Babá à Prova de Orgasmos
Era quinta-feira à tarde e eu já estava voltando da faculdade,
depois de um dia exaustivo, a única coisa que eu queria era chegar e dormir a
noite toda. Na esquina do meu prédio, o mesmo grupo de pivetes estava
sentado sem ter nada pra fazer. Sempre que passo é a mesma coisa: gritam
coisas pra mim, puro palavrão, e sinto que me estupram com o olhar,
mas nunca dou bola e continuei meu caminho. Ao chegar no prédio onde moro,
estava me esperando bem na entrada o dono que aluga os apartamentos do prédio,
um senhor de 60 anos, grisalho, com dentes amarelos de tantos cigarros que
fuma, muito rabugento se você atrasa os pagamentos do aluguel e, claro, muito
mão de vaca.
- Senhorita Katherine, seu aluguel vence em
dois dias, espero que tenha o dinheiro reunido até lá, senão,
vou ter que te botar pra fora do apartamento.
- Não se preocupe, seu Raúl, garanto que vou ter
até lá, pode ficar tranquilo.
Dito isso, subi rapidamente os degraus e
cheguei no terceiro andar, onde fica meu apartamento. Abri a porta
e tranquei com cadeado. A verdade é que meus pais mal conseguem me mandar
dinheiro e eu não tinha o suficiente pra pagar seu Raúl, mas não queria
me preocupar. A única coisa que eu queria era poder dormir bem gostoso na minha cama.
Como não tava a fim de nada, preparei uma tigela de
cereal, escovei os dentes, tirei a roupa que tava usando e coloquei minha
camisola pra dormir, quando de repente toca a campainha. Puta da vida, fui
ver quem tava tocando e, ao abrir a porta, me deparei com a vizinha
do apartamento da frente.
- Oi, Katherine, desculpa incomodar, mas eu
queria saber se você poderia me fazer um favor, tô desesperada...
- Sem dar muita importância, respondi que sim...
(mesmo que, pra ser sincera, não tivesse me importando com o que ela ia pedir)
- É que, amanhã, meu marido e eu vamos viajar pros
Estados Unidos por uns assuntos da empresa e eu... ela perguntava se eu poderia cuidar do Manuelito o fim de semana inteiro.
O pedido me pareceu bem difícil, e não por ser fim de semana, mas porque o Manuelito é um demônio — mesmo estando no quinto ano, é muito arteiro, não respeita os mais velhos e ainda por cima é muito adiantado pra idade. Eu estava quase falando não, quando lembrei que tava quebrada e que precisava do dinheiro pra pagar o aluguel.
— Pois não sei, dona, amanhã eu tinha planejado ir pra casa dos meus pais em Nayarit pra buscar dinheiro pro aluguel.
— Ai, Katherine, não se preocupa! Se você fizer esse favor, eu prometo que meu marido e eu pagamos três meses de aluguel pra você.
A ideia não me pareceu nada mal e, bom, pra eles não deve ser difícil pagar três meses de aluguel, já que vivem muito bem. No final, acabei aceitando.
— Tá bom, Katherine, amanhã às 8 da noite a gente deixa o Manuelito. Muito obrigada mesmo, não sei o que faríamos sem você.
— Não se preocupa, dona. Pra que servem os vizinhos, né?
Respondi de forma engraçada e, com isso, a senhora voltou pro apartamento dela e eu pro meu cantinho, que já estava me esperando.
No dia seguinte acordei bem descansada, tinha dormido muito bem. Eram 9 da manhã e, como minhas aulas só começavam à 1 da tarde, decidi lavar a roupa suja e fazer uns ovos mexidos. Dei uma limpada no apartamento porque o pirralho ia ficar aqui, pra variar — mas a vantagem é que não é muito grande: só tem dois quartos, um banheiro, a cozinha e a sala. E pra estender minhas roupas, tenho que subir no terraço.
Eram 11 quando entrei no banho, levei uns 30 minutos e aí fiquei na dúvida do que vestir. Depois de pensar muito, coloquei uma blusa preta que deixava transparecer meu sutiã branco, um shortinho curto e umas sandálias pretas. Deixei o cabelo solto e pra completar, coloquei um laço tipo flor vermelho no pescoço.
Como faço faculdade de modelagem, na maioria das vezes me visto quase do mesmo jeito — as professoras dizem que é melhor vestir assim e sair andando pela rua pra perder o medo na hora de estar posando.
Ao meio-dia saí do meu apartamento e, tomando cuidado pra não ser vista pelo seu Raúl, desci o mais rápido possível e fui pra minhas aulas da tarde.
Eram 7 da noite quando voltava das aulas, e ao chegar no meu prédio, aconteceu a mesma coisa de ontem: seu Raúl com suas coisas do aluguel e tal. Ignorei completamente e subi pro meu apê.
Joguei um tempo na cama e acabei dormindo. Depois de meia hora acordei agitada — hoje iam deixar o Manuelito às 8 e eu tinha que deixar tudo pronto. Então levantei de supetão, peguei as coisas que tinha jogado no caminho da porta até a cama e subi pro terraço buscar minha roupa.
Comecei a tirar a roupa do varal quando percebi que faltavam três das minhas oito calcinhas — duas pretas e uma rosa. Fiquei muito puta, era a segunda vez que roubavam minhas calcinhas, mas engoli a raiva e rapidinho comecei a dobrar as roupas e guardar no armário.
Às 8 em ponto a campainha tocou. Eu estava toda suada e com a mesma roupa que fui pra faculdade, mas como já tinha terminado, abri a porta e cumprimentei o casal e o filho deles.
— Oi, Katherine, vejo que você tá meio atarefada…
— É, tava limpando pra deixar tudo em ordem, mas não se preocupe, já já passa.
Ficamos conversando um pouco e depois me deram as instruções pra cuidar do Manuelito.
— Katherine, não deixa ele sair pra rua e garante que ele faça a lição de casa. Não deixa dormir até tarde e, por favor, dá o remédio dele.
Me entregou uma bolsa cheia de remédios junto com uma nota.
— Sinto te entregar todos esses comprimidos, mas é só pegar um punhado de cada vez. Mas tá aí uma lista de todos os remédios que você tem que dar e que horas ele tem que tomar.
Se despediram do Manuelito e saíram do apartamento.
— Bom, então, Manuelito, vou ser sua babá esse fim de semana todo. Espero que você se comporte direitinho, senão… Vou ter que te punir, ok?
- Mmmmm… tudo bem, mas só com uma condição.
- Hmm, fala aí… respondi.
- Que você deixe eu apertar seus PEITOS.
Fiquei toda vermelha de vergonha, até achei um pouco engraçado, mas dei uma bronca nele e um tapinha na cabeça.
- Não seja grosso, vai lá, vai lavar as mãos que vou fazer um jantar pra você.
Mesmo depois da bronca, ele ficou todo feliz, típico de criança que tá pouco se lixando pra sermão. Lavou as mãos e sentou à mesa.
- E o que você quer pra jantar, Manuelito?
- Cereal com leitinho dos seus peitos — ele falou num tom debochado.
Olhei firme nos olhos dele, com cara de brava, mas ignorei.
Servi o prato de cereal dele, mas com leite de vaca mesmo, e ele comeu tudo.
- Bom, Manuelito, escova os dentes na pia e, se quiser, pode ver TV depois. Eu vou tomar banho, se a campainha tocar não abre a porta, ok?
- Ok, tá bom.
Peguei minha toalha no quarto e entrei no banheiro, tranquei a porta pra evitar que o pirralho ficasse me espiando e comecei a tirar a roupa.
