Plano elaborado para seduzir minha filha

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Pra começar, vou contar que minha esposa morreu há anos e, por respeito a ela, por causa do trabalho e de cuidar da minha filha, nunca mais procurei outra parceira. Além disso, minha filha sempre foi muito ciumenta e dizia que não queria mais ninguém. Com ela sempre me dei muito bem, sempre tivemos confiança um no outro, conversamos pra caralho e levamos quase tudo na brincadeira.

Tudo começou um dia em que eu tava usando o computador dela e me deparei com uns arquivos de imagem. Lá tinha dezenas de fotos de caras pelados com paus enormes. Isso me deu uma puta risada, porque, segundo ela, nunca via essas coisas. E eu fiquei imaginando a cara que ela faria se eu mostrasse o que encontrei. Mas também me veio à cabeça o que ela pensaria se eu mostrasse o meu, porque, não é por me gabar, mas tenho uma ferramenta bem boa.

Abri outra pasta que tava ali do lado e aí sim me surpreendi. Era ela em poses bem sensuais, se despindo. Nunca tinha visto ela daquele jeito, não tinha reparado como ela era linda e a gostosa que era. Pra ser sincero, comecei a ficar excitado e a imaginar um monte de coisa.

Nessa hora, ouvi quando ela chegou. Então fechei o arquivo, fingi que ainda tava trabalhando e escondi minha ereção com uma toalha. Passei a tarde tentando não pensar no que tinha visto, mas só de estar perto dela, lembrava e começava a ficar de pau duro de novo.

À noite, já na minha cama, tive que bater uma pra tentar me acalmar. Sem conseguir dormir, comecei a pensar no que tinha imaginado à tarde na frente do computador: se, pra fazer uma brincadeira, eu fizesse algo pra mostrar meu pau pra ela. E pensei: e se ela gostar? E se ela quiser mais?

E foi aí que comecei a montar o plano que falei. Pensei que não tava errado o que ia fazer, porque nunca forçaria ela a fazer algo que não quisesse. Meu plano era seduzir ela e nos fazer felizes juntos. E se não desse certo, paciência. Eu diria: "AAA, CAIU!"

No dia seguinte, comecei a primeira parte do meu plano, que era fazer ela saber que o pai dela tinha um pau parecido com os que ela via nas fotos dele.

Então, à noite, na hora de dormir, como quem não quer nada, e aproveitando que na região faz calor, eu aparecia na frente dela só de cueca, fingindo que ia pegar algo na cozinha, água, ou só perguntar o que ela tava vendo na TV, mas antes passava a mão de leve no meu pau pra deixar a ereção bem visível. E de canto de olho, percebia que ela olhava com um pouco de vergonha pra minha virilha.

Eu ficava cada vez mais sem vergonha. Às vezes aparecia, antes de tomar banho, só de toalha, e ajeitava ela de um jeito que pela fresta no começo dava pra ver uma parte do meu pau. Fazia tudo isso sem pudor, como se fosse normal, e ela começou a fazer o mesmo, olhando pro meu pau já sem vergonha nenhuma.

Vendo isso, comecei a segunda parte do meu plano: fazer com que ela me visse me masturbando. Então, uma noite, quando eu fingi que ia dormir cedo e ela ficou vendo TV, deixei a porta entreaberta, de um jeito que ela não pudesse ver meu rosto enquanto eu me tocava, pra ela não perceber que eu tava olhando pra ela e pudesse me ver sem constrangimento. Esperei um pouco, e quando ela foi pro banheiro, comecei. Notei que ela tava me vendo pela sombra que a luz da TV fazia. Eu me acariciava devagar, passando a mão no meu pau inteiro, pra ela observar bem. Passou um tempão, e eu comecei a gozar. Peguei um guardanapo pra me limpar e vi a sombra dela se afastar. Na hora, ela apagou a TV e ouvi ela se trancar no quarto.

A partir daquela noite, ela começou a se soltar mais na minha frente. Começou a aparecer só de lingerie (dizendo que era porque eu andava muito à vontade, e claro que eu concordei) e se vestia de um jeito sexy e me perguntava como tava ficando.

E aí realizei a terceira parte do meu plano: fazer ela me ver completamente nu. Nu. Todo mês ela vinha cedo no meu quarto pra eu assinar o boletim de notas dela. Fazia isso assim que acordava, então eu sabia que ela ia vir de roupa íntima. Antes dela chegar, tomei banho e, enquanto esperava em pé de costas pra porta, fiquei brincando um pouco com o pau pra deixar ele totalmente duro.

No momento em que ela entrou no meu quarto, coloquei a toalha na cabeça, fingindo que tava secando o cabelo. Me virei e percebi o quanto ela ficou sem graça ao me ver pelado. Dei bom dia, me aproximei, peguei o boletim pra assinar, devolvi e, pelas notas boas, parabenizei ela. Dei um beijo na bochecha e um abraço, mas encostando meu corpo todo nela, roçando a virilha dela com meu pau. Ao mesmo tempo, ela me abraçou mais forte. Ficamos assim por vários segundos e depois nos separamos.

