[b]Como vocês sabem, minha cunhada é gêmea da minha mina. Ela é baixinha, tem 1,55m, pele branca, cabelo castanho liso, peitos pequenos, mas uma bunda generosa, grande e fofinha. Mas isso vocês já sabem dos relatos anteriores.
Tudo começou num fim de semana em que um dos meus amigos me convidou pra ir na casa dele pra um churrasco. Ele falou que os outros amigos que ele chamou iam levar as minas deles, o que me deixou preocupado, porque eu não teria ninguém pra levar. Passou meio-dia e recebi uma mensagem no celular. Qual não foi minha surpresa quando vi que era minha cunhada me dizendo que tava muito entediada e que por que eu tinha deixado ela sozinha por um tempo. Bom, de repente me veio na cabeça levar ela pra essa festa como se fosse minha mina — ninguém ia perceber que não era ela, mas sim a irmã. Falei pra ela se a gente ia pra tal festa, e ela topou na hora. Enquanto isso, comentei pra ela se vestir algo sexy e gostoso, porque eu tava com vontade de comer ela, e ela respondeu de um jeito bem safado: "você vai cair de pau quando me ver".
Sem mais delongas, passei pra buscar ela na casa de uma amiga. Ela tava com uma saia preta tipo lycra, bem justa, que deixava ver a bunda enorme, carnuda e apertada, como se quisesse escapar da saia, e uma blusa conservadora, meio transparente, na cor vinho, mostrando os peitinhos pequenos mas durinhos. Os lábios vermelhos, carnudos e brilhantes, prontos pra chupar meu pau, e o cabelo preso. Ela tava um espetáculo.
Quando chegamos na festa, todo mundo começou a se cumprimentar. E, como de costume, as minas ficaram na sala de casa, e os homens no quintal, assando a carne e bebendo cerveja. Qual não foi nossa surpresa que, dos 6 amigos que éramos, só dois levaram mina. Sem dar importância, ficamos conversando e rindo, passando o tempo. Um dos meus amigos me disse: "Cara, que gostosa que tá sua mina". Eu respondi: "Valeu, mano". E ele insistiu: "Sério, que gostosa". Aí todo mundo caiu na risada.
E, como vocês podem imaginar, minha cunhada... Law não perdia tempo em arquear as nadegas parada na bancada da cozinha, mostrando aquela bunda enorme, provocando meus amigos. Já eu, só curtia o espetáculo e as ereções que o rabão da minha cunhada causava em nós. Depois de um tempo, minha cunhada aparece e fala: "Meu bem, aqui está o linguiça". Quando ouço um murmúrio atrás de mim: "Aqui está o seu" (o mesmo amigo que tinha dito que minha mina era gostosa). Quando minha cunhada chega com o prato de linguiça, pega com a mão e diz: "Que delícia essa linguiça". E provocando meus amigos, fala: "Vou colocar no churrasco". Se inclinando um pouco, coloca o pedaço de linguiça bem no fundo do espeto, com um vai e vem daquela carne, dando uma ereção em todo mundo. Não passa nem 2 minutos, quando um dos meus amigos pega ela pela cintura, já inclinada, e fala: "Cuidado, gata, vai se queimar no espeto". Minha cunhada só se endireita e responde: "Valeu". Sai da nossa frente, mas não sem antes dar um sorriso com aqueles lábios vermelhos e carnudos. Quanto mais ela se afastava, ninguém tirava os olhos daquela bunda enorme. Meu amigo, o que acabou de dar um tapinha nela, fala: "Cara, não fica bolado, é que ela ia se queimar". E eu respondo: "Relaxa, entendo".
De novo, minha cunhada se aproxima, agora oferecendo um picolé: "Querem um picolé? Porque o calor tá insuportável". Enquanto isso, o picolé entra e sai da boca dela com uma precisão e um estímulo danados pra gente. Enquanto chupava o picolé como se fosse uma das nossas pirocas, um dos meus amigos fala: "Aqui está sua linguiça, quer que eu te dou ou coloco mais um pouco?" Já com tesão. Minha cunhada responde: "Como você quiser, meu bem", dando mais moral ainda, sem parar de chupar aquele picolé que entrava e saía agora com mais força da boca dela. Eu, por minha vez, falo: "Não, deixa ele ali bem quentinho, é assim que ela gosta". Nessa hora, o picolé, já mais que derretido, cai, e ela se abaixa pra pegar. pegando o exenden deixando os peitos à mostra pros outros, que não tiram os olhos de cima.
