A luz acendeu e Enrique deu um pulo pra trás da janela, assustado, enquanto o roupão abria, deixando escapar o pau duro dele.
— Pensei que você tava dormindo!
A filha dele, Marcela, olhou pra ele da porta. Os olhos dela não conseguiam evitar de se fixar no membro rígido que tinha ficado exposto, parecendo uma tromba de elefante.
Na hora, Enrique tentou enfiar o troço de volta no roupão, e nesse instante a filha caiu em si e disse:
— Tava, mas acordei e não consegui dormir de novo. Pelo visto você também não conseguiu.
— Não tô com sono.
— O que você tava olhando? — perguntou Marcela, se aproximando da janela. — Não dá pra ver nada daqui.
— Não faz isso, filha — Enrique tentou impedir a filha de olhar pela janela, mas já era tarde demais.
— Então é da Verônica que se trata — disse a filha, rindo, ao ver que daquela janela dava pra ver claramente a casa dos vizinhos e, especialmente, o quarto da jovem Verônica.
Quando a família de Enrique se mudou pra aquela casa, a filha dele, Marcela, ficou muito amiga da vizinha da frente, que se chamava Verônica e tinha a mesma idade que ela. Mesmo assim, nunca imaginou que o pai dela gostasse da amiga.
— Ela é gostosa, né?
— Acho que sim, filha. Você devia voltar a dormir. Já é tarde e amanhã cê tem que ir pra escola.
— E você? Amanhã cê tem que trabalhar, pai. Normalmente a essa hora você já tá dormindo. Ou vai me dizer que tá com saudade da mamãe?
— Não é fácil ficar com ela tanto tempo fora, filha. Eu sei que só faz uma semana da viagem dela, mas tô com muita saudade e não consigo pegar no sono sem ela.
— Então cê tem que ficar acordado olhando pra minha amiga enquanto bate uma punheta?
— Marcela!!! Esse não é jeito de falar com seu pai.
— Não é pra tanto, pai. Todo mundo faz isso, meus tios fazem, meus primos fazem, meus amigos fazem... todo homem deve fazer.
— Vai pra cama, filha. Amanhã a gente conversa.
— Mas não precisa ficar assim, pai — continuou Marcela, puxando... O pai dela ficou possesso.
— Vai pra cama, filha. Eu também vou dormir, já é tarde demais e acho besteira a gente continuar falando desse assunto.
Marcela deu boa noite ao pai e beijou ele na bochecha, dizendo:
— Sonha com os anjos.
O pai viu ela se afastar, rebolando a bunda. Mesmo naquele pijama folgado, a filha tinha um corpo divino! Ele se sentiu mal por estar olhando pra ela como homem e, logo em seguida, foi se recriminando pro banheiro, onde se masturbou com a imagem da vizinha na cabeça.
Pouco depois de sair, pensou na filha de novo. Agora ela sabia do segredo dele, sabia que ele gostava da vizinha e que, com certeza, se masturbava pensando nela nas noites em que a mãe não estava com ele. O que ela ia pensar dele? Com certeza, a filha devia achar que ele era um tarado de marca maior — a vizinha tinha a idade dela, como é que um homem da idade dele ficava de olho numa novinha daquela?
Mas, por outro lado, a filha mostrava uma maturidade admirável. Não só o corpo dela tinha florescido, mas também a mente. Agora ela falava de masturbação como se fosse um assunto qualquer, e não um tabu.
— Será que ela aprendeu isso na escola? — ele se perguntou, enquanto pensava em como a vida passava rápido. Fazia só alguns anos que a filha tinha começado a desenvolver os peitos, e agora ela deslumbrava com o que tinha.
No dia seguinte, era o último dia de aula e de trabalho. A filha tinha pedido permissão pra sair com o Esteban — o irmão mais velho da vizinha Verônica — e disse que iam ao cinema e depois jantar.
Enrique pediu pra filha estar em casa antes da ligação de boa noite da mãe, que era sempre por volta das 22h30. Mas não era isso que mais preocupava ele; o que mais preocupava era que a filha fosse fofocar pra amiga e contar que o pai dela espiava ela à noite. Aí sim, a confusão ia ser grande pro Enrique, que, no fundo, não tinha uma relação muito boa com os pais da Verônica.
