2 caras no bus e uma boa foda (gay)

Tudo aconteceu num sábado de madrugada.
A gente tinha uma confraternização do trabalho com meus colegas. A gente tinha bebido pra caralho.
Eu tava bem bêbado e decidi ir embora.
Entro no busão e sento no fundo, o ônibus tava bem vazio por causa do horário.
Tinha duas minas sentadas na frente e um casal do lado delas.
Eu, sozinho lá atrás, comecei a pensar naquela colega gostosa, uns peitos e uma bunda linda. E fui viajando na maionese e comecei a ficar de pau duro, e como tava sozinho lá atrás, baixei um pouco a calça de moletom e comecei a bater uma. Nisso o busão para num ponto e sobem dois negros altos, bem arrumados de terno e gravata, e sentam do meu lado.
Eu tava com o pau durasso de tanto me masturbar, aí levantei a calça. Mas tava com um tesão do caralho. E comecei a olhar pra eles e mudei de pensamento: de querer a minha colega, passei a querer que aqueles dois negros me comessem ou pelo menos me fizessem um boquete.
Nisso, um deles percebe que eu tô olhando pra ele e olha pro pau dele.
Ele levantou, e eu caguei de medo; achei que ele tinha ficado puto por eu estar olhando e fosse me bater ou algo assim.
Ele falou algo pro amigo dele e sentou comigo.
Eu fiquei todo duro e olhava pra fora, nem encarava o negão.
Nisso, ouço o barulho de um zíper, mas pensei: "ah, o cara deve ter fechado a mochila".
Passaram uns 5 minutos e ele pega no meu braço e fala: "Olha agora o que você tava olhando hoje."
Baixo o olho e vejo que ele tá com o pau pra fora da calça. O zíper que eu ouvi era o da calça dele quando ele baixou pra tirar o pau.
Ele fala: "Pega aqui e me faz um boquete." E o outro negão ficava de lado vendo o que eu ia fazer.
Pego o pau dele na mão e falo: "Se vier alguém no busão, me avisa." – e ele responde: "Fica tranquilo."
Seguro bem firme e começo a lamber, desço até a base que tava pra fora da calça e subo até a cabeça que já tava aparecendo, fiquei assim uns 2 minutos até que parou de vez (um pau normal, uns 15 cm, meio grosso e bem preto) e comecei a chupar com mais vontade. - pergunto: tá gostando do jeito que eu tô fazendo? - e ele responde: sim, adoro como você chupa.
- melhor ainda, falo: agora levanta um pouquinho, vou baixar tua calça mais um pouco pra chupar bem tuas bolas. - manda ver, ele diz.
baixo a calça dele mais um pouco e começo a chupar as bolas dele, eram bem pequenas, eu enfiava as duas juntas na boca e o preto gemia igual um louco. começo a subir de volta pelo tronco e vou lambendo bem a cabecinha, vejo que ele começa a se mexer e tremer, e quando fui ver já tinha começado a soltar jatos de gozo dentro da minha boca, não foi muito, mas o gozo do preto era bem grosso, engoli tudo. e pergunto: gostou? - sim, adorei, putinha. como eu queria te comer, ele diz, mas tenho que descer agora mesmo. ele levanta, senta com o preto e conta algo sobre o boquete que eu tinha feito. se despede do amigo e desce.
seguimos o caminho e o outro preto começa a me olhar, e eu entro no jogo e olho de volta. nisso, enquanto nos olhávamos, ele solta a calça e me mostra o pau bem mole, mas parecia bem grande. - vem cá, falo. ele levanta, guarda o pau e senta comigo.
- ele diz: quer chupar um pouco? - beleza, falo, e ele tira o pau. que pau que o preto tinha (devia ter uns 13 cm mole, pendurado). começo a chupar e ele diz: - para, tenho que descer no próximo ponto, vem pra minha casa, moro sozinho, ok?
- beleza, vamos (eu tava com um tesão que voava, e aquele pau do preto eu não queria perder). então no próximo ponto a gente desceu.
ele diz: vamos ter que andar umas oito quadras pra chegar. - beleza, falo.
começamos a andar e vejo uma pracinha com pouca luz, e falo: vamos até lá, porque tô com um tesão que não aguento mais. te faço um boquete, eu gozo e a gente segue, que tal? - manda ver, ele diz.
vamos pra pracinha, o preto se encosta numa árvore e diz: Vai, arranca assim, já vamos pra casa que eu quero te foder essa bunda bem empinada que você tem.
Eu me ajoelhei, abaixei a calça dele e comecei a chupar ele bem pelas bolas primeiro. Ele tinha umas bolas enormes penduradas, nunca tinha visto umas bolas tão grandes. Chupei elas um pouco e logo subi até o tronco, que já tava bem duro. E comecei a engolir e engolir, e batia uma pra ele pra gente terminar rápido, porque ele não gostava que vissem ele com um homem. Então comecei a mamar bem rápido, sem poder aproveitar aquela pica, e num momento ele fala: "Vou gozar, cê tá pronta pra tomar tudo?" – "Tô", eu falei. E ele começou a soltar jatos e jatos de porra, eu engolia e engolia, e saía porra pelos cantos da boca. Tinha enchido a boca de porra.
Ele subiu a calça, se ajeitou, e eu falei: "Fica encostado na árvore assim, que eu encosto minha bunda na sua pica e gozo." Me dei três sacudidas e fiquei soltando porra. A gente se arrumou e seguiu caminho pra casa dele.
Chegamos na casa dele, sentamos na sala, e ele falou: "Fica à vontade que vou tomar um banho."
Ele foi pro quarto, tirou a roupa e passou pelado com aquele pedaço balançando pra ir pro banheiro.
Quando ouvi o chuveiro ligado, me despi e fui pra ducha. Esperei ele passar o xampu, e quando ele tava de olhos fechados, entrei, abri a boca e comecei a chupar ele. Ele abriu os olhos e fechou na hora, e começou a empurrar minha cabeça contra a pica dele. Aí sim eu tava aproveitando aquele pedaço bom. Desliguei o chuveiro, joguei umas almofadas que tinham no banheiro, me coloquei de quatro e ele começou a lamber meu cu por um bom tempo, até que tirou um pote de vaselina do armário. Começou a passar em toda a minha bunda e nádegas, me deixou bem molhadinho, e começou a meter os dedos devagar, passava mais lubrificante e passava na pica dele também.
Até que ele colocou no meu buraquinho e começou a empurrar devagar. Vocês não sabem como doía, fazia tempo que eu não dava. E ele foi enfiando de pouco em pouco, a cabeça entrou e ele tirou, passou mais vaselina e colocou de novo. Agora, mas mais forte até que ele colocou quase toda. E começou a me foder com uma brutalidade. Doía, mas depois de um tempo, minha bunda lembrou o que era ser fodida e não doía mais, só sentia prazer.

