Dama em casa, puta na rua

Olá, meu nome é Lourdes, tenho 19 anos e esta é a primeira vez que escrevo aqui. O que me levou a fazer isso foi uma experiência que só algumas amigas minhas conhecem e eu queria compartilhar com mais gente. Essa história é totalmente real.
Estou namorando há 2 anos. Sou muito apaixonada por ele, mas nunca tive coragem de fazer coisas perversas na cama, sou muito conservadora. O sexo com meu namorado é bem tradicional, só deixo ele me comer pela buceta, mesmo ele pedindo pra eu dar a bunda, chupar ele e deixar ele gozar na minha boca pra eu engolir o leite, ou gozar nos meus peitos e na minha cara. Mas não, sempre neguei essas coisas.
Pra vocês me conhecerem um pouco fisicamente, sou baixinha, 1,61, bem feminina, minha cintura é bem fininha. Tenho uma bunda bem desenhada, redonda, nada feia, e umas pernas bonitas. Mas o que mais gosto no meu corpo são meus peitos. Eles têm o tamanho perfeito, nem pequenos nem grandes demais. São daqueles redondos e empinados que são simplesmente perfeitos. Sou morena, de cabelo comprido e cacheado, e tenho olhos pretos.
Um dia fiquei pra dormir na casa do meu namorado, à noite foi tudo normal, vimos um filme, depois transamos e dormimos. Na manhã seguinte, acordei antes dele. Estava entediada porque estava sozinha na casa dele, a mãe dele tinha saído, mas não quis incomodá-lo e deixei ele dormir. Geralmente não sou ciumenta nem gosto de ficar mexendo nas coisas do meu namorado, mas dessa vez o que me chamou a atenção foi o celular novo do Diego. Queria ver como era, já que gosto muito de tecnologia e tudo que envolve celulares. Comecei a olhar os aplicativos, os jogos, e como não podia ser diferente, caí na tentação das mensagens. As primeiras não eram nada demais, só conversas com os amigos sobre futebol, carros e essas coisas, além de algumas da mãe dele. Continuei descendo um pouco e encontrei outras de uma tal de Marina, ao abri-las o que encontrei foi terrível, a maioria das mensagens falava sobre sexo e diziam coisas como: "Adoro fazer tudo que sua namorada não faz, seu leite é muito gostoso, me excita muito você gozar na minha boca", "Adoro como você me come, larga essa virgem da sua namorada e vem comigo". Ao ler isso, meu coração se partiu em um milhão de pedaços e eu desabei a chorar. Fui ver as mensagens enviadas e o que ele escrevia era tão perverso quanto o que ela mandava: "Você é minha putinha favorita, adoro comer ela aqui pensando em você", "Vai atrás da amiguinha que te falei pra gente fazer um menage, tenho leite pra vocês duas". Depois de ver essas mensagens, meu choro aumentou e despertou minha fúria. Corri até a cama, pulei em cima dele e comecei a bater enquanto xingava e chorava aos berros.

- Filho da puta, você me faz de trouxa e eu, feita de idiota, apaixonada por você enquanto mente na minha cara. Te odeio!
- Meu amor, o que você tem? Não sei do que está falando.
- Vi as mensagens do seu celular, seu mentiroso de merda. Você me faz de palhaça.
- Não, meu amor, deixa eu explicar!
- Vai pra merda. Não quero te ver nunca mais.

Antes que ele pudesse responder, saí correndo do quarto dele e fui até a porta. Ele me seguiu, mas não conseguiu me alcançar, e como estava semidespido, não pode me seguir quando saí na rua. Peguei o primeiro táxi que encontrei e fui pra minha casa.

Assim que cheguei, liguei pra minha melhor amiga, Laura, e contei tudo que tinha acontecido. Depois disso, desliguei o celular pra não receber mensagens nem ligações dele e falei pra minha mãe que, se ele ligasse, dissesse que eu não estava. Imediatamente, Laura veio me ver e me consolou por um bom tempo até que, de tanto chorar, acabei dormindo. Quando acordei, Laura não estava, mas logo a ouvi conversando com minha mãe na cozinha. Não tive vontade de levantar e fiquei pensando sobre o ocorrido na cama; a sesta tinha esfriado minha cabeça. Pensei: não posso ser tão burra, ele se divertindo com outra e eu aqui chorando feita uma idiota, mas isso acabou agora. Eu também vou sair pra me divertir. Levantei da cama e fui até a cozinha, minha amiga me abraçou como se fosse me consolar, mas eu olhei pra ela e falei:
- Lau, não vou mais chorar por essa merda. Se ele pode se divertir, eu também posso. Hoje à noite a gente sai pra putaria.
