Edecan sin ropa interior...

Fala, galera! Tô aproveitando o fórum pra contar uma daquelas histórias que a gente lê e fica com vontade de estar lá, hahaha. Só pra deixar claro,Não.É de minha autoria. Então espero que vocês curtam 🤤 😛Pra começar, vou falar um pouco de mim pra vocês não me esquecerem: sou alta, de pele branca, cabelo comprido e liso, meus olhos são castanhos claros, tenho um rostinho bonito e por isso pareço mais nova. Gosto de dançar, ir ao cinema e malhar. Sobre meu corpo, não tô nada mal, porque por herança genética (da minha mãe) tenho umas proporções bonitas. Minhas medidas (sem querer me gabar) são: 90-68-95. Tenho os peitos grandes o suficiente e empinadinhos pra chamar atenção, e cuido bem deles, mas o melhor que tenho são minhas nádegas (bem arrebitadas) e minhas pernas (bem torneadas), que adoro exercitar de vários jeitos. Isso é um pouco de mim, e agora vou contar o que rolou dessa vez....

Como já tinha falado no meu relato anterior, costumo andar sem calcinha. É uma coisa que gosto e acho muito confortável, nem sempre, mas na maioria das vezes é assim. Desde pequena sempre fui muito independente, e como éramos só eu e minha mãe, a situação financeira não era tão boa quanto a gente queria, então eu tinha que procurar trabalho pra ganhar uma grana extra pros meus gastos.

Folheando o jornal, vi um anúncio onde estavam contratando promoters pra vender artigos, e lá tinha um número de telefone de referência. Liguei e me disseram que era pra vender óleo de motor de carro num posto de gasolina. Me passaram o endereço e falaram pra perguntar pelo senhor Ernesto pra uma entrevista no dia seguinte, umas 9 da manhã. No outro dia, me arrumei do jeito que costumo sair por conforto: meu tênis, minha calça jeans justa (obviamente sem calcinha), um sutiã branco e uma blusa branca com decote em V bem leve — não tinham dito que era pra ir formal. Me apresentei na gerência, onde o senhor Ernesto, o gerente, ia me atender. Era um escritório grande com sofás tipo sala de espera, uma mesa com sua cadeira onde estava sentado quem ia me entrevistar. Ele foi direto: disse que era pra ficar 3 horas por dia, de segunda a sexta, numa máquina. da gasolina e falar sobre o produto pra quem fosse abastecer, obviamente a maioria dos clientes era homem, então quando vissem uma mina gostosa parariam pra ouvir e alguns até comprariam, e o pagamento era de $2.000 por semana mais comissão se vendesse bastante, isso me pareceu muito bom, então respondi com um sorriso:
- Quando posso começar?
E o gerente respondeu:
- Hoje mesmo.
Pareceu uma oportunidade muito boa, então falei que topava, fiquei bem feliz e aí ele mencionou algo mais que não tinha dito:
- A única coisa é trocar sua roupa, porque o que você tá usando não é roupa de promotora, mas a gente tem esse tipo de uniforme, é só você se trocar e pode começar a trabalhar, passa por aqui, por favor.
Ele me levou por um corredor bem iluminado que no fundo tinha uma porta escrito PRIVADO, e na esquerda, antes de chegar nessa porta, tinha outra que dava nuns vestiários com uns armários, aí ele apontou um e falou:
- Dentro tem um vestido rosa com uma etiqueta grande da marca dos óleos, e embaixo tem 4 pares de sapatilhas de tamanhos diferentes, vê qual te serve, se troca e vem comigo, por favor.
Abri o armário e me surpreendi ao ver um vestidinho rosa tomara que caia, bem curto pra falar a verdade, daquele tecido que gruda no corpo tipo spandex, e naquele momento lembrei que não tava de calcinha nem sutiã, e pensei como ia fazer, já que era uma boa oportunidade de trabalho e nessa época de crise tavam realmente escassas, pensei em vazar mas depois de pensar um minuto resolvi experimentar o vestido pra ver como ficava.
E como era de esperar, coloquei o vestido e tive que tirar o sutiã porque sendo tomara que caia as alças apareciam por cima, dessa parte ficou bem em mim, mas meu problema foi embaixo por ter a bunda grande, o vestido apertava muito na parte de baixo e era tão curtinho que se eu me abaixasse um pouquinho mostrava tudo, por ter a má Costume de não usar calcinha, percebi que se de vez em quando eu puxava pra baixo com a mão, dava pra controlar meio que. Escolhi um tênis que serviu, e me olhei num espelho grande que tinha, me achei muito gostosa, mesmo o vestidinho sendo bem curto, minhas pernas apareciam e eu adorei isso. Guardei minhas coisas no armário e fui falar com o gerente.

