Comparto esse relato, não é meu mas deixou meu pau duro pra caralho!!!
Quem nunca teve uma fantasia com um primo ou um irmão?
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Essa é minha história, mesmo que pareça mentira, mas juro que é a pura verdade...Há uns 5 anos atrás, fui passar férias nos llanos orientais, lá pra dentro de Villavicencio, já que minha mãe mora lá faz uns 20 anos, mesmo ela sendo de Medellín.
Num desses dias que estava lá, me convidaram pra tomar banho num rio que fica perto da fazenda da minha mãe e, claro, levei meu modelinho de maiô bem justinho que marcava bem minha bunda - que, com certeza, eu tenho mesmo!
Mas isso não é nada, entre todos éramos mais ou menos 8 pelados, todos acima de 18 anos, e dois irmãos meus que tinham um 18 e o outro 22 anos. Um deles tinha um corpo escandaloso, já que era pescador e tinha o corpo bem formado e pernas de tirar o fôlego. Isso não é nada, o pau dele era enorme, fiquei de boca aberta quando a maioria tirou as calças e ficou pelada. Eu, é claro, fiquei meio envergonhado e nem quis, até que meu irmão me disse: "Tira isso, viado, parece que você não tá entre homens". Mas eu fiquei com vergonha porque, mesmo não sendo pequeno no tamanho, meu irmão tinha um muito maior, uns 22 cm, e isso me deixava meio sem graça. Bom, era disso que ele se gabava, porque eu já vi ele dormindo e não parecia daquele tamanho. O caso é que esse foi o começo da minha adoração pelo meu irmão.Passando o dia todo no rio e sob sol pleno, me queimei todo, já que eu não estava bronzeado e também não tinha passado protetor. O sol me fez muito mal e queimei quase o corpo todo, exceto a sola dos pés, já que no final tirei a sunga e fiquei pelado como eles. Então o sol me pegou mais do que neles, que estavam acostumados com aquele tipo de temperatura.
Já à noite, minha mãe disse que, como havia poucas camas para dormir, o que eu achava de dormir com o Luís — é assim que se chama meu meio-irmão. Então eu disse que, se ele quisesse, eu não via problema nenhum, e o Luís falou que não, que não tinha problema. Mas eu pensava que meu meio-irmão dormia ali com todo mundo, mas não, ele tinha a cama dele numa espécie de depósito onde se guarda a colheita de arroz, algodão ou sorgo... Ele dormia lá com dois trabalhadores da fazenda, mas eles não estavam, então ficaria só eu e meu meio-irmão. Ao me deitar, não conseguia aguentar o cobertor porque meu corpo todo ardia. Então o Luís, meu meio-irmão, me disse que ele tinha um pouco de creme nutritiva e, se eu quisesse, ele podia passar em mim para aliviar a ardência. E eu disse... que sim.
Mas como eu não conseguia passar a pomada em todo o corpo, ele me perguntou se eu queria que ele passasse, e eu disse que sim, embora isso já me deixasse bem nervoso, porque durante o tempo que eu estava no rio com eles, ele ficava olhando muito minha bunda, mesmo eu não dando muita bola. Mas naquele momento fiquei nervoso mesmo, pela situação, a escuridão, e por estarmos sozinhos — qualquer coisa podia acontecer, mesmo meu meio-irmão se gabando de ser muito machão e de odiar "viados", como ele chama, e de gostar muito de mulheres.Acabei aceitando que ele passasse a pomada no meu corpo. O que eu não sabia era que ele dormia pelado, mas naquela hora ele não estava, só me contou que sempre tinha o costume de dormir nu por causa do calor à noite. Eu disse que não me importava que ele ficasse pelado, que estávamos entre irmãos, e ele respondeu que era quase entre irmãos, porque ele mal me conhecia, e que na verdade me via mais como um amigo que tinha chegado recentemente. Aí eu respondi que ele tinha toda a razão. Bom, voltando à pomada…
Ele começou a passar a pomada nas minhas costas, mas de um jeito desajeitado, e me machucou. Aí eu falei: "Não precisa ser tão bruto, tá ardendo!" E ele disse: "Hmm, parece uma menininha chorona." Eu ri e então respondi: "É claro, não é em você que tá ardendo!
