Todo mundo sempre me diz que, se você quer saber como vai ser sua mulher, é só olhar pra sua sogra. No caso do nosso personagem, ele tava muito feliz que isso era verdade, até o sábado passado.
Mas, vamos começar do começo. O nome dele é Fernando, tem 22 anos, 1,80m, moreno, olhos verdes, não faz esporte, mas o físico dele se mantém em forma naturalmente, provavelmente por causa da idade. Mais pra frente ele vai ter que começar a se cuidar mais, mas por enquanto ele só estuda, sai quando pode e não bebe demais.
Numa dessas saídas, ele conheceu a Lisa, uma amiga de uma colega da faculdade. Só de ver ela, ele ficou paralisado. Loira, 1,70m, pernas longas, um corpo muito gostoso, e dois olhos azuis que olham pra você e te deixam tonto. Foi vê-la e decidir que aquela era a mulher que ele queria pra vida toda.
Levou uns meses até ele conseguir que ela aceitasse sair com ele uma noite, e aos poucos, o relacionamento foi ficando mais íntimo até que, como algo inevitável, eles acabaram namorando. Com um problema. Ela tem 17 anos, e não tem muito interesse em avançar sexualmente por enquanto, então vocês imaginam como nosso amigo tá nessa situação. Ele deseja ela desesperadamente, e nunca consegue passar além de beijos e algumas carícias que são cortadas assim que começam a ficar íntimas demais. Ela disse que quer chegar aos 18 anos virgem, e ainda faltam 6 meses pra essa data.
Mas, voltando ao que interessa. Poucos dias depois de começar a ficar mais íntimo com ela, ele conheceu a família dela, e teve que admitir que valeu a pena. O pai era um cara foda, amigável e muito simpático, que nunca colocava limite de horário de saída e volta, porque confiava plenamente na filha (e fazia bem).
Já quem claramente tinha mais preconceito com ele era a sogra. E eu preciso descrever ela. Se vocês imaginam a namorada, imaginem ela com 20 anos a mais, muito bem vividos. Ela tem 42 anos, e é uma verdadeira gostosa. Além de ter o mesmo corpo que a filha, tem peitos melhores, com certeza. por causa da idade.
Desde o primeiro dia, tratou ele com muita frieza. Fernando tentou cair nas graças dela, mas ela nunca deu espaço pra que pudessem ser amigos. Enfim, ele já tinha se resignado a que as relações fossem assim, quando aconteceu o fato que vou contar agora.
Num sábado de manhã, ele acompanhou Lisa, sua namorada, pra comprar umas camisetas numa loja grande. A mãe dela, sabendo do plano, resolveu ir junto porque precisava comprar umas coisas. O garoto aceitou fingindo alegria, quando na verdade já pressentia um dia chato pra caralho.
Mal chegaram, se separaram. Lisa e o namorado foram pra seção mais informal, e a sogra foi pra seção de roupas sociais, que ficava um andar acima.
Na hora, Lisa começou a percorrer a exposição e escolher roupa pra experimentar. Fernando sabia que ia levar a manhã inteira, e ele achava aquilo de olhar roupa um saco. Ficou dando voltas por ali e, por fim, subiu dois andares até a seção de esportes.
Andou um pouco pela seção e depois se aproximou da grade central, que dava pra ver as lojas dos andares de baixo.
Dois andares abaixo, a namorada dele continuava percorrendo os cabideiros. E no mais próximo, a sogra escolhia tailorzinhos.
Ele ficou um tempão olhando, esperando pra cumprimentar ela se ela olhasse pra cima, mas ela nunca olhou. O vendedor tava do lado dela, mostrando as roupas e conversando, e ela respondia balançando a cabeça que não. Nada parecia agradar ela.
Num certo ponto, o vendedor, um garoto mais ou menos da idade do Fernando, pegou um cabide e, segurando o braço dela, falou no ouvido dela. Ela jogou a cabeça pra trás e deu uma risada. Parecia que o vendedor tinha encontrado um jeito de vender algo pra ela. Assim, segurando o braço dela, levou ela até um provador da loja. Ela entrou, e o vendedor passou a roupa pra ela, fechou a cortina e ficou do lado de fora. Fernando continuou observando a loja e, de repente, algo chamou a atenção dele. A sogra dele tava no provador, e o vendedor... abrindo uma fresta na cortina, ele estava espiando ela. Aquela ousadia a irritou e por um instante pensou em descer e reclamar, mas naquele momento a mão da sogra saiu do provador com a roupa que tinha experimentado. Rapidamente o vendedor pegou a roupa, foi até o cabideiro e trouxe outro modelo. Passou a mão de novo para dentro com a roupa e fechou a cortina de novo, garantindo que a fresta continuasse ali, e voltou a olhar. Ela não aguentou mais e desceu as escadas.
