Hermanita

Estava fechando o portão da minha casa, depois de guardar o carro, quando vejo o carro da minha mãe passando, dirigido pela minha irmã. Ela para uns metros adiante, dá ré, estaciona na frente da minha casa e desce pra conversar comigo. Já era noite, dia de semana, e ela me contou que vinha da casa de uma colega da faculdade que morava no mesmo bairro que eu, que me viu lá fora e resolveu passar pra me cumprimentar, já que nunca me visitava.

Carol era a mais nova das minhas duas irmãs, a que ficou mais solta, com 19 anos recém-completados — eu, o do meio, com 25, e a mais velha com 27. É a única que mora com meus pais. Sempre foi a queridinha de todo mundo, a filha exemplar, a estudiosa, a que não saía muito, essas coisas. Convidei ela pra entrar, ofereci um copo de bebida, mas, pra minha surpresa, ela me perguntou se eu não tinha uma cerveja. Era estranho ela beber, mas segundo ela, tava meio estressada e precisava relaxar.

Sentamos pra conversar sobre a faculdade, meu trabalho, essas coisas. Até que, sem querer, perguntei pelo namorado dela, que eu tinha conhecido fazia pouco. Ela disse que as coisas estavam mais ou menos com ele e preferiu não tocar no assunto, embora eu tenha notado que ela tava meio estranha. Quando perguntei de novo se tava tendo problemas com ele, ela disse que sim. No começo, meio tímida, mas depois, ganhando mais confiança, começou a me explicar que tinha problemas de natureza sexual. Minha irmã era muito extrovertida e não escondia nada. Me surpreendi com a naturalidade com que ela tocou no assunto, explicando que não sabia se o namorado dela sofria de ejaculação precoce ou se era só um amante ruim. Que os encontros sexuais duravam muito pouco, que ela quase não gozava e que, no fim, isso também tinha afetado ele, e que já estavam discutindo por qualquer besteira.

Sempre tive muita intimidade com a Carol, mas tocar nesse assunto sexual tão na lata, nunca. A única coisa que falei na primeira vez que ela começou a sair com um cara foi pra tomar cuidado pra não engravidar. Fora isso, Carol... Ela aparentava ser bem mais nova do que realmente era, e eu sempre a via como a menina da casa. Era muito magra, de peitos bem pequenos, mas ainda assim tinha as curvas bem definidas, pele branca, cabelo loiro, comprido e liso... e uma bunda, embora pequena, nada exagerada, era feita a mão, espetacular, que sempre usando jeans justos ficava deslumbrante.

Durante a conversa, ela me fez uma pergunta bem direta: "quanto tempo você dura em média num encontro sexual?". Sinceramente, me deu uma vontade de rir e hesitei em responder, mas ingenuamente ela pedia pra eu contar pra ter um ponto de comparação, já que o namorado atual era o único homem na vida dela e pelo visto ele também não tinha muita experiência. Por insistência dela, falei que dependia do dia, do lugar, da companhia, mas que pelo menos eu facilmente conseguia aguentar 30 minutos... ou muito mais, dependendo da motivação da minha parceira. Minha irmã se interessou pelo assunto e, sem perceber, depois de muita insistência da parte dela, comecei a contar alguns encontros que tive por aí... algumas táticas, etc., até que num momento percebi que estava ficando excitado e que quem estava ali era minha irmã mais nova. Falei que já era tarde e que no dia seguinte ela tinha que ir pra faculdade e eu pro trabalho, que era melhor deixarmos a conversa pra outro dia. No começo ela não queria ir, mas depois disse que realmente tinha prova no dia seguinte, mas que se eu não me importasse, a gente podia continuar a conversa outro dia, com mais tempo. Ela foi embora de casa e eu fiquei olhando enquanto ela saía. A verdade é que minha irmãzinha tinha crescido e se tornado uma mulher linda. Finalmente ela foi embora e me deixou com pensamentos obscuros...