Abri o chuveiro na água fria e comecei a me ensaboar. Primeiro lavei bem meu cabelo — que pra algumas mulheres é a coisa mais sagrada. Meu cabelo é preto, então cuido ainda mais. Depois lavei meu rostinho e fui ensaboando meus seios e abdômen.
Faz um tempo que meus peitos viraram um ponto bem sensível do meu corpo. Desde aquelas violações que sofri, eles ficaram super sensíveis. Por isso tento não esfregar muito meus mamilos, porque não gosto de sentir de novo o que aqueles desgraçados fizeram. Depois lavei bem minha bundinha e minha buceta, e por último ensaboei bem minhas pernas, que são a inveja de todas minhas amigas.
Fechei o chuveiro, peguei minha toalha e me sequei toda. Me olhei nua no espelho grande do banheiro, me vi por todos os lados e, mesmo sendo bem modesta comigo mesma, sempre reparo que tudo em mim parece bem bonito. Depois do banho, minha pele ficou com aquele tom volta à sua cor natural, um moreno claro, exceto pelas minhas pernas que são de cor clara, uma cor que acho que herdei da minha mãe. Me enrolei na toalha e saí do banheiro para me trocar no quarto.
Quando saí, a primeira coisa que vi foi que o Manuelito não estava na sala vendo TV. Olhei se estava na cozinha e nada, entrei no quarto dele e vazio. Comecei a ficar nervosa e, antes que qualquer outra coisa acontecesse, fui pro meu quarto me trocar e sair pra procurar ele na rua.
Abri a porta do meu quarto e a primeira coisa que vejo é o maldito pirralho sentado em cima da minha cama com uma calcinha minha na cabeça e todas as outras calcinhas jogadas no chão.
— Maldito pirralho, o que você fez? Olha que bagunça você fez, tira isso da cabeça agora mesmo! — falei muito puta da vida, mas ele simplesmente estava curtindo o momento, adorava me deixar brava. Corri atrás dele pelo quarto todo até encurralar ele num canto. Fiquei olhando pra ele um instante e aí ele tentou fugir, mas bloqueei a saída e o abracei. Nisso, sinto a toalha afrouxando e solto o moleque, tentando não deixar ela cair, mas pra minha surpresa, o Manuelito tinha arrancado minha toalha e saiu correndo com ela até a porta.
Rapidamente tentei arrancar de volta, mas não consegui. Aí ele se vira e fica me olhando completamente surpreso. Eu também fiquei olhando pra ele um instante e percebi que ele estava me vendo pelada. Instintivamente, peguei um dos meus travesseiros e me cobri com ele, gritando:
— Maldito pirralho, você vai ver quando eu me trocar, vou te castigar! — e ele rapidamente se enfiou no quarto dele.
Rapidamente, coloquei minha camisola e comecei a dobrar todas as minhas calcinhas. Tava super irritada — aquele maldito pirralho tinha conseguido o que queria, me viu como Deus me trouxe ao mundo, mas isso não ia ficar assim.
Demorei uns 45 minutos pra limpar toda a bagunça que ele fez no meu quarto. Fui pro quarto dele e abri a porta. Estava prestes a gritar com ele quando o vi completamente dormido. Parei de repente e fiquei olhando para ele. Parecia um anjinho dormindo (só assim ele realmente parece um) e fiquei com pena de acordá-lo para dar uma bronca. Então decidi melhor dar a bronca de manhã. Quando ia apagar a luz, vi que ele tinha minha calcinha na mão. Aproximei-me da cama dele e tirei-a, apaguei a luz e deixei que dormisse. Estava super cansada, então joguei a calcinha no chão e fui para a cama descansar.
Tinham passado umas quatro horas desde que adormeci. Eram por volta das três da manhã quando, ainda dormindo, comecei a sentir como se quisesse fazer xixi. Sentia como se estivesse prestes a me mijar toda, a sensação me fez acordar. Sentia os olhos pesados e ainda estava sonolenta, quando de repente comecei a sentir algo viscoso se movendo pela minha virilha. Sem hesitar, acendi a lâmpada que tinha ao lado e então vi que o Manuelito tinha a cabeça enfiada na minha virilha e estava chupando minha buceta.
— O… o que você está fazendo? — perguntei, e rapidamente juntei minhas pernas e me levantei. Naquele instante, o Manuelito ficou paralisado do susto que levei. Peguei-o pelo braço e o levei ao quarto dele.
— Ah, seu mal-educado, vou contar tudo isso para sua mãe quando ela voltar. Ele só tinha a cabeça baixa e não me disse nada.
— Durma e me deixe dormir. — E fechei a porta.
Estava muito mais irritada que antes e já tinha perdido o sono. Mesmo assim, apaguei a luz e fui para a cama de novo. Fiquei pensando em muitas coisas enquanto adormecia novamente. Pela minha mente passaram as lembranças da primeira vez que fui estuprada. O que o Manuelito fez me trouxe as memórias do que senti quando aquele professor pervertido me fez o mesmo. Desde aquela época, não tinha mais tido relações de nenhum tipo.
De repente, comecei a sentir que algo saía da minha buceta. Levei minha mão até a entrada dela e notei que estava saindo um líquido viscoso. Levantei-me para ir ao banheiro, peguei um pouco de papel e deitei na minha cama e comecei a me limpar do líquido que ainda continuava saindo. Comecei limpando a entrada da minha buceta e depois fui limpando um pouco mais para dentro, quando de repente, sem querer, toquei no meu clitóris, senti que uma descarga percorria todo o meu corpo e ao mesmo tempo soltei um pequeno gemido. A sensação foi extraordinária, mas me fez lembrar o que sentia nos momentos em que estava sendo estuprada e rapidamente tirei minha mão de entre as pernas e fechei os olhos tentando dormir.
Acordei por volta das 9 da manhã, era uma manhã ensolarada e os pájaros podiam ser ouvidos no telhado, levantei-me e vi que tudo estava em ordem, aparentemente Manuelito tinha adormecido, dirigi-me ao seu quarto e o vi completamente dormindo, fechei devagar a porta e aproveitando que era um dia muito bonito, subi ao telhado para respirar um pouco de ar fresco. A manhã estava muito fria, mas rapidamente senti o porquê, estava usando apenas minha camisola e não tinha colocado minha calcinha ontem quando me troquei, então voltei para meu apartamento e comecei a fazer o café da manhã.
Durante o transcurso do dia tudo esteve bem, Manuelito ficou em seu quarto de castigo, almoçou e tomou café da manhã bem, mas eu tinha esquecido de dar seu remédio, então rapidamente peguei a bolsa que sua mãe me deu e comecei a tirar todos os comprimidos e xaropes que havia dentro dela. Olhei na lista quais medicamentos ele tomava e fui procurando um por um, nisso peguei um frasco que me pareceu muito estranho, no rótulo dizia "Yumbina" e achei estranho que algo assim estivesse em uma bolsa de medicamentos, já que é conhecido que a "Yumbina" é usada para a reprodução de animais de grande porte como vacas e cavalos, quando as fêmeas resistem à cópula de forma convencional, os criadores as dopam com Yumbina, que as revoluciona hormonalmente e facilita o trabalho do macho. Achei que talvez o pai do Manuelito tivesse gado ou cavalos pra ter algo assim, mas achei muito estranho aquilo estar no meio dos remédios. De qualquer forma, separei da pilha e continuei procurando os outros medicamentos. Quando finalmente encontrei, chamei o Manuelito e dei o comprimido que ele precisava tomar.
- Pronto, agora em 4 horas você toma o outro comprimido.
Nisso toca a campainha da casa e fui ver quem era. Era o seu Raúl.