a carne já tá no fogo e não tem volta, minha cunhada tá empenhada em excitar meus amigos. depois de comer e beber à vontade, chamo ela em particular e falo: "já sei o que cê tá fazendo, e se a gente vai fazer, tem que fazer direito. deixa eles quentes, mas não seja muito óbvia, ok?" ela responde: "só tô me divertindo e me dá tesão ver como os outros me desejam. te incomoda?" respondo: "não, mas não exagera, ok?" ela responde: "pode pá"
qual não é minha surpresa que um dos nossos amigos foi embora, o único que tinha trazido a mina dele. só ficamos 5 amigos e minha cunhada. fomos pra sala, bebemos um pouco de tequila, a música começou a subir junto com o tequila, e de repente meus amigos começam a comentar como a gente se divertia, o que fazia, o que bebia, o que fumava. quando um deles, o dono da casa, fala: "espera" e tira um cachimbo pequeno com um pouco de maconha. um dos nossos amigos se opôs, dizendo: "já tô muito bêbado, é melhor eu ir embora". chamamos um táxi e, sem perder tempo, colocamos ele no carro. minha cunhada se ofereceu pra levar ele. ele abraçou ela e deixou a mão cair num dos peitos dela, e minha cunhada não fez nada. ela, por sua vez, segurava ele pela cintura com um braço e com o outro massageava o pau dele, que já tava meio duro por causa do álcool. e minha cunhada aproveitava a ereção dele, esfregando por cima da calça. isso ficou bem na cara, porque meus amigos não tiravam os olhos de cima.
voltando pra sala, onde tava a música, a bebida e o cachimbo cheio de erva, decidimos fumar um pouco. meu amigo, o dono da casa, falou pra minha cunhada: "você vai ser a primeira a fumar". minha cunhada vira pra mim, como se eu fosse o namorado dela, e fala: "meu amor, deixa eu fumar?" enquanto os outros não conseguiam tirar os olhos da minha cunhada. Os caras estavam tipo zumbis esperando eu passar o baseado pra rolar o que já tava na cara que ia acontecer. Eu respondi "se você quiser, sim". Depois que ela fumou, os outros foram, e aí chegou minha vez, mas eu nem me esforcei muito porque tinha que cuidar da minha cunhada.
Lá pelas 2 da manhã, um dos meus amigos apagou, e um falou "mais um caiu — ele que perdeu". Depois percebi que todo mundo tava rindo e se divertindo. Meu amigo, aquele que já tinha passado a mão na minha cunhada na churrasqueira, se soltou e falou "que bunda gostosa você tem, garota". Aí deu aquele silêncio, e em fração de segundo minha cunhada respondeu "valeu — é o que meu amor diz também, né, meu bem?" E eu completei "sim, ela tem uma bunda grande, dura e deliciosa". Meu amigo, o dono da casa, aproveitou e perguntou no ar "deixa a gente pegar?" Minha cunhada, já na onda, me perguntou com uma voz de putinha "meu bem, deixa seu amigo pegar na minha bunda?" Eu só balancei a cabeça que sim. Minha cunhada levantou do meu lado, virou de costas pra cara do meu amigo e colocou a mão dele na bunda dela, fazendo círculos naquelas nádegas enormes. Depois de algumas massagens naquela bunda suculenta, ela se abaixou, colocou as duas mãos dele na calcinha dela e falou "tá uma delícia, né?" olhando nos olhos dele. Ele confirmou com a cabeça que sim.
