Olá, antes de contar o que aconteceu entre eu e minha mãe, vou descrever como somos e de onde somos. Por motivos pessoais, vou trocar nossos nomes verdadeiros, já que este relato é totalmente verídico. Acho que talvez seja algo natural que, no começo, o filho veja a mãe como mulher, se ainda não teve nenhuma experiência. Agora vou contar minha história.
Nós somos do Peru, moramos no departamento de Puno. Vou começar descrevendo minha mãe: ela se chama Diana, hoje tem 46 anos, tem uma bunda bem formada e grande, os peitos são meio caídos, não muito grandes, mas também não pequenos. Ela tem um corpo médio, nem alta nem baixa, morena e gostosa. Também preciso dizer que ela tem uma barriguinha caída e estrias, porque depois ela me contou que se coçou quando estava grávida de mim e ficaram tipo umas cicatrizes, mas isso não tirava nada da beleza dela. Eu me chamo José Luís, hoje tenho 26 anos, sou magro, moreno, tenho 1,70 de altura, e meu pau tem 15 centímetros e é grosso. Acho que é normal e não quero ficar de frescura dizendo que é grande nem nada. Na família, somos 5 irmãos: 3 homens e 2 mulheres, e eu sou o mais velho de todos.
A verdade é que eu nunca tinha reparado na minha mãe, mas aconteceu que, quando eu tinha uns 18 anos, teve uma festa de casamento. Minha mãe adorava ir nesse tipo de festa porque bebia, dançava, etc. Então ela foi com meu pai para essa festa num domingo, e eles chegaram de madrugada na segunda-feira. Meu pai foi trabalhar normalmente, e nós fomos para a escola. O negócio é que eu cheguei em casa antes do horário normal — a gente costumava chegar às 2:00 da tarde, mas eu cheguei em casa às 11:30 da manhã. Quando entrei, parecia que não tinha ninguém, então fui ver o quarto dos meus pais e tive uma grande surpresa: minha mãe estava completamente dormindo em cima da cama, usando uma saia curta e... Eu estava numa posição de costas pra porta, então não conseguia me ver, mas eu via ela.
Como eu disse, ela tava com uma saia curta e completamente dormindo, com certeza por causa da noite de bebedeira ela tava com sono. O negócio é que nessa posição ela tava com a bunda empinada e dava pra ver um pouco da calcinha dela, que era amarela. Chamei ela várias vezes e ela não respondeu, então, com medo, me aproximei e ela continuava dormindo. Aí fiquei muito excitado vendo ela naquela posição, observei bem de perto e ela dormia profundamente. Eu, totalmente excitado, tirei o pau pra fora, abaixando o zíper da calça, e comecei a me acariciar, mas queria ver mais. Então, completamente excitado, levantei mais a saia dela e que delícia, dava pra ver a bunda grande e redonda dela. Tinha bastante pelo, porque muitos saíam pelas laterais da calcinha.
Ela continuava dormindo. Aí eu quis ir mais longe e, tremendo de medo, olhei pra rua pelas janelas do quarto dela pra ver se alguém vinha. Me aproximei de novo da minha mãe e puxei a calcinha dela pro lado, e pude apreciar a buceta deliciosa dela. Tava tão gostosa, e a bunda dela também. Não aguentei mais e, com muito prazer, sentei atrás dela e comecei a me masturbar vendo a bunda e a buceta dela expostas. Continuei sem parar até gozar pra caralho. Depois, limpei o sêmen e coloquei um pouco na buceta dela, abaixei a saia, ela continuava dormindo e eu, já calmo, fui embora.
Naquele dia, tudo ficou por isso, mas eu sempre ficava de olho na bunda da minha mãe e via ela como uma mulher, imaginando foder ela e possuir aquela buceta tão gostosa que vi naquele dia. Depois disso, percebi que minha mãe ficava excitada quando bebia. Percebi isso num dia em que meu pai e minha mãe foram pra outra festa e não tinham bebido muito porque meu pai precisava viajar a trabalho. Aí, acho que minha mãe ficou com vontade de continuar bebendo, porque aconteceu algo inesperado quando meu pai foi embora. Minha mãe tava conversando com o inquilino que... tínhamos por aquela época.