- Moça Katherine, vim agradecer pelo pagamento dos três meses de aluguel. Os senhores daqui me entregaram antes de viajarem, então está tudo certo pra você não ficar preocupada, menina.
- Tá bom, seu Raúl, obrigada por avisar.
Fechei a porta meio feliz. Quando virei, vi que o Manuelito tinha arrumado a bagunça que fiz com os remédios e agradeci por ele ter feito aquilo.
- Agora, se quiser, pode ver TV. Vou preparar o jantar - falei bem contente.
Demorei um bom tempo pra preparar toda a comida, mas finalmente estava pronta. Já eram umas 8 da noite quando nos sentamos pra comer. Peguei os copos e o refri, quando meu celular tocou no quarto.
- Me espera, vou atender o telefone. Vai servindo o refri - falei pro Manuelito.
Eram minhas colegas de classe. Parece que iam sair pra curtir e estavam me convidando, mas disse que estava cuidando do Manuelito e tal.
Quando voltei, o Manuelito já tinha terminado e tirado o prato da mesa.
- Ei, por que não me esperou?
- É que tava com muita fome e você demorou demais. Tô com sono, vou dormir.
Achei estranho ele ir deitar tão cedo, mas com certeza deve ser por causa dos remédios, pensei. Então comi e tomei meu refri.
Tava muito cansada, o dia inteiro tinha limpado a casa e ainda terminei de lavar uma roupa que tava precisando. Limpei a mesa e logo comecei a lavar a louça pra poder ir dormir.
Enquanto lavava a louça, comecei a me sentir um pouco estranha, comecei a sentir... Um pouco de calor e muito quente o rosto.
Terminei de lavar a louça e rapidamente entrei no banho
para ver se assim passava o calor do meu rosto. Abri o chuveiro de água
gelada e comecei a me ensaboar, mas nada mudava, continuava sentindo a
rubor fácil e um pouco de formigamento na área pélvica, nisso comecei a sentir
que minha buceta começava a ficar um pouco durinha, passei a bucha pelos meus
lábios e senti um enorme prazer, tanto foi o prazer que senti que me tremeram
as pernas e caí sentada no chão do box, os formigamentos na área
pélvica iam aumentando e agora também sentia um pouco de formigamento na área
espinhal.
Me levantei imediatamente e fechei o chuveiro,
mal me sequei e saí do banho em direção ao meu quarto, fechei a porta e me sentei na
beirada da cama. Não sabia o que estava acontecendo comigo, sentia muito calor, sentia
minha buceta como se estivesse prestes a explodir, o formigamento cada vez ficava
mais intenso, então apertei minha buceta com minhas pernas para não sentir a
intensidade.
Já não aguentava mais, não conseguia pensar direito, estava muito
excitada e não sabia por quê, nisso me passou pela mente tocar meu sexo,
me masturbar com meus dedinhos, nunca tinha feito isso, mas agora era necessário.
Ia descendo lentamente minha mão pelo meu abdômen e justo
quando estava prestes a chegar na minha buceta, lembrei que no quarto
ao lado estava o Manuelito e não queria que ele me visse me masturbando.
Me debatia entre o prazer e a moral, mas claramente
o prazer ganhava de longe da moral, então não aguentei mais, as
vibrações na minha buceta fizeram com que eu esquecesse de tudo, me deitei na
cama, abri minhas perninhas e rapidamente introduzi dois dedinhos na minha buceta,
o prazer que senti foi instantâneo, mal toquei meus lábios vaginais, soltei
um forte gemido de prazer – aaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh – continuei
metendo mais e mais meus dedinhos na minha vagina e cada vez o prazer era mais
forte. –uuuuuuuuummmmmmmm- -aaaaaaaaaaahhhhhh- já não me importava se o Manuelito me ouvisse, deixava meus gemidos escaparem a cada explosão de prazer que sentia, nisso tirei meus dedinhos e notei que estavam encharcados dos meus líquidos, instintivamente levei-os à boca e comecei a provar meus próprios fluidos vaginais, o sabor era entre salgadinho e doce, estavam deliciosos. Eu estava uma bagunça, não tinha me enxugado da água da banheira, então estava toda molhada, minha respiração estava rápida e sentia meu coração batendo muito forte, como se fosse sair do peito.
Levei minha mão até minha buceta mais uma vez e desta vez enfiei mais três dedos, a sensação foi ainda mais prazerosa e meus gemidos mais altos, com a outra mão eu apalpava meus peitos, que estavam super durinhos, meus mamilos doíam demais de tanto prazer. Foi aí que vi que a porta do quarto estava aberta e avistei o Manuelito me filmando com meu celular, mas não me importei, estava imersa no melhor prazer do mundo, então comecei a gemer mais e mais para que o Manuelito me gravasse.
Tirei meus dedinhos da minha buceta novamente e comecei a chupá-los mais uma vez, notei que o Manuelito tinha se aproximado mais da cama e vi que ele tentava filmar de perto todo o interior da minha buceta, então abri um pouco mais minhas pernas e deixei que ele gravasse tudo por dentro.
-uuuuuummmmmm, você gosta do que vê? – perguntei ao Manuelito, mas ele não respondeu nada. Se quiser, enfia seus dedinhos – eu disse, estava completamente dominada pelo prazer e não me importava de pervertê-lo. Foi aí que ele aproximou sua mãozinha da minha buceta enquanto continuava filmando, e a introduziu lentamente. –Uuuuuuuuummmmmmmm- Issooo… Mexe seus dedinhos dentro de mim – eu dizia ao Manuelito e enquanto ele me dava prazer lá embaixo, eu dava prazer aos meus seios, que já tinham ficado maiores que o normal. Continuamos assim por uns 10 minutos e o Manuelito seguia gravando toda a sessão, eu já estava muito dormente e minhas cadeias doíam bastante, então pedi o celular para ele. Manuelito e eu disse: - Lembra do que você estava fazendo comigo ontem à noite? - Lembrou, sim - ele respondeu. - Faz de novo, por favor. E sem pensar duas vezes, ele enterrou a cabecinha no meu sexo e comecei a sentir a viscosidade da língua dele nas minhas paredes vaginais. Instantaneamente, o prazer aumentou de repente e, como o celular continuava gravando, a única coisa que fiz foi gravar as expressões do meu rosto enquanto me deixava levar pelo prazer. Foi aí que Manuelito aumentou a velocidade da língua no meu sexo e, sem que eu percebesse, um orgasmo escapou de uma vez. Comecei a me contorcer na cama, mas mesmo assim Manuelito nunca se desgrudou de mim. - Issoooo, assimmmm, vamos mais rápido - eu gritava. - Aaaaaaaajhhhhhhhhhh…. Uuuuuuuuummmmmmmm… Issoooo, issssooooo, issssooooo aaaaaaaajhhhhhhhhhh Um segundo orgasmo me inundou completamente de prazer. Vamos mais rápido, você consegue, maaais, maaais, maaais, e ele mordeu com força meu clitóris, o que fez liberar o orgasmo mais intenso da minha vida, uma sensação de dor e prazer misturados. Joguei o celular no chão e Manuelito rapidamente se afastou de mim e o pegou, para me gravar enquanto eu me contorcia e gemia de prazer. - Uuuuuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmmm……….aaaahhh… aaaahhh….aaaahhh... issssooooo…. Ummmmm…..Issoooo…… kyyyyyyyyyyyyaaaaaaaa Sentia que toda a pressão que tinha sido retida no meu sexo saía junto com o orgasmo e meus gemidos, mas não era a única coisa que saía. Grandes quantidades de fluidos saíam de dentro de mim e, apesar de não estar grávida, também comecei a jorrar leite pelos meus peitos. Foi a noite mais feliz da minha vida e Manuelito tinha gravado tudo completamente. Depois de meia hora, todas as sensações tinham desaparecido, minha temperatura tinha baixado, assim como minha respiração e meus batimentos cardíacos. A cama tinha virado uma bagunça com meus fluidos, então dormi no quarto do Manuelito. Nos deitamos juntos e mais uma vez ele me disse: - Posso tocar seus peitos? - SIM... - eu respondi. enquanto com as duas mãos brincava com uma, com a boca ele chupava a porra que eu tinha produzido com meus orgasmos.
