De Primas, Amigas e Cunhadas - Parte 1

Belezagarotas gostosaseporinga boysy!!
Depois de ver muitas fotos e ler muitos relatos, resolvi escrever o meu próprio. Tudo o que conto aqui é absolutamente verdade, exceto os nomes e algumas circunstâncias.
Fiquei muito excitada ao lembrar de todas essas coisas que aconteceram não faz muito tempo, e espero que vocês também curtam.
garotas poringaeporinga boysaproveitem bem com boas sessões de sexo com seus parceiros, e, quem não tem, uma boa sessão de punheta!!
À medida que for lembrando das situações, vou jogando elas aqui nessas páginas.
E chega de prólogos. Aqui vai a primeira parte. Espero comentários de todas vocês.
garotas gostosaseporinga boys, e, por que não, alguma proposta não santa!Me chamo Mario, moro em Buenos Aires. Tenho 37 anos, sou loiro raspado (raspado na marra), barba loira estilo cavanhaque, olhos entre verde e azul. Um dia vou contar como conheci ela, a Delfina, minha parceira (na época era minha parceira). Mas não é dela, da Delfina, que quero falar. Quero contar a história da Silvia, a irmã mais velha dela, da Delfina.

Mas preciso escrever algumas coisas antes. Delfina tem 21 anos, é linda, tem um corpo gostoso, e é extremamente simpática. Delfina não tinha quase nenhuma experiência sexual quando a gente se conheceu. No começo, como em todo relacionamento, a gente se matava: sexo de manhã, sexo de tarde, sexo de noite. Não podia reclamar. Eu ensinei, e ela se deixou ensinar. Às vezes, ela ficava toda molhada até quando a gente falava no telefone.

Ela morava comigo e com minhas filhas, mas eu ainda não conhecia a família direta dela, só a Perlita, a prima dela (já vamos falar da Perlita). Até que conheci a Silvia. Conheci numa tarde, quando voltei do trabalho. Elas estavam sentadas na cozinha, tomando chimarrão e cochichando.

— Oi, meu amor! — me cumprimentou a Delfina, e me deu um beijinho, meio corada. — Ela é a Silvia — me disse.

Olhei pra ela. Ela se levantou da cadeira e me cumprimentou.

— Oi, Mario! Finalmente a gente se conhece!

— Oi, Silvia! Que bom que você veio! — falei, olhando nos olhos dela, enquanto com o canto do olho observava o resto do corpo dela. Homem é assim: vê uma mulher e não consegue deixar de reparar em certos contornos, não porque a gente sempre queira transar (não porque a gente queira transar na hora) com elas, mas porque observar uma mulher é sempre gostoso.

Olhos pequenos, escuros, puxadinhos. Cabelo liso, comprido, preto, com um rabinho de cavalo e franja na testa. Um pouco mais alta que a Delfina, com os saltos dela quase chegava na minha altura. Blusa solta e calça jeans justa.

Silvia é esposa de um cirurgião plástico muito conhecido. Digo, conhecido no meio dele. Isso dá algumas vantagens pras mulheres: elas têm quem fazer as tetas do jeito que quem vai aproveitar gosta. E era isso que ela, a Silvia, estava prestes a fazer. Como a Natureza não tinha sido muito generosa com os peitos dela, ela estava tentando convencer o marido a lhe dar um par de peitos novos. Era disso que estavam falando quando eu cheguei.

Fui tomar um banho com uma leve cócega no corpo. Tive uma ereção no chuveiro, mas deixei passar. Queria descansar um pouco e fumar meu baseado diário.

Quando terminei de me trocar, fui pra cozinha. A Silvia estava indo embora.

— Já vai? — perguntei.

— Sim, Mario — respondeu. — O Ezequiel está me esperando no consultório, quer que eu veja o anestesista pra preparar a cirurgia. Finalmente convenci ele! A Delfina te contou que quero fazer as tetas? São muito pequenininhas, né?

Como me surpreendi que, mal conhecidos, ela já se sentisse tão à vontade, acho que fiquei vermelho e mal consegui balbuciar.

— É... Hum... Bom... Sei lá... — falei.

— Bom, tchau, galera, tô atrasada! Você desce pra abrir o portão pra mim, Delfina?

Trocamos um beijo na bochecha e a Delfina foi com ela pra abrir a porta. Quando ela foi saindo, pude observar a rabeta dela. Rabeta linda.

A porta do apartamento se fechou.

