Primeiro, me desculpem, não tô com o PC, então tô escrevendo pelo celular, o que é bem chato e faz eu cometer uns erros de digitação horríveis.
Faz um tempo que contei pra vocês que tava de olho no cara da TI. Mas que tava complicado porque só vejo ele quando quebram alguma coisa no escritório.
Semana passada ele veio arrumar um computador e, como tinha que esperar liberarem a sala, sentou do meu lado pra conversar e fazer mate enquanto eu trabalhava. A gente se dá super bem pra conversar, porque curtimos as mesmas coisas e temos filhos da mesma idade.
Eu tava de plantão, então sabia que ia passar o dia todo trancada ali. No meio do papo, comentei isso. Como a sala parecia que ia demorar pra ficar livre, ele disse que ia pra outro setor e voltava mais tarde.
A manhã foi passando e lá pelas 2 horas ele apareceu. Eu tava só com uma das meninas, que tinha que ir pra faculdade, então ela foi embora. Enquanto ele arrumava o PC, eu tentava ficar na minha mesa. Num momento, ele veio até a sala onde eu tava e me chamou pra fazer mate enquanto ele terminava, se eu não tivesse nada pra fazer.
Esquentei a água e levei as coisas. Ele disse que ficava nervoso quando eu olhava ele trabalhar, porque parecia que eu tava avaliando ele (ele tem o cargo porque eu recusei). Falei que tinha percebido e por isso não tinha me aproximado antes. A gente conversou um pouco e ele me perguntou se eu sabia quem era a responsável pelas câmeras de segurança no escritório. Já desconfiando onde isso ia dar, falei que não sabia. Ele me disse em segredo: "Sabe que tudo que fazem aqui, eles postam na internet?"
"Os vídeos das câmeras?", perguntei, me fazendo de sonsa.
"Não", ele esclareceu, "em forma de texto".
"E te mandaram investigar?"
"Não é da minha conta", ele explicou.
Olhei pra ele e falei que era fácil descobrir, que quem não aparece nos textos é quem escreve.
"Então tô certo, é você", ele completou.
Sorri sem dizer nada. perguntei se tudo era verdade e eu disse "não deixei que seja eu quem escreve" (na real, não sabia se não ia me meter em encrenca se desse uma afirmação clara).
Ela me perguntou se eu sabia como fazer pra as câmeras não gravarem. Falei que desligando o disjuntor 17 elas não gravavam.
E continuamos tomando chimarrão e ele arrumando o PC.
Num momento, ele foi ao banheiro. E eu esquentei a água de novo.
Quando tava na cozinha, ele veio e me pegou pela cintura de leve, tipo pra chamar minha atenção. Olhei pra ele e sorri. Ele voltou pro escritório. E eu respirei fundo, porque os ratos tavam completamente loucos correndo na minha cabeça. Ele tava sentado e eu falei "tô com as mãos frias" e toquei a nuca dele, enfiando a mão um pouco dentro da roupa. Ele me olhou, pegou minhas mãos e as soprou. Eu já tinha começado a ficar molhada.
Dei uns mates pra ele enquanto pensava em como me aproximar ou como fugir.
Ele me olhou e perguntou o que tinha acontecido, que eu tinha mudado de repente. "Nada", falei. Ele me olhou e disse "me fala a verdade".
"Nunca te diria a verdade", pensei. "Nada, ficar sozinha com você me deixa meio nervosa."
"Por quê?", perguntou. "Sei lá", completei.
Ele se aproximou e, a um centímetro de me beijar, perguntou: "você gostou?"
Baixei o olhar e, aproximando minha boca dos lábios dele, o beijei.
A gente se beijava quando lembrei das câmeras e avisei ele. Ele me fez sentar e puxou o pau, que ainda não tava totalmente duro. Comecei a chupar até ele me levantar, me inclinou com as tetas apoiadas na mesa, levantou minha saia, baixou minha calcinha fio-dental e encostou a cabeça na minha bunda.
"O que cê tá fazendo?", falei. "Li todos os seus contos e sei que você adora", ele disse enquanto começava a me comer. Me macetou uns 10 minutos enquanto eu gritava, até ele gozar.
