Embora às vezes não pareça, costumo transar com a Carla, minha esposa, com bastante frequência. O sexo com ela é de enlouquecer, porque além de ser muito gostosa fisicamente, ela tá sempre disposta e me provoca cada dia mais, seja com situações diferentes ou umas brincadeiras que começam de manhã e terminam à noite, me deixando boa parte do dia com o pau duro igual a uma panela no fogo.
No fim de semana passado, parecia que ia ser bem tranquilo, porque eu ia ficar sozinho, já que a Carla, a Majo (minha cunhada, lembram?) e um grupo de amigas foram pra um spa, ou como elas anunciaram "um retiro feminino", num centro que fica a duzentos e quarenta quilômetros daqui. Obviamente, no dia anterior, a Carlita quis se despedir, como manda o figurino, e como naquele dia eu tava particularmente muito tarado, depois de uma sessão de putaria com minha esposa, não perdi a chance de terminar com a Majo num motel e assim me despedir das duas.
Elas partiram na sexta à tarde, passei uma noite tranquila com minha filha mais nova e de manhã fui deixá-la na casa de uma amiguinha da escola, porque eu tinha que trabalhar.
O sábado tava muito "de boa" no trampo, então resolvi sair pra tomar um café.
A meia quadra do trabalho, cruzei com a Gladys, amiga da minha esposa e da Majo, que não tinha conseguido viajar. Ela ia comprar uma câmera de PC de presente pro sobrinho, então recomendei uma loja pra conseguir e aproveitei pra convidar ela pra um café, quando ela se liberasse.
Pra ser sincero, sempre gostei da Gladys, já pensei em pegar ela, mas essa ideia sumiu da minha cabeça quando descobri a proximidade que ela tinha com minha mulher. A Gladys tem 43 anos e tá "uma delícia", ontem, hoje e amanhã. Embora seja levemente gordinha (não gorda), tem um corpo muito bom e, em especial, um par de peitos que são uma maravilha.
Cintura fina, uma bunda muito, muito, muito apetitosa e, mesmo não usando muita saia, dá pra ver que tem umas pernas boas.
Eu fazia o possível pra Ficar de fora, já tava me custando bastante, e não era nada saudável se minha mulher descobrisse que eu tava de olho em alguma amiga dela, mas do jeito que ela veio vestida naquele dia e aquela postura provocante (ou pelo menos era o que eu via ou sentia), me fazia desejá-la, mesmo contra minha vontade de agir como um cavalheiro.
Gladys estava com o cabelo liso e fino, solto, diferente do que costumava usar; comprido abaixo dos ombros, tingido de um ruivo escuro, sobrancelhas finas, olhos castanhos, rosto arredondado, feições lindíssimas. Os olhos e as pálpebras levemente maquiados, e os lábios finos num vermelho só um pouco mais forte que o natural.
Ela vestia uma blusa preta, justa, de manga curta com um decote em "V" bem aberto, mostrando sem cerimônia os peitos exuberantes, uma calça de linho, também preta, bem justa no quadril e nas coxas, o que só destacava a bunda empinada, com um par de nádegas redondas e super tentadoras. Nos pés, sapatos de salto alto com uma leve plataforma preta que davam um balanço insinuante ao corpo dela.
Eu já tinha visto ela chegar, não podia perder o espetáculo de vê-la indo embora, então fiquei um tempão parado olhando ela se afastar... na real, não conseguia parar de olhar aquela bunda linda que já tinha me hipnotizado.
Mais de um virou pra olhar quando ela entrou na confeitaria. Ela veio direto pra minha mesa e, bem cavalheirescamente, me levantei e puxei a cadeira pra ela se sentar.
— E aí? Conseguiu a câmera? — perguntei.
— Sim... e mais barata do que eu pensava... Valeu pela dica... — respondeu.
A gente conversou mais um pouco, até terminar os dois cafés, e saímos rumo ao meu trabalho, já que a duas quadras ficava o ponto de ônibus que a Gladys precisava pegar.
No caminho, minha filha me liga pedindo permissão pra ir na chácara dos pais da Caro (a amiguinha dela), e eu digo que sim, quase no automático.
Quando cheguei no trabalho, a Gladys tentou se despedir e seguir o caminho dela. mas peço que me espere, que eu já ia saindo e que dava uma carona até a casa dela.
- ah, tá bom... valeu de novo... você me salvou de esperar o busão... cada dia tão piores - disse ela, satisfeita.
Indo pro estacionamento, comecei a sentir que andar ao lado dela, curtir a companhia, o corpo dela, o jeito quase felino de andar, suave, balançando a cintura de um jeito provocante, mexia comigo.
- Cê tem algo pra fazer? - perguntei
- Como assim? - retrucou Gladys.
- Se cê tem algum compromisso agora... quer ir comer alguma coisa lá em casa?... - soltei
- Não é muito?
- Para de frescura, eu... vamos, bora pra casa - falei, sem dar chance pra ela contestar.
- então tá... - respondeu enquanto entrava no carro
Parei numa rotisseria pra comprar algo pra comer e ela desceu comigo, se ofereceu pra comprar a bebida, sem saber que talvez fosse oferecer algo mais depois do almoço...
Gladys não passava despercebida fácil, então enquanto esperávamos, vários olhares grudavam nela, na bunda carnuda dela, nos peitos aparecendo no decote, no rostinho bonito... ela inteira era pra se deliciar por um bom tempo.
Chegamos em casa e começamos a arrumar a mesa pro almoço. Curtia vê-la se movendo pela casa, que ela já conhecia há um tempão. A naturalidade do andar provocante e o corpo dela exalando sensualidade me deixavam mais excitado a cada minuto, sem esquecer que ela também sabia que ninguém ia nos atrapalhar...
