Olá, como vocês estão? Faz um tempão desde meu último relato, né? Mas tô de volta às antigas...
Agora vou contar o que rolou nesse verão, quando uma certa situação trouxe pra mim essa loucura inesquecível.
Tudo começou quando minha cunhada teve que vir morar na minha casa por causa de problemas de grana, emprego e relação com o resto da família. Maria José é o nome dela, é bem novinha e até diria que tem (ou melhor, tinha), um grau incomum de inocência, pros seus 22 anos.
No começo, não dei mais atenção do que o normal, mas com o passar das semanas não consegui evitar começar a olhar pra ela, já com intenções obscuras. Como tínhamos planejado, fomos viajar com a Majo junto (seriam menos dias, mas não íamos deixar a mina sozinha). Chegamos no destino e começamos a nos organizar; quando fomos pra praia, minha esposa comentou que a Majo não tinha biquíni, então tivemos que dar um pulo na cidade. Depois de rodar vários lugares, elas decidiram comprar um. Vocês sabem como é, não importa que a gente tivesse acabado de chegar, minha esposa e minha filha já estavam vendo o que comprar de "lembrancinha", e como não podia ser diferente, eu fiquei esperando sozinho... Nessa hora, a Majo aparece de um provador.
— E minha irmã? — perguntou.
— Foi escolher umas coisas lá na frente, por quê?
— É que quero a opinião dela de como fica em mim... — respondeu.
— Deixa eu ver, me mostra que eu te falo... — falei.
Puta que pariu...!!! Que peitão gostoso essa mina tem... Esse biquíni ficou uma luva nela...
— Ficou bom em você — comentei, tentando não parecer um tarado.
Perguntei quanto custava, e ela respondeu que era 240 conto (Meu Deus, como é caro andar quase pelada, ha ha ha). Quase sem pensar, mais por impulso do que outra coisa, falei sorrindo...
— Pode levar, mas vai te custar caro.
Ela, com uma certa cumplicidade, também sorriu e depois sumiu atrás da cortina.
Dá pra dizer que o primeiro contato tinha rolado, ou pelo menos foi isso. era meu objetivo, porque ao sair do vestiário com o biquíni na mão, foi ela que, ainda na frente da minha mulher (a irmã dela), roçou os peitos no meu braço, fazendo eu sentir os bicos duros e eretos, que provocaram calor na minha virilha e um arrepio no resto do corpo.
Majo é bem diferente da minha mulher. Ela tem, como já falei, um par de peitos sublimes, um corpo muito bonito, cuidado, firme, jovem..., com pernas longas e bem torneadas, mas pouca bunda (coisa que a irmã dela tem e faz a diferença). A pele dela é um tom mais escuro que o resto da família e os olhos pretos “perturbam”, se ela quiser.
Resumindo, minha cunhada é muito gostosa.
Depois do episódio do vestiário, tudo seguiu normal; dias de praia curtindo o mar e olhando bundas, peitos e tal…, sem deixar de jogar umas indiretas pra Majo de vez em quando. Na real, eu não sabia como ela ia reagir, então queria ir com pé firme e seguro.
Uma manhã na praia, fui em casa buscar dinheiro e acordar a Majo, que tinha ficado dormindo, pra ir almoçar. Quando entrei, notei que tudo estava igual, fui até o quarto e vi ela deitada. Quando me aproximei pra acordá-la, percebi que por baixo da camiseta que ela usava pra dormir não tinha nada… A peluda dela aparecia entre a camiseta e parte do lençol. Era um espetáculo lindo… Não me segurei e rocei minha mão na buceta dela, depois apoiei na barriga e apertei pra ela acordar. Podia ter feito qualquer outra coisa, mas, pra que perder a chance de “tocar em algo”?
Ela abriu os olhos e, sem se surpreender ou falar nada, se espreguiçou, se descobrindo ainda mais sem nenhum pudor, mostrando toda a virilha. Eu fiquei paralisado, gelado, besta…
Minha ereção quase espontânea foi tão evidente que a Majo, ao ver, falou…
— Essa aí, cunhado… tá quentinho???… por que tá assim? — perguntou debochando.