***
Carmem percorria os cabideiros sem muito interesse. Na verdade, o interesse dela estava no jovem que atendia a seção. Cabelo castanho, no máximo 25 anos, corpo bonito, bem vestido, cabelo curto, uma peça boa mesmo.
Ela fez hora, fingindo duvidar entre várias peças até conseguir que o vendedor se aproximasse.
— Posso ajudar?
— Não me decido. Não vejo nada que me agrade.
O vendedor, solícito, começou a mostrar vários conjuntos.
— Sei lá. Acho que não ficam bem em mim, disse Carmem com um jeitinho sedutor.
— Acho que não tem nada nessa loja que não fique bem em você, disse o jovem, chegando perto do ouvido dela, para ninguém mais ouvir.
Carmem riu.
— Vamos pro provador que quero ver como esse conjunto fica em você e vai ver como não me engano, disse o jovem pegando ela pelo braço e tomando conta da situação, coisa que ela queria.
Ela entrou no provador e o jovem entregou o conjunto. Ela olhou pra ele por um momento e fez hora, até notar que a cortina se abria alguns milímetros. Era o que ela esperava. Agora o jovem estava espiando ela e ela daria um belo show. Adorava ser observada. Era uma das coisas que mais a excitavam.
Devagar, ela tirou o casaco que vestia, desabotoou a blusa, tirou ela da calça e, de costas pra cortina, foi lentamente tirando a blusa, até ficar só com o sutiã justo que marcava claramente os mamilos escuros e grandes. Por fim, ela se virou, deixando o voyeur aproveitar o espetáculo.
Depois, com a mesma sensualidade tirou a calça até ficar só de calcinha. A transparência dela deixava ver a buceta bem depilada. Depois de conseguir a atenção do rapaz, ela ficou experimentando a roupa por cima do corpo sem vestir, girando e deixando o vendedor ver o corpo inteiro. Tinha certeza que tava deixando ele louco. Por fim, abriu um pouco a cortina e devolveu o conjunto.
— Não é o que eu quero — disse.
— Vou pegar outro — respondeu a voz do rapaz, claramente trêmula.
Carmen não conseguia evitar rir. Tava encantada, como sempre que conseguia que seus encantos provocassem reações nos homens que já não provocavam no marido.
O vendedor voltou e entregou outro conjunto. Ela brincou de novo com a roupa enquanto aproveitava pra se mostrar de todos os ângulos. Pelo espelho, via a cortina quase aberta e imaginava o único espectador, que já devia estar totalmente doido. Era hora de agir.
— Preciso de outra coisa — disse em voz alta.
— Se me explicar, vou tentar ajudar.
— Passe, por favor — disse.
Devagar, o vendedor entrou no provador. Ela continuava coberta com a roupa, sem ter vestido.
— Pra mim, fica bem em você — disse o rapaz, tentando manter a compostura.
Lentamente, Carmen tirou o cabide do corpo e pendurou num gancho.
— Preciso de algo que me faça sentir jovem de novo — disse, molhando os lábios com a língua.
— A senhora não tem nada a invejar de uma novinha.
— Tenho sim. A ousadia que você tem com elas — disse Carmen, sem tirar os olhos do vendedor. Ele, respirando fundo, se aproximou e, abraçando-a, beijou.
***
Quando Fernando chegou lá embaixo, o vendedor não estava mais. Chegou perto do provador e notou que tava ocupado. A sogra ainda estava lá. Olhou em volta e não viu o rapaz. Ficou intrigado.
— Que gostosa que você é — ouviu num sussurro saindo do provador.
— Quieto, podem nos ouvir — ouviu a voz inconfundível da sua sogra.