- Ai amiga, como eu adoro te ouvir falar assim. Hoje à noite a gente vai se acabar entre amigas, não vale a pena chorar por esses filhos da puta.
Ela me abraçou bem forte e não se falou mais no assunto. A partir daí, só planejamos a saída da noite, chamamos outras amigas. No total, éramos 5 saindo: Laura e eu, mais Alejandra, Antonella e Micaela. Nos juntamos na minha casa pra fazer um esquenta, onde contei pras meninas o que tinha rolado. Nenhuma conseguia acreditar, e os xingamentos pro Diego não demoraram. O comentário que mais me chamou atenção foi o da Micaela: "É um filho da puta, não pode ter feito isso com você, do jeito que você é com ele. Hoje à noite a gente vai fazer ele se foder muito, filho da puta", mas não respondi nada. Depois a gente bebeu um pouco, mas eu não sou muito resistente ao álcool, então fiquei meio tonta. Daí fomos direto pra balada, eu tava vestida com um vestido meio curto pro meu gosto, só uns centímetros abaixo da bunda e ainda bem decotado em cima. Meus peitos marcavam muito porque, como eu disse, tenho bastante. A verdade é que sei que são minha fonte de atração pros homens. Além do vestido, as meninas me "obrigaram" a colocar uma fio dental bem pequenininha, igual as que elas usam. Sinceramente, mesmo sendo minhas amigas, elas são muito putas, se vestem de um jeito super provocante pra esquentar os caras e toda vez que saem, deixam se apalpar todas enquanto dançam, pegam pelo menos 3 diferentes na balada e na saída terminam num motel com o primeiro que aparece. Por isso que não gosto de sair com elas, eu não sou assim, ou não era até aquela noite pelo menos.
Assim que entramos na balada, fomos pra pista barra e as meninas começaram a fazer o ‘‘Trabalho’’ delas. Micaela foi a primeira a chamar a atenção de um cara que tava na barra, começou a dançar bem perto dele de um jeito super ousado enquanto olhava pra ele e fazia uns gestos. A gente, um pouco afastada, só observava disfarçado. Nisso, Alejandra chegou no meu ouvido:
- Aprende que daqui a pouco é tua vez.
- Tu é louca.
Micaela continuava na dela, só que agora o cara tinha se aproximado e tava segurando ela pela cintura. Ela falou algo no ouvido dele e voltaram pra barra, onde ele pediu uns drinks pros dois. Mica, em agradecimento, comeu a boca dele. Ele segurou ela pela cintura e foi descendo a mão cada vez mais até começar a apalpar a bunda dela. Primeiro só apoiava a mão, mas depois começou a apertar, e ela não falava nada. De repente, o cara tirou uma das mãos da bunda, olhou pros lados e, vendo que ninguém tava ligando, enfiou a mão na entreperna da Mica por cima do vestido e passou a mão na pussy toda. Mica riu e falou algo no ouvido dele. Na hora, os dois saíram voando pra outra parte do rolê.

Quando olhei em volta, só tinha eu e a Laura, a Antonella tava um pouco afastada pegando um cara, e a Alejandra tava dançando entre dois caras que encostavam tudo nela, um por trás e outro na frente. Uma hora beijava um, depois o outro. Não acreditei no que tava vendo, sabia que minhas amigas eram umas putinhas, mas nunca imaginei que chegassem nesse nível. Eram umas oferecidas, literalmente. Nisso, Laura falou pra mim:
- Vem, pichona, já é hora de tu aprender como funciona isso.
Ela me puxou pelo braço, foi e encarou dois caras que tavam sozinhos.
- Oi, lindos (e deu um beijo no rosto dos dois, por inércia, eu fiz o mesmo)
- Oi, meninas, vão tomar algo?
- Bora, vamos na barra.