O tempo avançou e deu 10 da noite, depois 10:30 e a filha dele ainda não aparecia. Enrique sabia que a esposa ia ligar a qualquer momento e, se a filha não estivesse em casa, a merda ia ser grande. Tentou localizá-la, mas ela tinha desligado o celular, o que o irritou e desesperou ainda mais.
O tempo continuava passando e nem a ligação da mulher nem a filha apareciam. Não sabia se preocupar com uma ou com a outra e acabou localizando a esposa, que tinha ficado sem bateria no celular e por isso não conseguiu ligar.
— E a Marcela? — perguntou a esposa, e ele respondeu que ela tinha ido dormir perto das 11 quando não recebeu a ligação dela. A esposa pediu muito pra ele cuidar dela e disse que voltaria na semana seguinte.
Depois de encerrar a ligação, Enrique decidiu ir espiar pela janela como de costume, na esperança de encontrar a filha no quarto da amiga, mas nada. A única coisa que viu, ou melhor, pôde contemplar, foi a Verônica de lingerie andando pelo quarto enquanto falava ao telefone.
— Que morena gostosa e monumental — pensou Enrique, enquanto descaradamente começava a se masturbar... sem medo de que a filha fosse pegá-lo de novo.
Nisso, as luzes do quarto ao lado do da Verônica se acenderam e chamaram forte a atenção de Enrique, que, pasmo, viu a filha entrar de mãos dadas com o Esteban.
Naquele momento, Enrique parou de se masturbar... e focou nas atividades da filha, que, assim que fechou a porta, se jogou em cima do Esteban e começaram a se beijar até cair e rolar na cama.
Não demorou muito pra ver a filha começando a desabotoar a blusa enquanto o Esteban estava deitado na cama e ela por cima dele.
Que porra um pai deve fazer num momento desses??? — se perguntou. — Matar o filho da puta?? Ligar pra ela e mandar voltar pra casa imediatamente??? Ela nem ligou o celular!!!!
Perplexo e não só curioso, Enrique Puxou uma cadeira e sentou pra observar com mais atenção. Naquele momento, a pica dele ainda apontava pro teto e não tinha diminuído nem um centímetro.
Esteban começou a beijar a filha e, enquanto tirava a blusa dela pela cabeça, passava as mãos por trás pra desabotoar o sutiã!!
Como muitos garotos da idade dele, Esteban não tinha as habilidades necessárias pra tirar o sutiã de uma garota sozinho, então teve que esperar a ajuda da Marcela pra isso. Mas o que se revelou em seguida não só maravilhou Esteban, mas também o homem que os espiava da janela em frente.
Um par de peitos lindos, grandes e durinhos, fez Henrique, cheio de tesão, ter que morder o lábio inferior.
Novamente perplexo, Henrique viu a filha deslizar pelo corpo de Esteban até chegar na altura da pica dele... e então, com os olhinhos fechados mas a boca bem aberta, começar a chupar aquela rola que ela tirou vitoriosa da calça do garoto.
Pela primeira vez na vida, Henrique viu a filha chupar a pica do vizinho como nunca imaginou. Ficou tão excitado que quis desviar o olhar pro quarto ao lado, mas naquele momento Verónica tinha fechado as persianas de um jeito que impossibilitava qualquer visão. De novo, o olhar dele voltou desesperado pro quarto de Esteban e encontrou a filha chupando ritmadamente aquele pau como toda uma profissional.
— Cadê que ela aprendeu isso??? Nem a mãe dela, aos 39 anos, consegue enfiar um pau na boca, e ela sim, e de um jeito tão audacioso, enquanto masturba o namorado com a mão!!!
O sexo de Henrique com a esposa era alheio a qualquer tipo de sexo que não fosse o tradicional. Nunca tinha reclamado disso, mas talvez porque nunca imaginou que tanta gente curtia a diversidade, incluindo a própria filha jovem.
Quando viu que os quadris de As mãos de Esteban subiam descontroladas, e Enrique soube que aquele babaca estava gozando na boca da filha dele!
— Ele tá gozando na boca dela!!! — naquele instante, ele se masturbou descaradamente vendo os dois e, quando menos esperou, começou a jorrar porras que acertaram bem na janela.