Ficou paralisado. Não tinha ninguém por perto. Entrou no provador ao lado e descobriu que as divisórias dos provadores eram feitas de lona amarrada tipo marinheiro com cordas, com grandes ilhós. Aproximou-se devagar e, com um dos olhos, conseguiu espiar o provador ao lado.
O jovem estava beijando e abraçando a sogra semidespida. Ela só estava de sutiã e calcinha. O vendedor a segurava pela cintura enquanto devorava a boca dela. Rapidamente, ele encaixou o celular em outro buraco da lona e começou a filmar tudo que rolava ali. Não sabia por que estava fazendo aquilo, mas pensou que ninguém ia acreditar no que estava acontecendo.
O jovem subiu as mãos pelas laterais do corpo dela e tomou posse do pescoço, enquanto continuava enfiando a língua até o fundo. As mãos desceram do pescoço e se apossaram dos peitos dela, apalpando e beliscando os bicos através do sutiã. Carmen começou a suspirar gostoso.
— A senhora gosta? É isso que estava procurando? — disse o jovem, parando de beijá-la.
— Adoro, continua, continua.
— A senhora é casada?
— Sou, e daí?
— Se não incomoda o seu marido, pra mim menos ainda.
— Meu marido nem imagina quantas vezes eu faço isso — disse ela, voltando a beijá-lo com desespero.
O observador inesperado achou muito excitante o jovem tratar ela de senhora enquanto abusava dela. Imaginou que fazia parte da vontade do garoto de pegar uma coroa.
Nesse momento, uma das mãos dela foi procurar a braguilha do jovem e começou a acariciar a dureza que se notava por cima da roupa. Como resposta, uma das mãos do jovem sumiu na entreperna de Carmen, que instintivamente abriu as pernas pra facilitar a manobra. Deu pra ver rapidamente a mão deslocar o tecido da calcinha, e um dos dedos do vendedor penetrou fundo nela, o que arrancou um novo gemido da mulher.
— Já tá molhadinha. É uma sorte, porque não temos muito tempo — disse o jovem, desabotoando a calça. deixando cair junto com a calcinha dele. Uma ereção poderosa ficou pulsando firme.
- Até aqui chegamos, gatinho. Tenho que ir, disse ela tentando se afastar.
Rapidamente o jovem a virou, beijando seu pescoço enquanto seus dedos a penetravam por trás.
- Nem sonhe, senhora, nem sonhe. Devagar, fez com que ela se abaixasse até que suas mãos se apoiassem na cadeira do provador. Ele se posicionou atrás dela, puxou a calcinha de lado e lentamente enfiou a cabeça do pau entre os lábios da buceta dela, enquanto acariciava os peitos dela.
- Tá sentindo?, perguntou
- Tô, tô sentindo, respondeu Carmen, apoiada na cadeira
O jovem pegou seus cabelos loiros, enrolou na mão e, puxando para trás, enfiou até a metade.
- E agora?, perguntou de novo
- Siiiiiiiiim, respondeu ela, se firmando ainda mais na cadeira.
O jovem respirou fundo e, puxando o cabelo dela de novo de um jeito que a obrigou a levantar a cabeça, meteu até o talo.
- Uooouuuuuuu, foi tudo o que ela disse entre os dentes, ao se sentir totalmente empalada e montada como uma gostosa.
- Agora sim você sente, tenho certeza, e dizendo isso, soltou o cabelo dela e, segurando pelos ombros, começou a bombar fundo.
- Aaaaaaaaaaa, saía da boca da mulher, cortado pelos empurrões que levava. Claramente ela tava adorando o que estavam fazendo com ela.
- Que puta gostosa que você é. Faz tempo que sonhava com uma coroa igual você. Podia ser minha mãe, mas vou te dar uma foda que você nem imagina, dizia o jovem enquanto acelerava o ritmo.
Naquele momento, Carmen se deixou levar pelo tesão da situação e teve um orgasmo feroz. Levou uns dois minutos pra se recuperar.
- Não goza dentro, tira, implorou, e o jovem parou e lentamente se retirou. Virou ela e sentou na cadeira. Depois se aproximou e encostou o pau na boca dela.
- Minha porra vai dentro de você, se não na sua buceta, então na sua boca. Vai, chupa, chupa, que vou te dar as vitaminas que não dão em casa, eu dizia enquanto batia de leve na nuca dela.