Ele continuou passando o creme até chegar na parte onde começam minhas nádegas e me perguntou se ali também, e eu disse que sim, se ele quisesse, e ele respondeu que sim, que pra bundas ele estava acostumbrado a tocar a da namorada dele e que minha bunda parecia muito com a dela, só que a minha era mais durinha, e perguntou se eu me depilava e eu disse que não, que eu era naturalmente liso, e ele falou que bom, que em compensação ele era muito peludo e que não gostava muito de ter.Eu sugeri que ele podia fazer cera e ele disse que isso era coisa de viado, eu fiquei quieto. Ele continuou com a massagem e insistiu sobre minha bunda, que eu tinha ela muito bonita, que as mulheres deviam me dar elogios e eu respondi que não só mulheres, mas homens também, ao que ele retrucou que não acreditava que um cara pudesse dizer isso pra outro cara e eu disse que era verdade, que tanto mulheres quanto homens me importunavam. E ele perguntou se isso me incomodava e eu respondi que não, que eu gostava muito, então ele soltou a pergunta de um milhão: me perguntou se eu era viado e eu disse que não, mas que a vida era pra experimentar de tudo, ele falou que talvez eu tivesse razão.
E que com uma bebedeira bem boa dava pra fazer muitas coisas, até isso, eu disse que não precisava de bebedeira, que lúcido também dava, até era melhor, mas com o assunto tão quente eu já estava ficando duro e ele percebeu e disse que a dele era maior. Então eu falei que eu era como São Tomé e ele perguntou o que era isso e eu expliquei que São Tomé era incrédulo e dizia que ver pra crer, e ele respondeu que eu não precisava olhar, só mandar a mão pra trás e tocar.
E eu fiz isso e quase tive um infarto ao tocar um monumento daqueles. Parecia enorme, muito grande, acho que devia ter mais de 22cm e era grossa, muito grossa e cheia de veias. Eu tirei a mão e ele me perguntou se já estava com medo, que eu matava o tigre e depois ficava com medo de tirar o couro. Eu disse que não, que éramos irmãos e que aquilo não estava certo. Ele respondeu que já tinha me dito o que pensava de mim, que estava me conhecendo ainda, que praticamente éramos como amigos, e que ficasse tranquilo, que não tinha problema, que ele estava muito com tesão e que não ia contar nada, mas que eu também não dissesse nada, senão ele me dava uma surra.E continuei apalpando até que ele me disse para me ajoelhar e chupar ele. Sem hesitar, aceitei. Me ajoelhei e enfiei na boca. Eu tenho a boca grande, mas o pau dele quase não cabia. Ele ficava me dizendo para enfiar tudo, que pra isso eu tinha a boca bem grande. Eu pedia pra ir devagar até conseguir. Enfiei aquela tora na boca e chupei como nunca tinha chupado na vida. Era linda. Nunca tinha tido algo assim nos meus 28 anos de existência, e olha que já passaram muitos paus pela minha vida, mas nenhum como aquele... Continuei mamando e ele me pegou pelas orelhas como uma bezerra e me dizia pra mamar direito, assim, sim, chupar como se fosse um sorvete.
Depois deitamos nus e ele me apalpava a bunda, dizendo que estava uma delícia, parecia a de uma garota, que estava gostosa pra enfiar até o fundo. Eu disse que tudo bem, se ele quisesse, mas que eu nunca tinha feito. Ele disse que ia devagarzinho e botava um pouco de saliva na pontinha pra não doer. Eu concordei, pedi pra ele enfiar, e ele foi metendo pouco a pouco: primeiro a cabecinha, depois o tronco, até chegar nos ovos. Me senti no paraíso. Então ele pediu pra eu ficar por cima pra entrar melhor. Eu subi e ela entrou toda de uma vez. Dei um grito porque doeu, e ele me... Tapei a boca e não tirei e ele continuou me dando como se fosse uma rata velha, metia e tirava, metia e tirava, e me dizia que se era assim que eu queria, pra que tinha esquentado ele, viadinho, que era assim que eu queria e continuou metendo e tirando por não sei quanto tempo, até que ele gozou dentro de mim e berrava como um louco, gemendo e dizendo pra eu não contar pra ninguém, e eu não dizia nada, já que estava dolorido. Fiquei um tempo quieto e acabei dormindo, também não sei por quanto tempo, só sei que acordei com uma ardência e era que, depois de várias horas de sono, ele acordou e continuou me tocando, ficou duro de novo e voltou a enfiar em mim, mas dessa vez com muita suavidade, e me pedia perdão, dizendo que era a primeira vez que fazia aquilo e que tinha gostado, mas que se eu quisesse ele tirava e a gente parava por ali. E eu disse: não, você continua, e fizemos mais uma, e mais outra, no total 3 naquela noite...
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