— Ahhh, o que eu fiz — disse Enrique, e se levantou na hora pra limpar a bagunça antes que a filha voltasse.
Uma hora depois, Enrique já tinha se deitado na cama pra não levantar suspeitas, e foi aí que ouviu a filha bater na porta do quarto dele:
— O que foi, filha? Já passa da meia-noite.
A filha abriu a porta e entrou no quarto, acendendo a luz. Ela estava linda num roupão de seda que ele mesmo tinha dado no último aniversário dela.
— Você nos viu? — perguntou a filha, deixando ele sem reação. Ela logo percebeu a cara dele e exclamou: — Não tem nada de errado, eu mesma fiz questão de você nos ver. A gente podia ter feito no carro dele, mas convenci ele a ir pro quarto dele. Sabia que você ia estar lá olhando.
Enrique quis mentir, mas sabia que não adiantava.
— Sim. Vi o que você fez, me masturbei e gozei tão forte que tive que limpar a janela, você não tem ideia. Já tá satisfeita?? Acho que agora deve estar se sentindo bem o suficiente com sua conquista. Você fez seu pai se masturbar vendo a própria filha chupar a pica de um babaca. Agora quero que você vá embora. Boa noite e apaga a luz quando sair — disse ele, enfático, e enfiou a cabeça no travesseiro.
Naquela noite, Enrique não conseguiu dormir. A mente dele estava presa na imagem da filha chupando pica...
No dia seguinte, Enrique não sabia o que fazer com a filha. Sabia que as coisas não podiam ficar assim, ainda mais agora que a esposa dele estava quase voltando.
Assim que acordou, saiu pra procurar a filha, mas, por mais que procurasse, parecia que ela tinha saído de casa bem cedo.
Naquele momento, ele se sentiu mal consigo mesmo. talvez a reação dele não tivesse sido a melhor na noite anterior, mas de que jeito um pai deveria reagir a esse tipo de comentário da filha? Ela realmente era outra, era como se a garota meiga e inocente que ele conhecia como filha tivesse deixado de existir desde aquela noite em que ele a pegou se masturbando na janela olhando pra melhor amiga dela.
O dia inteiro ele passou tentando localizar a filha pelo celular, mas ela ainda estava com ele desligado. A noite caiu e com ela começaram as andanças dele até a janela, tentando encontrar mais surpresas.
O quarto da Verônica parecia vazio, naquele momento ele se perguntou se ela estaria com a filha dele. Olhou pro quarto ao lado e lá tinha luz, mas as persianas estavam fechadas. Não sei quanto tempo o Henrique ficou de pé olhando pros dois quartos até que, de repente, as persianas do quarto do Esteban começaram a se abrir, revelando a figura da filha dele vestindo um suculento baby doll preto!!!
Marcela olhou na direção onde ele estava e, franzindo os lábios, mandou um beijo. Depois se virou e começou a andar sedutoramente até onde o Esteban a esperava deitado na cama. Era óbvio o que ela estava prestes a fazer. Henrique sabia que dessa vez não ia ver só um boquete, mas uma trepada completa!! Ele estava nessa quando bateram na porta, tirando ele dos pensamentos.
Irritado com a interrupção, ele foi até a porta disposto a mandar qualquer um embora e, ao abrir a porta, levou um baita susto:
-Verônica!!!
-Oi, senhor- disse ela com um sorrisão a linda morena.- A Marcela me pediu pra vir fazer um favorzinho- nem pediu permissão pra entrar, a gata morena entrou sem cerimônia e se acomodou na sala.
Henrique logo notou que a Verônica não tava de sutiã pelo jeito que as tetas dela balançavam.
-Eu sei que o senhor me espia- disse Verônica deixando ele pasmo.- O senhor acha que eu não consigo te ver, mas olha que eu sempre vejo, o senhor sempre se masturba me olhando ou — Pensando em mim? — ela disse com uma curiosidade tão sincera que fez Henrique tremer. Paralisado, ele viu Verônica se aproximar e, como se fosse a coisa mais natural do mundo, começar a desabotoar a calça dele, terminando por puxá-la até os joelhos.
Henrique não disse nada, só observou Verônica se ajoelhar na frente dele e, depois de puxar o pau dele pra fora da cueca, começar a dar um boquete espetacular que fez ele sentir emoções que nunca tinha experimentado antes.