Carmen olhou nos olhos dele e, abrindo a boca, engoliu até o fundo, começando a masturbá-lo com os lábios. O jovem pegou na cabeça dela e começou a dirigir o boquete.
– Hmmmm, que lindo que a senhora chupa, continue, continue, que minhas bolas estão enchendo de porra. Você não imagina quanta vai tomar, continue, aí vai, aí vai, disse enfiando o pau até o fundo. A contração das nádegas mostrava claramente a quantidade de porra que ele estava cuspindo. Não menos de 6 ou 7 empurrões significavam a mesma quantidade de jatos de porra que a mulher estava tomando. As bochechas dela incharam, mas não deixou escapar uma gota.
– Acho bom você tomar tudo. Se se sujar, não vai conseguir explicar pro corno do seu marido onde te encheram de porra, disse o jovem sorrindo. Depois de alguns minutos, tirou o pau totalmente limpo e se vestiu rapidamente.
– Bom, senhora, se não quiser comprar nada, não tem problema, eu já me dou por satisfeito, disse enquanto saía do provador.
Minha sogra ficou sentada um tempinho na cadeira. Fernando aproveitou e saiu do vestiário, desligou o celular e foi rapidamente para o andar de baixo. Na escada, encontrou a namorada subindo.
– Cadê você? – perguntou ela.
– Fui na seção de esportes do andar de cima – respondeu com inocência.
– Não viu minha mãe?
– Não, verdade que não prestei atenção. Vamos procurar ela – disse, complacente.
Subiram para o andar correspondente e encontraram a mulher saindo do provador. Ela estava vermelha.
– Mãe, você tá ofegante.
– É que faz muito calor nos provadores – disse com inocência.
– Deviam fazer alguma coisa pra não esquentar tanto – disse Fernando com malícia.
A sogra olhou pra ele e não disse nada. Foram tomar algo e depois voltaram pra casa.
Na volta, Fernando sentia o celular queimando no bolso e estava totalmente excitado. O pau dele era uma estaca que Era difícil disfarçar. Será que tinha um jeito de aproveitar o que tinha presenciado? As ideias se acumulavam na cabeça dela, sem amadurecer de vez.
Passaram umas duas semanas e um plano já estava traçado.
Mas isso fica pra outro capítulo.
Mas, vamos começar do começo. O nome dele é Fernando, tem 22 anos, 1,80m, moreno, olhos verdes, não faz esporte, mas o físico dele se mantém em forma naturalmente, provavelmente por causa da idade. Mais pra frente ele vai ter que começar a se cuidar mais, mas por enquanto ele só estuda, sai quando pode e não bebe demais.
Numa dessas saídas, ele conheceu a Lisa, uma amiga de uma colega da faculdade. Só de ver ela, ele ficou paralisado. Loira, 1,70m, pernas longas, um corpo muito gostoso, e dois olhos azuis que olham pra você e te deixam tonto. Foi vê-la e decidir que aquela era a mulher que ele queria pra vida toda.
Levou uns meses até ele conseguir que ela aceitasse sair com ele uma noite, e aos poucos, o relacionamento foi ficando mais íntimo até que, como algo inevitável, eles acabaram namorando. Com um problema. Ela tem 17 anos, e não tem muito interesse em avançar sexualmente por enquanto, então vocês imaginam como nosso amigo tá nessa situação. Ele deseja ela desesperadamente, e nunca consegue passar além de beijos e algumas carícias que são cortadas assim que começam a ficar íntimas demais. Ela disse que quer chegar aos 18 anos virgem, e ainda faltam 6 meses pra essa data.
Mas, voltando ao que interessa. Poucos dias depois de começar a ficar mais íntimo com ela, ele conheceu a família dela, e teve que admitir que valeu a pena. O pai era um cara foda, amigável e muito simpático, que nunca colocava limite de horário de saída e volta, porque confiava plenamente na filha (e fazia bem).
Já quem claramente tinha mais preconceito com ele era a sogra. E eu preciso descrever ela. Se vocês imaginam a namorada, imaginem ela com 20 anos a mais, muito bem vividos. Ela tem 42 anos, e é uma verdadeira gostosa. Além de ter o mesmo corpo que a filha, tem peitos melhores, com certeza. por causa da idade.