Eram 8 da noite, fazia uma hora que eu tinha chegado em casa, quando o telefone tocou. Era a Carol dizendo que minha mãe tinha feito uma lasanha espetacular e que se eu queria que ela me trouxesse um pedaço. Falei que sim e ela disse que em uns 20 minutos estaria na minha casa. Ao desligar, sem perceber, eu estava me arrumando e passando perfume pra receber a visita da minha irmã. Pouco depois, sinto baterem na porta e, ao abrir, me deparo com minha irmãzinha, que vinha toda arrumada e com uma bandeja, com a tão esperada lasanha. Mandei ela entrar, já tinha colocado uma música, ofereci uma cerveja. … hmm … isso parecia mais um encontro do que uma visita casual de irmã. Eu a vi mais linda, mais mulher, mais desejável. Conversamos um monte de coisas sem importância, até que de novo fomos chegando no assunto sexual. Ela continuou me fazendo perguntas e eu respondendo, sem perceber que estava revelando mais do que um irmão mais velho deveria contar pra irmã. Minha irmã já tinha tomado umas 2 cervejas (o que já era muito pra ela) … e eu umas 4. Eu também fui sondando a vida sexual dela, e aparentemente era uma mulher muito fogosa, mas quase só uns amassos, exceto com o namorado, mas com experiências ruins ou azar, com vontade de descobrir coisas novas, o que me deixava com muito tesão de ouvir.

Ela pediu pra usar o banheiro e eu acompanhei até a porta, andando atrás dela, sentindo o perfume gostoso dela, o jeito sensual de andar, os quadris, a bunda linda dela … sem dúvida ela estava me excitando de propósito … entra no banheiro, me olhando direto nos olhos ao fechar a porta. Me sentia estranho, estava sentindo uma atração enorme por aquela mulher que não faz muito tempo eu brincava com ela. Era estranho … um jogo perigoso. Sem perceber, fiquei no corredor esperando ela, ouvindo atrás da porta. Aí escuto a água correr e depois ela abrindo a porta. Recuei só uns passos e fingi que estava andando pelo corredor.

Nos encontramos na saída do banheiro. Ela elogiou a organização do banheiro e da minha casa no geral, considerando que eu era um homem que mora sozinho. Pediu pra eu mostrar o quarto e eu indiquei onde era. Ela entrou andando na minha frente, sensual, igual uma gata no cio. Enquanto me dava uma linda Perspectiva da bunda dela. Como ela conseguia preencher aquela calça, parecia que tinha sido feita sob medida. Entrei no quarto, olhei a limpeza do lugar e ela disse que eu era muito organizado… e me perguntou se eu era tão meticuloso "em tudo", me olhando de um jeito bem sensual. Peguei ela pela cintura e beijei. A Carol também estava esperando por isso, e imediatamente senti os braços dela me apertando. Foi um beijo forte, intenso, delicioso. Era estranho, mas ao mesmo tempo muito gostoso estar assim com a minha irmã. O beijo não parou e foi se transformando numa guerra de línguas, sentindo a respiração ofegante dela, o corpo se grudando mais no meu. Nós dois sabíamos que não era certo, mas também sabíamos o que viria e desejávamos aquilo. Caímos na cama sem parar de nos beijar, nos acariciando, nos tocando suavemente. Minhas mãos nas pernas dela, acariciando cada vez mais para cima até que passei suavemente pela bunda linda dela. Ela só separou a boca e me ofereceu o pescoço, que beijei devagar enquanto minha mão continuava tocando a bunda dela. Não dizíamos nada, só nos entregávamos para nos descobrir mutuamente.