— Você me deixa assim, filha da puta… — falei — desde que chegamos, me deixa com o pau duro…
— Taria… bom, que você vai pagar sua dívida... senão vou fazer alguma merda. - acrescentei
- Me dá um tempo - ela disse, tentando acalmar um pouco a situação - eu também quero, mas a gente tem que se cuidar, pra não sermos pegos - finalizou
Ela se levantou e se aproximou de mim. Assim que a tive ao alcance, abracei ela e comecei a beijá-la desesperadamente, acariciando desajeitadamente todo o corpo dela... Ela me parou na hora, me lembrando que a gente tinha que ir comer e que estavam nos esperando. Xinguei até em aramaico, acho, mas ela tinha razão..., e graças a Deus que dei ouvidos, porque cinco minutos depois, minha filha e minha mulher chegaram nos procurando... (Milagrosamente, escapei naquele dia).
A partir daquele dia, tentamos individualmente não nos expor, considerando o tempo enorme que passávamos todos juntos.
As férias passaram e voltamos pra casa. A distância não tinha resolvido nada da situação da Majo com o resto da família, então ela continuaria morando em casa "até novo aviso".
Os "tiroteios" continuavam quando dava, mas com extremo cuidado e muito medo de sermos descobertos, não é que por uma putaria a gente acabe na rua com um pé na bunda...
Uma tarde no meu trabalho, comecei a viajar na maionese, pensando como seria dar uma bela trepada com minha cunhada...
Já tava bem excitado; só de ver ela, às vezes, ficava duro que nem um cacete... então tinha que pensar em algo pra realizar meu desejo.
Cheguei em casa e a Majo tava vendo TV na cozinha. Ela tava vestindo umas leggings azuis e uma regata branca, que mal segurava aqueles peitos divinos, e pra piorar, como não tava de sutiã, dois bicos duros apontavam pra mim. Ela me cumprimentou e disse que minha esposa tinha ido ao supermercado...
- Ela disse pra você esperar, que vai demorar um pouco mais porque tem que passar no salão depois. - finalizou
Sem pensar duas vezes, entendi que essa era minha chance, nossa chance... Mas como a Majo ainda era virgem, não conseguia parar de pensar que ela tava me enrolando e que se Ela me mandava de uma vez, às vezes tudo saía errado. Então, meio cauteloso, perguntei se a gente podia conversar.
- Sim... o que foi?... Fiz alguma merda? - perguntou preocupada.
- Nãaaaao!!! Nada disso... só queria te dizer que tô afim de cobrar aquela dívida... o que você acha? - falei, com a garganta seca e o pau duro.
- Não tenho problema nenhum, porque eu também quero te pagar faz tempo... - respondeu, completando - desde aquele dia na praia que tô com vontade...
E ali mesmo, começamos. Na hora, abracei ela e beijei feito louco, passando a língua pela boca dela toda, indo o mais fundo possível; ela correspondia do mesmo jeito.
Minhas mãos percorriam as costas dela, a bunda, a virilha quente. Tentei enfiar a mão por baixo da legging pra chegar na buceta peluda dela... nessa hora, talvez por medo ou culpa, ela disse que a gente tava indo longe demais..., que não era certo o que a gente tava fazendo.
- Lembrou tarde... Olha como você me deixou - falei, pegando a mão dela e levando até meu pau, que já tava bem grandinho.
Ela acariciou meu pênis de leve, apertando de vez em quando, e começou a abrir minha braguilha, tentando tirar ele pra fora da calça.
Quando conseguiu, pegou ele com a mão e começou a bater uma punheta com força, enquanto a língua dela passava pelos meus lábios.
Sem me dar tempo pra nada, ela se abaixou e, levando meu pau na boca, começou a lamber com tanta devoção que eu tava flutuando de prazer.
O boquete que ela me deu não era de uma mina de 22 anos, era de uma profissional... (Como essa gostosa chupava o pau, CARALHO!!!!).