Enquanto isso, meu outro amigo, o que já tinha passado a mão nela, já tava com o pau pra fora, se masturbando vendo a cena dela se abaixando pra deixar passar a mão naquela bunda monstra. Depois de um tempo, meu amigo anfitrião falou "dá pra sentir sua calcinha fio dental, deixa eu ver?" Ela virou pra mim de novo e perguntou com voz de puta "meu bem, deixa eu mostrar a calcinha pro seu amigo?" Eu falei "pode, mas daqui". Subi ela numa mesa onde a gente colocava as bebidas e falei "assim fica melhor". Meus amigos já estavam com os paus pra fora, se masturbando devagar no ritmo do rebolado da minha cunhada. Pô, minha cunhada continua dançando na mesa, rebolando aquela bunda enorme que parece que a saia vai rasgar. A movimentação do quadril dela é fenomenal, aos poucos vai subindo a saia, deixando ver aquelas bandas brancas, macias como veludo, uma bunda grande igual a da Alexis Texas. A micro fio dental azul celeste se perde entre as nádegas dela. Ela dança de cima pra baixo, mostrando aquela bunda monstra pros meus amigos e pra mim. A boca vermelha, a língua molhando os lábios, como se estivesse pedindo meu pau na boca dela.
Um dos meus amigos fala: "Não dá pra ver teu fio dental, sua bundona não deixa a gente ver." Aí ela fica de quatro, abaixa a cabeça até encostar o rosto na mesa, empina a bunda mais do que o normal e fala pro meu amigo: "Olha direito." Ela abre aquelas nádegas enormes e mostra o fio do fio dental, além da bucetinha e do cuzinho rosado. Meus amigos não acreditam no que tão vendo, uma das melhores bundas que já viram, umas nádegas de cinema enfiadas numa micro fio dental azul celeste. O anfitrião fala pra mim: "Caralho, que bunda gostosa que a tua mina tem, como eu queria comer ela." Enquanto isso, meu outro amigo se masturba vendo aquela maçã enorme na frente dos olhos dele. Minha cunhada levanta, olha pros dois e fala: "Tão gostando do que tão vendo?" com a saia na cintura, exibindo aquela bunda monstra, sendo acariciada pelas próprias mãos dela.
Eu crio coragem e falo: "Tira a saia, devagar, e dá uma visão melhor da tua bunda pra eles, meu amor." Ela obedece sem resistir. Quando começa a abaixar a saia, mostrando a bunda pros meus amigos, um deles começa a apalpar as nádegas dela de novo, agora amassando aquela bunda enorme, e fala: "Porra, que bundão gostoso, tua puta é uma delícia." Isso deixou minha cunhada a mil, que sem frescura começou a rebolá-la quase no nariz dele.
Depois disso, eu falei: "Tira meu pau e chupa." Ela já tava a mil, demorei mais pra falar do que ela pra fazer. Ela se ajoelhou. dando a bunda pros meus amigos de lado pra eles apreciarem como ela mamava meu pau de cima a baixo, puxando e chupando o pré-gozo que saía da minha cabeça, enquanto enfiava meu pau inteiro na boca até quase vomitar. Ficou assim uns minutos e, tirando o pau da boca, perguntou: "tão gostando do que tão vendo?". Meus amigos estavam pasmos com a cara de puta que minha cunhada tava fazendo, pensando que era minha mina. Só balançavam a cabeça dizendo que sim. Ela enfiou o pau de novo na boca e começou a chupar, agora esfregando a bucetinha já molhada por cima da calcinha fio dental, mamando meu pau, se esfregando, gemendo e virando pra olhar pros meus amigos.
Um dos meus amigos fala: "mano, já não aguento mais" – levanta e me diz: "vou comer ela, vou meter meu pau inteiro". Respondo: "relaxa, cara, senta e curte". O outro amigo, que já tinha esquentado ela, levanta e fala: "é, temos que comer ela". Do mesmo jeito, falo: "relaxa, cara, curte".
Minha cunhada levanta e me pergunta com voz de puta, já muito excitada: "meu amor, deixa eu chupar o pau dos seus amigos?" E eu respondo: "se é isso que você quer". Meus dois amigos tiram a calça na hora e sentam nus da cintura pra baixo. Minha cunhada levanta com um tesão danado entre as pernas, contorna a mesa, se ajoelha de costas pra nós três, desabotoa a calça do nosso amigo que tá dormindo e começa a chupar o pau dele, que tava bem mole. Meu amigo fala: "caralho, sua mulher adora mamar pau". Meu outro amigo, puto por não ter chegado no lugar dele, senta na mesa das bebidas e começa a amassar as nádegas dela, enquanto fala: "cê gosta desse pau, gosta de sentir ele entre suas nádegas? Ahhh, que bunda gostosa, puta do caralho". Enquanto enfia o pau entre as nádegas da minha cunhada e esfrega de cima pra baixo, roçando o cuzinho rosado dela com o pau, deixando minha cunhada ainda mais excitada, que fala: "sim, que pau gostoso". você tem pra enfiar tudo na minha bucetinha, bem apertadinha, hmm ¡!! – que gostoso sentir você dentro “ e volta a chupar o pau do nosso amigo que já dormiu no sofá e não dá sinal de vida.