Nisso o telefone tocou, me tirando de repente dos meus pensamentos lascivos, como se tentasse atrapalhar minhas intenções com a Gladys; era minha esposa e as amigas dela, falei com ela um bom tempo, com toda a calma do mundo, sem mencionar ou dar a entender em momento algum que estava acompanhado, muito menos com a Gladys.
Enquanto falava, meus olhos não paravam de devorar aquele corpo que estava perto de mim. A conversa durou mais de dez minutos, desliguei o telefone e olhei pra Gladys, que tinha ficado em silêncio, e ela disse: Bom, pode ser que você não tenha percebido, mas você nunca disse que eu estava aqui...
- Não disse? – perguntei, me fazendo de sonso.
- Não, e acho que nunca teve intenção de dizer... – ela fez uma breve pausa e continuou – mas pensando bem, melhor assim, porque a Carla é bem ciumenta, e bom, não é à toa...
Ficamos alguns segundos em silêncio, e a Gladys continuou:
- Comigo não precisa fingir, vocês têm que ser um pouco mais cuidadosos. Ontem fui visitar uma amiga que mora em frente ao hotel onde você e a Majo entraram.
Fiquei petrificado. Depois de tanto me cuidar, a putaria tinha causado um descuido e me deixado exposto. Senti minha vida desmoronar, não sabia o que fazer nem o que dizer, e muito menos como a Gladys ia agir.
Ela estava a poucos passos de mim e, diante do meu choque, disse:
- Fica de boa. Apesar de ser mulher, sei guardar um segredo, desde que você me trate como tratou a Majito... Sim, bebê?
Senti a alma voltar ao corpo. A Gladys queria transar comigo.
- Será que consigo competir com elas? – ela disse, aproximando os lábios dos meus, selando a pergunta com um beijo carinhoso.
Peguei ela pela cintura, apertei contra meu corpo e fechei aqueles lábios com um beijo profundo, enlouquecedor, prolongado e desejado. Ficamos um bom tempo nos beijando apaixonadamente, enquanto nossas línguas se enfiavam no fundo das nossas bocas.
Em um momento, a Gladys, me olhando nos olhos, disse:
- Não devia falar isso, mas tô doida por você.
De novo, a boca dela buscou a minha, descendo depois pelo meu pescoço, beijando com paixão, me excitando a cada beijo. Eu fazia o mesmo, segurando ela pela bunda e apertando contra meu corpo. Assim, juntos, nos esfregávamos, fazendo meu pau endurecer ainda mais...
- Então você tá com vontade de comer essa rola? – perguntei.
- Sim, bebê, faz tempo que quero sentir ela dentro de mim.
Entre beijos e carícias descontroladas, fomos para a sala. Ela se... Ajoelhado sobre o futon, o rosto dela mostrava a paixão que naquele momento a dominava, me olhando com uma lascívia intensa, ela tirou o suéter, deixando à mostra seus peitos impressionantes expostos diante dos meus olhos; mal cobertos por um sutiãzinho semitransparente cor da pele.
Fiquei impactado com aquele espetáculo. Gladys se deitou no futon, me incentivando a me jogar sobre o corpo dela.
E claro que eu fiz isso, e enquanto a beijava, elogiava aqueles peitos que me hipnotizavam. Minha mão percorria aquela peça que me impedia o contato com a pele dela. Deslizei suavemente até a barriga branca dela, roçando com minha barba por fazer e língua a pele, causando os primeiros arrepios de prazer. Lambi e beijei a barriguinha dela enquanto minhas mãos percorriam o torso em busca dos peitos dela. Levantei o sutiã, liberando os peitos enormes, redondos, com mamilos escuros e eretos. Um gemido ardente e apaixonado saiu da boca dela quando acariciei, depois foi minha boca que começou a aproveitá-los, percorrendo com minha língua brincalhona os mamilos, sentindo como endureciam cada vez mais. Mordisquei suavemente os peitos dela e mergulhei neles, lambendo, chupando, saboreando cada milímetro.
Gladys ofegava, pedia mais, a cabeça dela se revirava no futon macio. Uma infinidade de gemidos inundava a boca dela, enquanto as mãos dela faziam força para tirar completamente o sutiã e depois minha camiseta...
Me levantei, queria observá-la, precisava vê-la... O prazer dela aumentava minha libido... O corpo semidespido dela, o cabelo bagunçado, o rosto cheio de paixão e excitação e os olhos mostrando o desejo liberado, embelezavam aquela pausa.
Assim, com uma distância mínima entre nós; ela começou a se desvencilhar e tirar a calça. Eu, de pé na frente dela, a imitei.
Uma calcinha minúscula cobria a buceta dela, a transparência deixava ver os lábios inchados da vulva, totalmente depilada.
Meu pau prestes a explodir, lutava para sair da cueca. Tirei ele pela abertura da cueca pra ela ver como tava, mostrando e balançando como se fosse meu troféu mais precioso.
Me deitei do lado dela, abracei ela e falei:
- que gostosa você é, filha da puta... você é divina
Beijei ela com paixão, enquanto minha mão enfiava por baixo da calcinha dela, acariciando os lábios molhados da buceta dela; ela não ficou atrás, pegou meu pau e começou a bater uma punheta suave. Um mar de gemidos tomou conta do ambiente, o cheiro salgado de sexo tava no ar. Já pelados (não lembro em que momento conseguimos tirar a roupa íntima), nossos corpos se roçavam com uma intensidade feroz.
- Me come, não aguento mais... quero sentir seu pau, quero ele dentro de mim já... – ela gritou desesperada
Gladys abriu as pernas, coloquei meu pau entre os lábios quentes da buceta dela, brincando com a cabeça sem penetrar...
- Você gosta, né?