Fiquei uns instantes com o olhar e a mente perdidos, e aí me virei e fui pro meu quarto preparar meu baseado. A Delfina entrou quando eu já ia acender.

— Quer um mate? — perguntou.

— Bora — respondi. Quando ela voltou, eu já estava fumando. Ela sentou na beira da cama, deixou a garrafa térmica e o mate no chão e me pediu pra dividir. Assim como com o sexo, eu também tinha ensinado a ela o prazer de um bom beck.

Conversamos sobre as coisas que ela fez durante o dia e sobre meu trabalho. A fumaça acabou nos embriagando de vez e ficamos agarradinhos. Transamos. Como não gosto de usar camisinha e ela na época não tomava pílula, gozei longamente na barriga dela.

Quando voltei do banho já limpa (quando voltei do banho, já gozada e gostosa), me perguntou:

— O que a gente janta hoje?

— Não sei — falei. E completei: — vamos comer fora com as meninas.

Anoiteceu, saímos pra jantar, voltamos e, já derrotados pelo cansaço, dormimos.

Na manhã seguinte, de novo pro trabalho, pra maldita rotina das malditas estatísticas que me irritavam. Embora eu tivesse estudado Sociologia, as estatísticas eram o que menos me importava; e apesar de aquele trabalho não ter nada a ver com Sociologia, eu passava o dia coletando estatísticas e analisando elas, bem contra a minha vontade. Eu queria voltar pra Fotografia, minha verdadeira vocação. Durante muito tempo fiz fotografia em Preto e Branco, com câmeras analógicas. Tinha meu próprio quarto escuro e revelava eu mesmo. Não sou ruim tirando fotos, eu sei. Tenho um olho muito bom, já tinha escrito uns artigos numa revista especializada, participado de exposições aqui e no exterior e tinha um estilo que era reconhecido. Enfim: eu nunca vivi da Fotografia, ela sempre viveu de mim.

Trabalhávamos só duas pessoas no meu escritório: Sergio e eu. Sergio é mais novo que eu. Sergio naquela época ainda não era casado, mas já morava com a Adela há vários anos. Mas do mesmo jeito que amava a Adela, também não conseguia evitar de transar com qualquer mulher que aparecesse na frente dele. De vez em quando ele me confessava coisas íntimas, de casal. Uma dessas confissões era que já fazia alguns meses que a Adela não ficava muito excitada, que só transavam no máximo uma vez por semana, e nem era das melhores. Mais de uma vez ele tinha me falado da história enrolada que tinha com a cunhada dele, a Laura, irmã da Adela. Era como se tivesse uma química, mas nunca tinham chegado a concretizar nada. Às vezes os homens são fiéis não por convicção, mas por falta de oportunidade, e essa, parecia, era a questão entre a Laura e o Sergio. Aproveitei esses assuntos de conversa entre nós pra comentar que tinha conhecido a Silvia, a irmã da Delfina. Ele me ouviu interessado, mas ficou ainda mais quando confessei que, na aparência física, Silvia me atraía mais que Delfina. Vi naqueles olhos aquele brilho que aparecia quando ele falava da própria cunhada.

— E aí? — ele perguntou.

— Nada — falei. — Tô bem com a Delfina, transo com ela todo dia — lembrei com uma certa maldade da minha parte. — A Silvia é muito gostosa, mas não quero nada com ela.

Eu sabia que tava mentindo: a ereção do dia anterior, depois de conhecê-la, enquanto tomava banho, tinha sido por ela, pela Silvia, e a sessão de sexo quente e louca que tive com a Delfina depois foi dedicada a ela, à Silvia, e foi pra ela, pra Silvia, que dediquei aquele jato de porra que espalhei na barriga da Delfina.

Depois a conversa foi pra outros assuntos que não convém revelar, e seguimos com o trabalho.

Naquela mesma noite, depois da janta, já deitados, enquanto curtíamos a flor mais doce, entre uma coisa e outra a Delfina me perguntou:

— Mario, ontem fiquei meio sem graça de te perguntar, mas o que você achou da Silvia?

Quase me engasguei. Tossi, soltei a fumaça dos pulmões e pedi pra ela explicar:

— Como assim?

— Isso, o que você achou dela. É a primeira vez que apresento alguém da minha família direta pra você.

Enquanto puxava mais uma boa tragada de fumaça, fui bolando uma resposta de compromisso. Respondi:

— Acabei de conhecer, mas achei ela maneira.