— Eu tava devendo isso pra Marcela — dizia Verônica enquanto chupava o pau dele. — Ela foi tão boa amiga comigo que o mínimo que posso fazer é isso. Ela é uma garota muito discreta, sabe?
Henrique ficou em completo silêncio, aproveitando aquela boquinha linda que sugava o pau dele e o deixava louco.
— Os homens são tão peculiares... são capazes de meter o pau em qualquer buraco, não importa de quem seja — enquanto Verônica mamava o pau dele, acariciava as bolas dele com a ponta dos dedos, aumentando o prazer dele a níveis extraordinários.
Em 5 minutos, já estavam no quarto de Henrique, completamente pelados.
Henrique massageava os peitos e a bunda de Verônica como se não houvesse amanhã. Beijou ela nos lábios, brincando com a língua, e depois de jogá-la de costas, ela perguntou:
— O senhor vai comer minha buceta?
Sem dar uma resposta verbal, Henrique enfiou a cara na bucetinha de Verônica e começou a saborear como se fosse a última bocada da vida dele.
— AAAAHHHHHHH HMMMMMMMMMMMMMMM — gemeu Verônica, descontrolada.
— Que docinho... você é HMMM tão macia, tô morrendo de vontade de te penetrar — disse Henrique e, quando tentou se posicionar entre as pernas dela, Verônica o parou e falou:
— Tenho uma ideia melhor. Que tal a gente brincar um pouquinho? Vou cobrir seus olhos com o travesseiro e, quando chegar a hora, eu mesma vou subir — naquele momento, ela trocou de posição com Henrique, jogando ele de costas e tapando a visão dele com um travesseiro. Depois, num movimento rápido, ela se abaixou. da cama como uma verdadeira ginasta, tentando manter o travesseiro sobre o rosto de Enrique e, naquele exato momento, ela fez um sinal e no quarto entrou uma adorável jovem vestindo um baby doll preto. Era ninguém menos que Marcela, que imediatamente se ajoelhou ao lado do pai e, fechando os olhos, pegou no pinto dele e colocou na boca.
- OHHHHHHHHHHHHHHH - Gemeu forte Enrique, ignorando que era a própria filha. - Você é um encanto, Verônica, faz tão bem que tô quase gozando, sobe em mim, por favor, preciso te foder antes
Marcela olhou para sua cúmplice Verônica, que sorria safadamente e a incentivava sem dizer uma palavra a subir em cima do pai dela.
Tirando a calcinha fio dental, Marcela subiu em cima do pai, que ao sentir o tecido do baby doll estranhou, mas decidiu não dar importância até que, com o pinto enterrado até o fundo, começaram a cavalgar de um jeito excepcional.
- O que você tá vestindo? - perguntou Enrique tirando o travesseiro do rosto e, naquele momento, o que viu parou o mundo dele.
Marcela, que o cavalgava num ritmo incrível, assim que olhou direto nos olhos do pai, se inclinou e o beijou na boca com tanta paixão que não deu tempo dele reclamar.
- Filha HMMMMMMMMMMMM
- Me come, papai, me come HMMMMMMMMMMMM - Naquele momento, Enrique acelerou as fodas, tinha certeza de que não aguentaria muito mais. - Assim, Papai, Assimiii!!! Faz amor comigo enquanto a mamãe não tá...
- AHHHH Filhaaaaaa......
- Tô aqui, sua buceta... não precisa sofrer, vou cuidar de você sempre que a mamãe não estiver em casa... sei cuidar e te atender... HMMMMMMMMM
Enrique acelerou as estocadas e em questão de segundos terminou esvaziando todo o esperma dentro da filha, que desabou em cima dele e caiu sobre o peito dele, adormecendo completamente.
O barulho de uma porta se fechando indicou que Verônica tinha saído de casa, sua missão estava completa. Ela tinha realizado o sonho da melhor amiga. Realidade e agora era a vez dela manter discrição, exatamente como a amiga tinha feito tempos atrás quando descobriu que Verônica estava transando com o irmão dela.
Desde aquela noite, Enrique nunca mais sofreu quando a esposa não estava por perto, porque a filha dele se dedicava a amá-lo e dar a ele tudo o que ele tanto desejou por todos esses anos... uma vida sexual sem limites!!!
