Amor entre hermanos, que mas.

Esta é minha primeira postagem que faço aqui, então espero que vocês gostem e vou tentar detalhar o máximo possível. Escrever não é meu forte.

Meu nome é Alejandro, moro com meus pais em um apartamento junto com minha irmã gêmea Laura. Nós dois temos 21 anos e nenhum de nós estuda atualmente. Não sei como começar a contar, hehe. Vamos lá, isso começou há vários meses, pouco depois de outubro de 2010. Nós temos outra casa em uma cidade vizinha, minha irmã e eu paramos de ir talvez por tédio ou porque na cidade dá pra fazer mais coisas. Bem, questão é que convencemos nossos pais a ficarmos sozinhos em casa com promessas de atender o telefone todo dia, comer e manter a casa limpa, então temos quinta (à tarde), sexta, sábado, domingo e segunda (de manhã) a casa só pra gente. Nossos pais sempre preparam a comida no fim de semana e trazem pra gente quando voltam pra casa, então quando estamos sozinhos nesses dias não precisamos cozinhar. Embora às vezes, quando queremos outra coisa, a gente cozinhe e tal. Como o apartamento é pequeno, minha irmã e eu dividimos o quarto, o que não é problema, nunca foi. É espaçoso pra nós dois, então nunca brigamos por causa disso.

Bem, era um dia de inverno, uma sexta-feira. Eu tinha acordado cedo, não conseguia mais dormir e fui pro quarto dos meus pais ver TV. No nosso quarto também tem uma, mas não queria acordar minha irmã. Ela acordou perto do meio-dia, pude ver, enquanto ia pro banheiro, que estava usando uma calça de inverno, uma camiseta (regata pra quem não sabe o que é) e meias grossas. Naquela época, eu só via ela como uma irmã. Quando terminou de fazer as coisas dela, me cumprimentou como sempre e foi pra cozinha, sei lá pra quê. Quando voltou, parou na porta.

— Que horas você acordou? — perguntou, ainda sonolenta.

— Não olhei direito, acho que umas 8 ou um pouco mais — falei, ainda olhando um filme que estava passando. Ela percebeu que eu estava focado nisso e entrei um pouco mais pra olhar.
- O que você tá olhando?
- Um filme de ação. - respondi. Agora não lembro o que tava vendo naquele momento, mas minha irmã sentou no pé da cama na minha frente e a gente assistiu junto. Já tinha começado, então tive que explicar um pouco do que se tratava.
Quando terminou, ela levantou e foi pra sala, eu fiquei vendo outro filme. Sabia que ela ia ficar no computador que temos na sala, jogando. Nós dois gostamos de jogar no computador e ela tinha descoberto há uns meses um jogo MMORPG que ela amou. Eu ainda não tava interessado nisso, mas ouvia minha irmã falar das coisas por simples cortesia. Um pouco depois bateu fome e fui na cozinha esquentar a comida congelada que nossos pais tinham feito. Foi a vez dela limpar depois e, após checar meu e-mail, me vesti.
- Onde você vai? - ela perguntou quando eu tava procurando meu celular.
- Vou sair um pouco, quer vir? - perguntei meio tarde, mas bom, antes tarde do que nunca, pensei.
- Não, vou ficar. - ela disse. Me despedi e saí de casa.
Não tinha muita ideia do que fazer, os poucos amigos que ainda mantinha contato estavam estudando naquela hora ou na faculdade, então passei uma ou duas horas só andando por lugares que conhecia, tipo um parque, escolas que eu e minha irmã frequentamos e até passei no escritório dos nossos pais, onde agora vou ajudar. Quando tava voltando pra casa, encontrei um amigo meu, Miguel.
- E aí, Ale! - ele me cumprimentou.
- E aí, Migue, como cê tá? - perguntei.
- Por aqui, vim pegar umas fotocópias pra faculdade. - ele disse e, de fato, tinha um envelope marrom e um caderno de contabilidade. - E o que cê tá fazendo aqui?
- Andando pra ajudar na digestão. - respondi.
- Como que tá a Lau? - ele perguntou interessado.
- Lá ela. - falei com poucas palavras, alguns dos meus amigos a conheciam em parte porque também foram amigos dela, embora minha irmã fosse mais fechada que eu na escola. Mas desconfiada.