Desde o primeiro dia, tratou ele com muita frieza. Fernando tentou cair nas graças dela, mas ela nunca deu espaço pra que pudessem ser amigos. Enfim, ele já tinha se resignado a que as relações fossem assim, quando aconteceu o fato que vou contar agora.
Num sábado de manhã, ele acompanhou Lisa, sua namorada, pra comprar umas camisetas numa loja grande. A mãe dela, sabendo do plano, resolveu ir junto porque precisava comprar umas coisas. O garoto aceitou fingindo alegria, quando na verdade já pressentia um dia chato pra caralho.
Mal chegaram, se separaram. Lisa e o namorado foram pra seção mais informal, e a sogra foi pra seção de roupas sociais, que ficava um andar acima.
Na hora, Lisa começou a percorrer a exposição e escolher roupa pra experimentar. Fernando sabia que ia levar a manhã inteira, e ele achava aquilo de olhar roupa um saco. Ficou dando voltas por ali e, por fim, subiu dois andares até a seção de esportes.
Andou um pouco pela seção e depois se aproximou da grade central, que dava pra ver as lojas dos andares de baixo.
Dois andares abaixo, a namorada dele continuava percorrendo os cabideiros. E no mais próximo, a sogra escolhia tailorzinhos.
Ele ficou um tempão olhando, esperando pra cumprimentar ela se ela olhasse pra cima, mas ela nunca olhou. O vendedor tava do lado dela, mostrando as roupas e conversando, e ela respondia balançando a cabeça que não. Nada parecia agradar ela.
Num certo ponto, o vendedor, um garoto mais ou menos da idade do Fernando, pegou um cabide e, segurando o braço dela, falou no ouvido dela. Ela jogou a cabeça pra trás e deu uma risada. Parecia que o vendedor tinha encontrado um jeito de vender algo pra ela. Assim, segurando o braço dela, levou ela até um provador da loja. Ela entrou, e o vendedor passou a roupa pra ela, fechou a cortina e ficou do lado de fora. Fernando continuou observando a loja e, de repente, algo chamou a atenção dele. A sogra dele tava no provador, e o vendedor... abrindo uma fresta na cortina, ele estava espiando ela. Aquela ousadia a irritou e por um instante pensou em descer e reclamar, mas naquele momento a mão da sogra saiu do provador com a roupa que tinha experimentado. Rapidamente o vendedor pegou a roupa, foi até o cabideiro e trouxe outro modelo. Passou a mão de novo para dentro com a roupa e fechou a cortina de novo, garantindo que a fresta continuasse ali, e voltou a olhar. Ela não aguentou mais e desceu as escadas.
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Carmem percorria os cabideiros sem muito interesse. Na verdade, o interesse dela estava no jovem que atendia a seção. Cabelo castanho, no máximo 25 anos, corpo bonito, bem vestido, cabelo curto, uma peça boa mesmo.
Ela fez hora, fingindo duvidar entre várias peças até conseguir que o vendedor se aproximasse.
— Posso ajudar?
— Não me decido. Não vejo nada que me agrade.
O vendedor, solícito, começou a mostrar vários conjuntos.
— Sei lá. Acho que não ficam bem em mim, disse Carmem com um jeitinho sedutor.
— Acho que não tem nada nessa loja que não fique bem em você, disse o jovem, chegando perto do ouvido dela, para ninguém mais ouvir.
Carmem riu.
— Vamos pro provador que quero ver como esse conjunto fica em você e vai ver como não me engano, disse o jovem pegando ela pelo braço e tomando conta da situação, coisa que ela queria.
Ela entrou no provador e o jovem entregou o conjunto. Ela olhou pra ele por um momento e fez hora, até notar que a cortina se abria alguns milímetros. Era o que ela esperava. Agora o jovem estava espiando ela e ela daria um belo show. Adorava ser observada. Era uma das coisas que mais a excitavam.
Devagar, ela tirou o casaco que vestia, desabotoou a blusa, tirou ela da calça e, de costas pra cortina, foi lentamente tirando a blusa, até ficar só com o sutiã justo que marcava claramente os mamilos escuros e grandes. Por fim, ela se virou, deixando o voyeur aproveitar o espetáculo.
Depois, com a mesma sensualidade tirou a calça até ficar só de calcinha. A transparência dela deixava ver a buceta bem depilada. Depois de conseguir a atenção do rapaz, ela ficou experimentando a roupa por cima do corpo sem vestir, girando e deixando o vendedor ver o corpo inteiro. Tinha certeza que tava deixando ele louco. Por fim, abriu um pouco a cortina e devolveu o conjunto.