— Pensei que você tava dormindo!
A filha dele, Marcela, olhou pra ele da porta. Os olhos dela não conseguiam evitar de se fixar no membro rígido que tinha ficado exposto, parecendo uma tromba de elefante.
Na hora, Enrique tentou enfiar o troço de volta no roupão, e nesse instante a filha caiu em si e disse:
— Tava, mas acordei e não consegui dormir de novo. Pelo visto você também não conseguiu.
— Não tô com sono.
— O que você tava olhando? — perguntou Marcela, se aproximando da janela. — Não dá pra ver nada daqui.
— Não faz isso, filha — Enrique tentou impedir a filha de olhar pela janela, mas já era tarde demais.
— Então é da Verônica que se trata — disse a filha, rindo, ao ver que daquela janela dava pra ver claramente a casa dos vizinhos e, especialmente, o quarto da jovem Verônica.
Quando a família de Enrique se mudou pra aquela casa, a filha dele, Marcela, ficou muito amiga da vizinha da frente, que se chamava Verônica e tinha a mesma idade que ela. Mesmo assim, nunca imaginou que o pai dela gostasse da amiga.
— Ela é gostosa, né?
— Acho que sim, filha. Você devia voltar a dormir. Já é tarde e amanhã cê tem que ir pra escola.
— E você? Amanhã cê tem que trabalhar, pai. Normalmente a essa hora você já tá dormindo. Ou vai me dizer que tá com saudade da mamãe?
— Não é fácil ficar com ela tanto tempo fora, filha. Eu sei que só faz uma semana da viagem dela, mas tô com muita saudade e não consigo pegar no sono sem ela.
— Então cê tem que ficar acordado olhando pra minha amiga enquanto bate uma punheta?
— Marcela!!! Esse não é jeito de falar com seu pai.
— Não é pra tanto, pai. Todo mundo faz isso, meus tios fazem, meus primos fazem, meus amigos fazem... todo homem deve fazer.
— Vai pra cama, filha. Amanhã a gente conversa.
— Mas não precisa ficar assim, pai — continuou Marcela, puxando... O pai dela ficou possesso.
— Vai pra cama, filha. Eu também vou dormir, já é tarde demais e acho besteira a gente continuar falando desse assunto.
Marcela deu boa noite ao pai e beijou ele na bochecha, dizendo:
— Sonha com os anjos.
O pai viu ela se afastar, rebolando a bunda. Mesmo naquele pijama folgado, a filha tinha um corpo divino! Ele se sentiu mal por estar olhando pra ela como homem e, logo em seguida, foi se recriminando pro banheiro, onde se masturbou com a imagem da vizinha na cabeça.
Pouco depois de sair, pensou na filha de novo. Agora ela sabia do segredo dele, sabia que ele gostava da vizinha e que, com certeza, se masturbava pensando nela nas noites em que a mãe não estava com ele. O que ela ia pensar dele? Com certeza, a filha devia achar que ele era um tarado de marca maior — a vizinha tinha a idade dela, como é que um homem da idade dele ficava de olho numa novinha daquela?
Mas, por outro lado, a filha mostrava uma maturidade admirável. Não só o corpo dela tinha florescido, mas também a mente. Agora ela falava de masturbação como se fosse um assunto qualquer, e não um tabu.
— Será que ela aprendeu isso na escola? — ele se perguntou, enquanto pensava em como a vida passava rápido. Fazia só alguns anos que a filha tinha começado a desenvolver os peitos, e agora ela deslumbrava com o que tinha.
No dia seguinte, era o último dia de aula e de trabalho. A filha tinha pedido permissão pra sair com o Esteban — o irmão mais velho da vizinha Verônica — e disse que iam ao cinema e depois jantar.
Enrique pediu pra filha estar em casa antes da ligação de boa noite da mãe, que era sempre por volta das 22h30. Mas não era isso que mais preocupava ele; o que mais preocupava era que a filha fosse fofocar pra amiga e contar que o pai dela espiava ela à noite. Aí sim, a confusão ia ser grande pro Enrique, que, no fundo, não tinha uma relação muito boa com os pais da Verônica.
