Bom, nossa amiga Mesalina leu a primeira parte e concordou em continuar. Lembram que depois da festinha de estreia na oficina ela prometeu voltar e contar pra gente? Então, vamos lá.
Eu tinha falado que voltei na oficina, mas não foi na hora, fiquei com vergonha. Por outro lado, queria passar nas provas pra adiantar mais um ano na escola, tava entediada pra caralho. Mas na semana seguinte voltei.
— Oi... — meio insegura.
— Voltou, pensei que tinha se arrependido e que não ia te ver mais — o mecânico falou. Tava enfiado debaixo do capô de um carro e mal me olhou, acho que ele também tava meio estranho de me ver.
— Tava estudando, quero terminar o ensino médio pra entrar na faculdade.
— Bom, isso é bom, melhor ficar em casa estudando do que vagando por aí.
— Minha casa é uma bagunça, queria te pedir se posso vir de tarde aqui, enquanto você não usar o computador, me ajuda pra caralho, não vou te atrapalhar em nada e se você não tiver serviço e quiser fazer alguma coisa comigo, tudo bem. — Fiquei vermelha até os ossos.
— Se na sua casa não falam nada, por mim tá de boa. Só que o computador às vezes eu preciso.
— Claro, é seu e você usa pra trabalhar.
Foi assim, comecei a ir todas as tardes depois da aula, realmente conseguia estudar muito mais do que em casa e ele sempre arrumava um tempinho pra "fazer alguma coisa", ou seja, foder.
Tava tudo ótimo, até que às vezes aparecia algum cliente de surpresa ou algum amigo que passava. Nessas horas era muito bom, mas quando era só ele, a coisa ficava chata, quase desagradável.
Em casa, no meu quarto, nas minhas fantasias, sempre tava com um estranho, às vezes mais de um, e assim minha excitação e meus orgasmos eram fantásticos. Então pensei: eu não sou uma gatinha comum, nada de love, eu quero sexo com amantes eventuais, com aquela sensação de "o que ele vai fazer comigo?", será perigoso, ele não é louco e... se forem mais de um... não vão me machucar?
Todas essas perguntas davam mil voltas na minha cabeça de Adolescente novata, mas não ia ficar na curiosidade... então saí pra caçar desconhecidos.
E como tudo na vida, a sorte sempre dá um jeito... Voltava da escola de bike quando, numa imobiliária, vejo um cartaz: "PRECISA-SE DE OFF-BOY, com moto ou bicicleta".
Fui pro banheiro do posto da esquina, tirei o avental, a camiseta e, mesmo sem sutiã, vesti uma camisa que tinha na mochila. Me olhei no espelho, arrumei o cabelo, passei uma maquiagem e fui. Bati na imobiliária, que já tinha fechado, mas dava pra ver dois funcionários lá dentro. Um se aproxima e aponta pro cartaz de fechado. Faço sinais firmes que não, que tava interessada no cartaz de trabalho.
Ele abre a porta e, sem dar tempo dele falar, entro no local, arranco o cartaz da vitrine e digo:
— Quero esse trabalho!
Ele me olha surpreso, olha pro colega e fala:
— A gente tava pensando num rapaz, né? — diz, olhando pro outro funcionário.
— É, não discutimos, mas acho que sim.
— Eu acho que nesse tipo de negócio vocês se dariam melhor com uma moça, de boa aparência, estudante avançada de comércio, que entende de papelada e de banco. A bike eu tenho, a boa aparência salta aos olhos, e disposição pra trabalhar também. Nem eu acreditava na desenvoltura com que tava falando. Além disso, não precisa carregar peso demais que exija um homem; são certificados, minutas e essas coisas. E, pelo que vejo, vocês ficam aqui no almoço e eu poderia ajudar com um lanche.
Uma porta que dava pra algum escritório ou algo no fundo se abre, e sai uma mulher de uns quarenta anos, muito bem conservada. Ao passar por mim, põe a mão no meu ombro e diz:
— Se com esse discurso todo você não convencer eles a pelo menos te darem um teste, passa aqui amanhã que eu demito os dois e te contrato. Gente, até amanhã, não sei se venho cedo ou à tarde. Vira as costas e vai embora.