—Ainda sem namorado, né? —adivinhou.
—Talvez você devesse dar uma animada nela pra se abrir, e de quebra já "abre" ela. —insinuou, e eu soube bem do que ele tava falando.

—Que nojo! —exclamei.
—Quê? Ela é bem gostosa, por que não? —perguntou com um sorriso safado.
—É minha irmã, seu doente! —retruquei, e ele deu de ombros.
—Tá bom, só tô dizendo. —falou sem sinal de arrependimento. —Vou nessa, tão me esperando em casa, falou! —disse e foi embora. Não respondi o tchau, tava puto com o que ele tinha dito. Só de pensar no que ele poderia fazer com a Laura me dava asco, era meu próprio sangue e lembrei que tem gente, irmãos, que caem nesse tipo de coisa, no sexo. Eu não entendia como conseguiam fazer isso sem sentir culpa ou nojo, e não queria nem saber.

Cheguei em casa fingindo que não tinha tido aquela conversa com meu amigo, cumprimentei minha irmã e troquei de calça, coloquei uma camiseta e um moletom. A tarde foi normal, às vezes via alguma coisa na TV, outras ficava fuçando na estante da casa lembrando da época da escola e tal. De noite, era a vez da Laura esquentar a comida e a minha de lavar a louça. Enquanto eu lavava, minha irmã foi no banheiro tomar banho. Quando terminei de secar e guardar o último prato, tava indo pro meu quarto quando vi a porta do banheiro abrir e minha irmã coberta com uma toalha do peito até as coxas. Eu quis desviar o olhar, mas por algum motivo não consegui. Ela foi na cozinha pra aumentar a temperatura da água, imaginei. Dava pra ver parte das costas e das pernas dela. Não era exatamente uma gostosa, mas também não era feia pros outros, mas tinha alguma coisa nela, talvez fossem as curvas ou a pele pálida. Ela não gostava de pegar sol, então a pele dela era quase branca. Não percebi que meu pau tava endurecendo até notar que minha irmã tava voltando. Corri pro outro banheiro, que não tem banheira, e tranquei a porta. Não queria que ela me visse naquele estado. Nunca antes tinha ficado duro só de ver minha Irmã quase nua e, obviamente, não dava pra deixar assim. Bati uma punheta ali mesmo com a imagem da minha irmã na cabeça. Quando gozei, sujei o chão e parte da parede. Enquanto limpava, me xingava por ter feito aquilo, não por me masturbar, mas por pensar no corpo da minha irmã. Cheguei até a dar um tapa improvisado na minha cara enquanto pensava "é sua irmã, pelo amor de Deus!". Quando me acalmei, saí do banheiro e fui me distrair com algum filme, queria esquecer aquele incidente.

À noite, tudo normal. Minha irmã ficou no computador, eu na TV. Fui dormir antes da meia-noite e ela ficou acordada mais um pouco. No dia seguinte, acordei lá pelas 9 e fui no banheiro bater outra punheta. Tinha tido uns sonhos eróticos com mulheres e acordei com o pau duro. Por sorte, minha irmã ainda estava dormindo. Ela levantou um pouco depois, quando eu já estava ligando a TV no quarto dos nossos pais. Quando vi ela indo pro banheiro, desliguei a TV e fui pro nosso quarto pra assistir de lá. Quando ela voltou, ficamos os dois vendo TV até a hora do almoço.

— Ale, quer comer macarrão? Não tô a fim de comer o ensopado. — ela disse. Meu pai na época fazia ensopado de vaca pra gente.

— Beleza, mas é sua vez de cozinhar. — lembrei ela.

— Já sei. Vou colocar molho no meu, você também quer? — ela perguntou, lembrando que também tinha feito molho pra massa.