Percebo que meu amigo, sem perguntar nada pra mim e pra minha cunhada, começa a puxar a minúscula tanga azul celeste da minha cunhada pro lado e começa a esfregar a cabeça do pau dele na bucetinha molhada da minha cunhada, enquanto ela tá entretida tentando levantar o pênis flácido do meu amigo que já dormiu no sofá. Ele continua esfregando, como se fosse meter o pau, fazendo os lábios da vagina da minha cunhada começarem a se abrir e a cabeça do pau do meu amigo entrar pela metade. Nisso, levanto ela rapidinho antes do meu amigo penetrar e falo: “vem pra cá, gata”. Ela se desorienta e pergunta: “que foi?” Não tinha percebido que tinha metade da cabeça do pau do meu amigo quase dentro. Meu amigo levanta e fala: “nossa, que rabo gostoso que a sua mulher tem”. Minha cunhada responde: “e você não viu como eu reboleio”, dando um tapa naquele bundão enorme.
Sem pensar, ela vem na minha direção, pega meu pau, senta em cima dele, sempre deixando aquele rabão enorme à mostra pros meus amigos, e começa a rebolar de um jeito infernal, pra cima e pra baixo, de um lado pro outro, metendo e tirando meu pau por completo e deixando eles verem a bucetinha molhada dela. Ficou assim por um bom tempo, até que eu viro ela pro lado do sofá onde estávamos, abro as pernas dela e enfio todo o meu pênis. Ela só solta uma expressão de dor gostosa “humm ¡!!”, o que me faz ficar mais excitado e bombar a buceta dela mais rápido e forte. Começo a sentir que vou gozar, tiro meu pau, ela pega com a mão e começa a chupar, engolindo todo o sêmen que meu pau jorra. Percebo que meus amigos vão na direção dela e ¿????
CONTINUA. . .
Tudo começou num fim de semana em que um dos meus amigos me convidou pra ir na casa dele pra um churrasco. Ele falou que os outros amigos que ele chamou iam levar as minas deles, o que me deixou preocupado, porque eu não teria ninguém pra levar. Passou meio-dia e recebi uma mensagem no celular. Qual não foi minha surpresa quando vi que era minha cunhada me dizendo que tava muito entediada e que por que eu tinha deixado ela sozinha por um tempo. Bom, de repente me veio na cabeça levar ela pra essa festa como se fosse minha mina — ninguém ia perceber que não era ela, mas sim a irmã. Falei pra ela se a gente ia pra tal festa, e ela topou na hora. Enquanto isso, comentei pra ela se vestir algo sexy e gostoso, porque eu tava com vontade de comer ela, e ela respondeu de um jeito bem safado: "você vai cair de pau quando me ver".
Sem mais delongas, passei pra buscar ela na casa de uma amiga. Ela tava com uma saia preta tipo lycra, bem justa, que deixava ver a bunda enorme, carnuda e apertada, como se quisesse escapar da saia, e uma blusa conservadora, meio transparente, na cor vinho, mostrando os peitinhos pequenos mas durinhos. Os lábios vermelhos, carnudos e brilhantes, prontos pra chupar meu pau, e o cabelo preso. Ela tava um espetáculo.
Quando chegamos na festa, todo mundo começou a se cumprimentar. E, como de costume, as minas ficaram na sala de casa, e os homens no quintal, assando a carne e bebendo cerveja. Qual não foi nossa surpresa que, dos 6 amigos que éramos, só dois levaram mina. Sem dar importância, ficamos conversando e rindo, passando o tempo. Um dos meus amigos me disse: "Cara, que gostosa que tá sua mina". Eu respondi: "Valeu, mano". E ele insistiu: "Sério, que gostosa". Aí todo mundo caiu na risada.