Na manhã seguinte, acordei às 10 horas. Tinha dormido como uma rainha e sentia meu corpo muito descansado. Quando abri os olhos, Manuelito não estava. Rapidamente me levantei e coloquei um camisola, procurei por ele no quarto e na cozinha e nada dele. Então, coloquei o shorts curto de sexta-feira e saí para procurá-lo. Para minha sorte, ao descer as escadas, o encontrei e o repreendi por me assustar assim.
- Onde você estava? Eu estava preocupada. E por que está com meu celular?
- É que... é que... fui na loja comprar uma coisa e minha mãe ligou para você e eu atendi. Por isso estou com ele.
Ele me entregou e subimos para o apartamento, onde tomamos café da manhã e limpamos toda a bagunça que eu tinha feito na minha cama.
A maior parte do dia passamos vendo TV. Parecia que ele não era mais aquele garotinho travesso e mal-educado que eu conhecia. Começamos a nos dar bem desde o que aconteceu na noite passada. Por volta das 8 da noite, os pais dele já tinham voltado e passaram para buscá-lo.
- Katherine, querida, como foi? O Manuelito se comportou bem? - a senhora me perguntou.
- Sim, senhora, ele se comportou muito bem e nos divertimos super bem. Na minha mente eu pensava: "se ela soubesse tudo o que fizemos". Me despedi do Manuelito e finalmente estava sozinha em casa. Preparei minhas coisas para a escola e fui verificar o quarto onde dormi com o Manuelito para checar se ele não tinha esquecido nada.
Revisei todo o quarto e parecia que tudo estava em ordem, mas quando olhei debaixo da cama, encontrei algo que fez muitas coisas fazerem sentido. Jogado no chão estava o frasco de "Yumbina" que eu tinha encontrado na bolsa de remédios. Parece que o Manuelito tinha tomado e colocado algumas gotas no refrigerante.
Mais do que irritada, fiquei feliz que ele tivesse feito aquilo. Graças àquela droga, tive a melhor noite de prazer da minha vida e, pela primeira vez, não me senti como lixo ao... tava sentindo tanto prazer. Fiquei de pé e guardei o pote na gaveta das minhas calcinhas. No dia seguinte acordei super tarde, entrei no banheiro, me ensaboei e sequei rápido, troquei de roupa e fui pra escola. Por sorte não tivemos aula na primeira hora e, mais tranquila, comi alguma coisa.
Quando voltava à tarde, vinha super cansada, aí na esquina do prédio onde moro, fui cercada pelo grupo de pivetes que sempre gritam coisas pra mim. Fiquei muito assustada, porque nunca tinham me encurralado assim. Queria correr, mas era impossível. Foi aí que saiu do meio deles o cara que manda neles e me disse:
— Oi, minha love, finalmente conseguimos conversar com você…
— O que vocês querem? Me deixem em paz, juro que se fizerem alguma coisa…
— Shh, shh, shh… Vamos, love, relaxa um pouco. Só queremos conversar com você e ver se a gente chega a um acordo.
— Acordo de quê? — perguntei.
— Bom, veja bem, temos aqui (mostrando um celular) algo que um dos nossos amigos do bairro filmou enquanto você estava aprontando.
Quando ouvi isso, fiquei gelada. Minha pressão caiu e senti um nó no estômago. Não conseguia acreditar. Seria o vídeo que o Manuelito fez de mim?
E era mesmo. Era o vídeo que o Manuelito tinha feito, mas como, pensei? Como conseguiram? Aí lembrei que o Manuelito tinha pegado meu celular quando saiu de manhã no domingo.
Horrorizada, fiquei olhando o vídeo. Me senti super mal. Infelizmente, o vídeo estava super nítido e os sons eram muito claros. Comecei a chorar quando ele terminou de reproduzir.
— Ah, vamos, gostosa, não chora. É um vídeo super bom (ouviram-se algumas risadas). A gente sabia que cedo ou tarde ia te ver num filme pornô, mas isso é melhor (as risadas aumentaram). Deixa eu te dizer que você tem uns peitos super gostosos, a cor dos seus mamilos fez a gente ficar excitado na hora, aquele rosadinho, nenhuma putinha tem igual. E essa bucetinha, uff, love, que bom que você abriu as pernas, tudo dentro de você se… Dá pra perceber que seria uma delícia provar seus suquinhos, amor.
Olhei pra ele com todo o meu desprezo e perguntei: "O que é que você quer?"
– Bom, veja bem, queremos ter, todos nós, uma noite de sexo com você, amor. Cada um de nós vai te experimentar todinha, amor. Você vai chupar todos nós, e é bom que esteja com fome, porque vai engolir toda a porra que a gente descarregar na sua boquinha. E é melhor aceitar, porque se não, vamos subir seu vídeo em todos os sites pornô que existem e todo mundo vai conhecer a vadia que você é, amor.
Eu estava numa encruzilhada. Facilmente poderia negar um pedido desses, mas se aquele vídeo circulasse por toda a internet e ficasse famoso, minha carreira como modelo iria pro lixo. Então aceitei o pedido deles.
– Está… bem… aceito… seu… pedido U_U
– Ok, amor, te esperamos sexta-feira aqui pra te levar pro nosso ponto de sexo. E é melhor vir vestida bem sexy, hein, porque queremos que você nos deleite como sempre faz quando passa na nossa frente.
Nisso, pararam de me cercar e, sem pensar duas vezes, saí correndo pro meu apartamento, onde passei a noite toda chorando.
Mas isso não podia ficar assim. Não ia permitir que se aproveitassem de mim de novo. Então, na terça, não fui pra escola e fui fazer uma denúncia. Me passaram pro chefe de polícia e contei tudo que tinha acontecido, desde quando me masturbei até o que aqueles caras me disseram. O chefe de polícia se mostrou muito compreensivo comigo e começou a explicar que as coisas estavam muito difíceis pra mim, mas que ia se certificar de que aqueles caras não me fizessem nada. Então começou a me explicar como íamos pegá-los e, bom, no final, gostei da ideia que o senhor policial teve.
Finalmente chegou a sexta-feira. Me vesti o melhor possível, às 9 da noite cheguei no lugar combinado e lá estavam todos os cholitos. Me cercaram mais uma vez e o líder deles disse: "Pronta pra curtir a noite toda, amor?"
– Sim – respondi calmamente. E, tendo dito isso, uma chuva de... As viaturas chegaram e cercaram o lugar, nem tempo tiveram de correr e os policiais finalmente os prenderam. O delegado veio dias depois ao meu apartamento e disse que os prenderiam por outras acusações que tinham e que os vídeos que possuíam haviam sido deletados.
- Muito obrigada, senhor – eu disse super feliz.
- De nada, moça. É meu trabalho, embora... moça, eu vi um dos vídeos e, na real, estava uma delícia. Espero que não se incomode, e da próxima vez, cuide melhor dessas coisas.
- Fiquei um pouco séria, mas não liguei. Disse que estava tudo bem e que tomaria mais cuidado.
