No ônibus com sua irmã 1

Depois de muito tempo, eu tava saindo direto com alguém. Essa gostosa eu conheci num dos rolês em grupo que a gente sabe montar com a galera. Somos um grupo grande e cada um tem alguma amiga que os outros não conhecem, e a gente sabe bem que isso ajuda a ir conhecendo cada vez mais minas, por lógica, é exponencial.

Num desses rolês, conseguimos organizar uma prévia na casa de uma dessas amigas famosas, ela também curtia sair em grupo. Naquele dia eu tinha que conseguir alguma coisa, não aguentava mais, meses sem transar, sem nem pegar uma gatinha.

Já na casa (nada modesta, com garagem pra dois carros, piscina e vários quartos) eu tinha me desiludido um pouco. Só tinham 3 minas e a gente era tipo 5 caras. Elas eram muito gostosas, uma em especial, com umas proporções que me faziam viajar, bom, acho que qualquer um: tinha carne pra todo lado.

A blusa decotada dela deixava ver o sutiã de renda, e era meio curta, tanto que aparecia um pouco do umbigo, a barriga magrinha que ela tinha realmente me distraía. Ela usava uma saia jeans de um jeito nada elegante, se eu prestasse atenção dava pra notar que a calcinha combinava, o olhar voltava constantemente pra procurar entre as pernas dela. O detalhe que detonava eram os sapatos, nunca tinha me excitado salto agulha, ou como chamam, mas naquele momento meus olhos não sabiam onde ficar. De qualquer forma, meu único jeito de me destacar entre tantos caras ia ter que ser pelo lado da lábia, não podia ficar só olhando pra ela, como eu queria!

De vez em quando eu chegava perto dela, pra depois me afastar e ver se ela me procurava, no começo tava funcionando, mas a excitação aumentava quanto mais os drinks desciam... que jeito de beber. Tanta desinibição podia me queimar, ela tava um pouco alterada e eu decidi falar cada vez mais perto. A prévia tava se estendendo o suficiente.

Quase dava pra sentir o hálito dela, mas não conseguia Ficar a sós. Tava geral gritando, com a música no talo. Por um lado, foda porque a gente não se aguentava mais, íamos ficar na casa, mas por outro eu não conseguia expor minhas intenções...

Ela tava super atenta contando sobre o pessoal do trabalho, mas eu não conseguia ouvir. Só de mencionar que queria dar mais atenção pra ela, ela mesma se ofereceu pra gente ir pro quarto dela.

Saímos da sala, passamos pela cozinha, depois por outra sala! E um corredor que se dividia em vários quartos. Não aguentei e tive que ir no banheiro... não ia conseguir ter a performance que queria, depois de tanto tempo!

No caminho, percebo que a luz do banheiro tava acesa. Ao mesmo tempo, ouço música saindo de um quarto. Mais ou menos no caminho e também tava com a luz acesa. Me aproximo e tento olhar, uma mina de costas.

Ela tava com uma toalha na cabeça e outra cobrindo o torso. Não podia acreditar, me mato pra espiar, não dava pra ficar muito porque a outra mina tava me esperando no quarto dela!!!

Nos gestos dela, percebo que não faltava muito pra ela tirar a toalha e foi isso, e sacudindo ela começa a secar o cabelo. Já não sabia se podia continuar olhando, com certeza ela tava se olhando no espelho e isso ia mantê-la ocupada, mas era muito risco, penso em ir embora e faço um primeiro movimento... o chão não podia estar mais limpo, meus tênis me entregam.

