Uma cliente especial II

Olá, tô aqui pra continuar contando o segundo encontro com a Luciana.
Depois da rapidinha na casa dela e do namorado, no dia seguinte a gente conversou sobre como foi gostoso e tal, e combinamos que no próximo sábado a gente se encontraria de novo, mas com mais tempo.
Pra minha surpresa, ela falou pra gente se encontrar na casa dela, já que o namorado tava de plantão 24 horas.
Eu dei um jeito em casa pra escapar, tinha a vantagem de ser perto do fim de dezembro e a desculpa de encontros e despedidas de ano dava pra colar.

Bom, chegou o sábado e fui da minha casa até o apartamento dela na Lavalle. Apertei o interfone e ela desceu com um shortinho branco e uma regata sem sutiã — isso já me deixou de pau duro na hora que cumprimentei ela. Subimos no elevador, era umas 22h e, verdade, naquele prédio morava pouca gente, a maioria era escritório. Subimos e eu me joguei na boca dela e naquelas tetas enormes. Ela pegou na minha pica, abaixou o zíper da bermuda e tirou ela na hora. Eu chupava os peitos dela enquanto ela me batia uma, sem parar de ofegar e gemer. Ali mesmo, abri a porta do elevador pra travar entre os andares. Ela agiu rápido, se abaixou e começou a me chupar literalmente como se nunca tivesse mamado uma pica. Comecei a meter na boca dela, ela engasgava e ficava com os olhos vermelhos, mas não pedia pra eu parar. Ela chupava espetacular, era uma mestra no boquete, verdade. Deixei ela continuar mamando mais devagar até que senti que ia gozar na boca dela. Ela percebeu e chupava com mais força. Não aguentei e joguei toda a porra dentro — foi foda, ela engoliu tudo, embora saísse porra pelo canto da boca.