- Coloca, vagabundo
- Quer ele todo, puta?
- Siiim... coloca ele todo
Minha intenção inicial era enfiar de uma vez e meter forte, mas a carinha dela me fez mudar de ideia...
Penetrei devagar... um gemido profundo, um grito rouco saiu da garganta dela, quando meu pau avançou dentro do corpo dela sem parar. Quando tive totalmente dentro da buceta dela, desesperada, as mãos dela agarraram meu pescoço, me puxando pra um beijo ardente, apaixonado. Gladys era e é daquelas gatinhas que chamamos de "muito fogosas", com o menor movimento, ficava louca. Imagina quando meu pau saía quase todo, percorrendo a vulva molhada dela.
Assim como ela, não dava mais pra prolongar aquele momento, sentia que meus esforços pra não gozar estavam ficando impossíveis.
E como não podia ser diferente, aumentei a velocidade e a intensidade dos meus movimentos pélvicos. A veemência da metida foi tanta que não aguentamos mais e, sem dizer nada, senti jatos fortes e potentes de porra encherem a vulva ardente dela, que começou a se contrair com espasmos fortes na buceta, sem parar de nos mexer, tentando prolongar aquele Clímax irreprimível e poderoso.
Agitados, suados, banhados em prazer e destilando os elixires dos nossos sexos, nos apertamos num abraço acolhedor. Os gemidos e suspiros deram lugar às leves carícias de afeto. Nossos corpos não paravam de tremer e um par de beijos selou aquele primeiro encontro.
Continuamos nos beijando por vários minutos sem dizer uma palavra. A calma restauradora finalmente tinha tomado conta dos nossos corpos.
- O que aconteceu agora foi algo maravilhoso, foi muito mais quente do que eu imaginava, queria ter você hoje o dia inteiro me penetrando.
- Você é uma gostosa na cama... eu também adoraria poder te comer o dia inteiro, você tem uma raba do caralho – respondi.
- Mas complica por causa da pequena – comentei.
- É, eu sei... mas pelo menos a gente podia se ver de vez em quando... não acha? – disse docemente.
- Claro... é óbvio que a gente vai se ver de novo – garanti.
Ela foi ao banheiro se higienizar, enquanto eu, ainda deitado, a via se afastar nua... "que gostosa essa mina"... pensei.
Esquentei o almoço e esperei por ela com a mesa já posta. Comemos bem animados, um pouco pelo que tinha rolado, feito dois adolescentes, rindo à toa. Lá pelas 4 da tarde, ela me pediu se eu podia levá-la na casa do sobrinho pra entregar o presente de aniversário que tinha comprado.
Já chegando na tal casa, ela me passou o número do celular e repetiu que queria passar a noite comigo, que não podíamos perder essa oportunidade. Obviamente eu disse que também queria, mas que precisava ver como ia ficar a situação com a pequena e com a mais velha, que sabendo que eu tava sozinho, me mandou umas mensagens enquanto a gente tava no calor da briga com a Gladys e que eu respondi depois.
Os astros e os planetas deviam estar a meu favor naquele dia, porque os pais da Caro me ligaram pra avisar que as meninas tinham se empolgado no viveiro, então iam passar a noite na chácara, e que se Pô, dava pra passar lá buscar ela no domingo de manhã.
— Mas sem problema, Chino... umas dez horas eu passo por aí, valeu por avisar — respondi, feliz que nem puto com duas bucetas.
Assim que desliguei, liguei pra filha mais velha pra ela não se preocupar, ou melhor, pra não desconfiar de nada.
A gente conversou um tempão, eu expliquei que tava sozinho e que não pretendia fazer nada à noite. Como era de esperar, ela disse que tinham combinado de fazer a prévia no apto dela e perguntou se eu queria passar pra jantar.
Combinamos que umas nove horas eu tava lá. Sem enrolação, liguei pra Gladys pra dar as "boas novas"...
— Ah, que delícia!!!... então te espero meio-dia em casa — ela falou, toda animada.
— Isso, gostosa... meio-dia eu tô aí — respondi.
O sábado seguiu com um banho revigorante e uma sonequinha. Tive um dos sonhos mais gostosos.
Nove e meia a gente já tava petiscando na casa da menina mais velha, e lá pras onze e meia eu já tava me despedindo.
Peguei o caminho pra casa da Gladys, já conhecia a rota de ter levado a Carla e a Majo umas vezes.
Cheguei na hora certa, estacionei o carro no quintal, exatamente como ela tinha mandado.
Quando abriu a porta, Gladys me recebeu vestida num catsuit vermelho fininho que caía nela de um jeito do caralho e fez meu pau ficar duro na hora, só de olhar.
Um beijo molhado, quente e gostoso me recebeu. Peguei na cintura dela e não consegui evitar de passar a mão naquelas bundas carnudas que me deixavam louco.
Fomos de mãos dadas até a sala de jantar, onde uma garrafa de champanhe nos esperava, pra recomeçar aquele jogo de sedução que tinha tido seu prólogo lá pelo meio-dia.
— Quero que você me deixe fazer tudo... Faz tempo que não sirvo ninguém — ela disse, se ajoelhando pra tirar meus sapatos.
Continuou com minhas meias, lambendo meus pés com uma devoção danada.
Mandou eu levantar pra me despir por completo, sem parar um segundo.
Lá estava eu, peladão, com uma mulher infernal, toda gostosa e pronta pra tudo. fazer o que me desse na telha.
— chupa meu pau... come ele todo... — praticamente ordenei
— ai sim, buceta... hmm que gostoso isso... como eu amo seu pau... — ela dizia a cada chupada...
A puta da mãe..., como essa gostosa rebolava... ela mordiscava minha glande, lambia o tronco como se fosse um sorvete, engolia quase tudo, tirando ele escorrendo de saliva e líquidos seminais, acariciava e chupava minhas bolas com paixão. Me deixou no limbo, quando pediu pra irmos pra cama.