Ele também estava meio bêbado e parecia ter uma garrafa de rum nas mãos, que mostrou pra minha mãe, e eles conversaram flertando. Fiquei com ciúmes e de olho. Minha mãe esperou até todo mundo dormir, mas eu não dormi. Só me joguei na cama e fingi que tava dormindo. Minha mãe deu uma olhada em cada um de nós e depois foi pro quarto do inquilino, que ficava no primeiro andar. Eu, por minha vez, desci devagar e fiquei ouvindo atrás da porta. Dava pra ouvir música suave, risadinhas e uns gemidos. Então, furioso e cheio de ciúmes, chutei a porta. Eles, acho que de susto, apagaram a luz, ficaram quietos e não responderam nada. Aí eu só fui embora e vi minha mãe subir com cara de arrependimento e dormir.
Ela nunca me falou nada sobre o que rolou naquela noite, e eu também não tive coragem de cobrar ou falar algo pra ela, nem contar pro meu pai, sei lá por quê.
Depois disso, passou um ano. Eu já tinha 19 anos e tinha tirado notas boas nos meus exames na faculdade de pedagogia. Aí teve uma festa pra onde meus pais me levaram e, pela primeira vez, me deixaram beber com eles. Tudo foi normal até meu pai ficar muito bêbado. Eu bebi tanto que perdi a consciência, mas quando acordei, tava com dor de cabeça e do meu lado estava minha mãe. Ela tava vestida, e eu tava com o pau pra fora da calça porque também tinha dormido de terno. Como minha cabeça tava rodando, minha mãe foi embora sem dizer nada, e eu nunca consegui entender o que tinha acontecido, nem tive coragem de perguntar.
No ano seguinte, nos primeiros dias de janeiro, meu pai viajou a trabalho e sofreu um acidente. O ônibus onde ele tava capotou, e ele morreu por traumatismo craniano. A morte dele causou muita dor na minha família, principalmente na minha mãe, que ficou muito triste. Logo começaram a aparecer visitas masculinas dando em cima dela, e até tentavam nos conquistar com elogios e coisas materiais. nós, os filhos dela, mas ela seguiu sozinha e não fomos a nenhuma festa por uns 6 meses.
Depois disso, começamos a ir em festas onde éramos convidados, e ela sempre me levava, o filho mais velho, como acompanhante. Minha mãe, embora sempre lembrasse do meu pai, flertava com os caras que ela gostava. Eu, por minha vez, sempre dizia como ela era linda e que, se quisesse refazer a vida, que fizesse, ao que ela não dizia nada. Mas quando eu queria estar com ela na cama e sonhava em comê-la, sempre planejava algo pra tentar fazer acontecer, mas nunca rolava.
Até que aconteceu sem planejar. Lá pra meados de novembro, meu tio ia se casar, e minha mãe disse que a gente tinha que ir bem apresentável, e eu como representante da família, por ser o filho mais velho. E assim chegou o dia, 16 de novembro, que nunca vou esquecer.
A gente se arrumou pra ir na festa. Eu vesti um terno preto, e ela estava com um conjunto creme. O que mais chamava a atenção era o quanto a saia era justa, chegando só até as coxas. Dava pra ver claramente a calcinha pequena que ela usava marcando por baixo da saia, e umas coxas lindas à mostra. Ela usava meia de nylon branca de renda com liga, e sapatos de salto também brancos. Eu já queria estar em cima dela.
No geral, naquele dia ela estava tão linda e gostosa que, quando a vi, fiquei emocionado e muito excitado, sem parar de olhar pra ela, repetindo que ela estava maravilhosa. O casamento do meu tio rolou normal. Só que eu, pensando tanto na minha mãe, não conseguia tirá-la da cabeça. Ficava olhando pras outras convidadas, reparando na bunda delas, mas minha mãe me parecia a mais gostosa de todas. A gente começou a dançar e a beber licor e cerveja. Já estava ficando tarde, alguns casais começaram a ir embora, e outros começaram a se beijar e dançar mais colados, sem vergonha por causa do álcool. E minha mãe flertava de um jeito safado, sem parar de provocar os caras ao redor. Eu Eu estava sentado num canto sozinho.