Nem preciso dizer que gozei na boca dela sem nem conseguir fazer um gesto. Ela tentou agir como se tivesse curtindo aquela porra toda, mas na real o nojo foi tanto que ela teve que segurar uns ânsias. Com um pouco de vergonha e ao mesmo tempo sem cerimônia, começou a espalhar com as mãos tudo que tinha na boca sobre os peitos dela.
Eu já tava embalado e com o pau ainda duro, então, sem parar de olhar pra ela Embobado, sentei numa cadeira e comecei a lamber e beijar a barriga dela, enquanto puxava a legging e a calcinha juntas. Peguei ela pela bunda e comecei a chupar aquela pussy, que já tava bem molhada. De vez em quando, enfiava um ou dois dedos dentro da buceta dela pra provocar espasmos e gemidos de prazer. E "tanto foi o pote à fonte...", que no final ela gozou mais rápido do que eu imaginava ou pretendia.
Do jeito que tava, fiz ela sentar em cima de mim, separando os lábios dela pra aquele calorzinho molhado cobrir meu pau. Muito devagar, começamos a nos mexer, só roçando nossos sexos. Em poucos minutos de tanta esfregação e roçada, consegui enfiar meu pau inteiro dentro da pussy dela. Quando ela sentiu ele lá dentro, começou a cavalgar com mais vontade. Tava me enlouquecendo... em pouco tempo, fez eu gozar dentro dela, mesmo que uns minutos antes eu já tivesse gozado na boquinha dela. Majo continuou se mexendo por mais um tempo até ela mesma atingir o êxtase.
Ela se deixou cair em cima de mim, exausta. Quando nós dois recuperamos o fôlego, ela disse que achava que por aquele dia já tava de bom tamanho; mas prometeu que essa não seria a única vez que a gente ia transar, e que ela me avisaria quando e onde iríamos trepar mais à vontade.
Passaram-se vários dias; eu já tinha descartado qualquer chance de um novo encontro com a Majo, porque o tratamento do dia a dia tinha mudado muito e às vezes era bem grosso da parte dela... mas como sempre costumo me enganar, essa não foi exceção; Majo me ligou no trabalho:
- Tô disposta a cumprir o que a gente combinou - disse, quase sentenciando.
- Ééé...???, pensei que você já tinha desistido - falei num tom de deboche.
- Por quê? - perguntou
- Porque você me tratou feito lixo esses dias todos... por isso - respondi
- Ahhhh!!! Então o teatro deu certo... ninguém vai desconfiar - completou com certo orgulho da conquista dela.
- Que filha da puta... como eu comi essa história...??? - comentei
- Bom... amanhã às Tarde, Carla (minha esposa) tem reunião de pais na escola, e vai demorar. Então nesse horário a gente tem tempo, que tal?... já tenho o lugar também - ele completou.
- Fechou.
Sinceramente, apesar da minha idade e das minhas andanças, fiquei nervoso esperando aquele momento, e principalmente porque não ia só continuar vendo ela em casa naquele dia, mas também porque o fantasma de que era minha cunhada voltava.
No dia marcado, tomei café da manhã como de costume, mas não almocei porque nosso encontro seria às três da tarde e eu queria estar em perfeitas condições de desempenho, já que, por minha condição de cardíaco, não posso usar a famosa pastilha salvadora. (tô cagado de medo disso)
Faltando vinte pras três, tava saindo do trampo pra ir pro lugar onde devia encontrar ela; não tava... Esperei de boa uns minutos, até que vi ela chegar andando, vestida de um jeito bem simples, pra não chamar atenção. Entrou no carro e a gente partiu pro lugar escolhido pela Majo.
Era um motel nos arredores da cidade.
Mal conseguimos fechar a porta do quarto, porque começamos a nos beijar apaixonadamente. Tanta tesão reprimida tava prestes a explodir antes da hora. Entre beijos e gemidos, ela confessou que nunca imaginou que, além de uma casa pra viver sem problemas de família e confortavelmente, ia arrumar um amante como eu, apesar da minha idade.
- Eu também nunca imaginei que um dia ia te comer... mas aqui estamos... e eu adoro!!! - respondi.