Nos empurrões chegamos ao quarto e nos jogamos na cama, quase sem me dar tempo pra nada, ela tomou conta do meu pau de novo e apertou até me fazer gozar. A boca dela se encheu toda do meu leite, que ela engoliu com prazer... Cada lambida depois disso me dava um espasmo atrás do outro.
Ela subiu em cima de mim e nos beijamos profundamente, ainda tinha meu gosto na boca dela... pouco me importava, ela me deixava assim... muito tesudo.
Deitei ela na cama e comecei a lamber o pescoço dela enquanto tirava a única e fina peça que impedia de aproveitar a pele levemente suada dela.
Ao liberar os peitos dela, me joguei neles como um louco, fora de mim... queria comer, lamber, chupar, morder... minhas mãos apertavam eles... da garganta dela saíam gemidos guturais de prazer.
Continuei meu caminho descendo até chegar na vulva molhada, quente e salgada dela, que já deixava escorrer pequenos fios de fluido...
Devagar fui lambendo os lábios rosados dela até entrar com minha língua, o mais fundo possível, dentro da buceta dela.
Minha língua era um pistão imparável dentro dela e meus dedos não paravam de esfregar aquele clitóris duro que estava prestes a explodir. E foi assim mesmo, um grito rasgador inundou o quarto, um grito interminável, abafado por um travesseiro que era mordido ao mesmo tempo. Meus dedos pararam o trabalho pra se instalar no esfíncter dela que estava super molhado. Sem parar de lamber a buceta dela, mas com menos intensidade, quase dava pra dizer, com extrema suavidade, quase acariciando ela; meus dedos foram entrando no cu dela sem nenhuma restrição.
Gladys ainda estava com as contrações pós-orgasmo, mas não parava de rebolar a bunda pra que meus dedos a pegassem por completo. Essa mulher curtia o sexo muito mais do que eu imaginava. Ela fazia um culto disso e isso me excitava.
Eu não tinha percebido, mas meu pau não tinha ficado mole em nenhum momento. Me ajoelhei na cama e coloquei as pernas da Gladys nos meus ombros e penetrei o cu dela com facilidade. A bombada inicial foi suave, macia, quase com delicadeza. Depois de um tempo, era ela quem pedia pra eu meter mais forte...
- Bate forte, vagabundo... arrebenta meu cu... me enche toda. - ela dizia.
Eu bombeei por um bom tempo e caí exausto em cima dela, procurando um pouco de ar e dando um beijo nela pra disfarçar. Mal consegui, porque ao me sentir assim, Gladys pediu pra subir em cima.
Eu me deitei e ela, de uma enfiada, engoliu meu pau com o cu e começou uma cavalgada foda que me levou à segunda gozada. Ela não se importou com o que tava rolando comigo, continuou como se nada tivesse acontecido, apesar dos meus espasmos agonizantes e gemidos... Ela gozou estrepitosamente, de repente, quase com urgência.
Ela desabou em cima de mim, respirando no meu ouvido, exalando luxúria, dizendo frases incompreensíveis.
Ficamos assim por vários minutos, ofegantes, suados, exaustos...
Meu pau foi saindo sozinho do cu dela... como se fosse a hora de recomeçar tudo de novo.
Eu levantei pra me lavar, mas antes beijei ela com paixão e passei a mão na buceta dela, ainda quente. Ela fez o mesmo e foi buscar o champanhe.
Nos cruzamos no corredor, ela entrando no banheiro e eu indo pro quarto. Esperei ela com uma taça na mão. Não consigo entender por que, quando a vi aparecer, meu pau deu sinais de vida de novo (fazia tempo que isso não acontecia, já tinha até esquecido). Ela se deitou do meu lado, me beijou e pegou a taça de champanhe, deu um gole, e foi direto pro meu pau. Enfiou ele, ainda com o Líquido na boca. Nem vou falar da sensação das bolhas... não conseguia acreditar no que tava rolando. Essa mulher tava praticamente tentando tirar toda a safadeza que tinha dentro de mim.
Foi lambendo e engolindo o líquido, a língua dela foi descendo até chegar no meu cu, lambeu mais um pouco sem parar de me masturbar devagar. Um dedo começou a brincar no meu esfíncter, fazendo meu pau endurecer cada vez mais rápido. Ela envolveu ele com a boca de novo e, sem parar de estimular minha bunda, me penetrou com um dedo. Nem preciso dizer que aquilo foi sublime. Quando meu pau ficou todo duro do jeito que a Gladys queria, ela montou em mim de novo, mas dessa vez a buceta dela recebeu meu membro quente.
Com desespero, virei ela e comecei a bombar com força, tentando fazer ela sentir o rigor, ela entrou no jogo e agarrou meus cabelos com força e começou a me xingar, aumentando cada vez mais o tom de voz até que nós dois gozamos juntos numa porra violenta.
Extremamente exaustos, não dormimos na hora, ficamos do jeito que estávamos... um dentro do outro.
Aquela noite foi apoteótica, entendi e comprovei que a Gladys é incansável, sempre queria mais e eu, estranhamente, tava disposto a satisfazer esses desejos.
Mas nem tudo é alegria no "jardim do senhor", o problema começa agora, porque eu teria que satisfazer três mulheres quase com características amorosas parecidas. E nem preciso dizer que meu corpinho não é mais o de anos atrás... já tá tudo mais difícil... mas como sou egoísta, minha intenção é mantê-las, e por razões óbvias não queria perder a Gladys... durante aquele fim de semana que passamos juntos, ela me mostrou que na cama é uma mulher fora de série.
Até o próximo encontro, amigos...!!!
