Acampamento Forçado (Não Consentida)

De como umas férias num camping acabam virando uma festa inteira sem consentimento.


Essa é uma história que aconteceu comigo e minha namorada neste verão.
Somos um casal jovem, eu com 30 anos e ela (Esme) com 25.

Estávamos eu e a Esme num camping de férias, perto da Costa do Sol. Era um camping bem tranquilo, daqueles que só têm famílias com crianças e perto da praia.

Alugamos um bangalô pra ficar mais confortáveis e poder curtir à vontade, e no caso dela, poder receber visitas de alguns amigos especiais que temos.

Assim, passamos uma primeira semana incrível, mas na segunda, lembro que um grupo de 3 casais se instalou no bangalô ao lado, meio barulhentos, que faziam um pouco de bagunça à noite. Mas fora isso, nada anormal, umas férias perfeitas…

Nisso, uma noite eu estava meio resfriado e me sentindo mal, e a princípio tínhamos uma reserva num restaurante perto do bangalô, mas a Esme disse pra cancelarmos e ficarmos. Liguei, cancelei a reserva e me deitei. Lembro que a Esme ficou um tempo no notebook, provavelmente vendo pornô, e me disse que ia jogar o lixo fora. Eu, entre doente e com sono, mal a ouvia já.

De repente, acordei… e tinham passado uns minutos… e ouvi as vozes dos casais do bangalô ao lado. Mas escutei com atenção e notei que só eram homens e que só tinha uma voz feminina, que reconheci na hora, era a Esme.

Fiquei meio surpreso, mas imaginei que por educação eles a convidariam pra entrar, já que eram nossos vizinhos…

Não dei importância e voltei a dormir.

Quase de madrugada, acordei de novo, e era a Esme entrando pela porta do bangalô…

— De onde você vem? — perguntei

— Acabei de te fazer de corno pra caralho, amor — ela respondeu

Rapidamente abri os olhos arregalados e a doença e tudo que eu tinha passou…

Me conta — falei.

Bom — disse a Esme — saí pra jogar o lixo fora e lá na varanda estavam os vizinhos do lado, mas estavam sem suas namoradas, já que elas tinham ido ver um show na cidade vizinha e eles não estavam a fim e ficaram por lá. Foram muito legais e me convidaram pra um drink. E como você tava dormindo, pensei: por que não?

Sacaram uns gintônicas e começamos a conversar animadamente. Eles eram de Valência e tinham vindo com suas parceiras, já que eram amigos entre si, pra passar uns dias relaxando e desconectando da cidade. Tinha 3 caras. Dois de altura normal, morenos, bem parecidos e de cabelo curto, e um muito alto, com olhos verdes "esmeralda", magro mas definido, todos na faixa dos 30 anos.

Eram bem gostosos, pra ser sincera.

Começamos a conversar e a beber de boa… por vários minutos… e no fim decidimos entrar pra dentro pra poder colocar uma música e não incomodar os "vizinhos".

Dentro, colocaram um jazz. Muita classe — pensei — e bem sedutor ao mesmo tempo.

Eu me sentia meio bêbada e, pelos comentários deles, percebia que me olhavam com olhos de desejo, embora eu me mantivesse distante na hora de devolver os olhares ou as indiretas ocasionais.

Tudo foi muito educado, na real, e naquele momento fui ao banheiro me arrumar, com a intenção de depois me despedir e ir dormir com você.

Saí e, de repente, não tinha ninguém nos sofás onde a gente tinha sentado. Fiquei estranhada e falei: Oi?

A próxima coisa que lembro são 6 mãos me pegando por trás, tapando minha boca e meus olhos. Fiquei apavorada pra caralho e tentei gritar, mas não conseguia; as mãos do mais alto eram enormes e seguravam minha boca com força, e os outros dois me seguravam pelos braços e pernas.

Na sequência, começaram a amarrar minhas mãos e pernas, colocaram uma mordaça pra eu não gritar e uma venda nos olhos.

Um deles começou a falar e disse:

— Que vizinha gostosa hein… sabe o que vamos fazer com você, né? Espero que não resista e se comporte como uma putinha obediente, porque senão… senão, vamos atrás do seu maridinho e não vamos deixar ele vivo pra contar história. Ficou claro?

Eu começava a ter medo de verdade e não conseguia falar nada, fiquei paralisada.