O tempo avançou e deu 10 da noite, depois 10:30 e a filha dele ainda não aparecia. Enrique sabia que a esposa ia ligar a qualquer momento e, se a filha não estivesse em casa, a merda ia ser grande. Tentou localizá-la, mas ela tinha desligado o celular, o que o irritou e desesperou ainda mais.
O tempo continuava passando e nem a ligação da mulher nem a filha apareciam. Não sabia se preocupar com uma ou com a outra e acabou localizando a esposa, que tinha ficado sem bateria no celular e por isso não conseguiu ligar.
— E a Marcela? — perguntou a esposa, e ele respondeu que ela tinha ido dormir perto das 11 quando não recebeu a ligação dela. A esposa pediu muito pra ele cuidar dela e disse que voltaria na semana seguinte.
Depois de encerrar a ligação, Enrique decidiu ir espiar pela janela como de costume, na esperança de encontrar a filha no quarto da amiga, mas nada. A única coisa que viu, ou melhor, pôde contemplar, foi a Verônica de lingerie andando pelo quarto enquanto falava ao telefone.
— Que morena gostosa e monumental — pensou Enrique, enquanto descaradamente começava a se masturbar... sem medo de que a filha fosse pegá-lo de novo.
Nisso, as luzes do quarto ao lado do da Verônica se acenderam e chamaram forte a atenção de Enrique, que, pasmo, viu a filha entrar de mãos dadas com o Esteban.
Naquele momento, Enrique parou de se masturbar... e focou nas atividades da filha, que, assim que fechou a porta, se jogou em cima do Esteban e começaram a se beijar até cair e rolar na cama.
Não demorou muito pra ver a filha começando a desabotoar a blusa enquanto o Esteban estava deitado na cama e ela por cima dele.
Que porra um pai deve fazer num momento desses??? — se perguntou. — Matar o filho da puta?? Ligar pra ela e mandar voltar pra casa imediatamente??? Ela nem ligou o celular!!!!
Perplexo e não só curioso, Enrique Puxou uma cadeira e sentou pra observar com mais atenção. Naquele momento, a pica dele ainda apontava pro teto e não tinha diminuído nem um centímetro.
Esteban começou a beijar a filha e, enquanto tirava a blusa dela pela cabeça, passava as mãos por trás pra desabotoar o sutiã!!
Como muitos garotos da idade dele, Esteban não tinha as habilidades necessárias pra tirar o sutiã de uma garota sozinho, então teve que esperar a ajuda da Marcela pra isso. Mas o que se revelou em seguida não só maravilhou Esteban, mas também o homem que os espiava da janela em frente.
Um par de peitos lindos, grandes e durinhos, fez Henrique, cheio de tesão, ter que morder o lábio inferior.
Novamente perplexo, Henrique viu a filha deslizar pelo corpo de Esteban até chegar na altura da pica dele... e então, com os olhinhos fechados mas a boca bem aberta, começar a chupar aquela rola que ela tirou vitoriosa da calça do garoto.
Pela primeira vez na vida, Henrique viu a filha chupar a pica do vizinho como nunca imaginou. Ficou tão excitado que quis desviar o olhar pro quarto ao lado, mas naquele momento Verónica tinha fechado as persianas de um jeito que impossibilitava qualquer visão. De novo, o olhar dele voltou desesperado pro quarto de Esteban e encontrou a filha chupando ritmadamente aquele pau como toda uma profissional.
— Cadê que ela aprendeu isso??? Nem a mãe dela, aos 39 anos, consegue enfiar um pau na boca, e ela sim, e de um jeito tão audacioso, enquanto masturba o namorado com a mão!!!
O sexo de Henrique com a esposa era alheio a qualquer tipo de sexo que não fosse o tradicional. Nunca tinha reclamado disso, mas talvez porque nunca imaginou que tanta gente curtia a diversidade, incluindo a própria filha jovem.
Quando viu que os quadris de As mãos de Esteban subiam descontroladas, e Enrique soube que aquele babaca estava gozando na boca da filha dele!
— Ele tá gozando na boca dela!!! — naquele instante, ele se masturbou descaradamente vendo os dois e, quando menos esperou, começou a jorrar porras que acertaram bem na janela.
— Ahhh, o que eu fiz — disse Enrique, e se levantou na hora pra limpar a bagunça antes que a filha voltasse.
