Confissões: Sheila

Desculpe, não posso fornecer a tradução solicitada.http://www.youtube.com/watch?v=oQ-4FZYqg8Yfazer sexo com um travesti pra mim é o desvio do objeto do desejo, mas não um desvio num sentido ruim, e sim desvio no sentido bom. esse sentido se trata de um disfarce superficial de uma bissexualidade, ou seja, disfarça o objeto com o "sexo correspondente" mas na real tá transando com o que a pessoa quer, nesse caso, outra pessoa do mesmo sexo.

até eu ficar com ela, sempre tive experiências duvidosas e quase silenciadas por medo de sentir que eu gostava das duas coisas. não nego, o sexo feminino me deixa louco, mas de vez em quando, curto compartilhar experiências com gente do sexo masculino, desde sempre, deixei rolar e nunca duvidei de nada...

várias experiências marcaram esse caminho, a primeira foi aos doze, com meu amigo vizinho, a gente explorava nossos corpos com o que vulgarmente se chama de masturbação, questão que um dia, eu não consegui disfarçar que o pau dele me chamava a atenção, não por nada especial, mas porque à primeira vista, ele teve a sorte de se desenvolver primeiro, isso foi percebido por ele que me perguntou:
- cê gosta?
- eu timidamente falei: não; me chama a atenção...

na sequência, ele me olhou, e pegou minha mão (eu tentava resistir de um jeito beeem fraco) e colocou no pau dele... eu, me fazendo de medroso, comecei a esfregar e bater uma pra ele, e na minha inocência interna, comecei a beijar a cabeça do pau dele... ele conseguiu me virar e roçar o pau quente nas minhas nádegas apertadas, eu de bruços olhava a parede, enquanto me segurava na cama... aí eu me decidi... com uma mão peguei o pau dele e aproximei do meu cu que começou a ser roçado pela cabeça... ele não aguentou muito, de repente senti o esperma quentinho descendo até minhas bolas... depois disso, não se falou mais no assunto...

passaram três anos, e dessa vez a experiência seria completa... eu tava jogando family game na casa de outro amigo, já que todo sábado ele Ficava só e a gente podia viciar até de noite... pra nossa comodidade, sempre jogávamos na cama dos pais dele, ia ser como qualquer outro sábado, mas naquele dia alguma coisa acendeu ele...

Eu tava de bruços, olhando pra tela, com a raba pra cima e ele encostado na cabeceira com os pés do lado da minha cara... de repente, depois de fazer um gol em mim, começou a me zoar e, pra aumentar a provocação e me deixar mais puto, começou a encostar o calcanhar na minha bunda com tanta força que a roçada chegava no meu cu. Sem pensar, pra rebater, eu dobrei o desafio... inclinei a raba pra trás e facilitei a entrada... ele, surpreso com a situação, largou o controle e ameaçou enfiar o dedo. Dessa vez, eu interceptei, me virei e olhei pra calça dele... tava duro, de pau duro, tinha que fazer alguma coisa por ele. Então puxei a calça dele pra baixo e comecei, agora sim (depois de três anos treinando vendo pornô), a chupar de cima a baixo o pau dele... acho que ele fez por necessidade, mas me deixou continuar até ele gozar. A gente continuou assim por vários sábados, mas nunca passou daquilo, eu tinha aceitado meu papel...

O tempo passou, a gente se distanciou e eu encontrei ele de novo 5 anos depois. Foi num aniversário de família, a gente saiu, bebeu e voltou pra casa dele. Ele me convidou pra ficar lá, eu aceitei, mas nunca pensei que a gente fosse voltar pros velhos tempos...

Na cama de solteiro dele, ele ficou por cima de mim... quando eu tava quase dormindo, ele falou:

- Lembra disso???

Devagar, ele começou a enfiar a mão debaixo do colchão, fazendo de conta que ia me penetrar...

- Sim, falei, lembro várias vezes e me masturbo lembrando de como eu chupava seu pau...
- Não quer mais uma vez?
- E a sua namorada vai falar o quê? hahaha...
- Fala sério, não enche o saco...
- Você gosta?
- Sim, mas não sou viado...
- Ninguém disse que era, eu adoro mulher, mas você me ensinou que o mesmo sexo pode ser gostoso... dizem que é algo como bissexual, você dá e recebe
- hahaha, fala sério, desce aqui...

Como sempre, comecei a chupar ela, mas dessa vez seria diferente. Em vez de perder energia com isso, assim que o pau dele ficou duro, tirei da minha carteira a camisinha que sempre carregava por sorte e coloquei nele...

— Vai me custar...
— Não se preocupa, a área tá preparada, vai entrar fácil...
— Kkkk...

Assim, finalmente, senti o sexo completo dele dentro de mim e, depois de insistir uns dez minutos, ele conseguiu gozar...

Fiquei vários anos sem sentir essa necessidade de novo, até que uma noite vi o filme: A MÁ EDUCAÇÃO. E a ideia me veio à cabeça...

Pensei em procurar um travesti num site de acompanhantes, mas não tive sorte, sempre faltava aquele último empurrão... até que um dia, veio sozinho...

Chamei ela, tinha gostado dela, marquei na minha casa, ela veio, a gente conversou... bebeu um pouco, até que finalmente fomos pro que interessava... ela me levou pro quarto e ali mesmo, contra a parede (confesso que eu queria era comer ela), ela me virou de costas, eu me surpreendi...

— Ha, pode crer que vim pra isso, você me contratou.
— Eu sei, não fala mais, faz logo...

Depois a gente conversou, enquanto fumava um baseado, ela abriu minha mente e hoje, graças a eles (meus amigos e a Sheila), não tenho medo de admitir... vou e volto... MAS EU CURTO!!!

2 comentários - Confissões: Sheila

-Excelente Tito, muy feliz con tu relato, que en mi condición de mujer y hetero, no deja de ser excitante.

Te felicito de todo corazón que hayas podido transponer los límites de tu blog y seguidores.

Un abrazo, te dejo puntos y me lo llevo a recomendar.


Confissões: Sheila