Nisso, me colocaram em pé no meio da sala e as mãos deles começaram a me tocar por cima do vestido que eu usava… era verão e eu tava com um tecido leve que mal cobria meu corpo… um deles ficou atrás de mim e começou a acariciar minha bunda, outro acariciava a parte interna das minhas pernas enquanto outro só passava a mão no meu pescoço.

Ficaram assim uns 5 minutos sem quase tocar nos meus peitos nem na minha bucetinha… e eles sabiam como tocar uma mulher, ah se sabiam, eu comecei a relaxar e até ficar excitada…

De repente pararam de me tocar e se afastaram… não falavam nada e eu só ouvia barulhos… com os olhos vendados não dava pra ver o que tava rolando… fiquei imóvel.

Depois de alguns segundos senti umas gotas na minha pele, estavam jogando água em mim… devagar, como se fosse um ritual, molhando minha roupa, encharcando aos poucos e fazendo com que o pouco tecido que eu tinha ficasse todo molhado e deixasse à mostra as curvas do meu corpo.

Senti a respiração deles acelerar e, tenho que admitir, a minha também.

Assim, eu continuava em pé, com as mãos amarradas nas costas, os pés amarrados, os olhos vendados, uma mordaça e a roupa toda molhada no meio daquele quarto, quando um deles disse:

- Vamos tirar sua mordaça, mas nem pense em gritar ou você já sabe o que podemos fazer. Tá bom?

Eu concordei com a cabeça.

Tiraram a mordaça e mandaram eu ficar de joelhos, e eu obedeci…

De repente senti um metal frio na minha nuca, e me assustei.

- Não se mexe - falou uma voz rouca.

Era uma tesoura que cortava o vestido de cima pra baixo, deixando primeiro minhas costas à mostra e depois, meu cu perfeito (e é sim, Esme, é sim). Depois passaram a tesoura pela parte da frente até deixar meu vestido em frangalhos…

E lá estava eu, nua de joelhos na frente de 3 caras que eu não via e dos quais esperava o pior…

Mesmo assim, eu tava excitada… o tratamento, apesar das formas, era requintado, e as mãos que tocavam meu corpo eram experientes.

De novo, as 6 mãos me tocaram ao mesmo tempo, duas trabalhando meu cu, outras as pernas e outra tocando meu rosto e meus lábios… agora eu sentia muito mais as carícias deles e, aos poucos, meu tesão aumentava…

De novo pararam de repente, e eu fiquei frustrada. De repente, senti uma língua nas minhas costas descendo devagar pelo meio até chegar no meu cu, mas não parou por aí e continuou pelas minhas pernas, pela parte de trás… depois senti outra começando pela minha barriga e outra no meu pescoço… eles ficaram me lambendo em todos os lugares, menos nos meus peitos e na minha buceta, com certeza estavam me deixando com tesão de propósito, os filhos da puta.

De repente, ouvi um zumbido… reconheci na hora, era um vibrador… que colocaram no meu cu e subiram devagar até minha nuca… depois passaram pelos meus lábios e me disseram:

- Chupa.

E eu obedeci, abrindo minha boca e esticando minha língua, percorrendo devagar aquele vibrador e molhando ele todo. Depois de encharcado, colocaram nos meus mamilos, fazendo eles ficarem duros na hora, e desceu pela minha barriguinha até chegar na parte de cima da minha buceta, roçando no clitóris.

Deus, como eu gostava, foi aí que soltei um gemido baixinho…

Os três ofegaram e aplaudiram, aquele suspiro que significava pra eles que eu tava me entregando…

De repente, ouvi mais zumbidos… eram mais vibradores!! um deles trabalhava meus peitos, outro minhas coxas e meu cu, e outro meu clitóris… eu ia explodir de prazer…

Aos poucos, sucumbi àquele doce prazer… e me entregue a ele, até sentir que um orgasmo ia me pegar, um orgasmo explosivo e incontrolável com muitos gritos que me deixaram exausta, mas que não causaram a menor reação nos meus estupradores, que continuavam brincando com meu corpo sem me dar tempo de me recuperar.

……….Tive outro OR-GAS-MO

Eles se afastaram de mim e de repente senti algo no meu rosto, sem aviso prévio, nem nada… era uma cock, uma pulsante e suculenta, que eu sentia latejando na minha bochecha. Meu reflexo foi me afastar, mas levei um tapa por esse ato de desobediência.

-Não faça isso de novo- me repreenderam.

Em seguida, senti a cock de novo na minha bochecha enquanto duas línguas trabalhavam meu corpo, dessa vez uma se meteu entre minhas pernas e a outra trabalhava minhas costas e minha bunda.