Era quinta-feira à tarde e eu já estava voltando da faculdade,
depois de um dia exaustivo, a única coisa que eu queria era chegar e dormir a
noite toda. Na esquina do meu prédio, o mesmo grupo de pivetes estava
sentado sem ter nada pra fazer. Sempre que passo é a mesma coisa: gritam
coisas pra mim, puro palavrão, e sinto que me estupram com o olhar,
mas nunca dou bola e continuei meu caminho. Ao chegar no prédio onde moro,
estava me esperando bem na entrada o dono que aluga os apartamentos do prédio,
um senhor de 60 anos, grisalho, com dentes amarelos de tantos cigarros que
fuma, muito rabugento se você atrasa os pagamentos do aluguel e, claro, muito
mão de vaca.
- Senhorita Katherine, seu aluguel vence em
dois dias, espero que tenha o dinheiro reunido até lá, senão,
vou ter que te botar pra fora do apartamento.
- Não se preocupe, seu Raúl, garanto que vou ter
até lá, pode ficar tranquilo.
Dito isso, subi rapidamente os degraus e
cheguei no terceiro andar, onde fica meu apartamento. Abri a porta
e tranquei com cadeado. A verdade é que meus pais mal conseguem me mandar
dinheiro e eu não tinha o suficiente pra pagar seu Raúl, mas não queria
me preocupar. A única coisa que eu queria era poder dormir bem gostoso na minha cama.
Como não tava a fim de nada, preparei uma tigela de
cereal, escovei os dentes, tirei a roupa que tava usando e coloquei minha
camisola pra dormir, quando de repente toca a campainha. Puta da vida, fui
ver quem tava tocando e, ao abrir a porta, me deparei com a vizinha
do apartamento da frente.
- Oi, Katherine, desculpa incomodar, mas eu
queria saber se você poderia me fazer um favor, tô desesperada...
- Sem dar muita importância, respondi que sim...
(mesmo que, pra ser sincera, não tivesse me importando com o que ela ia pedir)
- É que, amanhã, meu marido e eu vamos viajar pros
Estados Unidos por uns assuntos da empresa e eu... ela perguntava se eu poderia cuidar do Manuelito o fim de semana inteiro.
O pedido me pareceu bem difícil, e não por ser fim de semana, mas porque o Manuelito é um demônio — mesmo estando no quinto ano, é muito arteiro, não respeita os mais velhos e ainda por cima é muito adiantado pra idade. Eu estava quase falando não, quando lembrei que tava quebrada e que precisava do dinheiro pra pagar o aluguel.
— Pois não sei, dona, amanhã eu tinha planejado ir pra casa dos meus pais em Nayarit pra buscar dinheiro pro aluguel.
— Ai, Katherine, não se preocupa! Se você fizer esse favor, eu prometo que meu marido e eu pagamos três meses de aluguel pra você.
A ideia não me pareceu nada mal e, bom, pra eles não deve ser difícil pagar três meses de aluguel, já que vivem muito bem. No final, acabei aceitando.
— Tá bom, Katherine, amanhã às 8 da noite a gente deixa o Manuelito. Muito obrigada mesmo, não sei o que faríamos sem você.
— Não se preocupa, dona. Pra que servem os vizinhos, né?
Respondi de forma engraçada e, com isso, a senhora voltou pro apartamento dela e eu pro meu cantinho, que já estava me esperando.
No dia seguinte acordei bem descansada, tinha dormido muito bem. Eram 9 da manhã e, como minhas aulas só começavam à 1 da tarde, decidi lavar a roupa suja e fazer uns ovos mexidos. Dei uma limpada no apartamento porque o pirralho ia ficar aqui, pra variar — mas a vantagem é que não é muito grande: só tem dois quartos, um banheiro, a cozinha e a sala. E pra estender minhas roupas, tenho que subir no terraço.
Eram 11 quando entrei no banho, levei uns 30 minutos e aí fiquei na dúvida do que vestir. Depois de pensar muito, coloquei uma blusa preta que deixava transparecer meu sutiã branco, um shortinho curto e umas sandálias pretas. Deixei o cabelo solto e pra completar, coloquei um laço tipo flor vermelho no pescoço.
Como faço faculdade de modelagem, na maioria das vezes me visto quase do mesmo jeito — as professoras dizem que é melhor vestir assim e sair andando pela rua pra perder o medo na hora de estar posando.
Ao meio-dia saí do meu apartamento e, tomando cuidado pra não ser vista pelo seu Raúl, desci o mais rápido possível e fui pra minhas aulas da tarde.
Eram 7 da noite quando voltava das aulas, e ao chegar no meu prédio, aconteceu a mesma coisa de ontem: seu Raúl com suas coisas do aluguel e tal. Ignorei completamente e subi pro meu apê.
Joguei um tempo na cama e acabei dormindo. Depois de meia hora acordei agitada — hoje iam deixar o Manuelito às 8 e eu tinha que deixar tudo pronto. Então levantei de supetão, peguei as coisas que tinha jogado no caminho da porta até a cama e subi pro terraço buscar minha roupa.
Comecei a tirar a roupa do varal quando percebi que faltavam três das minhas oito calcinhas — duas pretas e uma rosa. Fiquei muito puta, era a segunda vez que roubavam minhas calcinhas, mas engoli a raiva e rapidinho comecei a dobrar as roupas e guardar no armário.
Às 8 em ponto a campainha tocou. Eu estava toda suada e com a mesma roupa que fui pra faculdade, mas como já tinha terminado, abri a porta e cumprimentei o casal e o filho deles.
— Oi, Katherine, vejo que você tá meio atarefada…
— É, tava limpando pra deixar tudo em ordem, mas não se preocupe, já já passa.
Ficamos conversando um pouco e depois me deram as instruções pra cuidar do Manuelito.
— Katherine, não deixa ele sair pra rua e garante que ele faça a lição de casa. Não deixa dormir até tarde e, por favor, dá o remédio dele.
Me entregou uma bolsa cheia de remédios junto com uma nota.
— Sinto te entregar todos esses comprimidos, mas é só pegar um punhado de cada vez. Mas tá aí uma lista de todos os remédios que você tem que dar e que horas ele tem que tomar.
Se despediram do Manuelito e saíram do apartamento.
— Bom, então, Manuelito, vou ser sua babá esse fim de semana todo. Espero que você se comporte direitinho, senão… Vou ter que te punir, ok?
- Mmmmm… tudo bem, mas só com uma condição.
- Hmm, fala aí… respondi.
- Que você deixe eu apertar seus PEITOS.
Fiquei toda vermelha de vergonha, até achei um pouco engraçado, mas dei uma bronca nele e um tapinha na cabeça.
- Não seja grosso, vai lá, vai lavar as mãos que vou fazer um jantar pra você.
Mesmo depois da bronca, ele ficou todo feliz, típico de criança que tá pouco se lixando pra sermão. Lavou as mãos e sentou à mesa.
- E o que você quer pra jantar, Manuelito?
- Cereal com leitinho dos seus peitos — ele falou num tom debochado.
Olhei firme nos olhos dele, com cara de brava, mas ignorei.
Servi o prato de cereal dele, mas com leite de vaca mesmo, e ele comeu tudo.
- Bom, Manuelito, escova os dentes na pia e, se quiser, pode ver TV depois. Eu vou tomar banho, se a campainha tocar não abre a porta, ok?
- Ok, tá bom.
Peguei minha toalha no quarto e entrei no banheiro, tranquei a porta pra evitar que o pirralho ficasse me espiando e comecei a tirar a roupa.