— Não é o que eu quero — disse.
— Vou pegar outro — respondeu a voz do rapaz, claramente trêmula.
Carmen não conseguia evitar rir. Tava encantada, como sempre que conseguia que seus encantos provocassem reações nos homens que já não provocavam no marido.
O vendedor voltou e entregou outro conjunto. Ela brincou de novo com a roupa enquanto aproveitava pra se mostrar de todos os ângulos. Pelo espelho, via a cortina quase aberta e imaginava o único espectador, que já devia estar totalmente doido. Era hora de agir.
— Preciso de outra coisa — disse em voz alta.
— Se me explicar, vou tentar ajudar.
— Passe, por favor — disse.
Devagar, o vendedor entrou no provador. Ela continuava coberta com a roupa, sem ter vestido.
— Pra mim, fica bem em você — disse o rapaz, tentando manter a compostura.
Lentamente, Carmen tirou o cabide do corpo e pendurou num gancho.
— Preciso de algo que me faça sentir jovem de novo — disse, molhando os lábios com a língua.
— A senhora não tem nada a invejar de uma novinha.
— Tenho sim. A ousadia que você tem com elas — disse Carmen, sem tirar os olhos do vendedor. Ele, respirando fundo, se aproximou e, abraçando-a, beijou.
***
Quando Fernando chegou lá embaixo, o vendedor não estava mais. Chegou perto do provador e notou que tava ocupado. A sogra ainda estava lá. Olhou em volta e não viu o rapaz. Ficou intrigado.
— Que gostosa que você é — ouviu num sussurro saindo do provador.
— Quieto, podem nos ouvir — ouviu a voz inconfundível da sua sogra.
Ficou paralisado. Não tinha ninguém por perto. Entrou no provador ao lado e descobriu que as divisórias dos provadores eram feitas de lona amarrada tipo marinheiro com cordas, com grandes ilhós. Aproximou-se devagar e, com um dos olhos, conseguiu espiar o provador ao lado.
O jovem estava beijando e abraçando a sogra semidespida. Ela só estava de sutiã e calcinha. O vendedor a segurava pela cintura enquanto devorava a boca dela. Rapidamente, ele encaixou o celular em outro buraco da lona e começou a filmar tudo que rolava ali. Não sabia por que estava fazendo aquilo, mas pensou que ninguém ia acreditar no que estava acontecendo.
O jovem subiu as mãos pelas laterais do corpo dela e tomou posse do pescoço, enquanto continuava enfiando a língua até o fundo. As mãos desceram do pescoço e se apossaram dos peitos dela, apalpando e beliscando os bicos através do sutiã. Carmen começou a suspirar gostoso.
— A senhora gosta? É isso que estava procurando? — disse o jovem, parando de beijá-la.
— Adoro, continua, continua.
— A senhora é casada?
— Sou, e daí?
— Se não incomoda o seu marido, pra mim menos ainda.
— Meu marido nem imagina quantas vezes eu faço isso — disse ela, voltando a beijá-lo com desespero.
O observador inesperado achou muito excitante o jovem tratar ela de senhora enquanto abusava dela. Imaginou que fazia parte da vontade do garoto de pegar uma coroa.
Nesse momento, uma das mãos dela foi procurar a braguilha do jovem e começou a acariciar a dureza que se notava por cima da roupa. Como resposta, uma das mãos do jovem sumiu na entreperna de Carmen, que instintivamente abriu as pernas pra facilitar a manobra. Deu pra ver rapidamente a mão deslocar o tecido da calcinha, e um dos dedos do vendedor penetrou fundo nela, o que arrancou um novo gemido da mulher.
— Já tá molhadinha. É uma sorte, porque não temos muito tempo — disse o jovem, desabotoando a calça. deixando cair junto com a calcinha dele. Uma ereção poderosa ficou pulsando firme.
- Até aqui chegamos, gatinho. Tenho que ir, disse ela tentando se afastar.
Rapidamente o jovem a virou, beijando seu pescoço enquanto seus dedos a penetravam por trás.