Foi quando minha mãe me olhou fixamente nos olhos e, deixando de lado os pretendentes dela, se aproximou e me perguntou com um sorriso provocante: "Vamos dançar, senhor?" Eu respondi: "Claro, mamãe. Já que você tinha tantos homens te tirando pra dançar, fiquei só observando e talvez aprendendo alguns passos", falei nervoso. Ela já estava meio bêbada e não parava de me olhar nos olhos, e notei que um desses olhares desceu até minha braguilha. Eu, também meio bebido, abracei minha mãe pela cintura e começamos a dançar. Nossos parentes e as outras pessoas não pareciam se importar, já que cada um tava na sua, bebendo e conversando.
Enquanto dançávamos, notei que ela tinha se colado em mim, e isso me deixou muito excitado. Eu também me encostei ainda mais nela. Não dizia nada, mas tenho certeza que ela sentia meu pau duro roçando na barriga dela, tudo disfarçadamente. Ela só apoiou a cabeça no meu ombro e deu um suspiro. Continuamos assim até que ela sussurrou pra si mesma: "Não, isso não. Não posso desejar isso", e eu ouvi claramente, mesmo com a bagunça toda.
Ela parou de me abraçar e disse: "A gente dança depois, preciso ir ao banheiro." Fiquei pensativo e ainda excitado, sem saber o que fazer. Quando vi minha mãe indo pro banheiro, não consegui evitar de olhar pra bunda enorme que ela tinha e reparar de novo que a calcinha dela aparecia por baixo da saia. Então criei coragem, tomei mais uma taça de vinho e fui atrás dela no banheiro. Entrei e lá estava ela, molhando o rosto e se olhando no espelho. Ela não percebeu quando entrei, e fiquei um tempo só observando.
Ela respirava rápido e tava corada. Secou o rosto e, quando foi pegar o batom, deixou cair as coisas de maquiagem no chão. Se abaixou pra pegar, e eu pude ver aquela bunda enorme dela naquela posição. Vi claramente a calcinha branca, bem pequena, e dava pra ver uma parte da buceta dela. Fiquei tão excitado que não aguentei. Mais, eu tranquei a porta e me aproximei bem devagar por trás, levantei a saia dela sem mais nem menos, totalmente excitado, e comecei a chupar a buceta dela através da calcinha, agarrando firme nas coxas dela. Ela reagiu surpresa e quase gritando disse: "O que você está fazendo aqui? Me solta!"
Mas ela já estava quente, então eu disse que não conseguia ficar tranquilo porque a desejava muito. Ela não disse nada, então continuei lambendo a buceta dela, puxando a calcinha de lado. Ao ver aquele mato tão peludo, fiquei ainda mais excitado e comecei a me mover colado na bunda dela, fazendo círculos. Minha mãe só reagia com gemidos e não dizia nada. Começou a gemer e pedia para eu parar, dizendo que alguém podia entrar. Eu disse para ela não se preocupar, enquanto tirava meu pau da calça, abaixando só a braguilha, e coloquei na mão dela.
Ela não fez nada, mas logo começou a acariciar deliciosamente. Então coloquei ela de quatro, tirei os peitos dela que balançavam, enquanto levantava mais a saia e afastava mais a calcinha. A buceta dela estava molhada e muito quente.
Ao penetrar, senti um imenso prazer, e meu pau totalmente ereto foi se afundando dentro da buceta dela como se fosse uma faca quente cortando manteiga. Comecei a me mover devagar, lentamente, aproveitando ao máximo a buceta dela, que parecia um vulcão em chamas, enquanto com as mãos agarrava os peitos dela e, de vez em quando, as duas nádegas, que pareciam ancas. Eu montando nela tão gostoso, a visão que eu tinha era daquele rabão bem empinado e da cintura fina, enquanto a barriga e os peitos dela balançavam.
Minha mãe gemia como uma louca e só dizia: "Gostoso, me come assim, filho, gostoso, sempre te desejei." Isso me excitou ainda mais, e comecei a me mover mais rápido, e de vez em quando parava para enfiar mais fundo, e ela gemia mais. Bateram na porta do banheiro, e isso nos excitou ainda mais. Minha mãe só conseguiu balbuciar entre gemidos: "Tááá ocuuupadooo..." Ouvimos... Passos se afastando e continuamos fodendo com muita luxúria.