A cara dos dois... Dois caras, com seus blazinhos e gravatinhas, pareciam saídos de um desenho animado.
— Bom, onde manda capitão não manda marinheiro. Vamos pro teste. Passa pro escritório.
Naquele momento, vi entre eles o olhar de cumplicidade e luxúria que eu esperava desde o começo.
Passamos pro escritório interno, que nos afastava do olhar de algum curioso através da vitrine.
Mesa não muito grande, mesinha com PC, mesinha com cafeteira, sofá de dois lugares, duas poltronas, mesinha de centro, algumas cadeiras giratórias com rodinhas e, atrás da mesa, uma daquelas que reclinam pra chefia.
Um na cadeira do chefe, o outro em pé ao lado dele, eu numa cadeira na frente.
— Bom, falar ela fala, se estuda escreve e lê, não é feia, tem bicicleta, diz que entende de tramites — isso a gente vê na prática. Agora, como é que a gente tá em relação à atitude perante a autoridade? Eu te acho meio rebelde. Um cadete tem que ser submisso e obediente. Já lidamos o suficiente com os funcionários pra ter que ficar correndo atrás do cadete pra ele cumprir.
— A submissão e a obediência têm algo a ver com como vocês tão tentando fazer os botões da minha camisa pularem? Se for isso, vamos parar de rodeios e deixar as coisas claras: o que vocês esperam de mim e até onde eu posso ir.
— Esse é o ponto. Se a gente aceitar ter alguém como você entre nós, o ideal é que não tenha limites.
— Então não vale aquela história de "onde se come não se come"?
— A gente já tá se entendendo.
Devagar, comecei a desabotoar a camisa. Eles se aproximaram, cada um de um lado, e conforme os botões iam soltando, puxavam a camisa pra trás, deixando à mostra meus peitos com os bicos já bem durinhos de tesão.
— Vocês não perdem tempo.
— Nesse negócio, a gente tem que se adiantar aos fatos, senão perde a vez.
— Então é melhor eu começar a desabotoar as calças de vocês antes que peçam.
— Você aprende rápido.
E assim eu fiz. Soltei os cintos e baixei as calças de cada um com uma mão, quase uma expert, acariciei por cima das cuecas, e fiz eles sentarem na borda da escrivaninha, tirei os sapatos e as meias e comecei a acariciar e a baixar as cuecas deles, já estavam bem duros, uma chupada num, no outro, troquei de novo e suspiros e gemidos.
— Neném, que delícia, mete ela toda, assim, as bolas também, como eu quero te foder toda!
— Quer dizer, mostra o que mais você tem.
Me afasto um pouco, solto o jeans, viro de costas pra eles, tiro o jeans me abaixando exageradamente, viro de frente de novo — essa quem tira são vocês — metendo um dedo na calcinha fio dental.
Não demoraram nada, logo as mãos deles na minha buceta, já toda molhada, nos peitos e mais timidamente no cu.
— Suponho que além de tanta mão vou ganhar uns beijinhos.
Me sentam na escrivaninha que por milagre tinha esvaziado e me chupam toda.
— Porra, isso é muito pesado, melhor me levar pro sofá não...
Antes de terminar de sentar já tinha as pernas nos ombros de um e enfiada com uma na buceta e outra na boca.
Fomos trocando, montei num de frente, sentei no outro, me ajoelhei e me deitei contra o encosto, e assim começaram a brincar com meu cu, um dedinho, roçada com a glande, um pouco de saliva enquanto o outro mete na frente, um dedo dentro, dois, para que dói.
Na minha mochila tenho lubrificante, já aprendi umas coisas com o mecânico, passo pra eles e não tem mais o que dizer, vão pro meu cu.
No começo iam contando meus orgasmos e zoavam, perderam a conta, desconhecidos e mais de um claramente me aguentam, já não tenho muitas dúvidas.
Se dedicaram ao meu cu e eu continuei gozando e tentando que eles não gozassem, queria mais.
Ninguém ouviu a porta mas sim as palavras:
— Tinha certeza que ia encontrar isso. — A dona. — Não parem, vim porque queria ver vocês. Aliás, se eu ver que tão comendo ela direito, aumento o salário de vocês e você fazendo o seu, tem o emprego garantido. emprego.