Voltei pelo corredor e não tinha ninguém, falei:
- Já terminei de me vestir!!!
Mas não houve resposta, vi os produtos no chão e me aproximei pra pegar, mas não sabia como me abaixar sem levantar o vestido. Pensei: de frente não, vou me abaixar dobrando os joelhos com as pernas juntas e de lado, é o jeito mais fácil. Me abaixei na primeira vez, peguei os primeiros produtos e senti o vestido subir um pouquinho, me abaixei na segunda vez, peguei os últimos produtos e senti o vestido subir mais um pouco, já dava pra ver a parte de baixo da minha bunda e da minha buceta raspadinha, tudo aparecendo claramente. Levantei e de repente ouvi a voz do gerente vindo de outro corredor:
- Uau!!!! Você está linda pra caralho e o vestido ficou perfeito.
Eu estava parada com os produtos na mão, então não consegui puxar o vestido pra baixo. Ele, vendo como eu estava, se apressou pra sentar na mesa dele como se fosse perder o lugar num concurso. Arregalou os olhos e ficou vermelho, aí percebi que ele já tinha visto a parte de baixo da minha buceta, mal coberta pelo mini vestido. Me apressei a colocar os produtos na mesa e rapidamente, com as duas mãos, puxei o vestido o máximo que pude, que não foi muito, mas cobriu.

Depois de um tempo de silêncio e dele engolindo saliva, ele falou:
- Desculpa, fiquei meio nervoso com tanta beleza impressionante. Pode ir pra bomba de gasolina número um, é lá que você vai trabalhar. Não se preocupa com os caras te enchendo o saco, já avisei que você trabalha comigo e ninguém vai incomodar ela, qualquer coisa me reporta sobre ela.
Fui até a bomba indicada entre os olhares safados dos trabalhadores, mas por sorte nenhum deles ousou falar comigo, a única coisa que faziam era me olhar tentando ver algo a mais. Fiquei lá conversando com o pessoal que chegava no posto, alguns paravam só pra me olhar dos pés à cabeça, outros pra ver minhas pernas bem, outros pra olhar minha bunda, alguns paravam como se estivessem prestando atenção, mas eu via que estavam tentando me pegar, e alguns já eram levados pelas esposas aos berros, esses sim eram de dar risada. Quando terminei meu turno, só consegui uma venda de um cara que preferiu comprar algo antes que a esposa continuasse olhando ele com cara de bronca, com certeza. Como tinha acabado, fui até o escritório da gerência onde tinha estado, deixar os produtos e me trocar pra ir pra casa tranquilamente, pelo menos era o que eu achava.
Ao entrar, o gerente Ernesto estava sentado na cadeira dele na mesa com um sorriso de orelha a orelha. Deixei os produtos em cima da mesa e fui até a sala dos armários pra me trocar, mas de repente o gerente falou comigo num tom estranhamente amigável:
- Com licença, moça, vejo que já terminou o dia e deu azar, porque só fez uma venda, é uma pena, na verdade, assim não vai ganhar muitas comissões.
Parei pra ouvir ele e claramente fiz uma cara de decepção, e ele continuou:
- Obviamente você veio pra ganhar dinheiro, senão não estaria aqui, mas pra sua sorte tenho uma proposta de negócio muito interessante e lucrativa, gostaria de ouvir ou não tem interesse nenhum?
E eu respondi:
- Sim, só me deixa trocar de vestido.
E ele disse:
- Ok, se quiser me ouvir, passa no PRIVADO, por favor, mas pra esse negócio é muito importante que você fique com o mesmo vestido que está e continue assim, por favor, então se me permite, passa direto pra outra sala.
Fiquei na dúvida um pouco, mas como era só papo de negócio, aceitei e falei que passaria no escritório. ele se levantou e foi na minha frente, Ernesto era um homem bem moreno, aparentava uns quarenta e poucos anos, cabelo ralo grisalho, era alto e o corpo era forte, como se tivesse malhado quando jovem, mas nessa época já tinha uma barriguinha. andou apressado e abriu a porta do PRIVADO, parou do lado e disse:
- Pode entrar, por favor.
Entrei e o escritório era menor que o anterior, não tinha janelas mas era bem iluminado, tinha uma mesa com sua cadeira e na frente um sofá grande que parecia um sofá-cama marrom. Entrei e parei no meio do escritório pequeno, ele fechou a porta, entrou e sentou na beirada da mesa na minha frente, com uma atitude um pouco mais confiante.
Já ali, com um sorriso no rosto, começou a falar:
- Olha, sou um homem divorciado há dois anos e, pra ser sincero, como não sou muito bonito, não tenho muitas chances de conversar com mulheres e nem tenho amigas. Então queria aproveitar a oportunidade pra te fazer uma proposta indecente.
Sorriu e me encarou nos olhos, eu já sabia onde aquilo ia dar e perguntei séria:
- Do que se trata isso tudo?
Ele respondeu:
- Calma, fica tranquila, não é pra te pedir pra transar ou algo assim, porque sei que você não é puta. É mais pra fazer tudo, menos penetração. Te ofereço todo o seu salário desse mês agora em dinheiro, é tudo que tenho. O que me diz?
Obviamente fiz cara de surpresa, fiquei calada e comecei a pensar em todas as implicações. Se eu dissesse não, talvez ele se irritasse e naquele lugar não tinha nem pra onde correr, então ele ia se aproveitar de mim de qualquer jeito. Se eu dissesse sim, talvez depois de se aproveitar me mandasse embora sem me dar nada de grana, além de ser sem penetração. Pensei um pouco e respondi:
- Aceito com duas condições: que seja sem penetração e que me dê o dinheiro adiantado.
Ele sorriu. como se tivesse ganhado na loteria, e ele me respondeu:
— Aceito seus termos e claro que posso te dar o dinheiro adiantado, mas você tem que pegar do esconderijo secreto, que é debaixo daquele sofá ali na frente, tá dentro de um saquinho plástico, mas você mesma tem que pegar, eu não consigo me abaixar tanto.