Ela gozou muito e eu via como ela suava. Sua buceta e meu pau estavam bem molhados. Ela me pediu para gozar, que queria sentir meu leite dentro dela. Isso me deixou a mil e comecei a foder ela mais rápido até gozar uma porrada dentro dela. Depois disso, me levantei e arrumei a calça fechando a braguilha. Ela também, enquanto me olhava pro pau que acabara de comer ela. Vi que da buceta dela escorria meu leite, que pingou no chão. Minha mãe pisou em cima com os sapatos e esfregou no chão enquanto limpava a buceta com a calcinha, tirando ela.
Depois se arrumou, abaixou a saia sem calcinha e eu fiquei excitado de novo vendo como a saia grudava na pele nua dela, sabendo que ela estava sem calcinha. Ajudei ela a pegar as coisas de maquiagem que tinham caído no chão e abracei ela, encostando meu pacote na bunda dela e beijando ela com paixão. Ela disse pra voltarmos pra festa, ficarmos mais um tempo lá e depois ir embora. Fizemos isso.
Quando fomos pra casa, todo mundo já tava dormindo. Então entramos bem quietinhos na sala, que era mais afastada, e nos trancamos por dentro. Ela sentou no sofá abrindo as pernas sem vergonha e disse: "vem". Eu, excitado de novo, tirei a calça, peguei meu celular do bolso e tirei toda a roupa, ficando completamente pelado. Me aproximei da minha mãe, tirei o casaco dela, a blusa e o sutiã.
Levantei a saia dela e comecei a foder ela gostosão na beirada do sofá. Ela levantou as pernas e eu podia ver os sapatos de salto dela nos lados dos meus ombros. Gozei de novo. Em uma dessas, peguei meu celular e me filmei fazendo amor com ela umas três vezes. Ela não disse nada. Naquela noite, a gente transou umas oito vezes sem parar. E ela também confessou que, naquela vez que ela tinha dormido do meu lado e eu tava com o pau pra fora, ela tinha chupado ele porque me desejava. Muito.
Amanhecemos abraçados no tapete da sala, depois daquele dia não trocamos uma palavra um com o outro, até hoje nunca mais rolou. Ela agora tem um namorado da idade dela, com quem sai e transa, enquanto eu fui morar em outras cidades. Agora estou em Tacna, e sempre que lembro daquela vez, fico excitado e me masturbo pra caralho vendo as gravações daquele dia no meu celular.
Nós somos do Peru, moramos no departamento de Puno. Vou começar descrevendo minha mãe: ela se chama Diana, hoje tem 46 anos, tem uma bunda bem formada e grande, os peitos são meio caídos, não muito grandes, mas também não pequenos. Ela tem um corpo médio, nem alta nem baixa, morena e gostosa. Também preciso dizer que ela tem uma barriguinha caída e estrias, porque depois ela me contou que se coçou quando estava grávida de mim e ficaram tipo umas cicatrizes, mas isso não tirava nada da beleza dela. Eu me chamo José Luís, hoje tenho 26 anos, sou magro, moreno, tenho 1,70 de altura, e meu pau tem 15 centímetros e é grosso. Acho que é normal e não quero ficar de frescura dizendo que é grande nem nada. Na família, somos 5 irmãos: 3 homens e 2 mulheres, e eu sou o mais velho de todos.
A verdade é que eu nunca tinha reparado na minha mãe, mas aconteceu que, quando eu tinha uns 18 anos, teve uma festa de casamento. Minha mãe adorava ir nesse tipo de festa porque bebia, dançava, etc. Então ela foi com meu pai para essa festa num domingo, e eles chegaram de madrugada na segunda-feira. Meu pai foi trabalhar normalmente, e nós fomos para a escola. O negócio é que eu cheguei em casa antes do horário normal — a gente costumava chegar às 2:00 da tarde, mas eu cheguei em casa às 11:30 da manhã. Quando entrei, parecia que não tinha ninguém, então fui ver o quarto dos meus pais e tive uma grande surpresa: minha mãe estava completamente dormindo em cima da cama, usando uma saia curta e... Eu estava numa posição de costas pra porta, então não conseguia me ver, mas eu via ela.
