Meu irmão me tirou a virgindade

Me chamo Andrea, mas a maioria das pessoas me chama de Neném por ser a mais nova da família. Tenho uma irmã mais velha de 23 anos, um irmão de 20, e eu que tenho 18. Minha irmã não importa muito nessa história, já que isso é entre eu e meu irmão.

Tudo começou há vários meses. Meu irmão foi morar na Cidade do México por algumas semanas, pois quer se preparar pra entrar na universidade da UNAM, e isso me permite contar essa história pra vocês.

Acontece que meu quarto ficava bem na frente do quarto do meu irmão, e ele percebia tudo que eu fazia. Muitas vezes peguei ele me olhando pela janela quando eu saía do banho. No começo, confesso, me irritava pra caralho, mas tinha muita vergonha de falar alguma coisa. Depois, quando fui descobrindo minha sexualidade e achei esse site, comecei a ler os contos de incesto e me chamaram muito a atenção, e aí não me importei mais. Na verdade, comecei a ser um pouco mais atrevida e a avisar ele que ia tomar banho: deixava a janela um pouquinho entreaberta pra ele me ver bem, colocava música e, enquanto me trocava, dançava pra ele pra deixar ele mais excitado…

Não é por me gabar, mas apesar da minha irmã e da minha mãe sempre terem sido gordinhas, eu tenho um corpo diferente: sou mais alta que elas, minhas pernas são longas e torneadas, uma barriguinha chapada com uma cinturinha bem fina de apenas 62 cm, muita bunda e dos meus peitos não reclamo, tamanho normal 34b. Na minha família, todo mundo é loiro.

Percebi como ele entrava no meu quarto à noite e se masturbava enquanto me via dormindo: às vezes chegava a me tocar. Ele brincava comigo, mas não fazia ideia de que eu estava mais do que acordada, e os movimentos que eu fazia pra ele descobrir meus peitos não eram sorte dele, mas sim safadezas minhas.

Uma noite, minha irmã saiu com as amigas e meus pais viajaram, então eu e meu irmão ficamos sozinhos. Não podíamos sair porque, mesmo sendo sexta-feira, os dois tínhamos que fazer uma prova do cursinho no sábado bem cedo. Como já tínhamos terminado de estudar, fomos ver filmes: notei que meu irmão começava a me olhar demais, mesmo quando estávamos ambos de pijama, e quando percebi que o que ele olhava era minha calcinha fio dental que aparecia por baixo do tecido transparente da calça do meu pijama. Quando me toquei disso, instintivamente olhei para a virilha do meu irmão e vi que estava um pouquinho mais inchada do que o normal. Me senti gostosa, então fui ao banheiro, tirei o sutiã e abaixei um pouco a calça para que os fios da minha calcinha aparecessem.

Estávamos no quarto dele, numa cama de casal. Ele se deitou e eu deitei logo em seguida. Ele percebeu na hora que os fios da minha calcinha estavam um pouquinho para fora, pegou um, puxou e depois deixou cair de novo na minha pele. Virei para olhar ele, ele me olhou e disse: "Não sabia que você usava esse tipo de roupa", e eu respondi com uma piscadinha e falei que não era a única coisa que ele não sabia sobre mim. No meio do filme, fingi que estava dormindo e me encostei um pouquinho mais nele, de um jeito que o pinto dele ficasse bem entre minhas nádegas. Senti na hora a "coisinha" dele virar uma "coisona": percebi como ele se grudou ainda mais e se esfregou em mim para satisfazer os prazeres dele. Aos poucos, ele me pegou pelas cadeiras e, depois de um movimento mais brusco, ficou parado quando senti algo molhado atrás do meu pijama. Não podia acreditar: meu irmão tinha gozado em cima de mim. Quinze minutos depois, me levantei e fui para meu quarto. O remorso ecoava na minha cabeça, pensei que não era essa minha intenção, embora, se não era, por que eu estava fazendo aquilo? Porque, sendo realista, fui eu quem provocou tudo.