Na sequência, eles nos levaram pra barra e compraram uns drinks pra gente. — Qual é o seu nome? — perguntou o garoto que estava comigo.
— Lourdes.
— Eu sou o Damián. Você é muito gostosa.
— Obrigada (não sabia o que mais dizer).
Ele continuou falando comigo e eu só respondia exatamente o que ele perguntava. Não sabia mais o que fazer, tava morrendo de vergonha. Pra piorar, a filha da puta da Laura, que já tava há um tempinho se pegando com o outro cara, levantou e foi embora do balcão enquanto ele apalpava a bunda dela. Não dava pra acreditar, essas vadias tinham me deixado sozinha com um cara. Nisso, ele continuava falando, mas eu, preocupada com minha amiga, nem tinha ouvido o que ele disse. Aí olhei pra ele como quem diz: desculpa, mas não ouvi nada do que você falou. Ele ficou mudo por uns segundos e a gente se olhou nos olhos. Nisso, ele aproximou o rosto e me beijou, eu fiquei surpresa, mas não afastei. Ele começou a meter a língua e naquele momento não sei o que deu em mim, bom, sei sim, fiquei super excitada e também comecei a meter a língua no beijo. Nisso, senti ele começar a me tocar, primeiro na cintura e depois passou a mão na minha bunda e começou a apertar, isso me deixou ainda mais quente. Eu tava me desconhecendo. A gente se beijou por um tempão e depois ele sussurrou no meu ouvido: "Vamos pra um lugar mais privado?" Não dava, já tinha passado dos limites beijando ele, não podia transar com um estranho que acabava de conhecer.
— Não, desculpa, mas não posso.
— Tudo bem. Mas pelo menos me dá seu número.
— Bom...
Depois percebi que devia ter dado qualquer número, mas sou muito inocente pra essas coisas. Dei meu número de verdade. Ele levantou, me pegou pela nuca e me deu um beijão forte, enfiando a língua até o fundo da minha garganta. Depois foi embora e eu perdi ele de vista. Fiquei sozinha no meio da balada, as putas das minhas amigas já deviam estar sendo comidas por aí e eu tava me sentindo muito mal. Decidi ir embora, fui em direção à porta. Nisso, sinto alguém me pegar pelo braço, me viro e vejo ele.
— Lourdes?
— Sim, quem é você? (olhando desconfiada)
— Nicolau, o amigo do... Diego. (Na hora me lembrei, era um amigo do meu namorado, já tinha visto ele umas vezes e a gente tinha batido um papo. Ele era gente boa).
— Ahhhh, sim, agora lembro. Como você tá? (E dei um beijo na bochecha dele)
— Tudo bem, e você, sozinha por aqui? Cadê o Diego?
— Hoje descobri que seu amigo tá me fazendo de otária aqui. (Ele ficou surpreso e não soube o que falar). Ai, desculpa, não devia ter dito isso.
— Não, tá tudo bem, é que me pegou de surpresa. Que idiota ele é, como que faz isso com uma gostosa igual você.

Sem dúvida, esse foi o ponto de virada. A simples palavra "gostosa" me fez imaginar tudo, TUDO. Como eu disse antes, essa noite eu tava irreconhecível, não sabia o que tava rolando comigo. Tava muito excitada, com uma vontade de fazer tanta coisa, e só queria ir embora da balada porque sou uma reprimida. Se fosse por mim, teria tirado toda a roupa e começado a dançar em cima de uma caixa de som pra todo mundo chegar perto e me tocar, depois me derrubar e começar a me foder.
— Ai, obrigada… (A safadeza tinha tomado conta de mim. Não dava pra ter dito isso com um tom e um sorriso tão de putinha. E sem dúvida ele percebeu).
— E o que você tava fazendo indo pra porta? Não me diga que ia embora…
— É, verdade, tava indo embora porque tô muito entediada (fazendo charminho).
— Vem ficar comigo que você não vai se entediar. Te garanto.