Espero que ela não tenha me notado, mas de qualquer forma, ela para de secar o cabelo e fica parada. Naquele momento, mil desculpas passaram pela minha cabeça, queria morrer, ia estragar a chance de ficar com a outra mina por ficar bisbilhotando... mas nada, ela fica parada, mas como reagindo ao meu movimento, deixa cair a outra toalha e começa a secar o corpo. Essa surpresa já me deixou a mil, o sangue já começa a circular mais rápido e sinto bem o calor na pica. Ver aquela bunda redonda e tão morena me excita tanto que eu não podia deixar de fazer algo a respeito... Tanta tesão não me deixava pensar direito, mas não dava pra ficar só olhando e decidi ir pro banheiro com a pica bem dura, ver o que podia fazer a respeito... nada disso. Quando tava voltando, a primeira mina já estava lá, e assim que me viu falou: "Você deixou a luz do banheiro acesa"... bom, pelo menos não achou que eu tava por aí espiando. Não ia ter jeito, tive que apagar a luz e segurar toda a vontade, tanto a do banheiro quanto a de continuar espiando.

"Quanto tempo hein, fez questão de se fazer de desejado, não me esperou, foi? Tava muito ocupado?", não dava conta, que gostosa rápida, sem perder tempo. O que eu ia responder? Agarrei ela forte pelos braços e joguei contra a parede, como já tava duro fiz ela sentir a pica contra ela. Da parte dela não teve rejeição, só uma cara de que tava adorando, tava gostando que eu tomasse as rédeas.

Explodimos. Os beijos começaram com uma força que já sabíamos que isso só terminava transando. Enquanto comíamos a boca uma da outra, eu falava quanto tinha ficado olhando pra aquele conjunto, que já ia arrancar a roupa dela. Ela já respondia gemendo, tava enlouquecendo com o que eu dizia, só conseguia falar "continua, continua" entre a respiração ofegante.

Tinha ela na minha mão, queria deixar ela louca antes de comer. Não parava de gemer e passar a mão na minha pica, não aguentava mais. Num momento ela se acalma, a língua dela para de se mexer com a força que vinha, e se afasta um pouco de mim.

— Me dá a pica agora, não aguento mais.

Não entendi muito bem o que ela tava dizendo porque na hora ela me empurra até a cama dela e começa a baixar minha calça. Desesperada, continua e me deixa pelado. Não tinha como resistir, ela mete a pica na boca de uma vez e começa a encher de saliva, tava possuída. Como ela chupava bem, apesar de como eu mandava, só sentia umidade e a língua áspera dela. Segurei no cabelo dela pra ela diminuir um pouco o ritmo, senão ia ser difícil não gozar rápido... mas como eu queria encantado gozei na boca dessa gostosa que acabava de conhecer.

"Com licença...", a mina que estava de toalha, agora toda trocada com um vestido preto, bem justinho, estava na porta olhando. Ela para de me chupar no seco, estávamos os dois igualmente surpresos, e a mina da porta parecia estar adorando tudo. Tudo indicava que ela estava ali há um tempão, mas com a putaria que a gente tava, nem percebemos.

- Ale, sai daqui agora!!!!! - ela gritou num tom bem sem vergonha, com o batom todo borrado, a boca cheia de saliva e os peitos quase saindo do sutiã.

- Ah, minha filha, cê pensa o quê? Que nunca vi uma rola? Anda, me empresta os sapatos pretos novos que você tem, aí vou indo - entre cada olhada que dava pra ela, parava pra me olhar pelado e não parava de sorrir.

- Cê é uma sem vergonha, sempre a mesma coisa, bate na porta!

- Tava aberta, o que cê quer que eu faça? Anda, mete logo que tá baixando - mentira! não dava pra estar mais duro, eu fingia que não tava nem aí e não pensava em me vestir, me excitava ainda mais ter as duas ali.

Essa noite foi uma apresentação muito rápida de como ia ser a parada, se vocês gostaram do que rolou até agora, conto como terminou aquela noite e o porquê do título...

3 comentários - No ônibus com sua irmã 1

ren6o +1
Buen relato... A ver como sigue!
No ônibus com sua irmã 1
Muy bueno!!!
No demores en subir la continuacion!! jeje
Gracias por compartir