Uma hora depois, Enrique já tinha se deitado na cama pra não levantar suspeitas, e foi aí que ouviu a filha bater na porta do quarto dele:
— O que foi, filha? Já passa da meia-noite.
A filha abriu a porta e entrou no quarto, acendendo a luz. Ela estava linda num roupão de seda que ele mesmo tinha dado no último aniversário dela.
— Você nos viu? — perguntou a filha, deixando ele sem reação. Ela logo percebeu a cara dele e exclamou: — Não tem nada de errado, eu mesma fiz questão de você nos ver. A gente podia ter feito no carro dele, mas convenci ele a ir pro quarto dele. Sabia que você ia estar lá olhando.
Enrique quis mentir, mas sabia que não adiantava.
— Sim. Vi o que você fez, me masturbei e gozei tão forte que tive que limpar a janela, você não tem ideia. Já tá satisfeita?? Acho que agora deve estar se sentindo bem o suficiente com sua conquista. Você fez seu pai se masturbar vendo a própria filha chupar a pica de um babaca. Agora quero que você vá embora. Boa noite e apaga a luz quando sair — disse ele, enfático, e enfiou a cabeça no travesseiro.
Naquela noite, Enrique não conseguiu dormir. A mente dele estava presa na imagem da filha chupando pica...
No dia seguinte, Enrique não sabia o que fazer com a filha. Sabia que as coisas não podiam ficar assim, ainda mais agora que a esposa dele estava quase voltando.
Assim que acordou, saiu pra procurar a filha, mas, por mais que procurasse, parecia que ela tinha saído de casa bem cedo.
Naquele momento, ele se sentiu mal consigo mesmo. talvez a reação dele não tivesse sido a melhor na noite anterior, mas de que jeito um pai deveria reagir a esse tipo de comentário da filha? Ela realmente era outra, era como se a garota meiga e inocente que ele conhecia como filha tivesse deixado de existir desde aquela noite em que ele a pegou se masturbando na janela olhando pra melhor amiga dela.
O dia inteiro ele passou tentando localizar a filha pelo celular, mas ela ainda estava com ele desligado. A noite caiu e com ela começaram as andanças dele até a janela, tentando encontrar mais surpresas.
O quarto da Verônica parecia vazio, naquele momento ele se perguntou se ela estaria com a filha dele. Olhou pro quarto ao lado e lá tinha luz, mas as persianas estavam fechadas. Não sei quanto tempo o Henrique ficou de pé olhando pros dois quartos até que, de repente, as persianas do quarto do Esteban começaram a se abrir, revelando a figura da filha dele vestindo um suculento baby doll preto!!!
Marcela olhou na direção onde ele estava e, franzindo os lábios, mandou um beijo. Depois se virou e começou a andar sedutoramente até onde o Esteban a esperava deitado na cama. Era óbvio o que ela estava prestes a fazer. Henrique sabia que dessa vez não ia ver só um boquete, mas uma trepada completa!! Ele estava nessa quando bateram na porta, tirando ele dos pensamentos.
Irritado com a interrupção, ele foi até a porta disposto a mandar qualquer um embora e, ao abrir a porta, levou um baita susto:
-Verônica!!!
-Oi, senhor- disse ela com um sorrisão a linda morena.- A Marcela me pediu pra vir fazer um favorzinho- nem pediu permissão pra entrar, a gata morena entrou sem cerimônia e se acomodou na sala.
Henrique logo notou que a Verônica não tava de sutiã pelo jeito que as tetas dela balançavam.
-Eu sei que o senhor me espia- disse Verônica deixando ele pasmo.- O senhor acha que eu não consigo te ver, mas olha que eu sempre vejo, o senhor sempre se masturba me olhando ou — Pensando em mim? — ela disse com uma curiosidade tão sincera que fez Henrique tremer. Paralisado, ele viu Verônica se aproximar e, como se fosse a coisa mais natural do mundo, começar a desabotoar a calça dele, terminando por puxá-la até os joelhos.
Henrique não disse nada, só observou Verônica se ajoelhar na frente dele e, depois de puxar o pau dele pra fora da cueca, começar a dar um boquete espetacular que fez ele sentir emoções que nunca tinha experimentado antes.
