Quero contar o que aconteceu uma noite que fomos a uma balada, depois de ter ido jantar. Ela tinha tomado uns drinks a mais, e os olhos dela estavam meio brilhantes, com um olhar de gatinha ciumenta. Eu tinha tomado umas duas cervejas que já estavam começando a fazer efeito. Entrando na balada, demos uma volta pra ver o clima e decidimos dançar um pouco. Terminamos rápido, porque entre a fumaça, as luzes e o barulho, a cabeça tava rodando e fomos sentar.
Do jeito que deu, fui até o balcão pegar bebidas, e tem uma coisa que sempre curti em balada. Tem tanta gente que você sempre acaba roçando o "pacote" na bunda de alguma mina gostosa.
Vinha com os drinks quando consegui enxergar na penumbra que alguém tinha sentado do lado da minha mulher. Era um cara um pouco mais velho, que eu conhecia, e que ao vê-la sozinha, gostosa como ela é, tentou pegá-la. Aí decidi ficar escondido um tempo e esperar pra ver o que rolava. Vi que eles conversavam e ele parecia querer convencê-la de algo. Ela tava meio nervosa, acho que porque eu ia voltar a qualquer momento. Mas como minha demora foi grande, eles se levantaram e foram pra área dos camarotes, que são tão escuros que não se vê nem o que se fala.
Eu não conseguia entender como ela podia estar fazendo isso comigo, mas ao mesmo tempo, senti curiosidade e tesão ao saber que tava vendo ao vivo o que podia rolar com minha mulher e que ela sabia que eu tava por ali olhando de algum lugar. Resolvi entrar na brincadeira enquanto observava de longe e tomava a cerveja em golões. Tava com uma sede misturada com ansiedade e putaria. Tentei chegar o mais perto que pude sem que ela percebesse que eu tava seguindo ela. Eles ficaram conversando, até que minha mulher sentou no colo dele e começou uma dança sensual.
Ele tava recostado no sofá, e não tirava os olhos do corpo da minha mulher. Nunca tinha visto ela fazer uma coisa dessas e fiquei Fiquei surpreso ao ver como eles se mexiam bem, os quadris dela no ritmo da música. Com as mãos, ela pegava as dele e, com as pernas abertas como se estivesse montando a cavalo e de costas para ele, levantava as pernas por cima das dele, enquanto ele ficava imóvel, surpreso com aquela performance.
Logo depois, ela se virou e, olhando para ele, sentou-se em cima e começou a fazer movimentos pélvicos na braguilha dele, sempre no ritmo da música. Eu não perdia um detalhe, nem quando levava o copo à boca. Não podia acreditar no que estava vendo. Em um momento, ela voltou à posição anterior e, com as pernas abertas, continuou a dança. Vi o cara com um braço pegando-a pela cintura e, com a outra mão, enfiou entre as pernas dela e começou a tocar a buceta dela. Parecia que a mão dele tinha grudado ali, porque ele não tirava, e ela fazia caras de prazer, mordia os lábios e passava as mãos pelo próprio corpo no ritmo da música, fechando os olhos sem perceber que havia outros casais por perto, que, claro, também não ligavam para o que estava rolando, já que estavam em algo parecido.
O cara, com uma mão, tocava a buceta dela e, com a outra, começou a passar a mão no próprio volume. Dava para ver que ele estava duro até o umbigo, e eu nem vou contar para vocês, não só isso, meu pulso estava totalmente descontrolado, sentia um tremor nas pernas e um calor que corria pelas minhas costas. De repente, ela abriu os olhos e me viu. A safada fez um gesto com a língua, passando-a pelos lábios, como se estivesse me convidando para a festa, e eu continuava vidrado no espetáculo. Ela passou um dos dedos entre as pernas e, tirando um pouco de fluido quente da vulva, passou na boca do cara, abaixou-se até ele e deu uma chupada na boca dele, sorriu e o deixou com o pau duro e quente. Ela veio caminhando na minha direção, pegou na minha mão e me levou para a pista para continuar a dança.
Naquele momento, estava tocando uma música que quase te obriga a se mexer. A putinha se movia como uma víbora no cio. abria as pernas dela e uma das minhas no meio, sentia que a buceta dela tava completamente molhada, a calcinha fio dental dela transbordava de fluxo quente, e eu, besta, ainda não conseguia entender o que tinha visto e o que tava vivendo agora. Tava com os dois copos na mão, ela pegou um e começou a beber como se tivesse uma sede incontrolável, baixou minha cabeça e sussurrou no meu ouvido:
- Você não sabe a vontade que eu tô de ser fodida por você.
