A gatinha
A gatinha era uma vampira. A cara dela se transformava quando tinha chance de transar. A gatinha era minha namorada e eu chamava ela assim porque ela tinha 18 anos e eu 20 ou 21. Com 18 anos, foi a melhor amante que já tive e acho que vou ter na vida. Hoje vou contar pra vocês "Filme no sofá"
Uma noite, minha sogra decide ver um filme francês (não faço ideia de como se chamava). Então a gente se prepara pra arrumar o comedor enorme da casa de campo onde minha namorada morava, colocando os dois sofás de um lugar na frente do de três lugares, onde a gente se acomodou com minha namorada, deixando minha sogra sentada na nossa frente, super interessada no filme francês dela (a velha filha da puta tentava nunca nos deixar sozinhos).
Minha namorada se deitou no sofá e, como é baixinha (1,55), apoiou a cabeça no meu colo e se cobriu com um saco de dormir aberto. Não tinham passado 10 minutos do filme e ela começou a esfregar minha pica por cima da calça jeans, tanto com a mão quanto com o rosto. Depois, abriu minha braguilha e começou a tirar minha pica. Nesse momento, no filme, tinha uma cena de um boquete, e parece que era uma cena contagiosa, porque a menina me olhou com os olhos azuis dela e começou a chupar minha pica. De vez em quando, parava e respondia algum comentário que a mãe fazia, que estava a 1,50 metro da gente. Não sei se me excitava mais a adolescente gostosa que tava mamando minha pica ou o risco de a velha se virar e nos ver.
Num momento, falo bem baixinho: — Para, que você vai me fazer gozar. E ela responde: — Não, deita comigo. Não sei com que desculpa, mas deitei com ela. Minha pica tava muito dura entre as pernas dela. A gente tava de conchinha, então teria sido fácil penetrar ela, e falo: — Como eu queria te comer, gata, mas não tenho camisinha! E ela me diz uma frase que me enlouqueceu: — Tem lugares por onde dá pra ir sem camisinha e eu não engravido.
Na hora, ela desabotoou a braguilha de botão da calça jeans que tava usando e abaixou um pouco, só um pouquinho. Com uma mão, afastou o fiozinho da calcinha fio dental, e com a outra mão, enchi a palma de saliva e deixei escorrer pelos meus dedos, besuntando a bunda dela de cuspe. Ela fez o mesmo com a ponta da minha pica. Num instante, eu tava dentro daquela bunda (a bunda mais acolhedora e receptiva que conheci) quando coloquei pela primeira vez, ela mordeu o saco de dormir que a gente usava pra se cobrir e, enquanto eu metia bem devagarinho pra não fazer barulho por causa da minha sogra, perguntei: - tem certeza que é a buceta, né? (tava morrendo de medo de engravidar ela porque era muito novinha) ela respondeu entre gemidos – é meu corpo, meu amor, como é que eu não vou saber? continua assim que eu tô adorando -.
Depois de um tempo bombando e umas duas viradas da minha sogra que me deixavam mais excitado, igualmente a minha mina…
Eu – meu amor, não aguento mais, quero encher toda sua buceta de porra
Ela – sim, meu amor, enche ela toda de porra
E comecei a acelerar as estocadas naquela buceta branca e gostosa, mas com todo cuidado pra não fazer barulho. Já não aguentava mais, ela apertava minhas coxas e de repente saiu toda minha porra dentro daquela bucetinha apertada, não era a primeira vez que a gente transava anal, mas era a primeira que eu gozava dentro da buceta dela. Quando eu ia tirar, ela pediu pra eu ficar mais um pouquinho – assim sua porra fica bem dentro de mim – ela disse.
Depois de um tempo, já satisfeitos e acomodados como se nada tivesse acontecido, vendo um filme francês que nem sei o nome.
Uma noite, minha sogra decide ver um filme francês (não faço ideia de como se chamava). Então a gente se prepara pra arrumar o comedor enorme da casa de campo onde minha namorada morava, colocando os dois sofás de um lugar na frente do de três lugares, onde a gente se acomodou com minha namorada, deixando minha sogra sentada na nossa frente, super interessada no filme francês dela (a velha filha da puta tentava nunca nos deixar sozinhos).
Minha namorada se deitou no sofá e, como é baixinha (1,55), apoiou a cabeça no meu colo e se cobriu com um saco de dormir aberto. Não tinham passado 10 minutos do filme e ela começou a esfregar minha pica por cima da calça jeans, tanto com a mão quanto com o rosto. Depois, abriu minha braguilha e começou a tirar minha pica. Nesse momento, no filme, tinha uma cena de um boquete, e parece que era uma cena contagiosa, porque a menina me olhou com os olhos azuis dela e começou a chupar minha pica. De vez em quando, parava e respondia algum comentário que a mãe fazia, que estava a 1,50 metro da gente. Não sei se me excitava mais a adolescente gostosa que tava mamando minha pica ou o risco de a velha se virar e nos ver.
Num momento, falo bem baixinho: — Para, que você vai me fazer gozar. E ela responde: — Não, deita comigo. Não sei com que desculpa, mas deitei com ela. Minha pica tava muito dura entre as pernas dela. A gente tava de conchinha, então teria sido fácil penetrar ela, e falo: — Como eu queria te comer, gata, mas não tenho camisinha! E ela me diz uma frase que me enlouqueceu: — Tem lugares por onde dá pra ir sem camisinha e eu não engravido.
Na hora, ela desabotoou a braguilha de botão da calça jeans que tava usando e abaixou um pouco, só um pouquinho. Com uma mão, afastou o fiozinho da calcinha fio dental, e com a outra mão, enchi a palma de saliva e deixei escorrer pelos meus dedos, besuntando a bunda dela de cuspe. Ela fez o mesmo com a ponta da minha pica. Num instante, eu tava dentro daquela bunda (a bunda mais acolhedora e receptiva que conheci) quando coloquei pela primeira vez, ela mordeu o saco de dormir que a gente usava pra se cobrir e, enquanto eu metia bem devagarinho pra não fazer barulho por causa da minha sogra, perguntei: - tem certeza que é a buceta, né? (tava morrendo de medo de engravidar ela porque era muito novinha) ela respondeu entre gemidos – é meu corpo, meu amor, como é que eu não vou saber? continua assim que eu tô adorando -.
Depois de um tempo bombando e umas duas viradas da minha sogra que me deixavam mais excitado, igualmente a minha mina…
Eu – meu amor, não aguento mais, quero encher toda sua buceta de porra
Ela – sim, meu amor, enche ela toda de porra
E comecei a acelerar as estocadas naquela buceta branca e gostosa, mas com todo cuidado pra não fazer barulho. Já não aguentava mais, ela apertava minhas coxas e de repente saiu toda minha porra dentro daquela bucetinha apertada, não era a primeira vez que a gente transava anal, mas era a primeira que eu gozava dentro da buceta dela. Quando eu ia tirar, ela pediu pra eu ficar mais um pouquinho – assim sua porra fica bem dentro de mim – ela disse.
Depois de um tempo, já satisfeitos e acomodados como se nada tivesse acontecido, vendo um filme francês que nem sei o nome.
2 comentários - Minhas aventuras com a gostosa