FALA GALERA P, TROUXE UM RELATO, MAIS UMA DAS MINHAS AVENTURAS, ESPERO QUE GOSTEMOlá, pessoal P. Depois de um bom tempo, volto com mais um relato, mais uma aventura do professor. Vamos começar.
A maioria de vocês conhece minhas histórias, já contei minhas aventuras com as meninas e as mais velhas. Dessa vez, vamos ver o que acontece quando um encontro virtual se torna real.
Navegando na internet, numa sala de jogos há vários anos, encontrei uma amiga — vou omitir o nome dela. Ela é de Torreón. Tudo começou com um simples "oi" e, dali, uma longa e agradável conversa. Trocamos e-mails e começamos a ser bons amigos virtuais. Naquela época, ambos estávamos solteiros e livres.
Com o passar das semanas, as conversas ficaram mais íntimas. A garota se mostrava tesuda, adorava temas sexuais, e eu também. Tudo ia muito bem: boas conversas, bom entendimento, troca de ideias e gostos sexuais. Só faltava nos conhecermos pessoalmente, algo que eu via como muito distante, já que ir a Torreón era difícil, e ela vir pra cá também não era fácil.
Certa vez, descobrimos que ambos tínhamos webcam e decidimos usá-la. Ela é gordinha, mas muito animada — daquelas que te fazem ficar de olho arregalado, mesmo não sendo miss universo. A conversa pela câmera esquentou, e começamos a mostrar mais. Ela tirou a blusa, e, oh, minha surpresa: uns peitões enormes que ela carregava. Ela pediu que, conforme ela fosse tirando as roupas, eu fizesse o mesmo, e aceitei. Aos poucos, fomos perdendo a vergonha, o que nos levou a uma sessão de cibersexo. Foi muito excitante vê-la se masturbando para mim, ouvir seus gemidos e ainda me pedir para eu me masturbar para ela. Era a primeira vez que eu fazia algo assim, mas foi muito bom. No final, minhas mãos ficaram cheias de porra, e ela totalmente gozada — sim, por incrível que pareça, uma garota gozou na minha frente. Era realmente a primeira vez que eu via uma mina gozar.
A história não para por aí. Depois de vários meses de amizade e troca de fotos, surpresa: ela avisou que viria pra cá, porque tinha uma... Festa em Cuernavaca, mas eu tinha que vir pra cá, então decidimos nos encontrar. Foi assim que rolou, nos conhecemos pessoalmente, tudo foi incrível. Ela não conhecia a capital, então dei um tour completo. Ela me convidou pra festa e eu topei na hora. Era feriado e fim de semana em Cuernavaca, não ia me fazer mal. Fui com ela...
Tudo corria normal, a festa foi muito boa, os amigos que conheci eram demais. Pra não prolongar a história, fomos pra um hotel com quartos separados: um pros caras e outro pras minas, éramos 2 e 2. No meio da noite, bateram na porta. Era ela, perguntando pro meu amigo se ele podia ir pro quarto da outra mina, que tava chamando por ele. Foi o que aconteceu. Ficamos sozinhos e a festa começou.
Sem dizer uma palavra, ela me beijou, fundo, meteu a língua na minha boca, e eu só consegui pensar "finalmente". Ela já tinha as mãos no meu pau, que já tava duro. Foi sensacional. Os beijos e as carícias dela me deixaram mais firme que um soldado.
Eu queria falar, mas ela mandou eu calar a boca. Se ajoelhou na minha frente e puxou meu pau pra fora. Olhou pra ele como uma criança olha pra um doce, acariciou e, de uma vez só, meteu ele inteiro na boca. Sim, até o fundo, uma vez e outra. Meus olhos reviraram. Depois de um tempo, levantei ela e falei "agora é minha vez". Joguei ela na cama e comecei a provar. Falei: "Lembra que eu vi como você gozava?" Ela respondeu "sim". "Então agora vou provar quando você gozar." E foi o que fiz. Fiquei lambendo a buceta dela, minha língua provou cada cantinho escondido. Ela só gemia e gemia. Continuei até fazer ela gozar. Delicioso, por sinal. Depois disso, ela, feito uma leoa, me levantou e montou em mim. Uma cavalgada espetacular. Nunca tinha estado com uma gordinha, mas essa mina tirou nota dez. Tudo se prolongou: muitas posições, suor, fluidos, gemidos. Foi excepcional. Até o momento em que gozei. Não me surpreendeu que a gente passasse quase a noite toda transando. Só paramos porque os preservativos acabaram. Eu dormi profundamente, nem sei a que horas ela saiu. Só de acordar, meu parceiro já tava me acordando pra gente sair, porque íamos passear todos juntos. Essa foi a única vez que fiquei com ela, até hoje continuamos sendo grandes amigos. Ela voltou algumas vezes, mas não rolou mais nada. Mesmo assim, nós dois lembramos bem dessa parte em Cuernavaca.
E como vocês veem, os encontros virtuais podem ser muito prazerosos quando se tornam realidade.POST DEDICADO À MARIA CANDELÁRIA, UMA GRANDE SEGUIDORA E AMIGA
A maioria de vocês conhece minhas histórias, já contei minhas aventuras com as meninas e as mais velhas. Dessa vez, vamos ver o que acontece quando um encontro virtual se torna real.