— Que bom — ela disse. — Hoje falei com ela no telefone e ela disse que você caiu super bem.

— Sério? É por causa do meu sex appeal — falei brincando, enquanto passava a mão de leve na buceta dela. Não demorou pra ela reagir e ficar molhada. Apaguei o que restava do cigarro e coloquei a mão dela no meu pau.

— Hummm... como a gente tá! — ela disse. A mão dela entrou na minha cueca e tirou de lá uma ereção generosa.

— Chupa ele pra mim — pedi. Ela não fez questão. Pegou o troféu com as duas mãos. de desejo e, depois de uns beijos breves e intensos onde nossas línguas trocaram sabores, ela se ajoelhou, baixou a cabeça e foi molhando aos poucos com os lábios meu pau já durasso. A saliva dela, escorrendo da minha glande, deixava mais fácil a fricção das mãos dela descendo e subindo pelo tronco do meu membro. Senti o calor da boca dela, e o movimento da língua faziam meu prazer aumentar cada vez mais. Peguei meu pau com a mão, puxei toda a pele que dava enquanto empurrava a cabeça da Delfina pra baixo, de modo que meu sexo inteiro ficou escondido dentro da boca dela. Ela já tinha aprendido o que eu gostava. Enquanto engolia meu sabre curvo, começou a brincar com o saco e com as bolas. Foi descendo mais e alcançou o períneo, aquela terra de ninguém que separa a frente de trás. Extasiado de prazer e chapado de cannabis, não sei quanto tempo passou (talvez horas, provavelmente segundos) até que um dedo dela, ainda molhado, alcançou meu cu. Começou a rodar por ali, e a ereção chegou a níveis inimagináveis. O dedo dela ia e vinha, ia e vinha, e a boca dela entrava e saía do meu brinquedo raivoso.

— Tira o dedo — pedi. Obediente, ela fez o que pedi. — Para, não continua me chupando que ainda não quero gozar.

Aos poucos, ela foi tirando os lábios da minha glande, como uma criança que, forçada, tira um pirulito da boca.

— Gosto do sabor do seu líquido — disse ela, ansiosa e fazendo biquinho com a boca.

Eu respondi:

— Mais eu gosto do sabor do seu.

Deitei ela na cama. Coloquei um par de travesseiros debaixo das costas dela, com o Monte de Vênus apontando pra mim, de forma que ela não precisasse fazer nenhum esforço pra me oferecer seus lindos lábios carnudos. Me deitei delicadamente entre as pernas dela já abertas e comecei a lamber a buceta dela como se estivesse lambendo um sorvete gostoso. As rugosidades da minha língua se divertiam em cada cantinho do sexo depilado dela, minhas mãos abriam seus lábios da buceta e meus dedos apontavam pra entrada da sua buceta. Beijava toda a sua xota com gosto, lambuzando tudo de saliva. Meu bigode e minha barbicha de cavanhaque faziam ela delirar. Com dois dedos, parei no clitóris dela, puxando devagar o prepúcio pequeno que cobria ele; minha língua (a ponta da minha língua) fez ela explodir num orgasmo de todas as cores, com movimentos tão brutos que parecia possuída pelo próprio demônio. Ela puxou minha cabeça bruscamente, e o corpo dela não parava naquele frenesi. Quando se acalmou, eu, com uma excitação já insustentável pelo show que Delfina tinha me dado, virei ela, coloquei de quatro com os joelhos raspando a borda da cama e, feito um bichinho indefeso, busquei a buceta dela com meu pau. A bunda redonda dela me dava uma visão privilegiada. O cu dela abria e fechava suave no vai e vem. Com o dedão, fui acariciando aquele círculo carnudo. Quando, aos poucos, fui enfiando e tirando, o movimento que eu fazia ao mesmo tempo com meu pau pra dentro e pra fora só fez com que da buceta dela escorresse um líquido viscoso, meio branquelo, e, com um grito insuportavelmente gostoso, soube que, de novo, ela tinha gozado, gloriosamente. Tirei o pau da buceta dela e, apontando pro cu de Delfina, roçando o ânus com minha cabeça, pensava, enquanto enchia ela de porra, que aquele era o cu da Silvia.

5 comentários - De Primas, Amigas e Cunhadas - Parte 1

EXCELENTE RELATOOOO!!!!!!!!!! HOY NO TENGO MAS PUNTOS, SI NO TE DABA..............(PUNTOS!!!!) 😬 ahora leo la 2º parte................