A gente começou a dançar bem colados, mas sem nenhum amasso. A excitação aumentava a cada segundo e a mão dele ia descendo cada vez mais da cintura. Foi aí que começou a tocar um funk e eu virei pra rebolar. Me abaixei e joguei a raba pra trás, encostando tudo na pica dele. Era enorme! Apertei mais e mais, e no ritmo da música comecei a mexer pra cima e pra baixo, como se a gente tivesse transando em pé. Me virei, agarrei ele pela cintura e continuei dançando, ele começou a passar a mão na minha bunda. Olhei nos olhos dele e criei coragem pra fazer o que tava com vontade. Beijei ele de boca aberta e comecei a meter a língua. Ele me apalpou toda e eu deixava. Estávamos muito tarados. Ela chegou perto do meu ouvido e falou: "Meu amor, vamos pro carro que eu quero te comer." (Pensei por dois segundos e cheguei à conclusão de que já era tarde, tinha beijado dois caras naquela noite. Era uma puta igual às minhas amigas e, pra completar, usei a palavra: buceta já tava coçando fazia tempo. Não pensei mais.)
"Sim, bebê, vamos logo que não aguento mais."
Saímos da balada. Mesmo com a tesão que eu tava, ainda conseguia pensar um pouquinho:
"Bebê, espera, não podem nos ver juntos. Você é amigo do Diego, vou ficar de puta e você de filho da puta. Me fala onde é teu carro e vamos separados." Ele me disse onde tava o carro e foi embora. Esperei uns 2 ou 3 minutos e segui ele. Tinha um carro espetacular, não entendo muito disso, mas só de olhar dava pra ver que valia uma fortuna. Isso me fez sentir ainda mais puta, porque sempre critiquei as minas que davam porque o cara tinha um carro bonito e grana. Mas no fundo eu gostava, gostava muito, pra caralho, de ser uma puta tão barata, tão fácil. É uma fantasia que todas (Sim, caras, TODAS, não se iludam porque nesse mundo não tem santa) as mulheres têm.
Entrei no carro e comecei a beijar ele, língua vai, língua vem, ele começou a pegar nos meus peitos.
"Baixinha, faz um boquete."
"Um? Vou fazer vinte, seu puto."
"Ai sim, mamãe. Que mina você sabia ser."
"Sim, sou bem mina" (Com cara de puta)
Desabotoei a calça dele e tirei a pica. Meu Deus! Que linda e grande que era. Foi inevitável passar a língua nos lábios quando vi. Toda a putaria reprimida de anos tava saindo numa noite só. Comecei a chupar ele, passei a pontinha da língua na cabeça, mmm… Que gostosa que é a pica! Era a primeira vez que fazia um boquete, mas sabia como fazer, me tocava muito vendo pornô. Sim, assim eu reprimia minha putaria, vendo pornô. Tudo que aprendi nesses vídeos, apliquei naquele boquete. Comecei a bater uma pra ele enquanto chupava. chupava, ele tava ficando completamente louco. Era um boquete completo, tinha tudo, mão, muita saliva, língua. Ele me segurava pela cabeça e apertava, e com a outra mão tirava uma teta do vestido pra amassar. Ficamos assim um tempão até que ele falou: "Beleza, puta, mostra o aro" (Ele era mal-educado, mas na hora eu adorava que ele falasse um monte de sacanagem).
- Sim, meu amor, pra você eu mostro tudo.
Aí ele levantou meu vestido e tirou, eu também tirei a camiseta dele e ajudei com a calça. Ele tava completamente pelado, eu ainda tava de fio dental e sutiã, mas uma das minhas tetas já tava pra fora.
- Ai, gatinha! Não pode ficar com essa calcinha não, você é muito puta.
- Não se engana. Sou a mais puta.
- Já vi. Que gostoso você se vingando do seu namorado, né?
- Que se foda aquele corno. Fala logo, cala a boca e tira minha fio dental.
Ele me pegou pelo pescoço e apertou.
- Você não me manda calar a boca nem me dá ordens. OK, puta barata?
Foi muito estranho, porque eu não me assustei nem um pouco, muito pelo contrário, me deixou com a buceta a mil. Peguei ele pelo pescoço igual ele fez, e cravei as unhas. Acho que até machuquei ele.
- Eu vou te fazer calar a boca, sim, idiota. Fala logo, tira minha fio dental ou vou embora pra merda e você não me come (Falei só de briga mesmo. Nem fodendo que eu ia embora sem ele me comer).