— Eu tava devendo isso pra Marcela — dizia Verônica enquanto chupava o pau dele. — Ela foi tão boa amiga comigo que o mínimo que posso fazer é isso. Ela é uma garota muito discreta, sabe?
Henrique ficou em completo silêncio, aproveitando aquela boquinha linda que sugava o pau dele e o deixava louco.
— Os homens são tão peculiares... são capazes de meter o pau em qualquer buraco, não importa de quem seja — enquanto Verônica mamava o pau dele, acariciava as bolas dele com a ponta dos dedos, aumentando o prazer dele a níveis extraordinários.
Em 5 minutos, já estavam no quarto de Henrique, completamente pelados.
Henrique massageava os peitos e a bunda de Verônica como se não houvesse amanhã. Beijou ela nos lábios, brincando com a língua, e depois de jogá-la de costas, ela perguntou:
— O senhor vai comer minha buceta?
Sem dar uma resposta verbal, Henrique enfiou a cara na bucetinha de Verônica e começou a saborear como se fosse a última bocada da vida dele.
— AAAAHHHHHHH HMMMMMMMMMMMMMMM — gemeu Verônica, descontrolada.
— Que docinho... você é HMMM tão macia, tô morrendo de vontade de te penetrar — disse Henrique e, quando tentou se posicionar entre as pernas dela, Verônica o parou e falou:
— Tenho uma ideia melhor. Que tal a gente brincar um pouquinho? Vou cobrir seus olhos com o travesseiro e, quando chegar a hora, eu mesma vou subir — naquele momento, ela trocou de posição com Henrique, jogando ele de costas e tapando a visão dele com um travesseiro. Depois, num movimento rápido, ela se abaixou. da cama como uma verdadeira ginasta, tentando manter o travesseiro sobre o rosto de Enrique e, naquele exato momento, ela fez um sinal e no quarto entrou uma adorável jovem vestindo um baby doll preto. Era ninguém menos que Marcela, que imediatamente se ajoelhou ao lado do pai e, fechando os olhos, pegou no pinto dele e colocou na boca.
- OHHHHHHHHHHHHHHH - Gemeu forte Enrique, ignorando que era a própria filha. - Você é um encanto, Verônica, faz tão bem que tô quase gozando, sobe em mim, por favor, preciso te foder antes
Marcela olhou para sua cúmplice Verônica, que sorria safadamente e a incentivava sem dizer uma palavra a subir em cima do pai dela.
Tirando a calcinha fio dental, Marcela subiu em cima do pai, que ao sentir o tecido do baby doll estranhou, mas decidiu não dar importância até que, com o pinto enterrado até o fundo, começaram a cavalgar de um jeito excepcional.
- O que você tá vestindo? - perguntou Enrique tirando o travesseiro do rosto e, naquele momento, o que viu parou o mundo dele.
Marcela, que o cavalgava num ritmo incrível, assim que olhou direto nos olhos do pai, se inclinou e o beijou na boca com tanta paixão que não deu tempo dele reclamar.
- Filha HMMMMMMMMMMMM
- Me come, papai, me come HMMMMMMMMMMMM - Naquele momento, Enrique acelerou as fodas, tinha certeza de que não aguentaria muito mais. - Assim, Papai, Assimiii!!! Faz amor comigo enquanto a mamãe não tá...
- AHHHH Filhaaaaaa......
- Tô aqui, sua buceta... não precisa sofrer, vou cuidar de você sempre que a mamãe não estiver em casa... sei cuidar e te atender... HMMMMMMMMM
Enrique acelerou as estocadas e em questão de segundos terminou esvaziando todo o esperma dentro da filha, que desabou em cima dele e caiu sobre o peito dele, adormecendo completamente.
O barulho de uma porta se fechando indicou que Verônica tinha saído de casa, sua missão estava completa. Ela tinha realizado o sonho da melhor amiga. Realidade e agora era a vez dela manter discrição, exatamente como a amiga tinha feito tempos atrás quando descobriu que Verônica estava transando com o irmão dela.
Desde aquela noite, Enrique nunca mais sofreu quando a esposa não estava por perto, porque a filha dele se dedicava a amá-lo e dar a ele tudo o que ele tanto desejou por todos esses anos... uma vida sexual sem limites!!!
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