Depois daquele dia, comecei a aparecer pelado na frente dela. Primeiro no banheiro e no corredor que leva até ele, como se fosse sem querer. Depois, comecei a fazer isso mais abertamente, tipo quando comecei a andar só de cueca e ela só ria e me olhava disfarçadamente.

Veio a próxima parte do plano: fazer com que ela ficasse pelada na minha frente. E não demorou muito. Quando a gente se encontrava no corredor do banheiro, eu, brincando, puxava a toalha dela. No terceiro dia, ela deixou cair de propósito. Parada, pelada na porta do banheiro, com as mãos na cintura, disse rindo:
— Aaah, safado. Agora levanta.

Pra ser sincero, não esperava por aquilo. Ver ela ali parada, linda, com aquele corpo perfeito, fez com que, naquele momento, o sem graça fosse eu. Ela falou de novo:
— Quê? Não vai levantar?

Entrei na brincadeira. Levantei a toalha e joguei no rosto dela. Ficamos assim, brincando por uns minutos, até ela entrar no banho. E aí ela começou a fazer o mesmo que eu: em qualquer oportunidade, andava totalmente pelada, sem nenhuma vergonha. E às vezes eu sentia que ela tava me provocando. Era hora do próximo passo, mas... Por isso mesmo, não consegui mais seguir os passos do plano, e foi isso que aconteceu.

Passaram-se vários dias depois do que contei por último. Já era noite, eu estava na cozinha, meio que procurando o que jantar, pelado esperando ela aparecer. Aí ela chegou recém-saída do banho, completamente nua, como se fosse normal. Foi direto pra geladeira, serviu cereal e colocou em cima da bancada da cozinha.

Pra ela, a bancada batia na altura da barriga. Ela se apoiou, inclinou um pouco o corpo sobre a bancada e afastou um pouco as pernas. Eu estava atrás dela, então dava pra ver muito bem toda a forma do corpo lindo dela, a bunda e a buceta depiladinha. Tudo isso me deixou bem excitado e meu pau duro pra caralho, então não pensei duas vezes e agi com o pouco que minha mente conseguia raciocinar.

Fiquei atrás dela, com as mãos na bancada e meus braços ao redor dela, me inclinando quase igual a ela, com meu pau na altura da bunda dela, sem tocar em nada da pele dela. Ela não se mexia, tava imóvel, como se esperasse alguma coisa.

Na televisão tava passando uma novela, então perguntei como tava a trama. Sem tirar os olhos da TV, ela começou a me explicar. No momento em que ela respondeu, coloquei a ponta do meu pau entre os lábios da buceta dela e as pernas dela. Ela parou a resposta por uns segundos, deu um suspiro e continuou me explicando.

Enquanto isso acontecia, comecei a fazer pressão com meu pau entre as pernas dela pra passar por elas. Nessa hora, senti que ela, sem parar de falar e olhar pra televisão, abriu bem devagar as pernas, facilitando pra eu entrar entre elas. E também começou, aos poucos, a levantar a bunda.

Senti quando as nádegas dela encostaram no meu púbis, e senti quando ela fechou as pernas de novo. Comecei um vai e vem meio lento, bem devagar. Segundos depois, ela fez o mesmo. Já não falava mais, a gente fazia ritmado. Ouvi bem baixinho ela gemendo. Comecei a abraçar ela, dar uns beijinhos no pescoço, e ela, aos poucos, foi aumentando. a velocidade do vai e vem e eu apertava meus braços contra os peitos dela e sentia meu pau deslizar mais fácil entre as pernas dela por causa dos sucos dela

Infelizmente naquele momento meu celular tocou, nos pegou de surpresa e com o susto nos separamos, fui pegar meu celular e era um colega de trabalho pra me falar uma merda, enquanto falava com ele olhei pra baixo e vi como meu pau brilhava por causa dos sucos que minha filha tinha deixado, desliguei o mais rápido possível mas minha filha já tinha ido pro quarto dela

pensei que por não seguir o plano como devia, tinha estragado tudo, então desiludido desliguei tudo e fui dormir também. bati na porta da minha filha, mas ela não respondeu, e pensei que possivelmente ela tinha ficado chateada

já no meu quarto, pensando no que tinha acontecido, ouvi minha filha bater na porta, falei pra ela entrar e ela disse;
-papai não consigo dormir, posso dormir com você
-pode sim filha

pude ver a silhueta nua dela se aproximando, ela se deitou de lado perto de mim e eu fiz o mesmo, ficando os dois de frente um pro outro, aproximei meu pau de novo na buceta dela e ela abriu as pernas pra ele entrar de novo entre elas, comecei a esfregar todo meu pau na buceta dela, ela também fazia o mesmo mas com mais desespero, eu tava louco acariciando o corpo todo dela e beijando o pescoço dela e ela respondeu procurando meus lábios, beijando eles com paixão e começou a gemer mais rápido e a me abraçar mais forte, e pude sentir quando ela teve um orgasmo