Ele não falou nada, ficou mudo. Que delícia ver quando você deixa um homem assim, todo mansinho. Eu tava no controle total. Ele se aproximou e começamos a transar. Levantei as perninhas e ele tirou minha fio dental.
- Meu amor! Você tava com ela enfiada na bunda!
- Viu? Fala logo, enfia em mim.
Ele colocou a ponta da rola na minha buceta e começou a bombar bem forte. Tava muito molhada, e além disso minha buceta já tava acostumada a ser penetrada, com Diego a gente fazia quase dia sim, dia não, então não doía nada, era só prazer.
- Aiiiiii, como eu gosto, aiiiiii
- Hummm, como você adora essa rola.
- Sim, meu amor, adoro muito, aiiiiii
- Filha da puta, desde o primeiro dia que te vi que quero te foder. Ai Deus, como é gostoso comer a namorada do teu amigo.
- Hahaha, você gosta disso, né?
- Adoro fazer isso, meu carneiro, adoro.
- Hahahaha, que filho da puta você é. Vai, vai, me dá mais forte, não seja promíscuo.
- Que resistência que você tem, vadiazinha.
Paro de me dar e tiro ela. Vira de costas, fica de quatro, vou arrebentar teu cu.
- Mas eu sou virgem de trás. É muito pequenininho.
- Fica tranquila, eu vou abrir devagarzinho, vou cuidar de você.
E me beijou. No começo duvidei muito, mas depois que ele me deu o beijo, me senti muito segura com ele, senti que ele ia mesmo cuidar de mim e que era a pessoa pra quem eu tinha que entregar minha bunda pra desvirgar. Me senti segura, como nunca tinha me sentido com o Diego.
- Beleza, meu amor, mas cuida bem de mim, por favor. Olha que não é qualquer coisa que tô te dando, hein!
- Fica tranquila, pequena.
Esse foi o momento fofo da noite. Sou tão idiota que na hora senti que amava ele.
Tiro um gel do porta-luvas, ele passou na minha bunda e no pau dele e começou a empurrar. Dava pra ver que ele tinha muita experiência fazendo cu, não tava doendo quase nada, cada vez entrava mais e era muito gostoso. Colocou meio pau e perguntou se eu queria que continuasse. Falei que mais um pouco. Colocou três quartos e começou a doer um pouco. Falei que só até ali. Então ele começou a bombar bem devagarzinho. Era muito gostoso. Ele comeu meu cu um tempo e depois falou: "Meu amor, não aguento mais, tô com os ovos cheios de porra, vou explodir, vamos fazer de frente pra gozar junto".
- Você me faz gozar primeiro que eu tenho uma surpresinha pra você. Não goza, hein!
- Ai, Deus, o que você vai fazer comigo agora?
- Shhh, vai, me come.
Ele sentou, e eu subi em cima dele de joelhos. Ajeitei o pau na minha buceta e comecei a cavalgar. O choque da minha buceta com a pélvis dele fazia muito barulho, eu tava cavalgando com toda força. Era sexo muito pesado. Ele me agarrava pelos peitos e também chupava eles.
- Nossa, que peitos lindos você tem.
- São todos pra você, meu amor, tudo.
Comecei a sentir aquele formigamento lá embaixo. Sim, tava prestes a gozar.
– Vai, meu amor, que eu vou gozar, vai, vai, vai, vai, sim, sim, sim, sim, ayyyyyyyyyyyyyyy.
– Goza, putinha, vai, goza.
– Ayyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyy!
– Mmm, baixinha, como você grita!
– Mmmmmmmmmmmmmmm (Com aquela carinha de felicidade misturada com cansaço)
Saí de cima dela e respirei fundo. Tinha que terminar meu trabalho.
– Bom, bebê, chegou a hora do presentinho.
Fiquei de quatro e comecei a engatinhar feito uma gata safada, rebolando a bunda pra lá e pra cá. Abaixei a cara, coloquei a língua pra fora e passei a ponta em volta da pica, sem encostar, só pra deixar ele completamente louco, fazendo ele esperar.
– Vai, rainha, chupa, por favor, não aguento mais.
– Hahaha, não, vou te enlouquecer antes.