Abri o chuveiro na água fria e comecei a me ensaboar. Primeiro lavei bem meu cabelo — que pra algumas mulheres é a coisa mais sagrada. Meu cabelo é preto, então cuido ainda mais. Depois lavei meu rostinho e fui ensaboando meus seios e abdômen.
Faz um tempo que meus peitos viraram um ponto bem sensível do meu corpo. Desde aquelas violações que sofri, eles ficaram super sensíveis. Por isso tento não esfregar muito meus mamilos, porque não gosto de sentir de novo o que aqueles desgraçados fizeram. Depois lavei bem minha bundinha e minha buceta, e por último ensaboei bem minhas pernas, que são a inveja de todas minhas amigas.
Fechei o chuveiro, peguei minha toalha e me sequei toda. Me olhei nua no espelho grande do banheiro, me vi por todos os lados e, mesmo sendo bem modesta comigo mesma, sempre reparo que tudo em mim parece bem bonito. Depois do banho, minha pele ficou com aquele tom volta à sua cor natural, um moreno claro, exceto pelas minhas pernas que são de cor clara, uma cor que acho que herdei da minha mãe. Me enrolei na toalha e saí do banheiro para me trocar no quarto.
Quando saí, a primeira coisa que vi foi que o Manuelito não estava na sala vendo TV. Olhei se estava na cozinha e nada, entrei no quarto dele e vazio. Comecei a ficar nervosa e, antes que qualquer outra coisa acontecesse, fui pro meu quarto me trocar e sair pra procurar ele na rua.
Abri a porta do meu quarto e a primeira coisa que vejo é o maldito pirralho sentado em cima da minha cama com uma calcinha minha na cabeça e todas as outras calcinhas jogadas no chão.
— Maldito pirralho, o que você fez? Olha que bagunça você fez, tira isso da cabeça agora mesmo! — falei muito puta da vida, mas ele simplesmente estava curtindo o momento, adorava me deixar brava. Corri atrás dele pelo quarto todo até encurralar ele num canto. Fiquei olhando pra ele um instante e aí ele tentou fugir, mas bloqueei a saída e o abracei. Nisso, sinto a toalha afrouxando e solto o moleque, tentando não deixar ela cair, mas pra minha surpresa, o Manuelito tinha arrancado minha toalha e saiu correndo com ela até a porta.
Rapidamente tentei arrancar de volta, mas não consegui. Aí ele se vira e fica me olhando completamente surpreso. Eu também fiquei olhando pra ele um instante e percebi que ele estava me vendo pelada. Instintivamente, peguei um dos meus travesseiros e me cobri com ele, gritando:
— Maldito pirralho, você vai ver quando eu me trocar, vou te castigar! — e ele rapidamente se enfiou no quarto dele.
Rapidamente, coloquei minha camisola e comecei a dobrar todas as minhas calcinhas. Tava super irritada — aquele maldito pirralho tinha conseguido o que queria, me viu como Deus me trouxe ao mundo, mas isso não ia ficar assim.
Demorei uns 45 minutos pra limpar toda a bagunça que ele fez no meu quarto. Fui pro quarto dele e abri a porta. Estava prestes a gritar com ele quando o vi completamente dormido. Parei de repente e fiquei olhando para ele. Parecia um anjinho dormindo (só assim ele realmente parece um) e fiquei com pena de acordá-lo para dar uma bronca. Então decidi melhor dar a bronca de manhã. Quando ia apagar a luz, vi que ele tinha minha calcinha na mão. Aproximei-me da cama dele e tirei-a, apaguei a luz e deixei que dormisse. Estava super cansada, então joguei a calcinha no chão e fui para a cama descansar.
Tinham passado umas quatro horas desde que adormeci. Eram por volta das três da manhã quando, ainda dormindo, comecei a sentir como se quisesse fazer xixi. Sentia como se estivesse prestes a me mijar toda, a sensação me fez acordar. Sentia os olhos pesados e ainda estava sonolenta, quando de repente comecei a sentir algo viscoso se movendo pela minha virilha. Sem hesitar, acendi a lâmpada que tinha ao lado e então vi que o Manuelito tinha a cabeça enfiada na minha virilha e estava chupando minha buceta.
— O… o que você está fazendo? — perguntei, e rapidamente juntei minhas pernas e me levantei. Naquele instante, o Manuelito ficou paralisado do susto que levei. Peguei-o pelo braço e o levei ao quarto dele.
— Ah, seu mal-educado, vou contar tudo isso para sua mãe quando ela voltar. Ele só tinha a cabeça baixa e não me disse nada.
— Durma e me deixe dormir. — E fechei a porta.
Estava muito mais irritada que antes e já tinha perdido o sono. Mesmo assim, apaguei a luz e fui para a cama de novo. Fiquei pensando em muitas coisas enquanto adormecia novamente. Pela minha mente passaram as lembranças da primeira vez que fui estuprada. O que o Manuelito fez me trouxe as memórias do que senti quando aquele professor pervertido me fez o mesmo. Desde aquela época, não tinha mais tido relações de nenhum tipo.
De repente, comecei a sentir que algo saía da minha buceta. Levei minha mão até a entrada dela e notei que estava saindo um líquido viscoso. Levantei-me para ir ao banheiro, peguei um pouco de papel e deitei na minha cama e comecei a me limpar do líquido que ainda continuava saindo. Comecei limpando a entrada da minha buceta e depois fui limpando um pouco mais para dentro, quando de repente, sem querer, toquei no meu clitóris, senti que uma descarga percorria todo o meu corpo e ao mesmo tempo soltei um pequeno gemido. A sensação foi extraordinária, mas me fez lembrar o que sentia nos momentos em que estava sendo estuprada e rapidamente tirei minha mão de entre as pernas e fechei os olhos tentando dormir.
Acordei por volta das 9 da manhã, era uma manhã ensolarada e os pájaros podiam ser ouvidos no telhado, levantei-me e vi que tudo estava em ordem, aparentemente Manuelito tinha adormecido, dirigi-me ao seu quarto e o vi completamente dormindo, fechei devagar a porta e aproveitando que era um dia muito bonito, subi ao telhado para respirar um pouco de ar fresco. A manhã estava muito fria, mas rapidamente senti o porquê, estava usando apenas minha camisola e não tinha colocado minha calcinha ontem quando me troquei, então voltei para meu apartamento e comecei a fazer o café da manhã.
Durante o transcurso do dia tudo esteve bem, Manuelito ficou em seu quarto de castigo, almoçou e tomou café da manhã bem, mas eu tinha esquecido de dar seu remédio, então rapidamente peguei a bolsa que sua mãe me deu e comecei a tirar todos os comprimidos e xaropes que havia dentro dela. Olhei na lista quais medicamentos ele tomava e fui procurando um por um, nisso peguei um frasco que me pareceu muito estranho, no rótulo dizia "Yumbina" e achei estranho que algo assim estivesse em uma bolsa de medicamentos, já que é conhecido que a "Yumbina" é usada para a reprodução de animais de grande porte como vacas e cavalos, quando as fêmeas resistem à cópula de forma convencional, os criadores as dopam com Yumbina, que as revoluciona hormonalmente e facilita o trabalho do macho. Achei que talvez o pai do Manuelito tivesse gado ou cavalos pra ter algo assim, mas achei muito estranho aquilo estar no meio dos remédios. De qualquer forma, separei da pilha e continuei procurando os outros medicamentos. Quando finalmente encontrei, chamei o Manuelito e dei o comprimido que ele precisava tomar.
- Pronto, agora em 4 horas você toma o outro comprimido.
Nisso toca a campainha da casa e fui ver quem era. Era o seu Raúl.