— Pode ser, mas põe pouco no meu. — falei.

Ela foi pra cozinha cozinhar e eu ouvia do meu quarto o barulho das portas dos armários e da panela. Espiei um pouco pela porta e vi ela quase de perfil colocando água na panela e jogando uma boa quantidade de macarrão dentro. A ideia de dona de casa passou pela minha cabeça e pensei que a Laura tinha uma certa cara de mãe ou cozinheira. Pensei que, se tivesse família no futuro, seria uma excelente mãe. Não sei bem por que pensei nisso. Quando ela A comida tava pronta, a gente comeu no salão. Normalmente a gente come nos quartos ou separado, mas os dois tavam a fim de comer no salão. Foi minha vez de lavar a louça, que merda. Era bem mais do que só lavar, porque tinha a panela também. Bom, quando terminei, vi a Laura no computador na sala que fica perto do salão. Ela tava vendo ou lendo alguma coisa, porque não tinha as mãos no teclado. A gente tem um laptop. Ela parecia bem concentrada, e eu imaginei que tava lendo algo interessante pra ela. Não prestei mais atenção e fui ler um livro que já tinha lido. Não tinha chegado na metade quando ouvi minha Laura cantar. Não era exatamente uma cantora estrela, mas tem uma voz bonita. Eu não sei cantar, então só escuto ela. A Laura adora cantar, é uma paixão pra ela. E minha paixão é escutar ela. Parei de ler, me aproximei o máximo possível sem ser visto pra escutar. Às vezes ela se perdia, mas geralmente cantava bem, a não ser que fosse uma música com tons altos. Algumas vezes eu gravava com meu celular pra escutar depois. Quando ela terminou, me apressei pra ir pro meu quarto e continuar lendo, ou pelo menos fingir, caso ela resolvesse me espionar. Mas meu olhar passeou por algumas fotos que a gente tem no quarto, de festas, férias e essas coisas. De repente, na minha cabeça, comecei a pensar. Melhor dizendo, lembrar daquelas épocas e lembrar das coisas que minha irmã costuma fazer em casa quando a gente tá sozinho. Ela adora se perder no mundinho dela e quase sempre me inclui. Questão que a Laura entra justo no nosso quarto naquele momento e diz que lembrava da nossa infância e que adoraria voltar.

— Mas já crescemos, lembra? — falo.

— Sim, sim... Mas eu não quero crescer. Às vezes eu queria viver pra sempre. Com você, claro. — diz sonhadora enquanto olha as fotos. Ela tem uma mente ativa, mas não totalmente infantil.

— Seria muito solitário. — comento.

— Eu sei. — diz. — Não tô dizendo que seria fácil ser imortal. Tem seus Consequências, sim, mas eu gosto de pensar que tem suas vantagens, por mais poucas que sejam — ela me diz enquanto se apoia na parede. Muito raramente eu não entendo minha irmã, quer dizer, eu entendo o que ela quer, mas não o motivo disso, por mais que eu pergunte.

— Papai já te disse que nós dois temos que trabalhar ou estudar, né? — lembro a realidade pra ela de novo.

— Você sabe que eu não gosto de estudar, mas de trabalhar... Bom, é uma possibilidade, mas você sabe que não é isso que eu quero — ela me diz um pouco mais triste.

— Sim, eu sei, mas já é hora de a gente amadurecer e aceitar as coisas como são — falo, compartilhando essa tristeza. Eu também não gosto de estudar nem de acordar cedo pra ir trabalhar, mas tem que ser realista. Nem tudo é conto de fadas.

— Me desculpa, mas... Não acho que eu queira amadurecer, não quero ser adulto — ela me diz como se falar isso fosse mudar alguma coisa. — Você sabe por quê, né?

— Sim... Você já me disse — respondo, lembrando daquelas conversas que tivemos no passado.