Enquanto eu me arrumava um pouco, ele disse que queria ler esse conto no P! 😉
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Faz um tempo que contei pra vocês que tava de olho no cara da TI. Mas que tava complicado porque só vejo ele quando quebram alguma coisa no escritório.
Semana passada ele veio arrumar um computador e, como tinha que esperar liberarem a sala, sentou do meu lado pra conversar e fazer mate enquanto eu trabalhava. A gente se dá super bem pra conversar, porque curtimos as mesmas coisas e temos filhos da mesma idade.
Eu tava de plantão, então sabia que ia passar o dia todo trancada ali. No meio do papo, comentei isso. Como a sala parecia que ia demorar pra ficar livre, ele disse que ia pra outro setor e voltava mais tarde.
A manhã foi passando e lá pelas 2 horas ele apareceu. Eu tava só com uma das meninas, que tinha que ir pra faculdade, então ela foi embora. Enquanto ele arrumava o PC, eu tentava ficar na minha mesa. Num momento, ele veio até a sala onde eu tava e me chamou pra fazer mate enquanto ele terminava, se eu não tivesse nada pra fazer.
Esquentei a água e levei as coisas. Ele disse que ficava nervoso quando eu olhava ele trabalhar, porque parecia que eu tava avaliando ele (ele tem o cargo porque eu recusei). Falei que tinha percebido e por isso não tinha me aproximado antes. A gente conversou um pouco e ele me perguntou se eu sabia quem era a responsável pelas câmeras de segurança no escritório. Já desconfiando onde isso ia dar, falei que não sabia. Ele me disse em segredo: "Sabe que tudo que fazem aqui, eles postam na internet?"
"Os vídeos das câmeras?", perguntei, me fazendo de sonsa.
"Não", ele esclareceu, "em forma de texto".
"E te mandaram investigar?"
"Não é da minha conta", ele explicou.
Olhei pra ele e falei que era fácil descobrir, que quem não aparece nos textos é quem escreve.
"Então tô certo, é você", ele completou.
Sorri sem dizer nada. perguntei se tudo era verdade e eu disse "não deixei que seja eu quem escreve" (na real, não sabia se não ia me meter em encrenca se desse uma afirmação clara).
Ela me perguntou se eu sabia como fazer pra as câmeras não gravarem. Falei que desligando o disjuntor 17 elas não gravavam.
E continuamos tomando chimarrão e ele arrumando o PC.
Num momento, ele foi ao banheiro. E eu esquentei a água de novo.
Quando tava na cozinha, ele veio e me pegou pela cintura de leve, tipo pra chamar minha atenção. Olhei pra ele e sorri. Ele voltou pro escritório. E eu respirei fundo, porque os ratos tavam completamente loucos correndo na minha cabeça. Ele tava sentado e eu falei "tô com as mãos frias" e toquei a nuca dele, enfiando a mão um pouco dentro da roupa. Ele me olhou, pegou minhas mãos e as soprou. Eu já tinha começado a ficar molhada.
Dei uns mates pra ele enquanto pensava em como me aproximar ou como fugir.
Ele me olhou e perguntou o que tinha acontecido, que eu tinha mudado de repente. "Nada", falei. Ele me olhou e disse "me fala a verdade".
"Nunca te diria a verdade", pensei. "Nada, ficar sozinha com você me deixa meio nervosa."
"Por quê?", perguntou. "Sei lá", completei.
Ele se aproximou e, a um centímetro de me beijar, perguntou: "você gostou?"
Baixei o olhar e, aproximando minha boca dos lábios dele, o beijei.
A gente se beijava quando lembrei das câmeras e avisei ele. Ele me fez sentar e puxou o pau, que ainda não tava totalmente duro. Comecei a chupar até ele me levantar, me inclinou com as tetas apoiadas na mesa, levantou minha saia, baixou minha calcinha fio-dental e encostou a cabeça na minha bunda.
"O que cê tá fazendo?", falei. "Li todos os seus contos e sei que você adora", ele disse enquanto começava a me comer. Me macetou uns 10 minutos enquanto eu gritava, até ele gozar.
Enquanto eu me arrumava um pouco, ele disse que queria ler esse conto no P! 😉
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9 comentários - el pibe de sistemas
muy buen relato
sale puntos, obvio