Ela se deixava tocar sem reclamar nada da mão do irmão que acariciava a bunda dela uma e outra vez, sentindo a pele dela se arrepiar ao contato. Devagar, minha mão começou a acariciar um dos peitinhos dela, sentindo o mamilo duro, ereto, excitado, que atravessava o tecido. Suavemente, minha mão foi entrando por baixo da blusa dela, acariciando a barriga completamente lisa, macia, divina, até chegar debaixo do sutiã e acariciar os seios dela lentamente. Ela suspirava e se entregava para ser tocada sem nenhum problema. Enquanto eu fazia isso, senti a mão dela na minha perna subindo até meu pau, que a esperava no máximo da excitação. Senti como ela se arrepiou no primeiro contato com meu companheiro duro, mas sem se assustar, continuou acariciando ele com força por cima do tecido. Ajudei ela a me liberar, sem parar de beijá-la, e senti a mão dela começar a me punhetar devagar. Não tinha mais volta, minha irmã estava ali. Aquela noite, ela seria penetrada de um jeito ou de outro. Deixei ela me tocar o tempo que quis, até que parou de me beijar e desceu até ficar com toda a minha pica na boca dela. Ela chupava de um jeito delicioso, suavemente, enfiando bem fundo na boca, sem parar de me masturbar.

Tirei ela dali e a beijei apaixonadamente, tirando a roupa dela rapidinho. Minha irmã tava muito tesuda e se entregou completamente à luxúria naquela noite. Com o corpo dela completamente pelado, me joguei em cima dela, beijando cada parte do corpo, abrindo as pernas dela e mergulhando pra chupar a buceta dela, fazendo ela tremer de prazer. Uma e outra vez, minha língua habilidosa acariciou as partes íntimas dela, fazendo ela se arquear, levantando o púbis pra deixar o contato mais forte. Aquela mulher carente de sexo tinha encontrado um profissional que naquela noite faria com a irmã dele tudo o que quisesse.

Carol era divina e geneticamente tão gostosa quanto eu. Ela não reclamou quando virei ela, colocando de bruços e abrindo as nádegas pra chupar o cu dela, coisa que ninguém nunca tinha feito antes e que fez ela gemer de prazer. Mergulhado entre as nádegas dela, só ouvia entre gemidos... "ahhh, eu adoro" uma e outra vez...

Era hora da minha irmã ter uma boa sessão de sexo, não com aquele namorado precoce dela, mas com o irmão mais velho que ia ensinar tudo o que ela quisesse. Bruscamente, me deitei ao lado dela, mas de cabeça pra baixo, e montei ela em cima de mim, deixando nossos sexos na boca um do outro. Ela num segundo começou a chupar minha pica como uma endemoniada, enquanto eu percorria cada cantinho dela com minha língua e meus dedos. Às vezes, ela tirava minha pica da boca pra gemer com força, fazendo o maior esforço pra continuar chupando a pica do irmão mais velho dela.

Já era hora de penetrar ela, de encher o corpo da minha irmãzinha. Peguei ela pelo rabo e puxei pra baixo, ela entendeu perfeitamente o que eu queria e se ajeitou entre minhas pernas com uma imagem espetacular. Suas costas se posicionaram. Com meu pau na mão, não foi difícil encontrar aquela cavidade molhada e quente. Lentamente, minha irmã foi se sentando, enterrando centímetro por centímetro meu masto carnudo, até que começou a se mover pra cima e pra baixo, molhando meu pau.

Uma e outra vez, o corpo dela subia e descia, enterrando meu pau até o fundo, às vezes ficando sentada, se mexendo de um lado pro outro com tudo dentro dela. Depois de um tempo, saí de debaixo dela e a coloquei de quatro, sem vergonha nenhuma. Eu a movia como se fosse um pedaço de carne, por causa do corpo magro e frágil dela, bem leve, e sem aviso, meti até o fundo. Um grito de prazer e dor ecoou por todo o meu quarto. Naquele momento, percebi que tinha sido muito bruto, mas quando ia tirar, ela disse que não, que eu metesse forte. Não precisei de mais instrução nenhuma e, segurando-a pelos quadris, literalmente montei ela no meu pau e a penetrei violentamente uma e outra vez. Era isso que ela queria: ser tratada com brutalidade, com força e de forma selvagem. Por um bom tempo, a bunda da minha irmã ficou nas minhas mãos, e ela, ora se apoiando nas mãos, ora apoiando a cabeça na cama, deixando a raba levantada, deixava o irmão foder ela como um animal. Quase 15 minutos depois, ouço os gemidos dela mais fortes e mais doloridos. Pergunto se ela vai gozar, e ela diz que sim. Digo pra ela gritar, se entregar por completo, molhar meu pau com os sucos dela... Me ouvir tratá-la assim, coisas que nunca tinha feito antes, foi o estopim pra ela se soltar e começar a gritar de prazer... Começou a falar... me dizendo pra meter meu pau até o fundo... pra deixar a buceta dela cheia de porra... pra não parar... Mais forte... mais... mais... até que um grito que deve ter sido ouvido pela casa inteira me avisa que minha irmãzinha teve um orgasmo monstruoso. Fiquei excitado pra caralho ouvindo como Carlos chegava ao orgasmo, gritando bem alto. Quase não me segurei pra não encher a buceta dela de porra, uma porque queria deixar ela completamente satisfeita e outra porque a gente tava transando sem camisinha. Não parei de meter até ela mostrar que o orgasmo imenso dela tinha acabado.