Laura acredita que, ao se tornar adulta, toda aquela crença, aquela fé que ela tem no mundo, na humanidade e, acima de tudo, no amor e na magia (porque ela é do tipo que acredita em destino e essas coisas), vai desaparecer. Eu também tenho minhas dúvidas, mas eu me preocupo com meu futuro, diferente da Laura. Não tanto quanto eu gostaria, mas o suficiente pra saber que não vou ser sempre um menino ou adolescente. Ficamos um tempo em silêncio, eu pensando no que dizer pra ela.

— Talvez essas coisas não precisem desaparecer — falo. — Talvez você só mude fisicamente e ainda possa continuar acreditando na magia, por que não? — Ela me olha pensativa.

— Hum... talvez. Bom, sonhar não custa nada — ela me diz, sorrindo dessa vez. Devolvo o sorriso e ela volta pra sala.

Depois que ela foi embora, fico pensando sobre as crenças da minha irmã. Muitas vezes ela me falou das coisas em que acredita e das coisas que gostaria de ser ou fazer. Só percebi que estava sorrindo e comecei a sentir algo estranho e novo dentro de mim. interior. Não sabia o que diabos era, mas fiquei meio assustado. Continuei lendo, ignorando aquela sensação estranha. Ouvi o telefone tocar, mas como a Laura estava mais perto, ela atendeu. Deviam ser meus pais pelo jeito que ela respondeu. Ouvi ela dizer que estávamos bem, o que almoçamos e o que estávamos fazendo, depois de dar tchau desligou. Antes de anoitecer, fui na cozinha pegar um pouco de água e vi a Laura procurando um pacote de biscoitos. Como a entrada da cozinha é meio pequena, igual uma porta de quarto, quase nos chocamos e tentamos nos desviar pra passar, mas íamos pro mesmo lado. Senti aquela sensação de novo e, sem pensar, como um impulso, me inclinei pra ela e enfiei um beijo. Ouvi o pacote de biscoitos cair no chão e mal reparei nisso. Pela primeira vez senti os lábios da minha irmã nos meus e foi muito gostoso. Mas me toquei no que tava fazendo na hora que a Laura me afastou e deu uns passos pra trás. Ela me olhou surpresa, levando as mãos à boca, não sabia o que dizer.

— Lau... Eu... Desculpa, me perdoa... eu... não consegui evitar, é que... — tava gaguejando e não conseguia me explicar. Ao mesmo tempo, sabia bem então o que tava sentindo. — Te amo. — falei de uma vez e senti que fiquei vermelho e fiquei nervoso. Não sabia bem como me explicar e fiquei calado.

— O quê? — perguntou como um murmúrio. Ainda não conseguia acreditar. Dos olhos dela, me pareceu ver uma ou duas lágrimas.

— Você... Você tá chorando? — perguntei desconcertado. Ela não se mexeu nem me respondeu. Achei que ainda tava tentando entender que eu tinha dito "te amo" e até eu tentava compreender isso.

— Você... Você sente atração por mim? — foi o que ela perguntou depois de uns segundos, ainda sem baixar as mãos.

— Não, quer dizer... Bom, sim, talvez. — respondi pensando de novo.

— Fisicamente? — perguntou de novo e eu soube que ela queria ter certeza se eu não tava fantasiando com ela.

— Bom... Talvez, mas também emocionalmente.—Tentei falar de um jeito que ficasse claro.—Não é só o seu corpo, é que... eu sei que sou seu irmão e é normal irmãos se amarem, mas... nesse caso não é assim. Quero dizer... já não te vejo como minha irmã. De verdade, eu te amo.—Tentei me explicar o mais calmo que pude. Tava nervoso com como a Laura poderia reagir. Ela não disse nada, ficou me encarando, tentando entender, acho.—Fala alguma coisa, por favor.—Eu já tava começando a me sentir mal.