só parou um instante e continuou me beijando, coloquei ela por cima de mim e ela mesma se ajeitou segurando meu pau entre as pernas e a buceta dela, e de novo voltou a se esfregar, tava como uma louca e gemia igual, até que de novo gozou em outro orgasmo e ao mesmo tempo eu gozei com ela, lambuzando de porra toda a bunda dela, ficou extasiada em cima de mim e só me beijava mas já não com paixão e sim ternamente e devagar, e assim continuamos até pegar no sono

no dia seguinte de manhã, acordamos e tudo parecia normal, nos Tomamos banho, trocamos de roupa e conversamos como se nada tivesse acontecido, e foi assim o dia inteiro até chegar a noite. Tomei banho primeiro, me sentei nu no sofá e logo ela fez o mesmo, mas dessa vez sentou do meu lado e se aninhou em mim. Nos olhamos, sorrimos e me aproximei para beijá-la. Ela correspondeu e comecei a acariciá-la. Tirei ela do sofá e ela se deitou no tapete.

Já no chão, ela abriu as pernas e comecei a esfregar meu pau no clitóris dela, procurando a entrada da buceta, e ela disse:

— Papai, nunca fiz isso, sou virgem.

— Pensei que você já tivesse transado — respondi.

— Não, e quero que você seja o primeiro — disse, com um sorriso safado.

Sinceramente, bateu um pouco de remorso. Pensei que na idade dela já tivesse tido relações, e além disso era minha filha, e falei:

— Mas vai doer um pouco, e eu sou seu pa...

Ela me interrompeu:

— Eu sei, tudo isso, eu sei. Não pensa nisso, papai. Vem, faz devagar, sim? Quero que você me coma.

Ao ouvir isso, fiquei excitado de novo e estávamos nos beijando outra vez. Apontei meu pau na entrada dela e fui enfiando aos poucos. Senti que rompi alguma coisa e ela soltou um gemido.

— Devagar, papai, já entrou, bem devagar — ela dizia.

E fui enfiando, devagar. Tirava e colocava de novo, cada vez mais fundo, lentamente. Mesmo sem estar comendo rápido, sentia um prazer imenso e uma excitação pelo que estava fazendo: era a primeira vez dela, o plano tinha dado certo e ela estava curtindo. Como falei, meu pau é bem grande e não queria machucar ela, então perguntei:

— Não tá te incomodando? Quer que eu continue?

— Não, "pai", só arde um pouco. Continua, não para. Quero sentir ele todo dentro de mim.

Então continuei enfiando aos poucos, e quando faltava pouco para enfiar por completo, senti que ela se contorcia um pouco, reclamava e gemia ao mesmo tempo, de olhos fechados. Parei de novo e falei:

— Tô te machucando.

— Não, papai, continua. Enfia tudo.

Obedeci e, assim que entrou tudo, ela se... Eu disse e, estranhamente, ela começou a rir; com lágrimas nos olhos, rindo e com meu pau bem dentro dela, ela me disse:
— Não pensei que fosse caber tudo em mim, haha, continua me comendo, papai, mas devagar.

Comecei a comer ela devagar, e ela começou a se mexer, gemer e me beijar desesperadamente. A cada metida que eu dava, ela cravava as unhas em mim. Naquela hora, acho que ela teve um orgasmo. Ela parou e pediu pra eu sair bem devagar, e foi o que fiz.

Fomos tomar banho, e lá a safada me surpreendeu, dizendo que nunca tinha provado um pau e queria experimentar. Ela começou, primeiro sem jeito porque não sabia, mas fui ensinando como fazer, e ela aprendeu muito rápido. Mesmo só chupando a cabeça do meu pau, fez eu gozar na boca dela, e a boba até se engasgou com minhas porra. Saímos e fomos dormir no meu quarto.

No dia seguinte, de manhã, tudo estava normal, até que ela se despediu de mim com um beijo na boca, e isso me deixou a mil. Ali mesmo na sala, sem tirar o uniforme, comi ela de novo. Mesmo sentindo um pouco de ardência, ela disse que também gostou muito. Claro, nós dois chegamos atrasados nos nossos respectivos lugares.

Já estamos assim há mais de dois anos, e o mais engraçado, estranho, ou como quiserem chamar, é que, do meu ponto de vista, continuamos nos tratando igual a antes de termos sexo entre nós, ou seja, uma relação normal de pai e filha.

A única diferença é que, quando estamos com vontade de transar, a gente faz, sem nenhum remorso, na hora ou no lugar da casa que quisermos. Ela até teve dois namorados nesse tempo, e mesmo assim continuamos fazendo.

Minha filha e eu nos amamos muito, e isso que acontece entre nós nos uniu ainda mais, tudo graças ao plano que tracei. Foi longo, mas no fim deu certo. Abraços.

2 comentários - Plano elaborado para seduzir minha filha

ren6o
Muy morboso, pero buen relato!
Plano elaborado para seduzir minha filha