E, como vocês podem imaginar, minha cunhada... Law não perdia tempo em arquear as nadegas parada na bancada da cozinha, mostrando aquela bunda enorme, provocando meus amigos. Já eu, só curtia o espetáculo e as ereções que o rabão da minha cunhada causava em nós. Depois de um tempo, minha cunhada aparece e fala: "Meu bem, aqui está o linguiça". Quando ouço um murmúrio atrás de mim: "Aqui está o seu" (o mesmo amigo que tinha dito que minha mina era gostosa). Quando minha cunhada chega com o prato de linguiça, pega com a mão e diz: "Que delícia essa linguiça". E provocando meus amigos, fala: "Vou colocar no churrasco". Se inclinando um pouco, coloca o pedaço de linguiça bem no fundo do espeto, com um vai e vem daquela carne, dando uma ereção em todo mundo. Não passa nem 2 minutos, quando um dos meus amigos pega ela pela cintura, já inclinada, e fala: "Cuidado, gata, vai se queimar no espeto". Minha cunhada só se endireita e responde: "Valeu". Sai da nossa frente, mas não sem antes dar um sorriso com aqueles lábios vermelhos e carnudos. Quanto mais ela se afastava, ninguém tirava os olhos daquela bunda enorme. Meu amigo, o que acabou de dar um tapinha nela, fala: "Cara, não fica bolado, é que ela ia se queimar". E eu respondo: "Relaxa, entendo".
De novo, minha cunhada se aproxima, agora oferecendo um picolé: "Querem um picolé? Porque o calor tá insuportável". Enquanto isso, o picolé entra e sai da boca dela com uma precisão e um estímulo danados pra gente. Enquanto chupava o picolé como se fosse uma das nossas pirocas, um dos meus amigos fala: "Aqui está sua linguiça, quer que eu te dou ou coloco mais um pouco?" Já com tesão. Minha cunhada responde: "Como você quiser, meu bem", dando mais moral ainda, sem parar de chupar aquele picolé que entrava e saía agora com mais força da boca dela. Eu, por minha vez, falo: "Não, deixa ele ali bem quentinho, é assim que ela gosta". Nessa hora, o picolé, já mais que derretido, cai, e ela se abaixa pra pegar. pegando o exenden deixando os peitos à mostra pros outros, que não tiram os olhos de cima.
a carne já tá no fogo e não tem volta, minha cunhada tá empenhada em excitar meus amigos. depois de comer e beber à vontade, chamo ela em particular e falo: "já sei o que cê tá fazendo, e se a gente vai fazer, tem que fazer direito. deixa eles quentes, mas não seja muito óbvia, ok?" ela responde: "só tô me divertindo e me dá tesão ver como os outros me desejam. te incomoda?" respondo: "não, mas não exagera, ok?" ela responde: "pode pá"
qual não é minha surpresa que um dos nossos amigos foi embora, o único que tinha trazido a mina dele. só ficamos 5 amigos e minha cunhada. fomos pra sala, bebemos um pouco de tequila, a música começou a subir junto com o tequila, e de repente meus amigos começam a comentar como a gente se divertia, o que fazia, o que bebia, o que fumava. quando um deles, o dono da casa, fala: "espera" e tira um cachimbo pequeno com um pouco de maconha. um dos nossos amigos se opôs, dizendo: "já tô muito bêbado, é melhor eu ir embora". chamamos um táxi e, sem perder tempo, colocamos ele no carro. minha cunhada se ofereceu pra levar ele. ele abraçou ela e deixou a mão cair num dos peitos dela, e minha cunhada não fez nada. ela, por sua vez, segurava ele pela cintura com um braço e com o outro massageava o pau dele, que já tava meio duro por causa do álcool. e minha cunhada aproveitava a ereção dele, esfregando por cima da calça. isso ficou bem na cara, porque meus amigos não tiravam os olhos de cima.
voltando pra sala, onde tava a música, a bebida e o cachimbo cheio de erva, decidimos fumar um pouco. meu amigo, o dono da casa, falou pra minha cunhada: "você vai ser a primeira a fumar". minha cunhada vira pra mim, como se eu fosse o namorado dela, e fala: "meu amor, deixa eu fumar?" enquanto os outros não conseguiam tirar os olhos da minha cunhada. Os caras estavam tipo zumbis esperando eu passar o baseado pra rolar o que já tava na cara que ia acontecer. Eu respondi "se você quiser, sim". Depois que ela fumou, os outros foram, e aí chegou minha vez, mas eu nem me esforcei muito porque tinha que cuidar da minha cunhada.