Talvez não devesse ter beijado ela tão de repente, mas não consegui me controlar. Ela se aproximou, mas me empurrou de lado e foi pro nosso quarto. Achei que queria pensar, então fiquei na cozinha. Peguei o pacote de bolachas e guardei, não parecia que ela ia comer naquele momento. Não passou nem 5 minutos e vi ela voltar, mais arrumada. Não me disse nada, nem me olhou, e saiu do apartamento. Achei que queria tomar um ar e pensar. Mas eu ainda me sentia o pior irmão do mundo. Como pude ter estragado todos os sonhos dela? Me senti um lixo e um doente por me apaixonar pela minha irmã. Aproveitei a solidão pra refletir, mas não conseguia achar um único motivo pra não estar apaixonado por ela. Não conseguia deixar de vê-la como minha irmã, aquela que eu tanto enchi o saco quando criança, com quem confessei até minhas maiores loucuras e até convenci a participar de algumas. Não conseguia parar de pensar que talvez ela me odiasse, ou que tivesse saído pra chorar — ela era meio sensível pra essas coisas. Quem melhor do que eu sabia disso? Passei umas horas só pensando no pior. Até considerei que a Laura não voltaria tão cedo, mas por sorte, ela voltou. Assim que ouvi o som do elevador, fui até a porta da frente e ela entrou. Nem quando fechou a porta me olhou, só ficou encostada nela.

— Laura? — chamei, esperando o pior.

Ela me olhou com um olhar que não entendi na hora. Se aproximou devagar, sem tirar os olhos de mim, e eu esperava alguma resposta. fosse o que fosse. Mas o que veio depois eu não esperava. Ela se aproximou mais rápido quando chegou perto e me beijou. Eu, claro, não entendi nada, mas não me importei, fechei os olhos e a abracei pela cintura, ela tinha as mãos no meu peito. Ela entreabriu meus lábios e senti a língua dela procurando a minha. Talvez a gente estivesse beijando mal, já que era o primeiro beijo dos dois, mas não me importei e pelo visto ela também não. Quando ela se afastou pra respirar, não se distanciou muito do meu rosto, eu mal abri os olhos e ela ainda estava com os delas fechados.

— Eu tava pensando. — ela disse, e aí abriu os olhos. — Isso é muito errado pra sociedade, mas... eu também não consigo evitar sentir o mesmo que você. — eu não acreditava no que tava ouvindo. — Eu também te amo, Ale, e não como irmã. — ela falou antes de me beijar de novo. Eu me afastei de novo antes de ficar sem ar, tava transbordando de alegria, mas queria ter certeza de uma coisa.

— Quer dizer que pra você não é errado? — perguntei.

— Não sei... não sei se é certo ou errado, só sei o que eu sinto. — ela respondeu. Não precisei saber mais nada e beijei ela de novo. Naquele momento senti meu pau endurecer de novo, e ela também sentiu, porque se afastou e olhou pra baixo, viu o volume que se formava na minha calça, e depois me olhou nos olhos. — Ale, espero que fique claro que não vamos transar.

— Sim, eu sei. — falei, sabendo das consequências disso. — Mas eu posso... hum...

— O quê? — ela perguntou, vendo que eu não sabia como pedir.

— Você sabe... te tocar? — perguntei.

— Você quer dizer oral? — ela quis confirmar, também sabia dessas coisas sobre sexo. Eu concordei com a cabeça, meio tímido. Ela sorriu.

— Sim, acho que sim. — ela disse, e não precisei de mais nada.

