Confissões: Minha Cunhada Gostosa

lembro do primeiro dia que vi ela, uma tarde quente de outubro, eu tava na porta com quem na época era minha namorada esperando a irmã dela chegar, porque ia trazer uma aquisição nova: o celular dela.
mal dobrou a esquina, senti um "what the fuck" me percorrer por dentro, expressão interrompida por um:

- aí está ela1,68m, cabelo ruivo (tingido), curtinho e com duas mechas brincalhonas caindo no queixo, apontando pra boquinha dela, pequena mas carnuda... uns 94 de peito que lutavam pra se libertar da regata tipo olímpica (deixando de fora, claro, a parte que o Tito mais gosta, que vai do pescoço ao ombro), barriga macia (amo!!!) e dona de uma raba inacreditável (acho que na época ela tava nuns 96-97, tudo comprimido e levantado pela benta calça scombro).

- Oi!!! Você é o namorado da minha irmã? Beleza, ela falou muito de você...

Foram as primeiras palavras que assimilei timidamente com um sim e um sorriso idiota... o caminho até a casa pelo corredor no fundo pareceu interminável, imaginem duas deusas andando na minha frente com seus bundões, uma legítima, a outra...

O rolê seguiu em frente (às vezes por trás), e assim comecei a me relacionar mais com a família, até já passava os domingos e, quando a mãe viajava, eu dormia na casa. Embora sempre reprimisse minha vontade de olhar pra minha cunhada, nunca passei do limite, mas devo admitir que quanto mais intimidade, mais difícil ficava, chegar e vê-la de biquíni, vê-la de manhã de camisola, ou vê-la nas tardes de domingo vendo TV apoiada na mesa com a raba apontando pra mim ou dormindo no mesmo quarto que a irmã.

Ah, que lembrança boa daquela vez que voltamos na virada do ano muito tarde e bêbados e a deixamos na cama... quando voltei pra ir ao banheiro, ela tinha tentado se trocar mas não conseguiu, metade da raba dela aparecia, me deixando à vista aquela portabilidade carnal com uma tanguinha bem pequena coroando o triunfo, me fiz de besta, voltei pra minha namorada e falei:

-Já, vai ajudar sua irmã...

O tempo passou e julho chegou com o frio e as pragas, e, oh, queridos leitores, não tem foco de infecção maior do que trabalhar num call center... então, um dia, quando tentei ir trabalhar, descobri que estava doente e minha mina, que também trabalhava à tarde, insistiu pra eu ficar na casa dela (a gente viajava junto pro centro) e depois ir ao médico... mas o sono foi mais forte e eu dormi...

Acordei com o barulho da porta da entrada, eram 16h, minha cunhada tinha chegado e, como de costume, entrou no quarto dela pra ficar à vontade. Eu, na minha eterna inocência (ou punheta), fingi que tava dormindo e vi, finalmente, as costas nuas dela, enquanto tirava a calça devagar e calçava as pantufas. Demorou um pouco pra vestir algo em cima, mas, pra minha surpresa, ela se virou e veio até mim, me descobriu e agarrou meu pau...

— Sabia que você tava olhando!!!
— É...
— Tudo bem, mas cê sabe que é errado, né?
— (Mente em branco, ela tinha pegado no meu pau e não parava de me masturbar com as mãozinhas dela)
— Que você dormiu???
— Não
— Ainda bem...

Ela se colocou na minha frente e começou a chupar meu pau de cima a baixo, com uma calma absoluta, variando movendo a cabeça de um lado pro outro ou só beijando a cabecinha do pau. Eu parei de bancar o durão e peguei ela pela nuca, tarefa facilitada pelo corte de cabelo dela, acompanhando os movimentos ondulantes que ficaram mais repetitivos...

Minha calça tava pra baixo e eu sentia os bicos dos peitos dela, duros, roçando minha panturrilha. A sensação era um círculo: a boca dela, o olhar inocente, o cabelo dela, minha panturrilha e meu pau...

Cortei esse círculo divino. Minhas mãos pegaram os peitos dela e acariciei devagar... ela começou a gemer com meu pau dentro, e ela sabia, sabia que eu não aguentava mais, que tava me segurando, e que com os gemidos dela ia conseguir...

Dura a barriga, duro meu pau e mole a boca dela, que agora lutava pra se encher da minha essência... ela se levantou, se Ela vestiu uma camiseta e foi embora... eu fui atrás e falei:

- O que você vai fazer?
- Mate, quer?
- Beleza, então
- Minha irmã sabe de tudo...
- O quê?
- É, uma noite, a gente tava falando de como ela se diverte com você e, zoando, falei pra ela compartilhar e, pra minha surpresa, ela disse: "tá bom, só uma vez e só oral".
- Tá me zoando?
- Não, gordito, sério. Então vamos acabar logo com isso e tomar mate como se nada tivesse acontecido, mas me promete que sempre que você meter nela, vai pensar em mim, nem que seja uns segundos naqueles momentos em que a porra não para de sair e você precisa ouvir um gemidinho de incentivo... lembra de mim e da minha voz falando: "vai, gordito, mais um pouquinho..." promessa é promessa, e quando eu tava com a irmã, eu tava com ela, ou quando eu tomava banho, também dedicava uma ou outra pra ela...

Passou um ano desse encontro e, pra minha surpresa, um dia abri os olhos no quarto das irmãs... olhei pro lado e minha mina, com o novo horário, tinha saído cedo de manhã, mas tinha me deixado uma surpresa: minha cunhada não tinha ido trabalhar...

Bundinha pequena pra cima, camisola levantada e a boquinha aberta tentando respirar; por último, como me convidando, as nádegas dela apontavam pra mim. Levantei, dei uma volta na casa, não tinha ninguém, voltei e me ajoelhei na cama dela... afastei as nádegas dela, procurei a buceta dela e comecei a chupar, e isso foi recebido com um sorriso... ela ainda tava dormindo...

Mas quando levantei a bundinha dela pra colocar as costas dela contra meu peito, ela acordou, me olhou com pena e me deu um beijo profundo, com uma habilidade danada, rebolou a raba até meu pau ficar na entrada da buceta dela, na posição de anjinho; isso é: as pernas da mina abertas, a raba apoiada na barriga, minha boca no pescoço e minhas mãos na barriga dela pra empurrar ela pra dentro uma vez e outra.

Comecei a meter nela, ela se apoiava no meu pescoço e eu ajudava ela empurrando e segurando firme na cintura dela. Senti meu pau todo molhado e quente... Tirei antes de causar desastres e virei ela, brilhava como no primeiro dia, os mamilos dela eram um convite e ela apontou pra gaveta. Peguei a camisinha e enquanto colocava, ela dizia:

- Minha irmã me falou que você gosta que as garotas se toquem assim, né?
- Adoro...
- Bom, muitas noites, quando você dorme, eu fico te olhando e faço isso.
- ...

Peguei as pernas dela, enlacei na minha cintura e penetrei ela uns cinco minutos, perdi as forças, ela ficou de barriga pra cima. Não dei tempo pra nada e continuei penetrando ela... ela tava rígida e com uma expressão de satisfação eterna, que teria sido se não interrompesse com a voz doce:

- Vai, gordão, mais um pouquinho... mais um pouquinho!!!

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