- Moça Katherine, vim agradecer pelo pagamento dos três meses de aluguel. Os senhores daqui me entregaram antes de viajarem, então está tudo certo pra você não ficar preocupada, menina.
- Tá bom, seu Raúl, obrigada por avisar.
Fechei a porta meio feliz. Quando virei, vi que o Manuelito tinha arrumado a bagunça que fiz com os remédios e agradeci por ele ter feito aquilo.
- Agora, se quiser, pode ver TV. Vou preparar o jantar - falei bem contente.
Demorei um bom tempo pra preparar toda a comida, mas finalmente estava pronta. Já eram umas 8 da noite quando nos sentamos pra comer. Peguei os copos e o refri, quando meu celular tocou no quarto.
- Me espera, vou atender o telefone. Vai servindo o refri - falei pro Manuelito.
Eram minhas colegas de classe. Parece que iam sair pra curtir e estavam me convidando, mas disse que estava cuidando do Manuelito e tal.
Quando voltei, o Manuelito já tinha terminado e tirado o prato da mesa.
- Ei, por que não me esperou?
- É que tava com muita fome e você demorou demais. Tô com sono, vou dormir.
Achei estranho ele ir deitar tão cedo, mas com certeza deve ser por causa dos remédios, pensei. Então comi e tomei meu refri.
Tava muito cansada, o dia inteiro tinha limpado a casa e ainda terminei de lavar uma roupa que tava precisando. Limpei a mesa e logo comecei a lavar a louça pra poder ir dormir.
Enquanto lavava a louça, comecei a me sentir um pouco estranha, comecei a sentir... Um pouco de calor e muito quente o rosto.
Terminei de lavar a louça e rapidamente entrei no banho
para ver se assim passava o calor do meu rosto. Abri o chuveiro de água
gelada e comecei a me ensaboar, mas nada mudava, continuava sentindo a
rubor fácil e um pouco de formigamento na área pélvica, nisso comecei a sentir
que minha buceta começava a ficar um pouco durinha, passei a bucha pelos meus
lábios e senti um enorme prazer, tanto foi o prazer que senti que me tremeram
as pernas e caí sentada no chão do box, os formigamentos na área
pélvica iam aumentando e agora também sentia um pouco de formigamento na área
espinhal.
Me levantei imediatamente e fechei o chuveiro,
mal me sequei e saí do banho em direção ao meu quarto, fechei a porta e me sentei na
beirada da cama. Não sabia o que estava acontecendo comigo, sentia muito calor, sentia
minha buceta como se estivesse prestes a explodir, o formigamento cada vez ficava
mais intenso, então apertei minha buceta com minhas pernas para não sentir a
intensidade.
Já não aguentava mais, não conseguia pensar direito, estava muito
excitada e não sabia por quê, nisso me passou pela mente tocar meu sexo,
me masturbar com meus dedinhos, nunca tinha feito isso, mas agora era necessário.
Ia descendo lentamente minha mão pelo meu abdômen e justo
quando estava prestes a chegar na minha buceta, lembrei que no quarto
ao lado estava o Manuelito e não queria que ele me visse me masturbando.
Me debatia entre o prazer e a moral, mas claramente
o prazer ganhava de longe da moral, então não aguentei mais, as
vibrações na minha buceta fizeram com que eu esquecesse de tudo, me deitei na
cama, abri minhas perninhas e rapidamente introduzi dois dedinhos na minha buceta,
o prazer que senti foi instantâneo, mal toquei meus lábios vaginais, soltei
um forte gemido de prazer – aaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh – continuei
metendo mais e mais meus dedinhos na minha vagina e cada vez o prazer era mais
forte. –uuuuuuuuummmmmmmm- -aaaaaaaaaaahhhhhh- já não me importava se o Manuelito me ouvisse, deixava meus gemidos escaparem a cada explosão de prazer que sentia, nisso tirei meus dedinhos e notei que estavam encharcados dos meus líquidos, instintivamente levei-os à boca e comecei a provar meus próprios fluidos vaginais, o sabor era entre salgadinho e doce, estavam deliciosos. Eu estava uma bagunça, não tinha me enxugado da água da banheira, então estava toda molhada, minha respiração estava rápida e sentia meu coração batendo muito forte, como se fosse sair do peito.
Levei minha mão até minha buceta mais uma vez e desta vez enfiei mais três dedos, a sensação foi ainda mais prazerosa e meus gemidos mais altos, com a outra mão eu apalpava meus peitos, que estavam super durinhos, meus mamilos doíam demais de tanto prazer. Foi aí que vi que a porta do quarto estava aberta e avistei o Manuelito me filmando com meu celular, mas não me importei, estava imersa no melhor prazer do mundo, então comecei a gemer mais e mais para que o Manuelito me gravasse.
Tirei meus dedinhos da minha buceta novamente e comecei a chupá-los mais uma vez, notei que o Manuelito tinha se aproximado mais da cama e vi que ele tentava filmar de perto todo o interior da minha buceta, então abri um pouco mais minhas pernas e deixei que ele gravasse tudo por dentro.
-uuuuuummmmmm, você gosta do que vê? – perguntei ao Manuelito, mas ele não respondeu nada. Se quiser, enfia seus dedinhos – eu disse, estava completamente dominada pelo prazer e não me importava de pervertê-lo. Foi aí que ele aproximou sua mãozinha da minha buceta enquanto continuava filmando, e a introduziu lentamente. –Uuuuuuuuummmmmmmm- Issooo… Mexe seus dedinhos dentro de mim – eu dizia ao Manuelito e enquanto ele me dava prazer lá embaixo, eu dava prazer aos meus seios, que já tinham ficado maiores que o normal. Continuamos assim por uns 10 minutos e o Manuelito seguia gravando toda a sessão, eu já estava muito dormente e minhas cadeias doíam bastante, então pedi o celular para ele. Manuelito e eu disse: - Lembra do que você estava fazendo comigo ontem à noite? - Lembrou, sim - ele respondeu. - Faz de novo, por favor. E sem pensar duas vezes, ele enterrou a cabecinha no meu sexo e comecei a sentir a viscosidade da língua dele nas minhas paredes vaginais. Instantaneamente, o prazer aumentou de repente e, como o celular continuava gravando, a única coisa que fiz foi gravar as expressões do meu rosto enquanto me deixava levar pelo prazer. Foi aí que Manuelito aumentou a velocidade da língua no meu sexo e, sem que eu percebesse, um orgasmo escapou de uma vez. Comecei a me contorcer na cama, mas mesmo assim Manuelito nunca se desgrudou de mim. - Issoooo, assimmmm, vamos mais rápido - eu gritava. - Aaaaaaaajhhhhhhhhhh…. Uuuuuuuuummmmmmmm… Issoooo, issssooooo, issssooooo aaaaaaaajhhhhhhhhhh Um segundo orgasmo me inundou completamente de prazer. Vamos mais rápido, você consegue, maaais, maaais, maaais, e ele mordeu com força meu clitóris, o que fez liberar o orgasmo mais intenso da minha vida, uma sensação de dor e prazer misturados. Joguei o celular no chão e Manuelito rapidamente se afastou de mim e o pegou, para me gravar enquanto eu me contorcia e gemia de prazer. - Uuuuuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmmm……….aaaahhh… aaaahhh….aaaahhh... issssooooo…. Ummmmm…..Issoooo…… kyyyyyyyyyyyyaaaaaaaa Sentia que toda a pressão que tinha sido retida no meu sexo saía junto com o orgasmo e meus gemidos, mas não era a única coisa que saía. Grandes quantidades de fluidos saíam de dentro de mim e, apesar de não estar grávida, também comecei a jorrar leite pelos meus peitos. Foi a noite mais feliz da minha vida e Manuelito tinha gravado tudo completamente. Depois de meia hora, todas as sensações tinham desaparecido, minha temperatura tinha baixado, assim como minha respiração e meus batimentos cardíacos. A cama tinha virado uma bagunça com meus fluidos, então dormi no quarto do Manuelito. Nos deitamos juntos e mais uma vez ele me disse: - Posso tocar seus peitos? - SIM... - eu respondi. enquanto com as duas mãos brincava com uma, com a boca ele chupava a porra que eu tinha produzido com meus orgasmos.