Eu tinha que provar pra ela que tudo que ele tinha dito era verdade, além de me sentir um super-homem me comparando com o namoradinho precoce dela, que deixava minha irmã tão cheia de vontade. Deitei atrás dela e nessa posição penetrei mais devagar, até que, pegando ela pela cintura, coloquei ela por cima de mim, de costas, os dois olhando pro teto. Enquanto beijava o pescoço dela e meu pau entrava e saía da buceta dela, minhas mãos acariciavam os peitinhos dela, descendo pela barriga, tocando a xota dela, puxando de leve os pelinhos da buceta. Carol dizia que ninguém nunca tinha fodido ela daquele jeito, que eu não parasse, que fizesse o que eu quisesse com ela.

Depois de um tempo, fiz ela montar em mim, mas dessa vez de frente. Os olhos dela fechados, os quadris perfeitos. O peito firme dela que nem se mexia em cada subida e descida da minha irmã, era divino. A boca aberta dela aproveitando o pau do irmão que ainda não dava sinal de gozar... toda hora ela falava que minha resistência era fabulosa, que era isso que ela queria, um homem que fizesse ela gozar uma vez atrás da outra por um tempão. Cada vez que eu fazia ela falar, perguntando se ela tava gostando, se tava excitando ela, ela aumentava os gemidos. Confessando que me ouvir falar putaria enquanto eu fodia ela deixava ela com mais tesão.

Comecei a dizer que queria que ela sentasse bem forte, que a buceta dela engolisse meu pau inteiro, que deixasse ele todo molhado, que se tocasse enquanto montava em mim. E ela, obediente, seguia cada instrução até que, de novo, enquanto se tocava, começou a gozar.

Coloquei ela de costas na cama, peguei as pernas dela e coloquei nos meus ombros. Fodi ela com força, dessa vez era minha vez, queria que ela sentisse eu explodir, que me ouvisse enquanto eu a fodia com força. Segurando-a pelos quadris, com as pernas dela nos meus ombros, eu chegava a levantar ela da cama pra enterrar tudo no meu cock. Agora apoiado com meus braços ao lado do rosto dela e ela com as pernas bem abertas e levantadas, dei a última e animal foda, avisando que ia gozar. Isso só deixou ela ainda mais excitada e ela disse que também ia. De novo minha irmã começa a gozar e ouvindo os gemidos fortes dela não consegui me segurar mais e, saindo rapidinho da pussy dela, entre gemidos fortes da minha parte, comecei a disparar porra na barriga dela, nos peitos e um pouco que acertou o rosto dela.

Completamente exausto, com o coração a mil por hora, meu corpo todo suado igual ao da minha irmã, me deitei ao lado dela recuperando o fôlego, enquanto ela espalhava os restos de sêmen pela barriga.

A gente ria pensando na loucura que a gente tinha feito, uma loucura espetacular e morbidamente gostosa, que sem dúvida a gente repetiria.

5 comentários - Hermanita

Últimamente estos relatos me gustan mucho buen relato