encuentro virtual que se hiso real

FALA GALERA P, VOU TRAZER UM RELATO, MAIS UMA DAS MINHAS AVENTURAS, ESPERO QUE GOSTEMFala, galera do P! Depois de um tempão, voltei com mais um relato, mais uma aventura do profe. Vamos nessa!

A maioria de vocês conhece minhas histórias, já contei minhas aventuras com as minas e as coroas. Dessa vez, vamos ver o que rola quando um encontro virtual vira real.

Navegando na internet, numa sala de jogos, há uns anos, encontrei uma amiga — vou omitir o nome dela. Ela é de Torreón. Tudo começou com um simples "oi" e, dali, uma conversa longa e gostosa. Trocamos e-mails e viramos bons amigos virtuais. Na época, os dois estavam solteiros e livres.

Com o passar das semanas, os papos ficaram mais íntimos. A mina tava no fogo, adorava uns assuntos picantes, e eu também. Tudo ia bem: boas conversas, sintonia, troca de ideias e gostos sexuais. Só faltava a gente se conhecer pessoalmente, o que parecia difícil, já que ir pra Torreón era complicado, e ela vir pra cá (Cidade do México) também.

Um dia, descobrimos que os dois tinham webcam e resolvemos usar. Ela é gordinha, mas super animada — daquelas que te deixam de queixo caído, mesmo sem ser miss universo. O papo na câmera esquentou, e a gente começou a mostrar demais. Ela tirou a blusa, e, caralho, que peitão que ela tinha! Ela pediu que, conforme ela fosse tirando as roupas, eu fizesse o mesmo. Aceitei. Aos poucos, fomos perdendo a vergonha, e isso virou uma sessão de cibersexo. Foi muito excitante: ver ela se masturbando pra mim, ouvir os gemidos dela e ainda me pedir pra eu bater uma pra ela. Era a primeira vez que eu fazia algo assim, mas foi muito bom. No final, minhas mãos ficaram cheias de porra, e ela totalmente gozada. Por incrível que pareça, uma mina gozou na minha frente — era a primeira vez que eu via uma mulher gozar.

A história não para por aí. Depois de vários meses de amizade e troca de fotos, surpresa: ela avisou que ia vir pra cá, porque tinha uma... Festa em Cuernavaca, mas eu tinha que vir pra cá, então decidimos nos encontrar. Foi assim que rolou, nos conhecemos pessoalmente, tudo foi incrível. Ela não conhecia a capital, então dei um tour completo. Ela me convidou pra festa e eu topei na hora. Era férias e fim de semana em Cuernavaca, não me faria mal nenhum. Fui com ela...

Tudo corria normal, a festa foi muito boa, os amigos que conheci eram demais. Pra não prolongar a história, fomos pra um hotel com quartos separados: num ficaram os caras, no outro as minas, éramos 2 e 2. No meio da noite, bateram na porta. Era ela, perguntando pro meu colega se ele podia ir pro quarto da outra mina que tava chamando por ele. Foi o que aconteceu. Ficamos sozinhos e a festa começou.

Sem dizer uma palavra, ela me beijou, profundamente, enfiou a língua na minha boca. Eu só consegui pensar: "finalmente". Ela já tinha as mãos no meu pau, que já tava duro. Foi sensacional. Os beijos e as carícias dela me deixaram mais firme que um soldado.

Eu queria falar, mas ela disse: "cala a boca". Se ajoelhou na minha frente e puxou meu pau pra fora. Olhou pra ele como uma criança olha pra um doce, acariciou e, de uma vez só, meteu na boca. Até o fundo, senhores. Uma e outra vez. Meus olhos reviraram. Depois de um tempo, levantei ela e falei: "agora é minha vez". Joguei ela na cama e comecei a provar. Falei: "lembra que eu vi como você gozava?" Ela respondeu: "sim". "Pois agora vou provar quando você gozar." E foi o que fiz. Fiquei lambendo a buceta dela, minha língua provou cada cantinho escondido. Ela só gemia e gemia. Continuei até fazer ela gozar. Delicioso, por sinal. Daí, ela, como uma leoa, me levantou e montou em mim. Uma cavalgada espetacular. Nunca tinha estado com uma gordinha antes, mas essa mina tirou nota dez. Tudo se prolongou: muitas posições, suor, fluidos, gemidos. Era excepcional. Até o momento em que gozei. Não me surpreendi que passamos quase a noite toda transando e tivemos que parar porque os preservativos acabaram. Eu caí no sono profundo. Não sei a que horas ela saiu. Só de acordar, meu parceiro já tava me chamando pra sair, porque íamos passear todo mundo. Essa foi a única vez que fiquei com ela. Até hoje a gente continua sendo grandes amigos. Ela voltou algumas vezes, mas não rolou mais nada. Mesmo assim, nós dois lembramos bem dessa parte em Cuernavaca.
E como vocês podem ver, encontros virtuais podem ser muito prazerosos quando se tornam realidade.POST DEDICADO À MARIA CANDELÁRIA, UMA GRANDE SEGUIDORA E AMIGA

4 comentários - encuentro virtual que se hiso real

Hola Profe, como siempre excelente y muy exitante. Me encantó como te probaron tu caramelo, Humm.
y gracias mil por dedicarme tu post. 😉
Si lo estoy ideando, espero publicar algo en esta semana, Un abarzo Profe.