Ela se afastou um pouco e eu aproveitei pra acender a luz. Ela tirou a jaqueta, revelando uma blusa bem decotada, deixando aparecer aquele par de peitões enormes que ela tem. Uma legging preta bem justa fazia a bunda dela brilhar e as pernas lindas completavam a imagem.
Com um tesão descontrolado, me joguei nela pra tirar a roupa, enquanto também tentava tirar a minha. Ela tirou a blusa, soltando aquelas Duas tetas lindas com os bicos já completamente duros.
Agarrei os peitos dela, beijei, chupei e amassei com luxúria, enquanto ela se contorcia de prazer, mordi os bicos que ficavam cada vez mais rígidos. Minhas mãos também não perdiam tempo e percorriam todo o corpo semidespido dela.
A Majo percebeu que meu pau tinha ficado num estado, digamos, interessante, então ela se afastou de novo pra terminar de se despir e me deixar admirar aquele espetáculo lindo que ela me oferecia tão submissamente. E pra ser sincero, curti com extrema satisfação, porque até aquele momento eu nunca tinha visto ela completamente nua.
Ela veio até mim, eu abracei ela bem forte sentindo as tetas dela se cravar no meu peito enquanto meu pau procurava espaço entre as pernas dela; sentei numa cadeira e, relembrando o que aconteceu na primeira vez, fiz ela sentar em cima de mim com as pernas bem abertas e, nessa posição, agarrei os peitos lindos dela, enquanto meu pau ia entrando até o fundo da vulva quente e molhada dela.
A Majo se mexia de um jeito muito sensual, fazia meu pau sair completamente num movimento, pra depois, noutro movimento, enfiar ele inteiro de novo; começou a subir e descer me tendo bem dentro. Fiz ela virar e sentar de novo, dessa vez de costas pra mim, queria ver como meu pau entrava e saía daquela buceta tão desejável. A bunda dela também não escapou das minhas mãos e dedos... com calma fui enfiando um dedo dentro dela, pra arrancar o primeiro orgasmo dela. Graças a esse "serviço", consegui me segurar um bom tempo e durar um pouco mais dentro dela, mas a excitação foi tão grande que no final eu também cheguei ao clímax.
A verdade é que pra mim foi uma foda sensacional, mas eu queria mais, assim como a Majo e a juventude dela (tem que se jogar num corpinho de 22 anos... NÃO É BRINCADEIRA!!!).
Então, deitamos na cama (ainda virgem) pra descansar um pouco e recuperar as forças... Depois de um tempo de silêncio, beijos e carícias, eu não conseguia decidir; queria que ela me chupasse, que me montasse, comer ela no cu, que fizesse o que quisesse comigo, eu fazer o que me viesse na cabeça; queria tudo..., mas como tudo isso não dava, porque não tenho fôlego pra tanto, resolvi meter no cu dela...
Comecei a beijar os peitos dela e fui descendo pela barriga até parar na buceta dela. Lambi cada milímetro da vulva dela, enquanto fios de saliva e lubrificação molhavam o cu dela.
Aqueles primeiros lambidas esporádicas no cuzinho precioso dela foram virando uma chupada de cu que arrepiou a pele dela, fez ela se contorcer de prazer e deixou meu pau duro... bem devagar, fui enfiando meus dedos no cu dela, enquanto o clitóris dela sofria os ataques da minha língua.
Outro espasmo de prazer sacudiu o corpo dela... Majo virou o corpo e, deitando de bruços, me ofereceu aquele tesouro tão desejado. Aos poucos fui entrando naquele cofre lindo, até enfiar tudo dentro.
Ela disse que adorava ter meu pau no cu dela e que eu metesse mais forte... e foi o que fiz. As estocadas foram aumentando...
— Enche meu cu de porra, filho da puta — ela gritou
E entre mais gemidos, xingamentos e gritos dos dois, gozamos juntos. Deitados na cama, cansados, suados e ofegantes, deixamos meu pau ainda dentro de Majo ir saindo sozinho enquanto ela ia pegando no sono.
Ficamos mais um tempo nos beijando em silêncio... Tomamos banho juntos e saímos do lugar sem falar nada.