- Beleza, gata, aumento é aumento, bora mexer essa bunda.
- Sim, enfia tudo que eu quero a vaga, e me dá essa rola que eu chupo ela toda.
Assim continuamos por um tempo, trocando de posição pra não gozarem, eu gozando e pulando igual louca de um pro outro, e nisso a gatinha fala:
- Por que vocês dois não comem ela pra ver se tiram um dez juntos?
Ela se aproxima, faz um deitar na mesinha de centro, me pega pela mão pra eu montar nele, e ela mesma acaricia minha bunda enquanto passa lubrificante, sinto a safadeza na mão dela e no olhar. Começamos a nos mexer e então ela chama o outro por trás, pergunta se já fiz isso antes.
- Com dois ao mesmo tempo não, nunca, tô com medo - respondo.
- Calma, eu cuido de você, vai ver como você goza mais do que nunca até agora.
Ela coloca a outra rola no meu cu, devagar, sem deixar eu fazer força, já fazia um tempo que tava dilatado e bem lubrificado, mas mesmo assim ela controla pra ser tudo suave. Quando tão bem dentro de mim, ela marca o ritmo: quando um entra, o outro sai, primeiro devagar, mais rápido, mais rápido, mais, sem violência mas com muita intensidade. Sinto que vou explodir e eles também, ela nos faz controlar: "Apressa você, você aguenta, agora, um, dois, três, gozem!!"
Não sei como ela fez, mas gozamos os três juntos, todo o leite dela, todos os meus fluidos, todos os gritos deles, todos meus gemidos e um grito final só, em coro, um final realmente de arrebentar.
- Amanhã os três às oito da manhã, por hoje fechem e mais uma coisa: hoje foi uma prova de admissão, nada disso nunca mais em horário de trabalho.
- Fui contratada? - perguntei, ainda com a respiração entrecortada.
- Sim, passou com louvor, ah, uma coisa: quantos anos você tem? Não queremos ir todos presos por corrupção.
- Fiz dezoito semana passada. E, além do mais, com o quanto eu me diverti, não me passaria pela cabeça fazer denúncia.
E foi assim que consegui meu primeiro emprego, fiquei quatro meses, mas isso... isso eu conto outro dia...
Eu tinha falado que voltei na oficina, mas não foi na hora, fiquei com vergonha. Por outro lado, queria passar nas provas pra adiantar mais um ano na escola, tava entediada pra caralho. Mas na semana seguinte voltei.
— Oi... — meio insegura.
— Voltou, pensei que tinha se arrependido e que não ia te ver mais — o mecânico falou. Tava enfiado debaixo do capô de um carro e mal me olhou, acho que ele também tava meio estranho de me ver.
— Tava estudando, quero terminar o ensino médio pra entrar na faculdade.
— Bom, isso é bom, melhor ficar em casa estudando do que vagando por aí.
— Minha casa é uma bagunça, queria te pedir se posso vir de tarde aqui, enquanto você não usar o computador, me ajuda pra caralho, não vou te atrapalhar em nada e se você não tiver serviço e quiser fazer alguma coisa comigo, tudo bem. — Fiquei vermelha até os ossos.
— Se na sua casa não falam nada, por mim tá de boa. Só que o computador às vezes eu preciso.
— Claro, é seu e você usa pra trabalhar.
Foi assim, comecei a ir todas as tardes depois da aula, realmente conseguia estudar muito mais do que em casa e ele sempre arrumava um tempinho pra "fazer alguma coisa", ou seja, foder.
Tava tudo ótimo, até que às vezes aparecia algum cliente de surpresa ou algum amigo que passava. Nessas horas era muito bom, mas quando era só ele, a coisa ficava chata, quase desagradável.
Em casa, no meu quarto, nas minhas fantasias, sempre tava com um estranho, às vezes mais de um, e assim minha excitação e meus orgasmos eram fantásticos. Então pensei: eu não sou uma gatinha comum, nada de love, eu quero sexo com amantes eventuais, com aquela sensação de "o que ele vai fazer comigo?", será perigoso, ele não é louco e... se forem mais de um... não vão me machucar?
Todas essas perguntas davam mil voltas na minha cabeça de Adolescente novata, mas não ia ficar na curiosidade... então saí pra caçar desconhecidos.