Lá pelas 2 da manhã, um dos meus amigos apagou, e um falou "mais um caiu — ele que perdeu". Depois percebi que todo mundo tava rindo e se divertindo. Meu amigo, aquele que já tinha passado a mão na minha cunhada na churrasqueira, se soltou e falou "que bunda gostosa você tem, garota". Aí deu aquele silêncio, e em fração de segundo minha cunhada respondeu "valeu — é o que meu amor diz também, né, meu bem?" E eu completei "sim, ela tem uma bunda grande, dura e deliciosa". Meu amigo, o dono da casa, aproveitou e perguntou no ar "deixa a gente pegar?" Minha cunhada, já na onda, me perguntou com uma voz de putinha "meu bem, deixa seu amigo pegar na minha bunda?" Eu só balancei a cabeça que sim. Minha cunhada levantou do meu lado, virou de costas pra cara do meu amigo e colocou a mão dele na bunda dela, fazendo círculos naquelas nádegas enormes. Depois de algumas massagens naquela bunda suculenta, ela se abaixou, colocou as duas mãos dele na calcinha dela e falou "tá uma delícia, né?" olhando nos olhos dele. Ele confirmou com a cabeça que sim.
Enquanto isso, meu outro amigo, o que já tinha passado a mão nela, já tava com o pau pra fora, se masturbando vendo a cena dela se abaixando pra deixar passar a mão naquela bunda monstra. Depois de um tempo, meu amigo anfitrião falou "dá pra sentir sua calcinha fio dental, deixa eu ver?" Ela virou pra mim de novo e perguntou com voz de puta "meu bem, deixa eu mostrar a calcinha pro seu amigo?" Eu falei "pode, mas daqui". Subi ela numa mesa onde a gente colocava as bebidas e falei "assim fica melhor". Meus amigos já estavam com os paus pra fora, se masturbando devagar no ritmo do rebolado da minha cunhada. Pô, minha cunhada continua dançando na mesa, rebolando aquela bunda enorme que parece que a saia vai rasgar. A movimentação do quadril dela é fenomenal, aos poucos vai subindo a saia, deixando ver aquelas bandas brancas, macias como veludo, uma bunda grande igual a da Alexis Texas. A micro fio dental azul celeste se perde entre as nádegas dela. Ela dança de cima pra baixo, mostrando aquela bunda monstra pros meus amigos e pra mim. A boca vermelha, a língua molhando os lábios, como se estivesse pedindo meu pau na boca dela.
Um dos meus amigos fala: "Não dá pra ver teu fio dental, sua bundona não deixa a gente ver." Aí ela fica de quatro, abaixa a cabeça até encostar o rosto na mesa, empina a bunda mais do que o normal e fala pro meu amigo: "Olha direito." Ela abre aquelas nádegas enormes e mostra o fio do fio dental, além da bucetinha e do cuzinho rosado. Meus amigos não acreditam no que tão vendo, uma das melhores bundas que já viram, umas nádegas de cinema enfiadas numa micro fio dental azul celeste. O anfitrião fala pra mim: "Caralho, que bunda gostosa que a tua mina tem, como eu queria comer ela." Enquanto isso, meu outro amigo se masturba vendo aquela maçã enorme na frente dos olhos dele. Minha cunhada levanta, olha pros dois e fala: "Tão gostando do que tão vendo?" com a saia na cintura, exibindo aquela bunda monstra, sendo acariciada pelas próprias mãos dela.
Eu crio coragem e falo: "Tira a saia, devagar, e dá uma visão melhor da tua bunda pra eles, meu amor." Ela obedece sem resistir. Quando começa a abaixar a saia, mostrando a bunda pros meus amigos, um deles começa a apalpar as nádegas dela de novo, agora amassando aquela bunda enorme, e fala: "Porra, que bundão gostoso, tua puta é uma delícia." Isso deixou minha cunhada a mil, que sem frescura começou a rebolá-la quase no nariz dele.
