...vacaciones calientes (Incesto) .. (2da parte)

pra quem não leu a primeira parte ou quer relerhttp://www.poringa.net/posts/gay/2202893/__vacaciones-calientes-_Incesto_-_Relato_.htmlAí vai a segunda parte.

Na manhã seguinte, fui no supermercado perto do hotel comprar umas coisas, meu irmão ficou tomando café da manhã com meus pais.
Andando pelos corredores, ouço uma voz feminina me chamando:
- Oi, tudo bem?
Me viro e vejo uma morena que me parecia familiar.
- Ei, já esqueceu de mim? - perguntou a morena.
- A gente se conhece? - perguntei.
- Mais ou menos, a gente curtiu um show mútuo ontem à noite nas janelas, né?
- Ah, sim - falei nervoso - não tinha te visto com roupa, ha ha ha.
- Me chamo Cecilia, prazer - disse a morena.
- Sou Juan, prazer.
- Se quiser passar no hotel pra bater um papo ou tomar uns mates, anota o número do quarto. Na recepção, fala que somos primos, não vão falar nada - disse a morena - a gente fica mais uma semana em Bariloche.
- Ok - falei enquanto memorizava o número do quarto - a gente se vê.
Voltei pro hotel e contei as novidades pro meu irmão, a gente tinha que inventar alguma desculpa. Nossos pais iam sair pra uma excursão à tarde.
- Temos que armar uma história, Sebas - falei - você não tem ideia de como a morena é gostosa. Vamos tomar uns mates e ver qual é.
- Pronto, falamos pros velhos que no supermercado você encontrou as gurias que a gente conheceu outro dia no Cerro Catedral e que combinou de vê-las à tarde, e pronto - disse meu irmão.
Contamos pros nossos pais exatamente a história das minas do Cerro Catedral, total que eles iam desconfiar. Eles saíram pra excursão e a gente ficou com a tarde livre.
Depois do almoço, os velhos saíram pra passear, a gente ficou um tempinho de bobeira na recepção do hotel. Logo decidimos criar coragem e atravessar pro hotel da frente, quem sabe a gente tinha sorte e o casal tava no quarto.
Atravessamos a rua e entramos na recepção do hotel. Me aproximei do recepcionista:
- Oi, somos primos da Cecilia, do quarto 604. Eles tão no quarto? - perguntei.
- Boa tarde - disse o recepcionista - já vou avisar. confirmo se tão aí
Liguei pro quarto e na hora ela respondeu
— Sim, sim, ele tá aqui em cima, fala pra subirem
— Ok, valeu, falei com meu irmão
Subimos no elevador, uma mistura de tesão e timidez me tomava
Chegamos no quarto e batemos na porta, não demorou nada, logo a morena abriu
— Oi, tudo bem? Entrem, ela disse
Nos apresentamos, ela era a Cecilia, 38 anos, morena, alta, peitão enorme, bunda meio murchinha, o marido chamava Hector, 47 anos, shape bom, dava pra ver que malhava, se cuidava bem
Começamos a conversar, tomando uns mates, eram um casal sem filhos, bem liberais sexualmente, tinham uma boa situação financeira então viviam viajando e curtindo a vida
Enquanto a gente falava, eu olhava pra morena, verdade que ela era muito gostosa, tinha quase o dobro da minha idade, mas tava me deixando louco, meu pau já tava subindo dentro da calça jeans
A conversa logo virou pro que tinha rolado de noite nas janelas
— Foi muito quente o de ontem, disse Cecilia
— Sim, sim, falei eu, nem imaginamos que alguém tava olhando, não vimos luz nenhuma
— A gente olhava vocês com a luz apagada, disse Hector, depois ficamos muito excitados e resolvemos acender a luz do nosso quarto pra vocês nos verem
— Sim, sim, deu um pouco de vergonha, falei
— É? perguntou Hector, não gostaram de como eu comi minha mulher?
— Sim, sim, amamos, disse Sebas, mas mesmo assim deu uma vergonha, sei lá
— Ah, galera, não precisa ter vergonha, é sexo, a coisa mais linda da vida, tem que aproveitar, disse Cecilia
Nessa altura eu tava com o pau duro que nem ferro, tava muito excitado
— Vocês já me viram pelada ontem, querem ver melhor? perguntou Cecilia
Nem esperou a gente responder, a morena tirou a camiseta e a calça jeans, ficou só de calcinha e sutiã, realmente tinha uns peitos enormes
— Tão gostando da minha mulher? perguntou Hector, vamos ver, tirem a roupa vocês agora
Meu irmão não Ela se fez de difícil, mas logo ficou pelada. Eu, com um pouco de vergonha, demorei pra tirar a roupa, fiquei só de cueca.
— Não vai tirar tudo não? — perguntou o Héctor. — Parece que tu tem uma bela pica, e já tá dura.
Finalmente tirei a cueca, minha pica ficou toda dura à mostra. A morena me olhava. Logo o Héctor também começou a se despir.
Tirou a roupa e ficou só de cueca também. Os 47 anos dele estavam muito bem conservados, tinha um físico muito bom. Pelo que a gente tinha conversado antes, ele contou que praticava muito esporte, e dava pra perceber.
Ele também abaixou a cueca e deixou à mostra uma pica bem grande, maior que a do meu irmão e a minha, que quando tavam duras tinham uns 18 ou 19 centímetros.
— Gostaram da pica do meu marido? — perguntou a Cecília. — É grande, tem quase 25 centímetros. Adoro como ele enfia tudo em mim.
Não sei se era 20, 24 ou 25 centímetros o que media, mas parecia grande de verdade, e ainda não tava dura, tava no meio do caminho pra ficar de pau duro.
Ficamos os três pelados, e a morena ficou vestida só com uma calcinha e um sutiã bem pequeno que mal segurava as tetas enormes que ela tinha.
Minha cabeça tava cheia de perguntas sobre o que podia rolar. Não conseguia tirar os olhos do corpo da Cecília. Minha pica tava igual um ferro quente e nem ameaçava baixar. Meu irmão também tava de pau duro e tava se masturbando.
O Héctor também tava se masturbando. Agora sim, a pica dele tava bem grande e dura. Além de comprida, era grossa. Realmente imaginei que faria a mulher dele gozar muito com uma pica daquelas.
— É tipo um sonho — dizia a Cecília enquanto ria. — Ter dois caras com as picas duras pra mim, e ainda a pica enorme do meu marido pronta pra me comer também.
Na minha cabeça passaram mil imagens. Já me imaginava comendo a Cecília toda. Não aguentava mais de tesão.

CONTINUA

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