E como tudo na vida, a sorte sempre dá um jeito... Voltava da escola de bike quando, numa imobiliária, vejo um cartaz: "PRECISA-SE DE OFF-BOY, com moto ou bicicleta".
Fui pro banheiro do posto da esquina, tirei o avental, a camiseta e, mesmo sem sutiã, vesti uma camisa que tinha na mochila. Me olhei no espelho, arrumei o cabelo, passei uma maquiagem e fui. Bati na imobiliária, que já tinha fechado, mas dava pra ver dois funcionários lá dentro. Um se aproxima e aponta pro cartaz de fechado. Faço sinais firmes que não, que tava interessada no cartaz de trabalho.
Ele abre a porta e, sem dar tempo dele falar, entro no local, arranco o cartaz da vitrine e digo:
— Quero esse trabalho!
Ele me olha surpreso, olha pro colega e fala:
— A gente tava pensando num rapaz, né? — diz, olhando pro outro funcionário.
— É, não discutimos, mas acho que sim.
— Eu acho que nesse tipo de negócio vocês se dariam melhor com uma moça, de boa aparência, estudante avançada de comércio, que entende de papelada e de banco. A bike eu tenho, a boa aparência salta aos olhos, e disposição pra trabalhar também. Nem eu acreditava na desenvoltura com que tava falando. Além disso, não precisa carregar peso demais que exija um homem; são certificados, minutas e essas coisas. E, pelo que vejo, vocês ficam aqui no almoço e eu poderia ajudar com um lanche.
Uma porta que dava pra algum escritório ou algo no fundo se abre, e sai uma mulher de uns quarenta anos, muito bem conservada. Ao passar por mim, põe a mão no meu ombro e diz:
— Se com esse discurso todo você não convencer eles a pelo menos te darem um teste, passa aqui amanhã que eu demito os dois e te contrato. Gente, até amanhã, não sei se venho cedo ou à tarde. Vira as costas e vai embora.
A cara dos dois... Dois caras, com seus blazinhos e gravatinhas, pareciam saídos de um desenho animado.
— Bom, onde manda capitão não manda marinheiro. Vamos pro teste. Passa pro escritório.
Naquele momento, vi entre eles o olhar de cumplicidade e luxúria que eu esperava desde o começo.
Passamos pro escritório interno, que nos afastava do olhar de algum curioso através da vitrine.
Mesa não muito grande, mesinha com PC, mesinha com cafeteira, sofá de dois lugares, duas poltronas, mesinha de centro, algumas cadeiras giratórias com rodinhas e, atrás da mesa, uma daquelas que reclinam pra chefia.
Um na cadeira do chefe, o outro em pé ao lado dele, eu numa cadeira na frente.
— Bom, falar ela fala, se estuda escreve e lê, não é feia, tem bicicleta, diz que entende de tramites — isso a gente vê na prática. Agora, como é que a gente tá em relação à atitude perante a autoridade? Eu te acho meio rebelde. Um cadete tem que ser submisso e obediente. Já lidamos o suficiente com os funcionários pra ter que ficar correndo atrás do cadete pra ele cumprir.
— A submissão e a obediência têm algo a ver com como vocês tão tentando fazer os botões da minha camisa pularem? Se for isso, vamos parar de rodeios e deixar as coisas claras: o que vocês esperam de mim e até onde eu posso ir.
— Esse é o ponto. Se a gente aceitar ter alguém como você entre nós, o ideal é que não tenha limites.
— Então não vale aquela história de "onde se come não se come"?
— A gente já tá se entendendo.
Devagar, comecei a desabotoar a camisa. Eles se aproximaram, cada um de um lado, e conforme os botões iam soltando, puxavam a camisa pra trás, deixando à mostra meus peitos com os bicos já bem durinhos de tesão.
— Vocês não perdem tempo.
— Nesse negócio, a gente tem que se adiantar aos fatos, senão perde a vez.
— Então é melhor eu começar a desabotoar as calças de vocês antes que peçam.
— Você aprende rápido.