Como eu disse, ela tava com uma saia curta e completamente dormindo, com certeza por causa da noite de bebedeira ela tava com sono. O negócio é que nessa posição ela tava com a bunda empinada e dava pra ver um pouco da calcinha dela, que era amarela. Chamei ela várias vezes e ela não respondeu, então, com medo, me aproximei e ela continuava dormindo. Aí fiquei muito excitado vendo ela naquela posição, observei bem de perto e ela dormia profundamente. Eu, totalmente excitado, tirei o pau pra fora, abaixando o zíper da calça, e comecei a me acariciar, mas queria ver mais. Então, completamente excitado, levantei mais a saia dela e que delícia, dava pra ver a bunda grande e redonda dela. Tinha bastante pelo, porque muitos saíam pelas laterais da calcinha.
Ela continuava dormindo. Aí eu quis ir mais longe e, tremendo de medo, olhei pra rua pelas janelas do quarto dela pra ver se alguém vinha. Me aproximei de novo da minha mãe e puxei a calcinha dela pro lado, e pude apreciar a buceta deliciosa dela. Tava tão gostosa, e a bunda dela também. Não aguentei mais e, com muito prazer, sentei atrás dela e comecei a me masturbar vendo a bunda e a buceta dela expostas. Continuei sem parar até gozar pra caralho. Depois, limpei o sêmen e coloquei um pouco na buceta dela, abaixei a saia, ela continuava dormindo e eu, já calmo, fui embora.
Naquele dia, tudo ficou por isso, mas eu sempre ficava de olho na bunda da minha mãe e via ela como uma mulher, imaginando foder ela e possuir aquela buceta tão gostosa que vi naquele dia. Depois disso, percebi que minha mãe ficava excitada quando bebia. Percebi isso num dia em que meu pai e minha mãe foram pra outra festa e não tinham bebido muito porque meu pai precisava viajar a trabalho. Aí, acho que minha mãe ficou com vontade de continuar bebendo, porque aconteceu algo inesperado quando meu pai foi embora. Minha mãe tava conversando com o inquilino que... tínhamos por aquela época.
Ele também estava meio bêbado e parecia ter uma garrafa de rum nas mãos, que mostrou pra minha mãe, e eles conversaram flertando. Fiquei com ciúmes e de olho. Minha mãe esperou até todo mundo dormir, mas eu não dormi. Só me joguei na cama e fingi que tava dormindo. Minha mãe deu uma olhada em cada um de nós e depois foi pro quarto do inquilino, que ficava no primeiro andar. Eu, por minha vez, desci devagar e fiquei ouvindo atrás da porta. Dava pra ouvir música suave, risadinhas e uns gemidos. Então, furioso e cheio de ciúmes, chutei a porta. Eles, acho que de susto, apagaram a luz, ficaram quietos e não responderam nada. Aí eu só fui embora e vi minha mãe subir com cara de arrependimento e dormir.
Ela nunca me falou nada sobre o que rolou naquela noite, e eu também não tive coragem de cobrar ou falar algo pra ela, nem contar pro meu pai, sei lá por quê.
Depois disso, passou um ano. Eu já tinha 19 anos e tinha tirado notas boas nos meus exames na faculdade de pedagogia. Aí teve uma festa pra onde meus pais me levaram e, pela primeira vez, me deixaram beber com eles. Tudo foi normal até meu pai ficar muito bêbado. Eu bebi tanto que perdi a consciência, mas quando acordei, tava com dor de cabeça e do meu lado estava minha mãe. Ela tava vestida, e eu tava com o pau pra fora da calça porque também tinha dormido de terno. Como minha cabeça tava rodando, minha mãe foi embora sem dizer nada, e eu nunca consegui entender o que tinha acontecido, nem tive coragem de perguntar.
No ano seguinte, nos primeiros dias de janeiro, meu pai viajou a trabalho e sofreu um acidente. O ônibus onde ele tava capotou, e ele morreu por traumatismo craniano. A morte dele causou muita dor na minha família, principalmente na minha mãe, que ficou muito triste. Logo começaram a aparecer visitas masculinas dando em cima dela, e até tentavam nos conquistar com elogios e coisas materiais. nós, os filhos dela, mas ela seguiu sozinha e não fomos a nenhuma festa por uns 6 meses.
Depois disso, começamos a ir em festas onde éramos convidados, e ela sempre me levava, o filho mais velho, como acompanhante. Minha mãe, embora sempre lembrasse do meu pai, flertava com os caras que ela gostava. Eu, por minha vez, sempre dizia como ela era linda e que, se quisesse refazer a vida, que fizesse, ao que ela não dizia nada. Mas quando eu queria estar com ela na cama e sonhava em comê-la, sempre planejava algo pra tentar fazer acontecer, mas nunca rolava.