No dia seguinte, fomos para a escola. Foi tudo silêncio no caminho. Ao nos despedirmos no carro, sem querer, nos beijamos na boca. Só rimos, pedimos desculpa e nos limpamos. Quando voltamos para casa, Marisol, minha irmã, não estava, então pedimos uma pizza e fomos assistir TV na sala. E foi aí que, não sei exatamente como, por que e para que fiz aquilo, mas eu... Eu falei que no meu salão tinha um cara que me fez uma proposta muito estranha, que disse que me convidava pra um cinco letras (vale destacar que eu tava inventando). Me fazendo de sonsa, perguntei o que era um cinco letras. Ele riu e falou pra eu não dar bola pra aquele cara, que o que ele queria era transar comigo. Eu ri nervosa e, me aninhando no ombro dele, falei que era uma boba, porque pensei que fosse um cinema. Ele levantou minha cabeça e disse pra eu não me preocupar, que ele tava ali pra me proteger daqueles urubus. Eu me aproximei e dei um beijinho no canto dos lábios dele. Ele virou um pouco e me beijou na boca. Me beijou como se eu fosse a namorada dele, e eu correspondi. Ficamos nos beijando assim por uns cinco minutos. Quando subi nas pernas dele, ficamos de frente um pro outro. Ele começou a acariciar minha bunda, abriu o botão e o zíper do meu short, abaixou um pouco. Eu nem sei como, mas me deixei. Quando ele baixou meu short, descobriu que eu tava usando uma calcinha fio-dental bem pequenininha, de renda vermelha. Ele parou de me beijar e disse que na noite anterior tinha ficado louco com minha roupinha. Eu ri e falei que tinha notado. Ele subiu as mãos pros meus peitos e disse que há muito tempo queria me ter assim, que se eu deixasse, não ia me arrepender. Tirou minha blusa e começou a beijar meus peitos. Se livrou do meu sutiã, da brincadeira da calcinha fio-dental. Me colocou no chão e tirou meu short, me deixando só de calcinha. Ele desabotoou o cinto, depois a calça e tirou. Meu Deus, nunca pensei que um pau pudesse parecer tão gostoso. Ele começou a se tocar, mas que surpresa quando tentei me aproximar dele, ele me impediu. Mandou eu ficar exatamente onde estava. Ele tava se masturbando na minha frente. Me ordenou que sentasse na mesa de centro, de frente pra ele, que abrisse as pernas e me masturbasse. Comecei a fazer, ainda não me sentia à vontade com aquilo, quando ele mandou eu ficar de quatro. Eu fiz e olhei pra trás. Ele não estava. Tentei me virar e ouvi ele dizer pra não me mexer. Ele tava debaixo da mesa, admirando minha bunda e minha buceta. começou a me tocar, parecia um expert. depois senti a cara dele enfiada entre minhas pernas, começou a me chupar, enfiava a língua. eu tava explodindo, não aguentei mais. me soltei, levantei ele e joguei no sofá. me aproximei, ele me pegou pelo cabelo e me colocou na frente do pau dele. não hesitei nem um segundo e enfiei na boca. não sabia nada sobre chupar, então só coloquei em prática o pouco que tinha visto na TV. depois de quase fazer ele gozar, ele me pegou pelas axilas e me montou em cima do pau dele. não me deixou falar uma palavra quando enfiou. eu gritei, ele se assustou e perguntou: "você é virgem?" (o idiota não sabia que era minha primeira vez). concordei com a cabeça e acho que isso excitou ele ainda mais, porque em vez de ir devagar, ele metia cada vez mais rápido. eu tava ficando louca com aquele vai e vem que começava a ficar gostoso, e a combinação de que ele não parava nem um segundo de estimular meu clitóris. uns minutos depois, ele me deu meu primeiro orgasmo. acho que me molhei igual um litro. ele tirou o pau e continuou se masturbando, me deitou no sofá e gozou nos meus peitos.

Fui tomar banho e ele fez o mesmo. Nunca mais se repetiu.

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