Virei e ele continuou me comendo, olhando pra minha cara enquanto eu gemia de tesão. Ele levantou sem tirar o pau de dentro e me carregou até o quarto dele, onde me jogou na cama e começou a me beijar. Me fez chupar ele de novo, sentou e disse: "Sobe, quero ver como você se mexe". Passou mais um pouco de vaselina no pauzão dele, e eu sentei naquela rola bem dura e comecei a rebolá em cima. Mexia minha cintura pra todo lado, descia até o fundo e subia até a cabeça, voltando de novo, assim as penetrações eram mais profundas.

Ele me colocou de quatro e começou a me foder com tudo, até que se firmou na minha cintura e eu comecei a sentir quando ele gozava dentro do meu cu. Que delícia sentir isso, adoro, sentir cada jato entrando. Ele tirou o pau e eu chupei bem, e depois deitamos.

Imagina que a gente continuou transando a noite toda. Se eu continuar contando como ele me comeu aquela noite, não paro mais de escrever.

Espero comentários e pontos pra eu continuar contando minhas experiências. Felizes punhetas e que vontade de tomar todo o leite de vocês e de levar bem no meu rabinho. Vou bater uma porque não aguento mais e não tenho nenhuma rola pra chupar.

7 comentários - 2 caras no bus e uma boa foda (gay)

que buen relato y dejaria ke me mataras a pajas