim dava pra considerar a noite ganha haha. Quando tão vendo pra onde ir, falo que já ia estar tudo fechando, nem dava, olho pra mina e digo.
- Tanta intimidade e a gente nem sabe nossos nomes...
No final, ela se chamava Eugênia, salvei o número porque precisava continuar, não íamos ficar assim.
Era o único que ia pro sul, então como tantas outras vezes, tinha que viajar sozinho. Vejo o busão se aproximando, se eu perder, tenho que esperar 1 hora no mínimo, não tinha outra opção a não ser correr. Quando tô subindo, na minha frente uma gostosa, o vento não parava de levantar o vestido dela... uma fio dental preta não deixava esconder nada. imaginação, e eu já estava duro.
Tirando o bilhete, ficamos bem perto e eu tento não encostar nela, não podia deixar ela perceber o tamanho da minha tesão. Vou pro fundo do busão, tava lotado, não cabia mais ninguém e tive que me abrir caminho entre o povo. Inacreditável, quando chego no final, o último banco desocupa pra um... uma noite excelente.
Meu movimento tão oportuno não pareceu cair bem pro resto da galera que tava esperando o ponto há mais tempo e tinha muita gente se mexendo, pra minha surpresa alguém mais se aproximava, era a mina do vestido quando eu tava subindo... era a Ale. Tinha certeza que ela me reconheceu e vinha direto pra mim, quando chega do lado do meu banco, me encara fixo.
— Cê não vai me deixar sentar?
— Pelo contrário, um prazer pra mim.
— Mas que cavalheiro, não precisa se levantar.
Tudo foi muito rápido, mas ela acabou sentada em cima de mim, a pica dura bem contra ela, não dava pra disfarçar, e com o decote na minha cara.
— E como é que a minha irmã chupa a pica?
!!! Muita surpresa pra mim, muito novo alguém ser tão aberta a me surpreender tanto... já encontramos o porquê do título, se vocês ainda tão a fim... a gente continua.
Eu ainda tava pelado da cintura pra baixo, ela com a blusa toda levantada, os peitos saindo do sutiã e a Ale matando com aquele vestido apertado pra caralho. Na parte de cima parecia que ia rasgar no meio, e o decote mostrava uns peitos perfeitos, não muito grandes, cabiam certinho na mão. Ela tava olhando a situação, se divertindo pra cacete com o que tava causando, parecia que adorava ter o controle.
Eu não ia me vestir de novo e tava adorando ver ela procurando os sapatos com tanta vontade. Ela se abaixava e eu via a raba dela em todas as posições possíveis, sem contar que ainda tinha a Ale com aquele vestido do caralho.
Isso não durou muito, mas pelas circunstâncias pareceu uma eternidade. Eu tava prestes a gozar e já tinham parado de chupar meu pau fazia um tempão... era óbvio que o que me deixava com tesão era a situação. Finalmente ela acha os sapatos e joga eles pra fora do quarto. "Chega, garota, vaza, e já te falei um milhão de vezes pra bater na porta antes de entrar, você é sem noção pra caralho!"
Depois do puta portão que ela deu, tentei acalmar a minha ex chamando ela pra continuar o que a gente tinha começado, mas depois de uns beijos e enquanto eu tava com a língua na boca dela e meu pau na mão dela, ainda lubrificada pela saliva dela, ela para.
— Essa Ale é uma garota, como é que entra assim de uma vez? Sempre a mesma merda, deixa a porta do quarto aberta sem se importar se a gente tá se trocando, transando... não tem limites! Parece que quer que eu fique sabendo de tudo que ela faz, e ainda por cima certeza que ficou nos olhando um tempo... como a gente esquece de fechar a porta?
— Pelo tesão, talvez?
— Você ainda com o pau duro, e eu molhada pra caralho.
Esse comentário eu não ia deixar passar. Peguei ela pelas pernas e deixei na posição certa pra tirar aquele conjunto que combinava tanto com ela, deixando ela só na buceta. queria sentir a umidade dela com urgência, na minha boca. Do jeito que eu gosto, tinha um pouco de pelos, e já estavam acumulando luxúria, só de me aproximar já sinto o cheiro do tesão que ela tava. Começo devagar a lamber os lábios por fora e ela já tava delirando... definitivamente era uma mina sensível.
Bem devagar começo a dar beijos nela, enfiando os lábios externos dela na boca e só começando a passar a língua por dentro, cada vez ela gemia mais alto, parecia que tava gostando... e começo a aproximar a língua do clitóris dela... ela explodiu.