Até que aconteceu sem planejar. Lá pra meados de novembro, meu tio ia se casar, e minha mãe disse que a gente tinha que ir bem apresentável, e eu como representante da família, por ser o filho mais velho. E assim chegou o dia, 16 de novembro, que nunca vou esquecer.
A gente se arrumou pra ir na festa. Eu vesti um terno preto, e ela estava com um conjunto creme. O que mais chamava a atenção era o quanto a saia era justa, chegando só até as coxas. Dava pra ver claramente a calcinha pequena que ela usava marcando por baixo da saia, e umas coxas lindas à mostra. Ela usava meia de nylon branca de renda com liga, e sapatos de salto também brancos. Eu já queria estar em cima dela.
No geral, naquele dia ela estava tão linda e gostosa que, quando a vi, fiquei emocionado e muito excitado, sem parar de olhar pra ela, repetindo que ela estava maravilhosa. O casamento do meu tio rolou normal. Só que eu, pensando tanto na minha mãe, não conseguia tirá-la da cabeça. Ficava olhando pras outras convidadas, reparando na bunda delas, mas minha mãe me parecia a mais gostosa de todas. A gente começou a dançar e a beber licor e cerveja. Já estava ficando tarde, alguns casais começaram a ir embora, e outros começaram a se beijar e dançar mais colados, sem vergonha por causa do álcool. E minha mãe flertava de um jeito safado, sem parar de provocar os caras ao redor. Eu Eu estava sentado num canto sozinho.
Foi quando minha mãe me olhou fixamente nos olhos e, deixando de lado os pretendentes dela, se aproximou e me perguntou com um sorriso provocante: "Vamos dançar, senhor?" Eu respondi: "Claro, mamãe. Já que você tinha tantos homens te tirando pra dançar, fiquei só observando e talvez aprendendo alguns passos", falei nervoso. Ela já estava meio bêbada e não parava de me olhar nos olhos, e notei que um desses olhares desceu até minha braguilha. Eu, também meio bebido, abracei minha mãe pela cintura e começamos a dançar. Nossos parentes e as outras pessoas não pareciam se importar, já que cada um tava na sua, bebendo e conversando.
Enquanto dançávamos, notei que ela tinha se colado em mim, e isso me deixou muito excitado. Eu também me encostei ainda mais nela. Não dizia nada, mas tenho certeza que ela sentia meu pau duro roçando na barriga dela, tudo disfarçadamente. Ela só apoiou a cabeça no meu ombro e deu um suspiro. Continuamos assim até que ela sussurrou pra si mesma: "Não, isso não. Não posso desejar isso", e eu ouvi claramente, mesmo com a bagunça toda.
Ela parou de me abraçar e disse: "A gente dança depois, preciso ir ao banheiro." Fiquei pensativo e ainda excitado, sem saber o que fazer. Quando vi minha mãe indo pro banheiro, não consegui evitar de olhar pra bunda enorme que ela tinha e reparar de novo que a calcinha dela aparecia por baixo da saia. Então criei coragem, tomei mais uma taça de vinho e fui atrás dela no banheiro. Entrei e lá estava ela, molhando o rosto e se olhando no espelho. Ela não percebeu quando entrei, e fiquei um tempo só observando.
Ela respirava rápido e tava corada. Secou o rosto e, quando foi pegar o batom, deixou cair as coisas de maquiagem no chão. Se abaixou pra pegar, e eu pude ver aquela bunda enorme dela naquela posição. Vi claramente a calcinha branca, bem pequena, e dava pra ver uma parte da buceta dela. Fiquei tão excitado que não aguentei. Mais, eu tranquei a porta e me aproximei bem devagar por trás, levantei a saia dela sem mais nem menos, totalmente excitado, e comecei a chupar a buceta dela através da calcinha, agarrando firme nas coxas dela. Ela reagiu surpresa e quase gritando disse: "O que você está fazendo aqui? Me solta!"