PS: CARLA, MAJO E GLADYS são nomes fictícios que respeitam relatos anteriores.
No fim de semana passado, parecia que ia ser bem tranquilo, porque eu ia ficar sozinho, já que a Carla, a Majo (minha cunhada, lembram?) e um grupo de amigas foram pra um spa, ou como elas anunciaram "um retiro feminino", num centro que fica a duzentos e quarenta quilômetros daqui. Obviamente, no dia anterior, a Carlita quis se despedir, como manda o figurino, e como naquele dia eu tava particularmente muito tarado, depois de uma sessão de putaria com minha esposa, não perdi a chance de terminar com a Majo num motel e assim me despedir das duas.
Elas partiram na sexta à tarde, passei uma noite tranquila com minha filha mais nova e de manhã fui deixá-la na casa de uma amiguinha da escola, porque eu tinha que trabalhar.
O sábado tava muito "de boa" no trampo, então resolvi sair pra tomar um café.
A meia quadra do trabalho, cruzei com a Gladys, amiga da minha esposa e da Majo, que não tinha conseguido viajar. Ela ia comprar uma câmera de PC de presente pro sobrinho, então recomendei uma loja pra conseguir e aproveitei pra convidar ela pra um café, quando ela se liberasse.
Pra ser sincero, sempre gostei da Gladys, já pensei em pegar ela, mas essa ideia sumiu da minha cabeça quando descobri a proximidade que ela tinha com minha mulher. A Gladys tem 43 anos e tá "uma delícia", ontem, hoje e amanhã. Embora seja levemente gordinha (não gorda), tem um corpo muito bom e, em especial, um par de peitos que são uma maravilha.
Cintura fina, uma bunda muito, muito, muito apetitosa e, mesmo não usando muita saia, dá pra ver que tem umas pernas boas.
Eu fazia o possível pra Ficar de fora, já tava me custando bastante, e não era nada saudável se minha mulher descobrisse que eu tava de olho em alguma amiga dela, mas do jeito que ela veio vestida naquele dia e aquela postura provocante (ou pelo menos era o que eu via ou sentia), me fazia desejá-la, mesmo contra minha vontade de agir como um cavalheiro.
Gladys estava com o cabelo liso e fino, solto, diferente do que costumava usar; comprido abaixo dos ombros, tingido de um ruivo escuro, sobrancelhas finas, olhos castanhos, rosto arredondado, feições lindíssimas. Os olhos e as pálpebras levemente maquiados, e os lábios finos num vermelho só um pouco mais forte que o natural.
Ela vestia uma blusa preta, justa, de manga curta com um decote em "V" bem aberto, mostrando sem cerimônia os peitos exuberantes, uma calça de linho, também preta, bem justa no quadril e nas coxas, o que só destacava a bunda empinada, com um par de nádegas redondas e super tentadoras. Nos pés, sapatos de salto alto com uma leve plataforma preta que davam um balanço insinuante ao corpo dela.
Eu já tinha visto ela chegar, não podia perder o espetáculo de vê-la indo embora, então fiquei um tempão parado olhando ela se afastar... na real, não conseguia parar de olhar aquela bunda linda que já tinha me hipnotizado.
Mais de um virou pra olhar quando ela entrou na confeitaria. Ela veio direto pra minha mesa e, bem cavalheirescamente, me levantei e puxei a cadeira pra ela se sentar.
— E aí? Conseguiu a câmera? — perguntei.
— Sim... e mais barata do que eu pensava... Valeu pela dica... — respondeu.
A gente conversou mais um pouco, até terminar os dois cafés, e saímos rumo ao meu trabalho, já que a duas quadras ficava o ponto de ônibus que a Gladys precisava pegar.
No caminho, minha filha me liga pedindo permissão pra ir na chácara dos pais da Caro (a amiguinha dela), e eu digo que sim, quase no automático.
Quando cheguei no trabalho, a Gladys tentou se despedir e seguir o caminho dela. mas peço que me espere, que eu já ia saindo e que dava uma carona até a casa dela.
- ah, tá bom... valeu de novo... você me salvou de esperar o busão... cada dia tão piores - disse ela, satisfeita.
Indo pro estacionamento, comecei a sentir que andar ao lado dela, curtir a companhia, o corpo dela, o jeito quase felino de andar, suave, balançando a cintura de um jeito provocante, mexia comigo.
- Cê tem algo pra fazer? - perguntei
- Como assim? - retrucou Gladys.
- Se cê tem algum compromisso agora... quer ir comer alguma coisa lá em casa?... - soltei
- Não é muito?
- Para de frescura, eu... vamos, bora pra casa - falei, sem dar chance pra ela contestar.
- então tá... - respondeu enquanto entrava no carro
Parei numa rotisseria pra comprar algo pra comer e ela desceu comigo, se ofereceu pra comprar a bebida, sem saber que talvez fosse oferecer algo mais depois do almoço...
Gladys não passava despercebida fácil, então enquanto esperávamos, vários olhares grudavam nela, na bunda carnuda dela, nos peitos aparecendo no decote, no rostinho bonito... ela inteira era pra se deliciar por um bom tempo.
Chegamos em casa e começamos a arrumar a mesa pro almoço. Curtia vê-la se movendo pela casa, que ela já conhecia há um tempão. A naturalidade do andar provocante e o corpo dela exalando sensualidade me deixavam mais excitado a cada minuto, sem esquecer que ela também sabia que ninguém ia nos atrapalhar...
Nisso o telefone tocou, me tirando de repente dos meus pensamentos lascivos, como se tentasse atrapalhar minhas intenções com a Gladys; era minha esposa e as amigas dela, falei com ela um bom tempo, com toda a calma do mundo, sem mencionar ou dar a entender em momento algum que estava acompanhado, muito menos com a Gladys.