Na manhã seguinte, acordei às 10 horas. Tinha dormido como uma rainha e sentia meu corpo muito descansado. Quando abri os olhos, Manuelito não estava. Rapidamente me levantei e coloquei um camisola, procurei por ele no quarto e na cozinha e nada dele. Então, coloquei o shorts curto de sexta-feira e saí para procurá-lo. Para minha sorte, ao descer as escadas, o encontrei e o repreendi por me assustar assim.
- Onde você estava? Eu estava preocupada. E por que está com meu celular?
- É que... é que... fui na loja comprar uma coisa e minha mãe ligou para você e eu atendi. Por isso estou com ele.
Ele me entregou e subimos para o apartamento, onde tomamos café da manhã e limpamos toda a bagunça que eu tinha feito na minha cama.
A maior parte do dia passamos vendo TV. Parecia que ele não era mais aquele garotinho travesso e mal-educado que eu conhecia. Começamos a nos dar bem desde o que aconteceu na noite passada. Por volta das 8 da noite, os pais dele já tinham voltado e passaram para buscá-lo.
- Katherine, querida, como foi? O Manuelito se comportou bem? - a senhora me perguntou.
- Sim, senhora, ele se comportou muito bem e nos divertimos super bem. Na minha mente eu pensava: "se ela soubesse tudo o que fizemos". Me despedi do Manuelito e finalmente estava sozinha em casa. Preparei minhas coisas para a escola e fui verificar o quarto onde dormi com o Manuelito para checar se ele não tinha esquecido nada.
Revisei todo o quarto e parecia que tudo estava em ordem, mas quando olhei debaixo da cama, encontrei algo que fez muitas coisas fazerem sentido. Jogado no chão estava o frasco de "Yumbina" que eu tinha encontrado na bolsa de remédios. Parece que o Manuelito tinha tomado e colocado algumas gotas no refrigerante.
Mais do que irritada, fiquei feliz que ele tivesse feito aquilo. Graças àquela droga, tive a melhor noite de prazer da minha vida e, pela primeira vez, não me senti como lixo ao... tava sentindo tanto prazer. Fiquei de pé e guardei o pote na gaveta das minhas calcinhas. No dia seguinte acordei super tarde, entrei no banheiro, me ensaboei e sequei rápido, troquei de roupa e fui pra escola. Por sorte não tivemos aula na primeira hora e, mais tranquila, comi alguma coisa.
Quando voltava à tarde, vinha super cansada, aí na esquina do prédio onde moro, fui cercada pelo grupo de pivetes que sempre gritam coisas pra mim. Fiquei muito assustada, porque nunca tinham me encurralado assim. Queria correr, mas era impossível. Foi aí que saiu do meio deles o cara que manda neles e me disse:
— Oi, minha love, finalmente conseguimos conversar com você…
— O que vocês querem? Me deixem em paz, juro que se fizerem alguma coisa…
— Shh, shh, shh… Vamos, love, relaxa um pouco. Só queremos conversar com você e ver se a gente chega a um acordo.
— Acordo de quê? — perguntei.
— Bom, veja bem, temos aqui (mostrando um celular) algo que um dos nossos amigos do bairro filmou enquanto você estava aprontando.
Quando ouvi isso, fiquei gelada. Minha pressão caiu e senti um nó no estômago. Não conseguia acreditar. Seria o vídeo que o Manuelito fez de mim?
E era mesmo. Era o vídeo que o Manuelito tinha feito, mas como, pensei? Como conseguiram? Aí lembrei que o Manuelito tinha pegado meu celular quando saiu de manhã no domingo.
Horrorizada, fiquei olhando o vídeo. Me senti super mal. Infelizmente, o vídeo estava super nítido e os sons eram muito claros. Comecei a chorar quando ele terminou de reproduzir.
— Ah, vamos, gostosa, não chora. É um vídeo super bom (ouviram-se algumas risadas). A gente sabia que cedo ou tarde ia te ver num filme pornô, mas isso é melhor (as risadas aumentaram). Deixa eu te dizer que você tem uns peitos super gostosos, a cor dos seus mamilos fez a gente ficar excitado na hora, aquele rosadinho, nenhuma putinha tem igual. E essa bucetinha, uff, love, que bom que você abriu as pernas, tudo dentro de você se… Dá pra perceber que seria uma delícia provar seus suquinhos, amor.
Olhei pra ele com todo o meu desprezo e perguntei: "O que é que você quer?"
– Bom, veja bem, queremos ter, todos nós, uma noite de sexo com você, amor. Cada um de nós vai te experimentar todinha, amor. Você vai chupar todos nós, e é bom que esteja com fome, porque vai engolir toda a porra que a gente descarregar na sua boquinha. E é melhor aceitar, porque se não, vamos subir seu vídeo em todos os sites pornô que existem e todo mundo vai conhecer a vadia que você é, amor.
Eu estava numa encruzilhada. Facilmente poderia negar um pedido desses, mas se aquele vídeo circulasse por toda a internet e ficasse famoso, minha carreira como modelo iria pro lixo. Então aceitei o pedido deles.
– Está… bem… aceito… seu… pedido U_U
– Ok, amor, te esperamos sexta-feira aqui pra te levar pro nosso ponto de sexo. E é melhor vir vestida bem sexy, hein, porque queremos que você nos deleite como sempre faz quando passa na nossa frente.
Nisso, pararam de me cercar e, sem pensar duas vezes, saí correndo pro meu apartamento, onde passei a noite toda chorando.
Mas isso não podia ficar assim. Não ia permitir que se aproveitassem de mim de novo. Então, na terça, não fui pra escola e fui fazer uma denúncia. Me passaram pro chefe de polícia e contei tudo que tinha acontecido, desde quando me masturbei até o que aqueles caras me disseram. O chefe de polícia se mostrou muito compreensivo comigo e começou a explicar que as coisas estavam muito difíceis pra mim, mas que ia se certificar de que aqueles caras não me fizessem nada. Então começou a me explicar como íamos pegá-los e, bom, no final, gostei da ideia que o senhor policial teve.
Finalmente chegou a sexta-feira. Me vesti o melhor possível, às 9 da noite cheguei no lugar combinado e lá estavam todos os cholitos. Me cercaram mais uma vez e o líder deles disse: "Pronta pra curtir a noite toda, amor?"
– Sim – respondi calmamente. E, tendo dito isso, uma chuva de... As viaturas chegaram e cercaram o lugar, nem tempo tiveram de correr e os policiais finalmente os prenderam. O delegado veio dias depois ao meu apartamento e disse que os prenderiam por outras acusações que tinham e que os vídeos que possuíam haviam sido deletados.
- Muito obrigada, senhor – eu disse super feliz.
- De nada, moça. É meu trabalho, embora... moça, eu vi um dos vídeos e, na real, estava uma delícia. Espero que não se incomode, e da próxima vez, cuide melhor dessas coisas.
- Fiquei um pouco séria, mas não liguei. Disse que estava tudo bem e que tomaria mais cuidado.
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