- Pois você não sabe o tesão que fiquei depois do que vi - falei.
- Gostou, ficou com tesão... não era isso que você sempre quis, ver como sua mulher é capaz de deixar um macho com tesão?.
Devagar fomos andando até a porta, eu ia com ela na minha frente no meio da multidão apertada, tava com o pau totalmente duro e ela sentia na bunda dela, chegamos no carro e fomos pra um lugar mais sossegado. Coloquei música, e não passou nem 50 metros que ela se jogou de cabeça entre minhas pernas, abriu minha braguilha e puxou meu pau gordo e inchado.
Não consigo explicar do jeito que a safada passava a língua, chupava com um frenesi ardente, me fez sentir as coisas mais lindas que já senti, dirigindo de noite, no meio da cidade, tentando disfarçar o prazer de sentir uma boca devorando meu pau.
- Não acredito como você chupa bem! Parece outra. - falei ofegante.
- Tá gostando, né...? E de eu engolir tudo assim...?
- Continua assim, devagar, que eu tô imaginando como você teria chupado o pau daquele cara.
- Você gostaria de me ver fazendo isso? - ela perguntou.
- Claro, você sabe que é minha fantasia - falei.
Enquanto procurava um lugar tranquilo na noite, ela continuava toda empolgada com a chupada, até que falou:
- Goza, quero seu leite na minha boca, quero comer tudo porque depois quero que você me foda e coma minha buceta sem parar até eu gozar!
Não demorou muito e, numa descarga sem pausa, joguei meu jato de leite na garganta dela, e ela engoliu até a última gota, e não Me soltou até deixar bem limpinha. Eu não sabia se parava ou continuava, porque não tem prazer mais gostoso do que estar dirigindo e sentir que você tá gozando. Estacionei o carro no acostamento, reclinamos os bancos e devagar fui tirando a roupa dela. Quando tirei a calcinha fio dental, a buceta dela escorria um líquido que eu nunca tinha visto em tanta quantidade, ela tava muito excitada, era um monte de coisa acontecendo ao mesmo tempo. Enchi a boca com o néctar da xereca dela. Cheirava a mulher gostosa e aquilo tava me deixando duro de novo. Não demorou muito e, apertando minha cabeça, com rebolados de pelve, ela teve o primeiro orgasmo entre gemidos e suspiros que dava pra ouvir lá fora:
- Aaah... siiiim... meu amor, chupa eu toda assim... come meu cu que não aguento mais... quero uma pica dentro...!
Coloquei ela de quatro no banco de trás e, com o mesmo fluxo da minha chupada e da buceta dela, lubrifiquei o buraquinho, apoiei minha pica, já dura de novo, e enfiei devagar mas sem parar, até o fundo:
- Assim que cê gosta? - perguntei.
- Siiiim... aaaaah... sim, meu amor...!
- Cê gosta de sentir ela? - insisti.
- Adoro como sua pica dura abre meu cu, sim, continua sem parar, me fode forte...!
Comecei a meter cada vez mais forte até ela falar:
- Agora enfia essa pica na minha buceta...!
Sentei, ela subiu em cima de mim e, suspirando, enfiou até as bolas, começando a cavalgar sem descanso. Fazia círculos no meu pau e eu sentia que tava morrendo de prazer. Sem conseguir acreditar na puta que minha mulher podia ser, com a voz ofegante, falei:
- Que puta que você é!
- E você gosta, não gosta? Gostou de ver como eu deixei o cara excitado na balada? A verdade é que tava com vontade de dar pra ele ali mesmo, mas não vou perder a oportunidade, pode ter certeza.
- Sério? - perguntei surpreso.
- Claro, e quando eu pegar ele, vou fazer isso... cê gosta?
- Aaah... pelo amor! - exclamei - O que você tem dentro de Essa buceta, um espremedor?
- Sim, algo que vai te deixar sem uma gota, sem fôlego, vou te foder até você pedir pra parar.
Ele continuou cavalgando até que eu comecei a sentir que meu gozo tava cada vez mais perto, e chegamos juntos num dueto de gemidos e reclamações intermináveis que não dá pra escrever nem descrever. Era prazer puro, um ardor que percorria o corpo e uma mistura de dor com desespero na cabeça. Algo extremamente sensacional.
Depois do cansaço e do êxtase, ficamos deitados um tempão e depois fomos bem devagar pra casa. Foi uma noite maravilhosa, uma noite de luxúria e prazer que eu queria repetir de novo. Apesar de tudo, depois daquele dia comecei a sentir um pouco de medo de não saber o que ela faz quando sai sozinha ou com as amigas. Não consigo dormir porque o tormento que rola na minha cabeça, pensando no que ela pode estar fazendo, não me deixa pregar o olho. Desde aquela noite, percebi que minha mulher é também minha amante e a mais puta das mulheres quando quer... e isso me excita.