Ele tava falando do sofá atrás de mim, aquele tipo sofá-cama marrom, era um sofá baixo, então tinha que se abaixar bastante. Me virei e me curvei igual quando peguei os produtos, mas não alcançava nada, olhei pra ele e ele fez um sinal com a cabeça que tava mais pro fundo, então não tive escolha a não ser colocar os joelhos no chão e me inclinar totalmente pra frente pra pegar o saquinho com o dinheiro. Isso levantou minha saia quase até a cintura e deu pro Ernesto ver tudo do meu rabo, meu cu e minha buceta vistos por trás, era um espetáculo completo pra ele.

Assim que peguei o saquinho na mão, me levantei e abri, vi aquele maço todo de notas que dava o valor que ele tinha me oferecido. Por causa disso, nem arrumei direito o vestido, então ele podia ver minha buceta inteira, sem nada tampando.

Consegui largar o saquinho na escrivaninha e ele me puxou pra perto dele, senti as mãos ásperas dele rodearem minha cintura, e eu tentei me soltar, abaixando o vestido pra me cobrir, mas isso foi pior, porque quando abaixei, foi demais e meus peitos brotaram por cima do vestido, quase na cara do Ernesto. Ele apertou os braços contra meu corpo, prendendo meus braços pra trás, meus peitos ficaram bem na cara dele, e ele aproveitou, abrindo a boca bem grande e enfiando um dos meus peitos lá dentro. Chupava igual um louco, alternava entre um e outro, abria a boca toda e chupava meu peito inteiro, terminando no mamilo, depois passava pro outro e fazia a mesma coisa, era frenético. Isso me deu uma sensação de tesão, sentia o calor da respiração dele nos meus mamilos e isso os deixava duros igual pedra, ele chupava uma vez e outra, como minha pele é branca, dava pra ver como eles ficavam. deixavam os peitos vermelhos e isso o excitava ainda mais, o que inconscientemente me excitava também.
Depois de um tempo, ele me pediu pra colocar as palmas das mãos na mesa e não tirar de jeito nenhum, me mandou me inclinar pra frente o máximo que pudesse e manter as pernas retas, deixando meu corpo num ângulo de 90 graus com a bunda bem empinada, e eu obedeci. Senti ele se levantar atrás de mim e, aos poucos, levantar meu vestido, que enrolou na minha cintura e virou só um cinto rosa. Ele ficou parado atrás, calado, imagino que admirando o formato da minha bunda. Senti as mãos dele nas laterais do meu quadril e a respiração dele no meu cu. Só levantei um pouco a cabeça e ele começou a lamber de um jeito descomunal, passava a língua pelo meu cu, pelas minhas nádegas, e com as mãos acariciava minha bunda e minhas pernas. A língua roçava a entrada da minha buceta, tudo isso me excitava pra caralho. Ele mordiscava minha bunda uma hora e outra, em intensidades diferentes, eu sentia uma sensação elétrica muito gostosa, sentia a barba dele roçando na minha bunda e no meu cu. Depois de um tempo, senti ele se afastar, e nessa hora ouvi o barulho do metal de um cinto caindo no chão. Virei e vi que o Ernesto já tava completamente pelado.