E assim eu fiz. Soltei os cintos e baixei as calças de cada um com uma mão, quase uma expert, acariciei por cima das cuecas, e fiz eles sentarem na borda da escrivaninha, tirei os sapatos e as meias e comecei a acariciar e a baixar as cuecas deles, já estavam bem duros, uma chupada num, no outro, troquei de novo e suspiros e gemidos.
— Neném, que delícia, mete ela toda, assim, as bolas também, como eu quero te foder toda!
— Quer dizer, mostra o que mais você tem.
Me afasto um pouco, solto o jeans, viro de costas pra eles, tiro o jeans me abaixando exageradamente, viro de frente de novo — essa quem tira são vocês — metendo um dedo na calcinha fio dental.
Não demoraram nada, logo as mãos deles na minha buceta, já toda molhada, nos peitos e mais timidamente no cu.
— Suponho que além de tanta mão vou ganhar uns beijinhos.
Me sentam na escrivaninha que por milagre tinha esvaziado e me chupam toda.
— Porra, isso é muito pesado, melhor me levar pro sofá não...
Antes de terminar de sentar já tinha as pernas nos ombros de um e enfiada com uma na buceta e outra na boca.
Fomos trocando, montei num de frente, sentei no outro, me ajoelhei e me deitei contra o encosto, e assim começaram a brincar com meu cu, um dedinho, roçada com a glande, um pouco de saliva enquanto o outro mete na frente, um dedo dentro, dois, para que dói.
Na minha mochila tenho lubrificante, já aprendi umas coisas com o mecânico, passo pra eles e não tem mais o que dizer, vão pro meu cu.
No começo iam contando meus orgasmos e zoavam, perderam a conta, desconhecidos e mais de um claramente me aguentam, já não tenho muitas dúvidas.
Se dedicaram ao meu cu e eu continuei gozando e tentando que eles não gozassem, queria mais.
Ninguém ouviu a porta mas sim as palavras:
— Tinha certeza que ia encontrar isso. — A dona. — Não parem, vim porque queria ver vocês. Aliás, se eu ver que tão comendo ela direito, aumento o salário de vocês e você fazendo o seu, tem o emprego garantido. emprego.
- Beleza, gata, aumento é aumento, bora mexer essa bunda.
- Sim, enfia tudo que eu quero a vaga, e me dá essa rola que eu chupo ela toda.
Assim continuamos por um tempo, trocando de posição pra não gozarem, eu gozando e pulando igual louca de um pro outro, e nisso a gatinha fala:
- Por que vocês dois não comem ela pra ver se tiram um dez juntos?
Ela se aproxima, faz um deitar na mesinha de centro, me pega pela mão pra eu montar nele, e ela mesma acaricia minha bunda enquanto passa lubrificante, sinto a safadeza na mão dela e no olhar. Começamos a nos mexer e então ela chama o outro por trás, pergunta se já fiz isso antes.
- Com dois ao mesmo tempo não, nunca, tô com medo - respondo.
- Calma, eu cuido de você, vai ver como você goza mais do que nunca até agora.
Ela coloca a outra rola no meu cu, devagar, sem deixar eu fazer força, já fazia um tempo que tava dilatado e bem lubrificado, mas mesmo assim ela controla pra ser tudo suave. Quando tão bem dentro de mim, ela marca o ritmo: quando um entra, o outro sai, primeiro devagar, mais rápido, mais rápido, mais, sem violência mas com muita intensidade. Sinto que vou explodir e eles também, ela nos faz controlar: "Apressa você, você aguenta, agora, um, dois, três, gozem!!"
Não sei como ela fez, mas gozamos os três juntos, todo o leite dela, todos os meus fluidos, todos os gritos deles, todos meus gemidos e um grito final só, em coro, um final realmente de arrebentar.
- Amanhã os três às oito da manhã, por hoje fechem e mais uma coisa: hoje foi uma prova de admissão, nada disso nunca mais em horário de trabalho.
- Fui contratada? - perguntei, ainda com a respiração entrecortada.
- Sim, passou com louvor, ah, uma coisa: quantos anos você tem? Não queremos ir todos presos por corrupção.
- Fiz dezoito semana passada. E, além do mais, com o quanto eu me diverti, não me passaria pela cabeça fazer denúncia.
E foi assim que consegui meu primeiro emprego, fiquei quatro meses, mas isso... isso eu conto outro dia...
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