Subimos pro apartamento e ela tava preparando um molho pra comer ravióli, tinha o futon aberto pra gente deitar. Fui no banheiro, me aproximei da cozinha, ela de costas com aquele shortinho enfiado na bunda. Não aguentei a tentação e fui agarrar ela por trás pra ver o que ela tava cozinhando. Encostei a pica na bunda dela e, com as mãos, peguei nos peitos dela. e dei um beijo no pescoço dela, ela enfiou a bunda mais pra dentro da pica, se virou e começamos a nos beijar como se nunca tivéssemos feito aquilo antes. Ela ainda tinha o gosto do meu gozo na boca, o que me deixava ainda mais excitado. Na hora, a pica subiu de novo, fazia um tempão que eu não gozava duas vezes tão seguidas, haja. Tirei a regata dela e os peitos lindos apareceram, enormes, e os bicos estavam durinhos de tão tesudos que ela tava. Luciana pedia pra eu meter, queria minha pica dentro dela, porque precisava continuar. Deitamos e era minha vez de dar um pouco de prazer, já que ela tinha feito isso algumas vezes. Coloquei ela de costas, comecei beijando o pescoço e mordendo a nuca, enquanto com meus dedos começava a acariciar a pussy dela. Tocava o clitóris enquanto ela se arqueava de prazer e pedia pra eu meter logo. Meus dedos começaram a penetrar ela, e ela se movia pra trás pra recebê-los. Gozava igual uma louca, não parava de gemer. Continuo beijando as costas dela enquanto não parava de masturbar ela. Desci até a bunda, abri as nádegas e comecei a chupar a pussy dela. Mal encostei meus lábios na pussy dela, ela solta um "Aííííííí" bem longo, pedindo pra eu continuar, que vai gozar. Penetro ela com a língua, mordo de leve o clitóris e nessa hora ela dá um grito: "SIIIIIM! Aíííííí, come ela toda, sua filha da puta! Aíííííí, sim! Como você chupa ela! Uhhhh!" Recebi todos os sucos dela na minha boca, eram deliciosos. Depois de se recuperar do orgasmo, ela me pede por favor pra eu colocar a pica. Já tava doendo de tão dura que tava. Falo pra ela: "Pra que eu tenho camisinha no short?" "Então coloca logo!" ela dizia. E eu, verdade, também queria sentir ela sem camisinha. Assim, de quatro como ela tava, meti de uma vez. Entrou toda de tão molhada que tava, embora ao meter, ela sentiu a pica toda e soltou um gemido de dor e prazer ao mesmo tempo. Era uma imagem foda, ela de costas, eu comendo ela sem parar. Dizia que ela era minha putinha, puxava o cabelo dela e ela pedia mais e mais. Pau, os peitos dela balançando eram uma delícia, eu metia com força enquanto segurava as tetas dela, parecia que o mundo ia acabar depois dessa foda. Ela caiu na cama e eu continuei metendo enquanto ela explodia em outro orgasmo violento, "ahhhhhhhh siiii como você me come, nico, nunca para de me comer" e a gente nessas horas fala cada besteira também kkk. O orgasmo dela foi bem longo enquanto eu não parava de meter, viro ela de costas e começamos a nos beijar mais docemente, mas profundo, me concentro um pouco nos peitos dela e ela não para de gemer, brinco com minha cabeça no clitóris dela, isso deixou ela louca, ela pegou meu pau e enfiou ela mesma, soltando um ahhhh de novo, como essa mina gostava de pau, eu pensava. Ela me abraçou com as pernas e eu tava num meta e tirei pra fora com tudo, tentando chegar no fundo dela, estávamos encharcados de suor por causa do calor da época, nossos corpos escorregavam e nossos cheiros se misturavam com um puta cheiro de sexo no ar, ela cravava as unhas nas minhas costas e os olhos dela estavam virados, não conseguia nem falar, só saíam sons da boca dela. Como pôde, ela disse "agora é minha vez de te comer, meu amor", viramos sem tirar ela e ela ficou por cima de mim e começou uns movimentos impressionantes, ver aquela mulher gostosa me comendo me deixava cada vez mais louco e ela me dizia "amo seu pau, amo como ele tá sempre duro" isso me deixava louco e a verdade é que ela me deixava assim tão duro como quando eu tinha 20. Ver os peitos dela com um movimento violento me deixava muito excitado e sentia que já não aguentava mais minha gozada, ela percebeu e começou a se mexer mais forte pra eu gozar, "onde você quer que eu goze, vadia" "dentro" uhhh foi foda ouvir isso, a verdade é que naquele momento o mínimo que eu podia fazer era pensar, eu tava comendo uma mulher gostosa pra caralho e ela pedia pra eu encher ela de porra. Olho de novo pro rosto dela, como muda, sabia que ela tava prestes a gozar, ela segura os peitos, o cabelo dela, começa a gemer mais forte pedindo pra eu gozar dentro dela, nós dois explodimos num orgasmo violento. Ela caiu no meu peito e ficamos assim por um bom tempo. Nos separamos, tomamos uma ducha e comemos, conversamos sobre nossas vidas. Eu perguntei se o namorado dela tinha arma, ela confirmou que sim. Não sei por que isso me deixava mais excitado. Já eram quase 3 da manhã e eu sabia que umas 5 eu ia embora. A conversa sobre como ela fazia de corno o namorado dela, que era da polícia, me deixava com mais tesão. Eu sentia meu pau pedindo mais, ela percebeu e começou a acariciar meu pau. Nos beijamos com mais calor do que antes. Eu puxava o cabelo dela pra trás e mordia o pescoço dela, isso a deixava louca. Encostei ela de costas na parede e falei o quanto ela era uma puta. Ela disse: "Sua puta, sou sua puta, vou ser sua puta pra sempre." Sem tirar a calcinha fio dental, só puxei ela pro lado e meti assim, em pé, do jeito que estávamos. Ela jogou a bunda mais pra trás pra deixar eu entrar mais fundo. Foi aí que vi o cu dela e parecia que não estava fechado. Comecei a brincar com o dedão no cu dela e ela delirou de prazer. Mas meu pau não estava tão duro depois de duas gozadas. Continuei enfiando nela de costas contra a parede, com movimentos cada vez mais violentos. Eu sentia que não aguentava muito mais. Ela gritou: "Que puta que eu sou, como eu gosto do seu pau, não para que eu vou gozar." Meu ritmo não parava. Ela começou a se mexer pra trás, como se quisesse receber mais pau, e começou uma onda de gemidos: "Ahhhhh, uhhhh, sim, assim, vai, adoro seu pau, assim, vai, me dá pau." Eu já não aguentava mais e comecei a encher ela de novo na buceta. Ela sentiu toda a minha porra dentro e disse: "Vai, continua me comendo, vai, que eu vou gozar." Agarrei os peitos dela, mordi a nuca dela e ela gozou de um jeito que não conseguia ficar em pé. As pernas dela tremiam. Foi um orgasmo tremendo. Deitamos no futon até dar a hora de eu ir embora. E foi aí que ela disse: "Que amante bom que eu arrumei." A verdade é que até aquele momento eu não tinha pensado em ter ela como amante, mas era uma boa ideia. Ela era muito reservada, nunca me mandava mensagem se eu não escrevesse primeiro. primeiro e nunca me pedia coisas ou horários que sabia que eu não podia cumprir.
Espero que vocês tenham gostado, a próxima é a história de como me mudei de Palermo pra trabalhar no microcentro, a 3 quadras do trampo da Luciana.

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