Enquanto falava, meus olhos não paravam de devorar aquele corpo que estava perto de mim. A conversa durou mais de dez minutos, desliguei o telefone e olhei pra Gladys, que tinha ficado em silêncio, e ela disse: Bom, pode ser que você não tenha percebido, mas você nunca disse que eu estava aqui...
- Não disse? – perguntei, me fazendo de sonso.
- Não, e acho que nunca teve intenção de dizer... – ela fez uma breve pausa e continuou – mas pensando bem, melhor assim, porque a Carla é bem ciumenta, e bom, não é à toa...
Ficamos alguns segundos em silêncio, e a Gladys continuou:
- Comigo não precisa fingir, vocês têm que ser um pouco mais cuidadosos. Ontem fui visitar uma amiga que mora em frente ao hotel onde você e a Majo entraram.
Fiquei petrificado. Depois de tanto me cuidar, a putaria tinha causado um descuido e me deixado exposto. Senti minha vida desmoronar, não sabia o que fazer nem o que dizer, e muito menos como a Gladys ia agir.
Ela estava a poucos passos de mim e, diante do meu choque, disse:
- Fica de boa. Apesar de ser mulher, sei guardar um segredo, desde que você me trate como tratou a Majito... Sim, bebê?
Senti a alma voltar ao corpo. A Gladys queria transar comigo.
- Será que consigo competir com elas? – ela disse, aproximando os lábios dos meus, selando a pergunta com um beijo carinhoso.
Peguei ela pela cintura, apertei contra meu corpo e fechei aqueles lábios com um beijo profundo, enlouquecedor, prolongado e desejado. Ficamos um bom tempo nos beijando apaixonadamente, enquanto nossas línguas se enfiavam no fundo das nossas bocas.
Em um momento, a Gladys, me olhando nos olhos, disse:
- Não devia falar isso, mas tô doida por você.
De novo, a boca dela buscou a minha, descendo depois pelo meu pescoço, beijando com paixão, me excitando a cada beijo. Eu fazia o mesmo, segurando ela pela bunda e apertando contra meu corpo. Assim, juntos, nos esfregávamos, fazendo meu pau endurecer ainda mais...
- Então você tá com vontade de comer essa rola? – perguntei.
- Sim, bebê, faz tempo que quero sentir ela dentro de mim.
Entre beijos e carícias descontroladas, fomos para a sala. Ela se... Ajoelhado sobre o futon, o rosto dela mostrava a paixão que naquele momento a dominava, me olhando com uma lascívia intensa, ela tirou o suéter, deixando à mostra seus peitos impressionantes expostos diante dos meus olhos; mal cobertos por um sutiãzinho semitransparente cor da pele.
Fiquei impactado com aquele espetáculo. Gladys se deitou no futon, me incentivando a me jogar sobre o corpo dela.
E claro que eu fiz isso, e enquanto a beijava, elogiava aqueles peitos que me hipnotizavam. Minha mão percorria aquela peça que me impedia o contato com a pele dela. Deslizei suavemente até a barriga branca dela, roçando com minha barba por fazer e língua a pele, causando os primeiros arrepios de prazer. Lambi e beijei a barriguinha dela enquanto minhas mãos percorriam o torso em busca dos peitos dela. Levantei o sutiã, liberando os peitos enormes, redondos, com mamilos escuros e eretos. Um gemido ardente e apaixonado saiu da boca dela quando acariciei, depois foi minha boca que começou a aproveitá-los, percorrendo com minha língua brincalhona os mamilos, sentindo como endureciam cada vez mais. Mordisquei suavemente os peitos dela e mergulhei neles, lambendo, chupando, saboreando cada milímetro.
Gladys ofegava, pedia mais, a cabeça dela se revirava no futon macio. Uma infinidade de gemidos inundava a boca dela, enquanto as mãos dela faziam força para tirar completamente o sutiã e depois minha camiseta...
Me levantei, queria observá-la, precisava vê-la... O prazer dela aumentava minha libido... O corpo semidespido dela, o cabelo bagunçado, o rosto cheio de paixão e excitação e os olhos mostrando o desejo liberado, embelezavam aquela pausa.
Assim, com uma distância mínima entre nós; ela começou a se desvencilhar e tirar a calça. Eu, de pé na frente dela, a imitei.
Uma calcinha minúscula cobria a buceta dela, a transparência deixava ver os lábios inchados da vulva, totalmente depilada.
Meu pau prestes a explodir, lutava para sair da cueca. Tirei ele pela abertura da cueca pra ela ver como tava, mostrando e balançando como se fosse meu troféu mais precioso.
Me deitei do lado dela, abracei ela e falei:
- que gostosa você é, filha da puta... você é divina
Beijei ela com paixão, enquanto minha mão enfiava por baixo da calcinha dela, acariciando os lábios molhados da buceta dela; ela não ficou atrás, pegou meu pau e começou a bater uma punheta suave. Um mar de gemidos tomou conta do ambiente, o cheiro salgado de sexo tava no ar. Já pelados (não lembro em que momento conseguimos tirar a roupa íntima), nossos corpos se roçavam com uma intensidade feroz.
- Me come, não aguento mais... quero sentir seu pau, quero ele dentro de mim já... – ela gritou desesperada
Gladys abriu as pernas, coloquei meu pau entre os lábios quentes da buceta dela, brincando com a cabeça sem penetrar...
- Você gosta, né?
- Coloca, vagabundo
- Quer ele todo, puta?
- Siiim... coloca ele todo
Minha intenção inicial era enfiar de uma vez e meter forte, mas a carinha dela me fez mudar de ideia...