Deixei ela a algumas quadras de casa, e fui comprar algo pra fazer o jantar em casa, e claro, pra passar um tempo e não chegar junto.
Foi assim que Majo pagou a "dívida" dela e eu satisfiz minhas intenções mais obscuras e maliciosas.
Desde então, fizemos mais algumas coisas... mas deixo pra outra ocasião...
PS: por vários motivos, MAJO e CARLA são nomes fictícios
Agora vou contar o que rolou nesse verão, quando uma certa situação trouxe pra mim essa loucura inesquecível.
Tudo começou quando minha cunhada teve que vir morar na minha casa por causa de problemas de grana, emprego e relação com o resto da família. Maria José é o nome dela, é bem novinha e até diria que tem (ou melhor, tinha), um grau incomum de inocência, pros seus 22 anos.
No começo, não dei mais atenção do que o normal, mas com o passar das semanas não consegui evitar começar a olhar pra ela, já com intenções obscuras. Como tínhamos planejado, fomos viajar com a Majo junto (seriam menos dias, mas não íamos deixar a mina sozinha). Chegamos no destino e começamos a nos organizar; quando fomos pra praia, minha esposa comentou que a Majo não tinha biquíni, então tivemos que dar um pulo na cidade. Depois de rodar vários lugares, elas decidiram comprar um. Vocês sabem como é, não importa que a gente tivesse acabado de chegar, minha esposa e minha filha já estavam vendo o que comprar de "lembrancinha", e como não podia ser diferente, eu fiquei esperando sozinho... Nessa hora, a Majo aparece de um provador.
— E minha irmã? — perguntou.
— Foi escolher umas coisas lá na frente, por quê?
— É que quero a opinião dela de como fica em mim... — respondeu.
— Deixa eu ver, me mostra que eu te falo... — falei.
Puta que pariu...!!! Que peitão gostoso essa mina tem... Esse biquíni ficou uma luva nela...
— Ficou bom em você — comentei, tentando não parecer um tarado.
Perguntei quanto custava, e ela respondeu que era 240 conto (Meu Deus, como é caro andar quase pelada, ha ha ha). Quase sem pensar, mais por impulso do que outra coisa, falei sorrindo...
— Pode levar, mas vai te custar caro.
Ela, com uma certa cumplicidade, também sorriu e depois sumiu atrás da cortina.
Dá pra dizer que o primeiro contato tinha rolado, ou pelo menos foi isso. era meu objetivo, porque ao sair do vestiário com o biquíni na mão, foi ela que, ainda na frente da minha mulher (a irmã dela), roçou os peitos no meu braço, fazendo eu sentir os bicos duros e eretos, que provocaram calor na minha virilha e um arrepio no resto do corpo.
Majo é bem diferente da minha mulher. Ela tem, como já falei, um par de peitos sublimes, um corpo muito bonito, cuidado, firme, jovem..., com pernas longas e bem torneadas, mas pouca bunda (coisa que a irmã dela tem e faz a diferença). A pele dela é um tom mais escuro que o resto da família e os olhos pretos “perturbam”, se ela quiser.
Resumindo, minha cunhada é muito gostosa.
Depois do episódio do vestiário, tudo seguiu normal; dias de praia curtindo o mar e olhando bundas, peitos e tal…, sem deixar de jogar umas indiretas pra Majo de vez em quando. Na real, eu não sabia como ela ia reagir, então queria ir com pé firme e seguro.
Uma manhã na praia, fui em casa buscar dinheiro e acordar a Majo, que tinha ficado dormindo, pra ir almoçar. Quando entrei, notei que tudo estava igual, fui até o quarto e vi ela deitada. Quando me aproximei pra acordá-la, percebi que por baixo da camiseta que ela usava pra dormir não tinha nada… A peluda dela aparecia entre a camiseta e parte do lençol. Era um espetáculo lindo… Não me segurei e rocei minha mão na buceta dela, depois apoiei na barriga e apertei pra ela acordar. Podia ter feito qualquer outra coisa, mas, pra que perder a chance de “tocar em algo”?