- Nem sonhe, senhora, nem sonhe. Devagar, fez com que ela se abaixasse até que suas mãos se apoiassem na cadeira do provador. Ele se posicionou atrás dela, puxou a calcinha de lado e lentamente enfiou a cabeça do pau entre os lábios da buceta dela, enquanto acariciava os peitos dela.
- Tá sentindo?, perguntou
- Tô, tô sentindo, respondeu Carmen, apoiada na cadeira
O jovem pegou seus cabelos loiros, enrolou na mão e, puxando para trás, enfiou até a metade.
- E agora?, perguntou de novo
- Siiiiiiiiim, respondeu ela, se firmando ainda mais na cadeira.
O jovem respirou fundo e, puxando o cabelo dela de novo de um jeito que a obrigou a levantar a cabeça, meteu até o talo.
- Uooouuuuuuu, foi tudo o que ela disse entre os dentes, ao se sentir totalmente empalada e montada como uma gostosa.
- Agora sim você sente, tenho certeza, e dizendo isso, soltou o cabelo dela e, segurando pelos ombros, começou a bombar fundo.
- Aaaaaaaaaaa, saía da boca da mulher, cortado pelos empurrões que levava. Claramente ela tava adorando o que estavam fazendo com ela.
- Que puta gostosa que você é. Faz tempo que sonhava com uma coroa igual você. Podia ser minha mãe, mas vou te dar uma foda que você nem imagina, dizia o jovem enquanto acelerava o ritmo.
Naquele momento, Carmen se deixou levar pelo tesão da situação e teve um orgasmo feroz. Levou uns dois minutos pra se recuperar.
- Não goza dentro, tira, implorou, e o jovem parou e lentamente se retirou. Virou ela e sentou na cadeira. Depois se aproximou e encostou o pau na boca dela.
- Minha porra vai dentro de você, se não na sua buceta, então na sua boca. Vai, chupa, chupa, que vou te dar as vitaminas que não dão em casa, eu dizia enquanto batia de leve na nuca dela.
Carmen olhou nos olhos dele e, abrindo a boca, engoliu até o fundo, começando a masturbá-lo com os lábios. O jovem pegou na cabeça dela e começou a dirigir o boquete.
– Hmmmm, que lindo que a senhora chupa, continue, continue, que minhas bolas estão enchendo de porra. Você não imagina quanta vai tomar, continue, aí vai, aí vai, disse enfiando o pau até o fundo. A contração das nádegas mostrava claramente a quantidade de porra que ele estava cuspindo. Não menos de 6 ou 7 empurrões significavam a mesma quantidade de jatos de porra que a mulher estava tomando. As bochechas dela incharam, mas não deixou escapar uma gota.
– Acho bom você tomar tudo. Se se sujar, não vai conseguir explicar pro corno do seu marido onde te encheram de porra, disse o jovem sorrindo. Depois de alguns minutos, tirou o pau totalmente limpo e se vestiu rapidamente.
– Bom, senhora, se não quiser comprar nada, não tem problema, eu já me dou por satisfeito, disse enquanto saía do provador.
Minha sogra ficou sentada um tempinho na cadeira. Fernando aproveitou e saiu do vestiário, desligou o celular e foi rapidamente para o andar de baixo. Na escada, encontrou a namorada subindo.
– Cadê você? – perguntou ela.
– Fui na seção de esportes do andar de cima – respondeu com inocência.
– Não viu minha mãe?
– Não, verdade que não prestei atenção. Vamos procurar ela – disse, complacente.
Subiram para o andar correspondente e encontraram a mulher saindo do provador. Ela estava vermelha.
– Mãe, você tá ofegante.
– É que faz muito calor nos provadores – disse com inocência.
– Deviam fazer alguma coisa pra não esquentar tanto – disse Fernando com malícia.
A sogra olhou pra ele e não disse nada. Foram tomar algo e depois voltaram pra casa.
Na volta, Fernando sentia o celular queimando no bolso e estava totalmente excitado. O pau dele era uma estaca que Era difícil disfarçar. Será que tinha um jeito de aproveitar o que tinha presenciado? As ideias se acumulavam na cabeça dela, sem amadurecer de vez.
Passaram umas duas semanas e um plano já estava traçado.
Mas isso fica pra outro capítulo.
9 comentários - Compras com a minha mina e a sogra
muy entretenido!!!
me gusto mucho salen puntos 😉
Gracias por compartir