Como se estivesse possuída, entreabri a boca e deixei aquela cock entrar na minha boca aos poucos… parecia não ter fim, era enorme… mas aproveitei cada centímetro que se aprofundava dentro de mim…

Isso ficou uns 2 minutos, enfiando e tirando a cock da minha boca, até que, como se fossem dirigidos e coordenados, as línguas que percorriam meu corpo e a cock que estava na minha boca se afastaram, de novo…

fiquei com vontade de mais

uma mão me agarrou pela nuca e desamarrou minhas mãos e pés… e me colocou de quatro.

Ali eu fiquei, nua, com a venda nos olhos, diante do olhar daqueles homens, totalmente excitada e sem saber o que ia acontecer de novo…

Ouvi um novo zumbido, muito potente… e senti ele no meu cu… senti umas mãos agarrando e abrindo ele, e o vibrador, dessa vez enorme, passando uma e outra vez pelo meu buraquinho mais apertado, que se dilatava aos poucos com aquelas carícias…

Minha boca ficou entreaberta de tanta surpresa, e quase sem perceber senti uma cock abrindo caminho por ela… dessa vez coloquei a língua pra fora e comecei a Lamber ela de cima a baixo… amava o cheiro dela, o gosto e como deslizava pela minha boca… tava aproveitando pra caralho.

Absorta e concentrada na sucção daquela pica enorme, nem percebi que os vibradores que exploravam minha bunda tinham se afastado…

O que eu senti foi uma pica não tão comprida quanto a que eu tava chupando, mas mais grossa, que se enfiou de repente no meu cu sem aviso…

Comecei a gritar de dor, e o cara na minha frente respondeu segurando minha nuca e não deixando eu tirar a pica dele da minha boca, pra eu não conseguir gritar…

Mesmo assim, eu gemia alto… de dor, não esperava por isso… mas já falei que eles sabiam como me trabalhar, e aos poucos comecei a lubrificar e sentir um prazer absoluto…

Que delícia, pelo amor de Deus… não queria que acabasse…

Depois de 5 minutos bombando minha bunda, eles pararam de novo, tiraram minha venda e falaram:

- Agora você tem duas opções… vai embora e aqui não aconteceu nada, ou fode com a gente, os três. Você decide.

Lá estava eu, de joelhos, na frente de 3 caras apontando suas picas enormes pra minha cara…

Minha resposta não foi verbal, só peguei duas picas com a mão enquanto comecei a chupar a terceira com uma puta vontade…

Eles sorriram, e eu só olhava nos olhos deles enquanto chupava suas picas…

Tava aproveitando igual uma putinha, era a putinha deles e adorava ser.

Depois de chupar e chupar muito, eu me afastei e sentei no sofá, de pernas bem abertas, e falei:

- Agora, me fodam!

Um por um começaram a passar e me penetrar, fazendo turnos enquanto eu pegava na bunda deles pra empurrar até o fundo e sentir a pica toda dentro de mim.

Mas enquanto um me fodia, os outros dois ficavam parados sem fazer nada… e eu falei:

- O que vocês tão fazendo? Quero suas picas! Quero todas dentro de mim!

Me pus de quatro, Sentei num dos caras e comecei a cavalgá-lo, e falei pro outro: "chega aqui". Comecei a chupar a rola dele. O terceiro nem precisei falar nada, porque já sabia qual era o buraco dele.

E lá estava eu, empalada por todos os buracos por 3 caras que eu nem conhecia... aproveitando cada minuto e cada centímetro das pirocas deles...

Até que percebi que iam gozar e falei:

— Gozem em cima de mim, em cima da sua raposinha.

Aí me afastei e fiquei de joelhos na frente deles... chupando as rolas deles alternadamente até que não aguentaram mais e jorraram na minha cara... eu não parava de me lamber e lamber as pirocas deles...

Tive 1000 orgasmos e gozei como nunca...

Depois da gozada, peguei meu vestido todo rasgado e me preparei pra ir embora, e um deles falou:

— Espera, raposinha... pega isso! — e de uma estante ele tirou uma câmera que, pelo visto, tinha gravado tudo. Tirou a fita e me deu.

— De lembrança — ele disse.

E essa é a história, aqui está a fita. Agora você pode ver como foderam a sua querida e linda Esme.

FIM


ESCLARECIMENTO ISSO NÃO ACONTECEU COMIGO


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