Ela abriu os olhos e, sem se surpreender ou falar nada, se espreguiçou, se descobrindo ainda mais sem nenhum pudor, mostrando toda a virilha. Eu fiquei paralisado, gelado, besta…
Minha ereção quase espontânea foi tão evidente que a Majo, ao ver, falou…
— Essa aí, cunhado… tá quentinho???… por que tá assim? — perguntou debochando.
— Você me deixa assim, filha da puta… — falei — desde que chegamos, me deixa com o pau duro…
— Taria… bom, que você vai pagar sua dívida... senão vou fazer alguma merda. - acrescentei
- Me dá um tempo - ela disse, tentando acalmar um pouco a situação - eu também quero, mas a gente tem que se cuidar, pra não sermos pegos - finalizou
Ela se levantou e se aproximou de mim. Assim que a tive ao alcance, abracei ela e comecei a beijá-la desesperadamente, acariciando desajeitadamente todo o corpo dela... Ela me parou na hora, me lembrando que a gente tinha que ir comer e que estavam nos esperando. Xinguei até em aramaico, acho, mas ela tinha razão..., e graças a Deus que dei ouvidos, porque cinco minutos depois, minha filha e minha mulher chegaram nos procurando... (Milagrosamente, escapei naquele dia).
A partir daquele dia, tentamos individualmente não nos expor, considerando o tempo enorme que passávamos todos juntos.
As férias passaram e voltamos pra casa. A distância não tinha resolvido nada da situação da Majo com o resto da família, então ela continuaria morando em casa "até novo aviso".
Os "tiroteios" continuavam quando dava, mas com extremo cuidado e muito medo de sermos descobertos, não é que por uma putaria a gente acabe na rua com um pé na bunda...
Uma tarde no meu trabalho, comecei a viajar na maionese, pensando como seria dar uma bela trepada com minha cunhada...
Já tava bem excitado; só de ver ela, às vezes, ficava duro que nem um cacete... então tinha que pensar em algo pra realizar meu desejo.
Cheguei em casa e a Majo tava vendo TV na cozinha. Ela tava vestindo umas leggings azuis e uma regata branca, que mal segurava aqueles peitos divinos, e pra piorar, como não tava de sutiã, dois bicos duros apontavam pra mim. Ela me cumprimentou e disse que minha esposa tinha ido ao supermercado...
- Ela disse pra você esperar, que vai demorar um pouco mais porque tem que passar no salão depois. - finalizou
Sem pensar duas vezes, entendi que essa era minha chance, nossa chance... Mas como a Majo ainda era virgem, não conseguia parar de pensar que ela tava me enrolando e que se Ela me mandava de uma vez, às vezes tudo saía errado. Então, meio cauteloso, perguntei se a gente podia conversar.
- Sim... o que foi?... Fiz alguma merda? - perguntou preocupada.
- Nãaaaao!!! Nada disso... só queria te dizer que tô afim de cobrar aquela dívida... o que você acha? - falei, com a garganta seca e o pau duro.
- Não tenho problema nenhum, porque eu também quero te pagar faz tempo... - respondeu, completando - desde aquele dia na praia que tô com vontade...
E ali mesmo, começamos. Na hora, abracei ela e beijei feito louco, passando a língua pela boca dela toda, indo o mais fundo possível; ela correspondia do mesmo jeito.
Minhas mãos percorriam as costas dela, a bunda, a virilha quente. Tentei enfiar a mão por baixo da legging pra chegar na buceta peluda dela... nessa hora, talvez por medo ou culpa, ela disse que a gente tava indo longe demais..., que não era certo o que a gente tava fazendo.
- Lembrou tarde... Olha como você me deixou - falei, pegando a mão dela e levando até meu pau, que já tava bem grandinho.
Ela acariciou meu pênis de leve, apertando de vez em quando, e começou a abrir minha braguilha, tentando tirar ele pra fora da calça.
Quando conseguiu, pegou ele com a mão e começou a bater uma punheta com força, enquanto a língua dela passava pelos meus lábios.
Sem me dar tempo pra nada, ela se abaixou e, levando meu pau na boca, começou a lamber com tanta devoção que eu tava flutuando de prazer.