O corpo dele era bem moreno, parecia forte mas com uma barriguinha, e inevitavelmente vi o pau dele, também bem moreno, com a cabeça ligeiramente mais avermelhada. Não era muito comprido, mas era bem grosso e tinha um tamanho bom, o que me chamou muito a atenção. Ele se abaixou e agora lambia minha buceta de baixo pra cima, era um vai e vem muito gostoso. Eu sentia que ficava mais excitada a cada segundo, sentia minha buceta ficando molhada e já não sabia se era saliva ou meus próprios fluidos de tesão. Depois, ele me virou de frente pra ele, me sentou na mesa e abriu minhas pernas pra alcançar meu clitóris com a língua. Me lambia de um jeito excepcional, eu mantinha os olhos fechados de prazer, senti quando ele enfiou a ponta do polegar. na minha buceta e só com aquela ponta ele começou a mexer dentro de mim enquanto lambia meu clitóris, era uma sensação de calor que me invadia, sentia o prazer dentro de mim, comecei a gemer, a gemer como uma mulher que precisava de um homem.
Quando já estava mais excitada, ele parou e foi de novo para os meus peitos, aquela posição fez minha buceta bater na ponta do pau dele, mal sentia. Mas ele ficava cada vez mais excitado ao ver como chupava meus mamilos, e ao sentir como meus fluidos molhavam a cabeça do pau dele.
Já não aguentava mais, nem eu, e me puxo para ele, senti todo aquele pau entrar na minha buceta, era uma sensação muito gostosa que fez eu soltar um gemido de prazer e ele também. Continuou chupando meus mamilos e com as duas mãos me puxava uma e outra vez para ele, sentia aquele pau enterrar em mim repetidas vezes, era excitante ver aquela mistura de branco e preto entrando e saindo, e era um contraste ver nossas peles se fundindo como uma peça de dominó, era algo muito delicioso que me fazia sentir que de manhã era um estranho.
Depois ele tirou de dentro de mim, e me virou de novo sobre a escrivaninha, e de novo atacou minha buceta por trás, eu gemia de prazer mas ele também, imagino que ver a bunda tão linda que tenho e ouvir ela batendo no corpo dele, é uma música que qualquer um adoraria ouvir e ele sabia disso. Aí estávamos naquele frenesi de paixão, quando senti aos poucos o pau dele crescer mais dentro de mim e o corpo dele começar a ficar tenso, ele começou a gemir ainda mais e rapidamente tirou o pau para um segundo depois gozar abundantemente no chão ao lado daquela escrivaninha velha.
Ele parecia exausto e ficou ali um tempo olhando meu corpo sobre a escrivaninha, estava com uma cara de felicidade, claro sem diminuir a minha, e me disse:
- Você é uma mulher linda, devia vir me ver mais vezes e sabe que vou te apoiar financeiramente no que precisar, desculpa se não segui o trato mas não dava. Aguenta, além disso vi que não te incomodo tanto.
Eu sorri maliciosamente e me levantei da mesa, respondi:
— Vou considerar sua proposta, que não soa nada mal, mas não me importo de quebrar o trato porque você me excitou pra caralho, pelo visto tem muita experiência.
Ele deu uma gargalhada, eu peguei minha bolsa de dinheiro e fui me trocar pra colocar minha roupa e voltar pra casa. Quando terminei, saí pela porta principal, onde fica a gerência, e lá estava ele sentado na mesa, me disse:
— Tenha um lindo dia, acho que não melhor que o meu, não esquece da minha proposta.
Eu caminhei até a porta e virei piscando um olho pra ele, isso não era um sim nem um não, era só uma possibilidade, assim como as muitas possibilidades de fazer de novo, mas em outros lugares ou de levar de um jeito diferente, só sabia o poder que a gente tem como mulher.
Fim.

5 comentários - Edecan sin ropa interior...

tremendo !!!!!!!!!!!!!! ufff exitante relato