Beijei ela de novo enquanto tirava o casaco dela meio sem jeito. Fomos pro nosso quarto e tirei o que ela tinha por cima, blusa, camiseta, deixando ela só com o sutiã cor da pele. Os peitos dela eram de tamanho médio, redondos e macios. Ela tirou a calça, mostrando as pernas. Tirei minha roupa também porque eu Tava começando a esquentar. Só de olhar pra ela já sentia que ia gozar ali mesmo, mas tentei me segurar. Enquanto beijava o pescoço e o peito dela, levei minhas mãos até a calcinha branca dela e fui puxando devagar. Ela não estava depilada, mas os pelos eram curtos. Não senti nojo como deveria, não me importei, só de ver a buceta dela já me excitava pra caralho. Ela levantou um pouco os pés pra eu tirar a calcinha. Depois, empurrei ela até a cama e ela sentou na beirada. Me ajoelhei e abri as pernas dela, era a primeira vez que via uma buceta ao vivo que não fosse num site pornô. Me aproximei, com uma mão abri a buceta dela pra ver por dentro e comecei a lamber tudo. Não tinha um gosto tão ruim. Chupava e lambia enquanto a Laura gemia de prazer, ela tava muito molhada e cheirava muito bem. Com meu dedo indicador, enfiei dentro da buceta dela e ela deu um pequeno sobressalto. Com o dedo, masturbava ela, pra dentro e pra fora, ela tava perdida no prazer com uma mão na minha cabeça enquanto com a mão livre eu acariciava meu pau. Enquanto continuava acariciando o clitóris dela com os dedos, subi pra beijá-la. Ela não se importou com o gosto dos próprios fluidos. Não aguentei mais e empurrei ela fazendo cair na cama, se deixando levar. Peguei meu pau e levei até a entrada da buceta dela enquanto continuava beijando. Ela, ao perceber, me afastou na hora.

— Não... Já te falei que não. — ela disse.

— Por favor, vou cuidar pra não gozar dentro de você, por favor. — eu implorava, suplicante pra entrar nela.

— Jura que não goza dentro? — ela perguntou, pensando, e eu concordei. — Tá bom.

Com muita alegria e ainda excitado, enfiei meu pau com muito cuidado dentro dela. Ela gemeu de dor e me agarrou com muita força nos braços. Senti o interior dela apertado, mas quentinho e molhado. Só então percebi que estava desvirginando ela, algo que me deixava orgulhoso e cheio de felicidade. Com muito cuidado e tentando não me deixar levar pela excitação, enfiei até o fundo até minhas bolas encostarem na buceta dela.

— Você tá bem? — perguntei. perguntei, começando a suar.

— Tô bem, continua — ela disse, e eu fui pra trás.

A cada movimento, Laura sentia menos dor e mais prazer. Pra frente e pra trás, nós dois estávamos imersos no tesão e eu ia cada vez mais rápido, já esquecendo que era minha irmã e onde estávamos. Ela arqueava as costas de prazer e me abraçava pelas costas e pelo pescoço. A buceta dela foi se acostumando com meu tamanho e eu tava quase gozando. Tirei rápido e terminei na mão. Gozei nela, sujando a barriga dela até quase o pescoço. Ela também teve que se masturbar pra gozar. Já exaustos, me arrastei um pouco mais pra dentro da cama e me deitei de barriga pra cima. Laura se aproximou e apoiou a cabeça no meu ombro, eu a envolvi com um braço.

— Ale... só por precaução, a gente não deve repetir isso. Quer dizer, podemos fazer oral, mas não como agora — ela disse.

— Tá bom — respondi, sabendo que ela tinha medo de engravidar e eu também compartilhava esse medo. Beijei a testa dela e acariciei a cabeça. — Te amo muito — murmurei.

— Também te amo, ale. Vou me limpar um pouco, você também devia — ela disse enquanto se levantava. Por sorte não sujei a cama, fui pro outro banheiro me limpar enquanto Laura tomava banho.

Já se passaram 2 anos disso e nós dois continuamos apaixonados. Quando a gente se excita, fazemos sexo oral, mas nada além disso, não penetrei a buceta dela de novo e, embora tenha sugerido fazer por trás, ela não quis e respeitei essa decisão. Meus pais não fazem ideia do que a gente faz nem notaram nada diferente porque tomamos cuidado pra não fazer algo suspeito que os leve a desconfiar. FIM. Talvez. 😃

6 comentários - Amor entre hermanos, que mas.

Forros, pastillas, DIU, ¡vamos, que métodos hay! un poquito de información chicos, parece que vivieran en el medio de la nada. Igual buen relato: más que porno fue tierno.