Do jeito que deu, fui até o balcão pegar bebidas, e tem uma coisa que sempre curti em balada. Tem tanta gente que você sempre acaba roçando o "pacote" na bunda de alguma mina gostosa.
Vinha com os drinks quando consegui enxergar na penumbra que alguém tinha sentado do lado da minha mulher. Era um cara um pouco mais velho, que eu conhecia, e que ao vê-la sozinha, gostosa como ela é, tentou pegá-la. Aí decidi ficar escondido um tempo e esperar pra ver o que rolava. Vi que eles conversavam e ele parecia querer convencê-la de algo. Ela tava meio nervosa, acho que porque eu ia voltar a qualquer momento. Mas como minha demora foi grande, eles se levantaram e foram pra área dos camarotes, que são tão escuros que não se vê nem o que se fala.
Eu não conseguia entender como ela podia estar fazendo isso comigo, mas ao mesmo tempo, senti curiosidade e tesão ao saber que tava vendo ao vivo o que podia rolar com minha mulher e que ela sabia que eu tava por ali olhando de algum lugar. Resolvi entrar na brincadeira enquanto observava de longe e tomava a cerveja em golões. Tava com uma sede misturada com ansiedade e putaria. Tentei chegar o mais perto que pude sem que ela percebesse que eu tava seguindo ela. Eles ficaram conversando, até que minha mulher sentou no colo dele e começou uma dança sensual.
Ele tava recostado no sofá, e não tirava os olhos do corpo da minha mulher. Nunca tinha visto ela fazer uma coisa dessas e fiquei Fiquei surpreso ao ver como eles se mexiam bem, os quadris dela no ritmo da música. Com as mãos, ela pegava as dele e, com as pernas abertas como se estivesse montando a cavalo e de costas para ele, levantava as pernas por cima das dele, enquanto ele ficava imóvel, surpreso com aquela performance.
Logo depois, ela se virou e, olhando para ele, sentou-se em cima e começou a fazer movimentos pélvicos na braguilha dele, sempre no ritmo da música. Eu não perdia um detalhe, nem quando levava o copo à boca. Não podia acreditar no que estava vendo. Em um momento, ela voltou à posição anterior e, com as pernas abertas, continuou a dança. Vi o cara com um braço pegando-a pela cintura e, com a outra mão, enfiou entre as pernas dela e começou a tocar a buceta dela. Parecia que a mão dele tinha grudado ali, porque ele não tirava, e ela fazia caras de prazer, mordia os lábios e passava as mãos pelo próprio corpo no ritmo da música, fechando os olhos sem perceber que havia outros casais por perto, que, claro, também não ligavam para o que estava rolando, já que estavam em algo parecido.
O cara, com uma mão, tocava a buceta dela e, com a outra, começou a passar a mão no próprio volume. Dava para ver que ele estava duro até o umbigo, e eu nem vou contar para vocês, não só isso, meu pulso estava totalmente descontrolado, sentia um tremor nas pernas e um calor que corria pelas minhas costas. De repente, ela abriu os olhos e me viu. A safada fez um gesto com a língua, passando-a pelos lábios, como se estivesse me convidando para a festa, e eu continuava vidrado no espetáculo. Ela passou um dos dedos entre as pernas e, tirando um pouco de fluido quente da vulva, passou na boca do cara, abaixou-se até ele e deu uma chupada na boca dele, sorriu e o deixou com o pau duro e quente. Ela veio caminhando na minha direção, pegou na minha mão e me levou para a pista para continuar a dança.
Naquele momento, estava tocando uma música que quase te obriga a se mexer. A putinha se movia como uma víbora no cio. abria as pernas dela e uma das minhas no meio, sentia que a buceta dela tava completamente molhada, a calcinha fio dental dela transbordava de fluxo quente, e eu, besta, ainda não conseguia entender o que tinha visto e o que tava vivendo agora. Tava com os dois copos na mão, ela pegou um e começou a beber como se tivesse uma sede incontrolável, baixou minha cabeça e sussurrou no meu ouvido:
- Você não sabe a vontade que eu tô de ser fodida por você.
- Pois você não sabe o tesão que fiquei depois do que vi - falei.
- Gostou, ficou com tesão... não era isso que você sempre quis, ver como sua mulher é capaz de deixar um macho com tesão?.