Depois disso, eu falei: "Tira meu pau e chupa." Ela já tava a mil, demorei mais pra falar do que ela pra fazer. Ela se ajoelhou. dando a bunda pros meus amigos de lado pra eles apreciarem como ela mamava meu pau de cima a baixo, puxando e chupando o pré-gozo que saía da minha cabeça, enquanto enfiava meu pau inteiro na boca até quase vomitar. Ficou assim uns minutos e, tirando o pau da boca, perguntou: "tão gostando do que tão vendo?". Meus amigos estavam pasmos com a cara de puta que minha cunhada tava fazendo, pensando que era minha mina. Só balançavam a cabeça dizendo que sim. Ela enfiou o pau de novo na boca e começou a chupar, agora esfregando a bucetinha já molhada por cima da calcinha fio dental, mamando meu pau, se esfregando, gemendo e virando pra olhar pros meus amigos.
Um dos meus amigos fala: "mano, já não aguento mais" – levanta e me diz: "vou comer ela, vou meter meu pau inteiro". Respondo: "relaxa, cara, senta e curte". O outro amigo, que já tinha esquentado ela, levanta e fala: "é, temos que comer ela". Do mesmo jeito, falo: "relaxa, cara, curte".
Minha cunhada levanta e me pergunta com voz de puta, já muito excitada: "meu amor, deixa eu chupar o pau dos seus amigos?" E eu respondo: "se é isso que você quer". Meus dois amigos tiram a calça na hora e sentam nus da cintura pra baixo. Minha cunhada levanta com um tesão danado entre as pernas, contorna a mesa, se ajoelha de costas pra nós três, desabotoa a calça do nosso amigo que tá dormindo e começa a chupar o pau dele, que tava bem mole. Meu amigo fala: "caralho, sua mulher adora mamar pau". Meu outro amigo, puto por não ter chegado no lugar dele, senta na mesa das bebidas e começa a amassar as nádegas dela, enquanto fala: "cê gosta desse pau, gosta de sentir ele entre suas nádegas? Ahhh, que bunda gostosa, puta do caralho". Enquanto enfia o pau entre as nádegas da minha cunhada e esfrega de cima pra baixo, roçando o cuzinho rosado dela com o pau, deixando minha cunhada ainda mais excitada, que fala: "sim, que pau gostoso". você tem pra enfiar tudo na minha bucetinha, bem apertadinha, hmm ¡!! – que gostoso sentir você dentro “ e volta a chupar o pau do nosso amigo que já dormiu no sofá e não dá sinal de vida.
Percebo que meu amigo, sem perguntar nada pra mim e pra minha cunhada, começa a puxar a minúscula tanga azul celeste da minha cunhada pro lado e começa a esfregar a cabeça do pau dele na bucetinha molhada da minha cunhada, enquanto ela tá entretida tentando levantar o pênis flácido do meu amigo que já dormiu no sofá. Ele continua esfregando, como se fosse meter o pau, fazendo os lábios da vagina da minha cunhada começarem a se abrir e a cabeça do pau do meu amigo entrar pela metade. Nisso, levanto ela rapidinho antes do meu amigo penetrar e falo: “vem pra cá, gata”. Ela se desorienta e pergunta: “que foi?” Não tinha percebido que tinha metade da cabeça do pau do meu amigo quase dentro. Meu amigo levanta e fala: “nossa, que rabo gostoso que a sua mulher tem”. Minha cunhada responde: “e você não viu como eu reboleio”, dando um tapa naquele bundão enorme.
Sem pensar, ela vem na minha direção, pega meu pau, senta em cima dele, sempre deixando aquele rabão enorme à mostra pros meus amigos, e começa a rebolar de um jeito infernal, pra cima e pra baixo, de um lado pro outro, metendo e tirando meu pau por completo e deixando eles verem a bucetinha molhada dela. Ficou assim por um bom tempo, até que eu viro ela pro lado do sofá onde estávamos, abro as pernas dela e enfio todo o meu pênis. Ela só solta uma expressão de dor gostosa “humm ¡!!”, o que me faz ficar mais excitado e bombar a buceta dela mais rápido e forte. Começo a sentir que vou gozar, tiro meu pau, ela pega com a mão e começa a chupar, engolindo todo o sêmen que meu pau jorra. Percebo que meus amigos vão na direção dela e ¿????
CONTINUA. . .
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