Ela mexia as pernas de um jeito que complicava manter a pussy dela contra minha boca, quando mais ou menos ela fica quieta, enfio um dedo. Com a boa resposta, deixo entrar um pouco mais e começo a procurar alguma rugosidade pra apertar um pouco, ela adorava e cada vez tava mais molhado ao redor do meu rosto, se eu não abrisse a boca e deixasse o fluido cair, já tava engolindo muito, me enlouquecia.
Os gemidos começaram a aumentar, ela se mexia mais, e a respiração tava muito forte, tava se contraindo por dentro... pulsava... tava gozando!!!! não conseguiu me esperar nem um pouco, pelo visto a interrupção tinha deixado ela no ponto.
Quando para de pulsar por dentro, tiro o dedo todo lubrificado e começo a passar ele por fora, parecia que ela tava gostando, tava bem relaxada, jogada na cama, de pernas abertas de um jeito que dava pra ver a pussy linda que ela tinha, os lábios estavam bem pra fora e dava pra ver que ela tinha acabado de gozar, o cheiro me mantinha muito excitado.
— Onde você quer gozar em mim?
Assim que ouvi isso, percebi com que tipo de pessoa eu tava lidando, não respondi, olhei pra ela e aproximei meu pau da boca dela, ela sorriu de um jeito cínico, abriu a boca e mexia a língua desesperada. Do jeito que ela tava deitada, comecei a meter. Parecia que ela tava gostando, ela ficava agarrando minha bunda pra fazer o pau entrar mais fundo. Segurei ela pela nuca pra poder continuar no meu ritmo, como ela tava respondendo bem, aproveitei. liberdade de acelerar as investidas, já tava com vontade de gozar nele. Lembrar da interrupção da chupada que eu tava recebendo me fez explodir, nem avisei... tava devolvendo o favor. Pra quê, ela começa a engasgar e tenta sair, a pica entra ainda mais na boca dela, mais ou menos quando consigo tirar, ainda tava gozando... o quarto ficou cheio de porra, enquanto ela tossia.
- Mano, não deixou nada pra mim.
Já parecia recuperada, e não se dava por vencida, até então nunca tinha encontrado uma gostosa que gostasse tanto de sentir na boca. Ela se aproxima devagar de mim, e começa a enfiar a cabeça na boca e a chupar o mais forte que podia, tava extraindo as últimas gotas... pra engolir. Entre cada chupada, mostrava a língua pra eu ver o quanto era aplicada. Tava explodindo e me esquentando de novo...
Mas no outro quarto a música tinha parado, deviam estar esperando a gente e ela tava se sentindo meio culpada, já tinha começado a se vestir. Sem dizer nada e deixando o quarto cheio de porra, nos vestimos e saímos pra encontrar o resto... e nada a ver, já tava tudo mais tranquilo e claramente tavam esperando a gente pra sair.
Já tava muito satisfeito pra continuar o rolê, e já tinha conseguido muito pra um dia só, sim, qualquer um, mas pra mim dava pra considerar a noite ganha haha. Quando tão vendo pra onde ir, falo que já ia estar tudo fechando, nem dava, olho pra mina e digo.
- Tanta intimidade e a gente nem sabe nossos nomes...
No final, ela se chamava Eugênia, salvei o número porque precisava continuar, não íamos ficar assim.
Era o único que ia pro sul, então como tantas outras vezes, tinha que viajar sozinho. Vejo o busão se aproximando, se eu perder, tenho que esperar 1 hora no mínimo, não tinha outra opção a não ser correr. Quando tô subindo, na minha frente uma gostosa, o vento não parava de levantar o vestido dela... uma fio dental preta não deixava esconder nada. imaginação, e eu já estava duro.
Tirando o bilhete, ficamos bem perto e eu tento não encostar nela, não podia deixar ela perceber o tamanho da minha tesão. Vou pro fundo do busão, tava lotado, não cabia mais ninguém e tive que me abrir caminho entre o povo. Inacreditável, quando chego no final, o último banco desocupa pra um... uma noite excelente.
Meu movimento tão oportuno não pareceu cair bem pro resto da galera que tava esperando o ponto há mais tempo e tinha muita gente se mexendo, pra minha surpresa alguém mais se aproximava, era a mina do vestido quando eu tava subindo... era a Ale. Tinha certeza que ela me reconheceu e vinha direto pra mim, quando chega do lado do meu banco, me encara fixo.
— Cê não vai me deixar sentar?
— Pelo contrário, um prazer pra mim.
— Mas que cavalheiro, não precisa se levantar.
Tudo foi muito rápido, mas ela acabou sentada em cima de mim, a pica dura bem contra ela, não dava pra disfarçar, e com o decote na minha cara.
— E como é que a minha irmã chupa a pica?
!!! Muita surpresa pra mim, muito novo alguém ser tão aberta a me surpreender tanto... já encontramos o porquê do título, se vocês ainda tão a fim... a gente continua.
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