Devagar fomos andando até a porta, eu ia com ela na minha frente no meio da multidão apertada, tava com o pau totalmente duro e ela sentia na bunda dela, chegamos no carro e fomos pra um lugar mais sossegado. Coloquei música, e não passou nem 50 metros que ela se jogou de cabeça entre minhas pernas, abriu minha braguilha e puxou meu pau gordo e inchado.
Não consigo explicar do jeito que a safada passava a língua, chupava com um frenesi ardente, me fez sentir as coisas mais lindas que já senti, dirigindo de noite, no meio da cidade, tentando disfarçar o prazer de sentir uma boca devorando meu pau.
- Não acredito como você chupa bem! Parece outra. - falei ofegante.
- Tá gostando, né...? E de eu engolir tudo assim...?
- Continua assim, devagar, que eu tô imaginando como você teria chupado o pau daquele cara.
- Você gostaria de me ver fazendo isso? - ela perguntou.
- Claro, você sabe que é minha fantasia - falei.
Enquanto procurava um lugar tranquilo na noite, ela continuava toda empolgada com a chupada, até que falou:
- Goza, quero seu leite na minha boca, quero comer tudo porque depois quero que você me foda e coma minha buceta sem parar até eu gozar!
Não demorou muito e, numa descarga sem pausa, joguei meu jato de leite na garganta dela, e ela engoliu até a última gota, e não Me soltou até deixar bem limpinha. Eu não sabia se parava ou continuava, porque não tem prazer mais gostoso do que estar dirigindo e sentir que você tá gozando. Estacionei o carro no acostamento, reclinamos os bancos e devagar fui tirando a roupa dela. Quando tirei a calcinha fio dental, a buceta dela escorria um líquido que eu nunca tinha visto em tanta quantidade, ela tava muito excitada, era um monte de coisa acontecendo ao mesmo tempo. Enchi a boca com o néctar da xereca dela. Cheirava a mulher gostosa e aquilo tava me deixando duro de novo. Não demorou muito e, apertando minha cabeça, com rebolados de pelve, ela teve o primeiro orgasmo entre gemidos e suspiros que dava pra ouvir lá fora:
- Aaah... siiiim... meu amor, chupa eu toda assim... come meu cu que não aguento mais... quero uma pica dentro...!
Coloquei ela de quatro no banco de trás e, com o mesmo fluxo da minha chupada e da buceta dela, lubrifiquei o buraquinho, apoiei minha pica, já dura de novo, e enfiei devagar mas sem parar, até o fundo:
- Assim que cê gosta? - perguntei.
- Siiiim... aaaaah... sim, meu amor...!
- Cê gosta de sentir ela? - insisti.
- Adoro como sua pica dura abre meu cu, sim, continua sem parar, me fode forte...!
Comecei a meter cada vez mais forte até ela falar:
- Agora enfia essa pica na minha buceta...!
Sentei, ela subiu em cima de mim e, suspirando, enfiou até as bolas, começando a cavalgar sem descanso. Fazia círculos no meu pau e eu sentia que tava morrendo de prazer. Sem conseguir acreditar na puta que minha mulher podia ser, com a voz ofegante, falei:
- Que puta que você é!
- E você gosta, não gosta? Gostou de ver como eu deixei o cara excitado na balada? A verdade é que tava com vontade de dar pra ele ali mesmo, mas não vou perder a oportunidade, pode ter certeza.
- Sério? - perguntei surpreso.
- Claro, e quando eu pegar ele, vou fazer isso... cê gosta?
- Aaah... pelo amor! - exclamei - O que você tem dentro de Essa buceta, um espremedor?
- Sim, algo que vai te deixar sem uma gota, sem fôlego, vou te foder até você pedir pra parar.
Ele continuou cavalgando até que eu comecei a sentir que meu gozo tava cada vez mais perto, e chegamos juntos num dueto de gemidos e reclamações intermináveis que não dá pra escrever nem descrever. Era prazer puro, um ardor que percorria o corpo e uma mistura de dor com desespero na cabeça. Algo extremamente sensacional.
Depois do cansaço e do êxtase, ficamos deitados um tempão e depois fomos bem devagar pra casa. Foi uma noite maravilhosa, uma noite de luxúria e prazer que eu queria repetir de novo. Apesar de tudo, depois daquele dia comecei a sentir um pouco de medo de não saber o que ela faz quando sai sozinha ou com as amigas. Não consigo dormir porque o tormento que rola na minha cabeça, pensando no que ela pode estar fazendo, não me deixa pregar o olho. Desde aquela noite, percebi que minha mulher é também minha amante e a mais puta das mulheres quando quer... e isso me excita.
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