Navegando na internet, numa sala de jogos há vários anos, encontrei uma amiga — vou omitir o nome dela. Ela é de Torreón. Tudo começou com um simples "oi" e, dali, uma longa e agradável conversa. Trocamos e-mails e começamos a ser bons amigos virtuais. Naquela época, ambos estávamos solteiros e livres.
Com o passar das semanas, as conversas ficaram mais íntimas. A garota se mostrava tesuda, adorava temas sexuais, e eu também. Tudo ia muito bem: boas conversas, bom entendimento, troca de ideias e gostos sexuais. Só faltava nos conhecermos pessoalmente, algo que eu via como muito distante, já que ir a Torreón era difícil, e ela vir pra cá também não era fácil.
Certa vez, descobrimos que ambos tínhamos webcam e decidimos usá-la. Ela é gordinha, mas muito animada — daquelas que te fazem ficar de olho arregalado, mesmo não sendo miss universo. A conversa pela câmera esquentou, e começamos a mostrar mais. Ela tirou a blusa, e, oh, minha surpresa: uns peitões enormes que ela carregava. Ela pediu que, conforme ela fosse tirando as roupas, eu fizesse o mesmo, e aceitei. Aos poucos, fomos perdendo a vergonha, o que nos levou a uma sessão de cibersexo. Foi muito excitante vê-la se masturbando para mim, ouvir seus gemidos e ainda me pedir para eu me masturbar para ela. Era a primeira vez que eu fazia algo assim, mas foi muito bom. No final, minhas mãos ficaram cheias de porra, e ela totalmente gozada — sim, por incrível que pareça, uma garota gozou na minha frente. Era realmente a primeira vez que eu via uma mina gozar.
A história não para por aí. Depois de vários meses de amizade e troca de fotos, surpresa: ela avisou que viria pra cá, porque tinha uma... Festa em Cuernavaca, mas eu tinha que vir pra cá, então decidimos nos encontrar. Foi assim que rolou, nos conhecemos pessoalmente, tudo foi incrível. Ela não conhecia a capital, então dei um tour completo. Ela me convidou pra festa e eu topei na hora. Era feriado e fim de semana em Cuernavaca, não ia me fazer mal. Fui com ela...
Tudo corria normal, a festa foi muito boa, os amigos que conheci eram demais. Pra não prolongar a história, fomos pra um hotel com quartos separados: um pros caras e outro pras minas, éramos 2 e 2. No meio da noite, bateram na porta. Era ela, perguntando pro meu amigo se ele podia ir pro quarto da outra mina, que tava chamando por ele. Foi o que aconteceu. Ficamos sozinhos e a festa começou.
Sem dizer uma palavra, ela me beijou, fundo, meteu a língua na minha boca, e eu só consegui pensar "finalmente". Ela já tinha as mãos no meu pau, que já tava duro. Foi sensacional. Os beijos e as carícias dela me deixaram mais firme que um soldado.
Eu queria falar, mas ela mandou eu calar a boca. Se ajoelhou na minha frente e puxou meu pau pra fora. Olhou pra ele como uma criança olha pra um doce, acariciou e, de uma vez só, meteu ele inteiro na boca. Sim, até o fundo, uma vez e outra. Meus olhos reviraram. Depois de um tempo, levantei ela e falei "agora é minha vez". Joguei ela na cama e comecei a provar. Falei: "Lembra que eu vi como você gozava?" Ela respondeu "sim". "Então agora vou provar quando você gozar." E foi o que fiz. Fiquei lambendo a buceta dela, minha língua provou cada cantinho escondido. Ela só gemia e gemia. Continuei até fazer ela gozar. Delicioso, por sinal. Depois disso, ela, feito uma leoa, me levantou e montou em mim. Uma cavalgada espetacular. Nunca tinha estado com uma gordinha, mas essa mina tirou nota dez. Tudo se prolongou: muitas posições, suor, fluidos, gemidos. Foi excepcional. Até o momento em que gozei. Não me surpreendeu que a gente passasse quase a noite toda transando. Só paramos porque os preservativos acabaram. Eu dormi profundamente, nem sei a que horas ela saiu. Só de acordar, meu parceiro já tava me acordando pra gente sair, porque íamos passear todos juntos. Essa foi a única vez que fiquei com ela, até hoje continuamos sendo grandes amigos. Ela voltou algumas vezes, mas não rolou mais nada. Mesmo assim, nós dois lembramos bem dessa parte em Cuernavaca.
E como vocês veem, os encontros virtuais podem ser muito prazerosos quando se tornam realidade.POST DEDICADO À MARIA CANDELÁRIA, UMA GRANDE SEGUIDORA E AMIGA
4 comentários - Encontro virtual que virou real
gracias por los saludos y aqui andamos
y gracias mil por dedicarme tu post. 😉
Gracias a ti candi por ser buena seguidora y amiga, falta algo tuyo espero pronto leer otro de tus relatos