Mas ela já estava quente, então eu disse que não conseguia ficar tranquilo porque a desejava muito. Ela não disse nada, então continuei lambendo a buceta dela, puxando a calcinha de lado. Ao ver aquele mato tão peludo, fiquei ainda mais excitado e comecei a me mover colado na bunda dela, fazendo círculos. Minha mãe só reagia com gemidos e não dizia nada. Começou a gemer e pedia para eu parar, dizendo que alguém podia entrar. Eu disse para ela não se preocupar, enquanto tirava meu pau da calça, abaixando só a braguilha, e coloquei na mão dela.
Ela não fez nada, mas logo começou a acariciar deliciosamente. Então coloquei ela de quatro, tirei os peitos dela que balançavam, enquanto levantava mais a saia e afastava mais a calcinha. A buceta dela estava molhada e muito quente.
Ao penetrar, senti um imenso prazer, e meu pau totalmente ereto foi se afundando dentro da buceta dela como se fosse uma faca quente cortando manteiga. Comecei a me mover devagar, lentamente, aproveitando ao máximo a buceta dela, que parecia um vulcão em chamas, enquanto com as mãos agarrava os peitos dela e, de vez em quando, as duas nádegas, que pareciam ancas. Eu montando nela tão gostoso, a visão que eu tinha era daquele rabão bem empinado e da cintura fina, enquanto a barriga e os peitos dela balançavam.
Minha mãe gemia como uma louca e só dizia: "Gostoso, me come assim, filho, gostoso, sempre te desejei." Isso me excitou ainda mais, e comecei a me mover mais rápido, e de vez em quando parava para enfiar mais fundo, e ela gemia mais. Bateram na porta do banheiro, e isso nos excitou ainda mais. Minha mãe só conseguiu balbuciar entre gemidos: "Tááá ocuuupadooo..." Ouvimos... Passos se afastando e continuamos fodendo com muita luxúria.
Ela gozou muito e eu via como ela suava. Sua buceta e meu pau estavam bem molhados. Ela me pediu para gozar, que queria sentir meu leite dentro dela. Isso me deixou a mil e comecei a foder ela mais rápido até gozar uma porrada dentro dela. Depois disso, me levantei e arrumei a calça fechando a braguilha. Ela também, enquanto me olhava pro pau que acabara de comer ela. Vi que da buceta dela escorria meu leite, que pingou no chão. Minha mãe pisou em cima com os sapatos e esfregou no chão enquanto limpava a buceta com a calcinha, tirando ela.
Depois se arrumou, abaixou a saia sem calcinha e eu fiquei excitado de novo vendo como a saia grudava na pele nua dela, sabendo que ela estava sem calcinha. Ajudei ela a pegar as coisas de maquiagem que tinham caído no chão e abracei ela, encostando meu pacote na bunda dela e beijando ela com paixão. Ela disse pra voltarmos pra festa, ficarmos mais um tempo lá e depois ir embora. Fizemos isso.
Quando fomos pra casa, todo mundo já tava dormindo. Então entramos bem quietinhos na sala, que era mais afastada, e nos trancamos por dentro. Ela sentou no sofá abrindo as pernas sem vergonha e disse: "vem". Eu, excitado de novo, tirei a calça, peguei meu celular do bolso e tirei toda a roupa, ficando completamente pelado. Me aproximei da minha mãe, tirei o casaco dela, a blusa e o sutiã.
Levantei a saia dela e comecei a foder ela gostosão na beirada do sofá. Ela levantou as pernas e eu podia ver os sapatos de salto dela nos lados dos meus ombros. Gozei de novo. Em uma dessas, peguei meu celular e me filmei fazendo amor com ela umas três vezes. Ela não disse nada. Naquela noite, a gente transou umas oito vezes sem parar. E ela também confessou que, naquela vez que ela tinha dormido do meu lado e eu tava com o pau pra fora, ela tinha chupado ele porque me desejava. Muito.
Amanhecemos abraçados no tapete da sala, depois daquele dia não trocamos uma palavra um com o outro, até hoje nunca mais rolou. Ela agora tem um namorado da idade dela, com quem sai e transa, enquanto eu fui morar em outras cidades. Agora estou em Tacna, e sempre que lembro daquela vez, fico excitado e me masturbo pra caralho vendo as gravações daquele dia no meu celular.
8 comentários - Me follé a mi madre en el baño
me gusto!
deverias seguir posteando.
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