O boquete que ela me deu não era de uma mina de 22 anos, era de uma profissional... (Como essa gostosa chupava o pau, CARALHO!!!!).
Nem preciso dizer que gozei na boca dela sem nem conseguir fazer um gesto. Ela tentou agir como se tivesse curtindo aquela porra toda, mas na real o nojo foi tanto que ela teve que segurar uns ânsias. Com um pouco de vergonha e ao mesmo tempo sem cerimônia, começou a espalhar com as mãos tudo que tinha na boca sobre os peitos dela.
Eu já tava embalado e com o pau ainda duro, então, sem parar de olhar pra ela Embobado, sentei numa cadeira e comecei a lamber e beijar a barriga dela, enquanto puxava a legging e a calcinha juntas. Peguei ela pela bunda e comecei a chupar aquela pussy, que já tava bem molhada. De vez em quando, enfiava um ou dois dedos dentro da buceta dela pra provocar espasmos e gemidos de prazer. E "tanto foi o pote à fonte...", que no final ela gozou mais rápido do que eu imaginava ou pretendia.
Do jeito que tava, fiz ela sentar em cima de mim, separando os lábios dela pra aquele calorzinho molhado cobrir meu pau. Muito devagar, começamos a nos mexer, só roçando nossos sexos. Em poucos minutos de tanta esfregação e roçada, consegui enfiar meu pau inteiro dentro da pussy dela. Quando ela sentiu ele lá dentro, começou a cavalgar com mais vontade. Tava me enlouquecendo... em pouco tempo, fez eu gozar dentro dela, mesmo que uns minutos antes eu já tivesse gozado na boquinha dela. Majo continuou se mexendo por mais um tempo até ela mesma atingir o êxtase.
Ela se deixou cair em cima de mim, exausta. Quando nós dois recuperamos o fôlego, ela disse que achava que por aquele dia já tava de bom tamanho; mas prometeu que essa não seria a única vez que a gente ia transar, e que ela me avisaria quando e onde iríamos trepar mais à vontade.
Passaram-se vários dias; eu já tinha descartado qualquer chance de um novo encontro com a Majo, porque o tratamento do dia a dia tinha mudado muito e às vezes era bem grosso da parte dela... mas como sempre costumo me enganar, essa não foi exceção; Majo me ligou no trabalho:
- Tô disposta a cumprir o que a gente combinou - disse, quase sentenciando.
- Ééé...???, pensei que você já tinha desistido - falei num tom de deboche.
- Por quê? - perguntou
- Porque você me tratou feito lixo esses dias todos... por isso - respondi
- Ahhhh!!! Então o teatro deu certo... ninguém vai desconfiar - completou com certo orgulho da conquista dela.
- Que filha da puta... como eu comi essa história...??? - comentei
- Bom... amanhã às Tarde, Carla (minha esposa) tem reunião de pais na escola, e vai demorar. Então nesse horário a gente tem tempo, que tal?... já tenho o lugar também - ele completou.
- Fechou.
Sinceramente, apesar da minha idade e das minhas andanças, fiquei nervoso esperando aquele momento, e principalmente porque não ia só continuar vendo ela em casa naquele dia, mas também porque o fantasma de que era minha cunhada voltava.
No dia marcado, tomei café da manhã como de costume, mas não almocei porque nosso encontro seria às três da tarde e eu queria estar em perfeitas condições de desempenho, já que, por minha condição de cardíaco, não posso usar a famosa pastilha salvadora. (tô cagado de medo disso)
Faltando vinte pras três, tava saindo do trampo pra ir pro lugar onde devia encontrar ela; não tava... Esperei de boa uns minutos, até que vi ela chegar andando, vestida de um jeito bem simples, pra não chamar atenção. Entrou no carro e a gente partiu pro lugar escolhido pela Majo.
Era um motel nos arredores da cidade.
Mal conseguimos fechar a porta do quarto, porque começamos a nos beijar apaixonadamente. Tanta tesão reprimida tava prestes a explodir antes da hora. Entre beijos e gemidos, ela confessou que nunca imaginou que, além de uma casa pra viver sem problemas de família e confortavelmente, ia arrumar um amante como eu, apesar da minha idade.