Continuei passando a língua por todos os lados sem tocar na pica dele até que tive pena e botei a mão na massa. Peguei a pica dele e comecei a bater uma punheta enquanto fazia um boquete fenomenal, chupava tudo com força, descia e subia em alta velocidade, ia fazer ele gozar muito rápido. Ele me agarrou pelos cabelos e começou a me puxar pra cima e pra baixo. Me surpreendi, ele tinha muita resistência, ainda não tinha gozado e já tinha passado um tempinho.
– Meu amor, vou gozar.
– Goza (e voltei a chupar).
A pica começou a inchar, tava prestes a explodir. E foi isso, explodiu na minha boca, saíram uns três jatos de porra quente que acertaram direto no céu da boca. Minha intenção era engolir tudo, mas era muito, não consegui, além disso não tinha experiência, era a primeira vez que fazia isso, engoli metade e a outra metade escorreu da minha boca, desceu pelo queixo, pescoço e chegou nos peitos. Olhei pra ele, segurei o rosto dele com força e o beijei, como se obrigasse ele a me querer e a compartilhar comigo o gosto da porra dele. Pensei em beijar de língua e meter a língua, mas não, era pesado demais. Só dei um selinho e soltei o rosto dele violentamente. Ficamos sentados sem falar nada, estávamos exaustos, passaram uns minutos e eu falei: Ai, gordo, tô Toda suja. Não tem nada pra eu me limpar?
- Sim, meu amor, já vai, fodeu (e puxei um pano do porta-luvas).
Me limpei o máximo que pude, mas fiquei toda grudenta. E tinha um gosto enorme de porra na boca, não conseguia nem abrir direito de tão forte. A gente se trocou e olhou as horas. Eram só 3h20, tínhamos que voltar pra balada buscar nossos amigos. Fizemos igual na ida, cada um foi pro seu lado. Voltei a entrar na balada e foi quando vi a Laura, que tava com outro cara, não o que tinha levado quando saiu. Cheguei perto e falei no ouvido dela, não queria que o cara sentisse o hálito de porra que eu tava.
- Você não sabe a foda que acabei de dar com um amigo do Diego.
Laura me olhou com cara de espanto.
- O quê?! Mentira, ai, morri. Você é uma ídola, garota.
Na hora largou o cara e veio comigo.
- Boluda! Tá me zoando.
- Sente, otária.
Abri a boca e soprei todo o hálito na cara dela.
- Não, boluda! Que cheiro de porra que você tem. Mas se você nem dá um boquete naquele outro otário, e deixou esse gozar na sua boca?
- Ai, boluda, não sei o que dá em mim. Deixei fazer no cu.
- Mentira, isso aí já não acredito.
- Quer enfiar o dedo, otária? Tô falando sério.
- Ai, amiga, te amo, te amo, você é minha ídola.
- Ai, sou muito puta, tô com vergonha.
- Que vergonha o quê, vem que vou te apresentar o amigo do cara que eu tava, ele é bem partível.
- Não, boluda, para, já comi 2 hoje e ainda tô com um cheiro de porra do caralho na boca.
- Vem pra cá, otária, que esses caras adoram umas putinhas como você.
Ela me levou e me apresentou pro cara, e olha, ele era bem partível mesmo. A gente conversou um pouco e assim que ele disse que eu era gostosa, não esperei mais, meti a boca na dele. A cara do cara foi na hora, ele percebeu o gosto de sêmen. Mas parece que gostou, porque continuou e começou a meter a língua. A Laura já tava se pegando com o amigo também. A gente começou a beber e a conversar nós quatro, no meio de beijos, carícias e apalpadas. Tava todo mundo falando besteira, principalmente sobre sexo, e o cara que tava com a Laura falou pra ela:
— Minha loira, que gostosa que é sua amiga, não me empresta ela um pouquinho que eu te empresto meu amigo.
Laura me olhou e eu fiz um sorriso cúmplice.
— Toda sua.
A gente levantou e trocou de lugar com a Lau, assim que sentei comecei a beijar o outro cara e minha amiga fez o mesmo com o "meu". Esse cara era muito sem noção, no meio do beijo meteu a mão numa das minhas tetas. Eu tirei a mão dele e falei: Aqui não! Aquela noite tava dada, mas também não assim.