Penetrei devagar... um gemido profundo, um grito rouco saiu da garganta dela, quando meu pau avançou dentro do corpo dela sem parar. Quando tive totalmente dentro da buceta dela, desesperada, as mãos dela agarraram meu pescoço, me puxando pra um beijo ardente, apaixonado. Gladys era e é daquelas gatinhas que chamamos de "muito fogosas", com o menor movimento, ficava louca. Imagina quando meu pau saía quase todo, percorrendo a vulva molhada dela.
Assim como ela, não dava mais pra prolongar aquele momento, sentia que meus esforços pra não gozar estavam ficando impossíveis.
E como não podia ser diferente, aumentei a velocidade e a intensidade dos meus movimentos pélvicos. A veemência da metida foi tanta que não aguentamos mais e, sem dizer nada, senti jatos fortes e potentes de porra encherem a vulva ardente dela, que começou a se contrair com espasmos fortes na buceta, sem parar de nos mexer, tentando prolongar aquele Clímax irreprimível e poderoso.
Agitados, suados, banhados em prazer e destilando os elixires dos nossos sexos, nos apertamos num abraço acolhedor. Os gemidos e suspiros deram lugar às leves carícias de afeto. Nossos corpos não paravam de tremer e um par de beijos selou aquele primeiro encontro.
Continuamos nos beijando por vários minutos sem dizer uma palavra. A calma restauradora finalmente tinha tomado conta dos nossos corpos.
- O que aconteceu agora foi algo maravilhoso, foi muito mais quente do que eu imaginava, queria ter você hoje o dia inteiro me penetrando.
- Você é uma gostosa na cama... eu também adoraria poder te comer o dia inteiro, você tem uma raba do caralho – respondi.
- Mas complica por causa da pequena – comentei.
- É, eu sei... mas pelo menos a gente podia se ver de vez em quando... não acha? – disse docemente.
- Claro... é óbvio que a gente vai se ver de novo – garanti.
Ela foi ao banheiro se higienizar, enquanto eu, ainda deitado, a via se afastar nua... "que gostosa essa mina"... pensei.
Esquentei o almoço e esperei por ela com a mesa já posta. Comemos bem animados, um pouco pelo que tinha rolado, feito dois adolescentes, rindo à toa. Lá pelas 4 da tarde, ela me pediu se eu podia levá-la na casa do sobrinho pra entregar o presente de aniversário que tinha comprado.
Já chegando na tal casa, ela me passou o número do celular e repetiu que queria passar a noite comigo, que não podíamos perder essa oportunidade. Obviamente eu disse que também queria, mas que precisava ver como ia ficar a situação com a pequena e com a mais velha, que sabendo que eu tava sozinho, me mandou umas mensagens enquanto a gente tava no calor da briga com a Gladys e que eu respondi depois.
Os astros e os planetas deviam estar a meu favor naquele dia, porque os pais da Caro me ligaram pra avisar que as meninas tinham se empolgado no viveiro, então iam passar a noite na chácara, e que se Pô, dava pra passar lá buscar ela no domingo de manhã.
— Mas sem problema, Chino... umas dez horas eu passo por aí, valeu por avisar — respondi, feliz que nem puto com duas bucetas.
Assim que desliguei, liguei pra filha mais velha pra ela não se preocupar, ou melhor, pra não desconfiar de nada.
A gente conversou um tempão, eu expliquei que tava sozinho e que não pretendia fazer nada à noite. Como era de esperar, ela disse que tinham combinado de fazer a prévia no apto dela e perguntou se eu queria passar pra jantar.
Combinamos que umas nove horas eu tava lá. Sem enrolação, liguei pra Gladys pra dar as "boas novas"...
— Ah, que delícia!!!... então te espero meio-dia em casa — ela falou, toda animada.
— Isso, gostosa... meio-dia eu tô aí — respondi.
O sábado seguiu com um banho revigorante e uma sonequinha. Tive um dos sonhos mais gostosos.
Nove e meia a gente já tava petiscando na casa da menina mais velha, e lá pras onze e meia eu já tava me despedindo.
Peguei o caminho pra casa da Gladys, já conhecia a rota de ter levado a Carla e a Majo umas vezes.
Cheguei na hora certa, estacionei o carro no quintal, exatamente como ela tinha mandado.
Quando abriu a porta, Gladys me recebeu vestida num catsuit vermelho fininho que caía nela de um jeito do caralho e fez meu pau ficar duro na hora, só de olhar.
Um beijo molhado, quente e gostoso me recebeu. Peguei na cintura dela e não consegui evitar de passar a mão naquelas bundas carnudas que me deixavam louco.
Fomos de mãos dadas até a sala de jantar, onde uma garrafa de champanhe nos esperava, pra recomeçar aquele jogo de sedução que tinha tido seu prólogo lá pelo meio-dia.
— Quero que você me deixe fazer tudo... Faz tempo que não sirvo ninguém — ela disse, se ajoelhando pra tirar meus sapatos.
Continuou com minhas meias, lambendo meus pés com uma devoção danada.
Mandou eu levantar pra me despir por completo, sem parar um segundo.
Lá estava eu, peladão, com uma mulher infernal, toda gostosa e pronta pra tudo. fazer o que me desse na telha.
— chupa meu pau... come ele todo... — praticamente ordenei
— ai sim, buceta... hmm que gostoso isso... como eu amo seu pau... — ela dizia a cada chupada...
A puta da mãe..., como essa gostosa rebolava... ela mordiscava minha glande, lambia o tronco como se fosse um sorvete, engolia quase tudo, tirando ele escorrendo de saliva e líquidos seminais, acariciava e chupava minhas bolas com paixão. Me deixou no limbo, quando pediu pra irmos pra cama.
Nos empurrões chegamos ao quarto e nos jogamos na cama, quase sem me dar tempo pra nada, ela tomou conta do meu pau de novo e apertou até me fazer gozar. A boca dela se encheu toda do meu leite, que ela engoliu com prazer... Cada lambida depois disso me dava um espasmo atrás do outro.
Ela subiu em cima de mim e nos beijamos profundamente, ainda tinha meu gosto na boca dela... pouco me importava, ela me deixava assim... muito tesudo.
Deitei ela na cama e comecei a lamber o pescoço dela enquanto tirava a única e fina peça que impedia de aproveitar a pele levemente suada dela.
Ao liberar os peitos dela, me joguei neles como um louco, fora de mim... queria comer, lamber, chupar, morder... minhas mãos apertavam eles... da garganta dela saíam gemidos guturais de prazer.
Continuei meu caminho descendo até chegar na vulva molhada, quente e salgada dela, que já deixava escorrer pequenos fios de fluido...
Devagar fui lambendo os lábios rosados dela até entrar com minha língua, o mais fundo possível, dentro da buceta dela.
Minha língua era um pistão imparável dentro dela e meus dedos não paravam de esfregar aquele clitóris duro que estava prestes a explodir. E foi assim mesmo, um grito rasgador inundou o quarto, um grito interminável, abafado por um travesseiro que era mordido ao mesmo tempo. Meus dedos pararam o trabalho pra se instalar no esfíncter dela que estava super molhado. Sem parar de lamber a buceta dela, mas com menos intensidade, quase dava pra dizer, com extrema suavidade, quase acariciando ela; meus dedos foram entrando no cu dela sem nenhuma restrição.
Gladys ainda estava com as contrações pós-orgasmo, mas não parava de rebolar a bunda pra que meus dedos a pegassem por completo. Essa mulher curtia o sexo muito mais do que eu imaginava. Ela fazia um culto disso e isso me excitava.
Eu não tinha percebido, mas meu pau não tinha ficado mole em nenhum momento. Me ajoelhei na cama e coloquei as pernas da Gladys nos meus ombros e penetrei o cu dela com facilidade. A bombada inicial foi suave, macia, quase com delicadeza. Depois de um tempo, era ela quem pedia pra eu meter mais forte...
- Bate forte, vagabundo... arrebenta meu cu... me enche toda. - ela dizia.
Eu bombeei por um bom tempo e caí exausto em cima dela, procurando um pouco de ar e dando um beijo nela pra disfarçar. Mal consegui, porque ao me sentir assim, Gladys pediu pra subir em cima.
Eu me deitei e ela, de uma enfiada, engoliu meu pau com o cu e começou uma cavalgada foda que me levou à segunda gozada. Ela não se importou com o que tava rolando comigo, continuou como se nada tivesse acontecido, apesar dos meus espasmos agonizantes e gemidos... Ela gozou estrepitosamente, de repente, quase com urgência.
Ela desabou em cima de mim, respirando no meu ouvido, exalando luxúria, dizendo frases incompreensíveis.
Ficamos assim por vários minutos, ofegantes, suados, exaustos...
Meu pau foi saindo sozinho do cu dela... como se fosse a hora de recomeçar tudo de novo.
Eu levantei pra me lavar, mas antes beijei ela com paixão e passei a mão na buceta dela, ainda quente. Ela fez o mesmo e foi buscar o champanhe.
Nos cruzamos no corredor, ela entrando no banheiro e eu indo pro quarto. Esperei ela com uma taça na mão. Não consigo entender por que, quando a vi aparecer, meu pau deu sinais de vida de novo (fazia tempo que isso não acontecia, já tinha até esquecido). Ela se deitou do meu lado, me beijou e pegou a taça de champanhe, deu um gole, e foi direto pro meu pau. Enfiou ele, ainda com o Líquido na boca. Nem vou falar da sensação das bolhas... não conseguia acreditar no que tava rolando. Essa mulher tava praticamente tentando tirar toda a safadeza que tinha dentro de mim.
Foi lambendo e engolindo o líquido, a língua dela foi descendo até chegar no meu cu, lambeu mais um pouco sem parar de me masturbar devagar. Um dedo começou a brincar no meu esfíncter, fazendo meu pau endurecer cada vez mais rápido. Ela envolveu ele com a boca de novo e, sem parar de estimular minha bunda, me penetrou com um dedo. Nem preciso dizer que aquilo foi sublime. Quando meu pau ficou todo duro do jeito que a Gladys queria, ela montou em mim de novo, mas dessa vez a buceta dela recebeu meu membro quente.
Com desespero, virei ela e comecei a bombar com força, tentando fazer ela sentir o rigor, ela entrou no jogo e agarrou meus cabelos com força e começou a me xingar, aumentando cada vez mais o tom de voz até que nós dois gozamos juntos numa porra violenta.
Extremamente exaustos, não dormimos na hora, ficamos do jeito que estávamos... um dentro do outro.
Aquela noite foi apoteótica, entendi e comprovei que a Gladys é incansável, sempre queria mais e eu, estranhamente, tava disposto a satisfazer esses desejos.
Mas nem tudo é alegria no "jardim do senhor", o problema começa agora, porque eu teria que satisfazer três mulheres quase com características amorosas parecidas. E nem preciso dizer que meu corpinho não é mais o de anos atrás... já tá tudo mais difícil... mas como sou egoísta, minha intenção é mantê-las, e por razões óbvias não queria perder a Gladys... durante aquele fim de semana que passamos juntos, ela me mostrou que na cama é uma mulher fora de série.
Até o próximo encontro, amigos...!!!
PS: CARLA, MAJO E GLADYS são nomes fictícios que respeitam relatos anteriores.
17 comentários - Gladys, a amiga gostosa da minha mulher
Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
nunca mas acertada su observacion, bella Reina...
besos
por ahora todo...
abrazo