— Então vamos pra um hotel nós quatro.
— Beleza, bora (a Laura falou).
A gente levantou e vazou da balada, subimos na caminhonete, a Laura foi na frente com um dos caras e eu atrás com o outro. No caminho a gente transou igual louca e ele me apalpou inteira, tirou a parte de cima do meu vestido deixando minhas tetas de fora. E eu fiz um boquete nele, mas rapidinho, como um aperitivo. Chegamos no hotel e ficamos peladas, eles ficaram de pé na nossa frente e eu e a Laura ajoelhamos pra chupar eles. Era um tempo pra cada um, a gente se revezava. Quando eles cansaram de fazer a gente chupar a pica, jogaram nós duas na mesma cama e começaram a comer a gente. A gente tava de quatro, uma de frente pra outra. Nunca pensei que ela fosse fazer o que fez, mas ela tem mais experiência nisso. Ela começou a me beijar e eu me empolguei pra caralho. No fim das contas, ela era tipo minha irmã e quando éramos pequenas brincando a gente já tinha se beijado algumas vezes. Os caras comeram a gente em várias posições por umas horas e fizeram a gente gozar várias vezes. Eu e a Laura não aguentávamos mais, só estávamos largadas na cama, entregues pra eles fazerem de tudo, mas a gente nem se mexia. Os caras queriam gozar, pediram pra gente leitar as tetas. A gente ficou junto e segurou as tetas pra levantar. Eles começaram a bater punheta e encheram nossos peitos de porra, mas também respingaram na barriga e no pescoço. Quando terminaram, a gente ficou deitado os quatro por uns minutos sem falar nada.
— Beleza, então, bora (um dos caras falou). Eles se trocaram e a gente nem conseguia se mexer, tão cansadas que a gente nem se limpou, vestimos os vestidos por cima da porra toda. E o que ficou por cima vai secar sozinho, a Laura falou. Os caras nos levaram até minha casa, a Laura ia dormir comigo. No caminho, a Lau trocou nossos números com os caras. "Quase nunca dou meu número de verdade, mas parece que esses caras têm grana, você tem que saber quando dar e quando não", ela me disse. A gente desceu do carro e entrou em casa. Subimos pro meu quarto, normalmente quando ela dorme aqui a gente coloca um colchão no chão, mas dessa vez não tinha chance de ir buscar. Tiramos o vestido, ficamos de lingerie, deitamos na mesma cama e dormimos. Mas não sejam maliciosos, não rolou absolutamente nada, nós duas gostamos de pica e só nos beijamos pra esquentar os caras. Foi uma noite inesquecível.
Umas duas semanas depois, o Diego veio na minha casa e a gente se acertou, ele me encheu de papinho e, mesmo eu não acreditando em nada, eu perdoei. No fim das contas, eu também tinha me divertido, mas ele nunca vai saber. Naquela mesma tarde a gente transou, igual sempre, só de frente, nada de estranho. E vai continuar sendo assim, não pretendo dar absolutamente nada a mais. Pra essas coisas, já tenho o amigo dele.

PS: Tem um ditado famoso que diz: A mulher deve ser uma puta em casa e uma dama na rua. Então, rapazes, aviso que as mulheres, quando vocês se comportam mal, fazem exatamente o contrário 😉

18 comentários - Dama em casa, puta na rua

EXCELENTE POST MIRA COMO ME DEJASTE 😀

Dama em casa, puta na rua

ESPERO UNAS FOTICOS TUYAS ME MUERO POR VERTE 😉 🤤
muy muy bueno!!!!!!!
PD: Hay un dicho famoso que dice: La mujer debe ser una puta en la casa y una dama afuera. Bueno chicos, les aviso que las mujeres, cuando ustedes se portan mal, hacemos todo lo contrario 😉
Exquisito relato bombon...
Me dejaste la pija muy parada...
Quiero ver fotos tuyas.
Van puntos y a favoritos
Pasa por mi post bebe
Jojo14
Hermoso relato Lou! vos si que sabes escribir para hombres!!!
Aplausos y más aplausos bb!! Tengo la verga que explota!
sublime tu relato,no hay màs que se pueda decir.Un saludo desde Puerto madryn y van+10!!!!!!!!!!!!!!!!!!!