- Eu também nunca imaginei que um dia ia te comer... mas aqui estamos... e eu adoro!!! - respondi.
Ela se afastou um pouco e eu aproveitei pra acender a luz. Ela tirou a jaqueta, revelando uma blusa bem decotada, deixando aparecer aquele par de peitões enormes que ela tem. Uma legging preta bem justa fazia a bunda dela brilhar e as pernas lindas completavam a imagem.
Com um tesão descontrolado, me joguei nela pra tirar a roupa, enquanto também tentava tirar a minha. Ela tirou a blusa, soltando aquelas Duas tetas lindas com os bicos já completamente duros.
Agarrei os peitos dela, beijei, chupei e amassei com luxúria, enquanto ela se contorcia de prazer, mordi os bicos que ficavam cada vez mais rígidos. Minhas mãos também não perdiam tempo e percorriam todo o corpo semidespido dela.
A Majo percebeu que meu pau tinha ficado num estado, digamos, interessante, então ela se afastou de novo pra terminar de se despir e me deixar admirar aquele espetáculo lindo que ela me oferecia tão submissamente. E pra ser sincero, curti com extrema satisfação, porque até aquele momento eu nunca tinha visto ela completamente nua.
Ela veio até mim, eu abracei ela bem forte sentindo as tetas dela se cravar no meu peito enquanto meu pau procurava espaço entre as pernas dela; sentei numa cadeira e, relembrando o que aconteceu na primeira vez, fiz ela sentar em cima de mim com as pernas bem abertas e, nessa posição, agarrei os peitos lindos dela, enquanto meu pau ia entrando até o fundo da vulva quente e molhada dela.
A Majo se mexia de um jeito muito sensual, fazia meu pau sair completamente num movimento, pra depois, noutro movimento, enfiar ele inteiro de novo; começou a subir e descer me tendo bem dentro. Fiz ela virar e sentar de novo, dessa vez de costas pra mim, queria ver como meu pau entrava e saía daquela buceta tão desejável. A bunda dela também não escapou das minhas mãos e dedos... com calma fui enfiando um dedo dentro dela, pra arrancar o primeiro orgasmo dela. Graças a esse "serviço", consegui me segurar um bom tempo e durar um pouco mais dentro dela, mas a excitação foi tão grande que no final eu também cheguei ao clímax.
A verdade é que pra mim foi uma foda sensacional, mas eu queria mais, assim como a Majo e a juventude dela (tem que se jogar num corpinho de 22 anos... NÃO É BRINCADEIRA!!!).
Então, deitamos na cama (ainda virgem) pra descansar um pouco e recuperar as forças... Depois de um tempo de silêncio, beijos e carícias, eu não conseguia decidir; queria que ela me chupasse, que me montasse, comer ela no cu, que fizesse o que quisesse comigo, eu fazer o que me viesse na cabeça; queria tudo..., mas como tudo isso não dava, porque não tenho fôlego pra tanto, resolvi meter no cu dela...
Comecei a beijar os peitos dela e fui descendo pela barriga até parar na buceta dela. Lambi cada milímetro da vulva dela, enquanto fios de saliva e lubrificação molhavam o cu dela.
Aqueles primeiros lambidas esporádicas no cuzinho precioso dela foram virando uma chupada de cu que arrepiou a pele dela, fez ela se contorcer de prazer e deixou meu pau duro... bem devagar, fui enfiando meus dedos no cu dela, enquanto o clitóris dela sofria os ataques da minha língua.
Outro espasmo de prazer sacudiu o corpo dela... Majo virou o corpo e, deitando de bruços, me ofereceu aquele tesouro tão desejado. Aos poucos fui entrando naquele cofre lindo, até enfiar tudo dentro.
Ela disse que adorava ter meu pau no cu dela e que eu metesse mais forte... e foi o que fiz. As estocadas foram aumentando...
— Enche meu cu de porra, filho da puta — ela gritou
E entre mais gemidos, xingamentos e gritos dos dois, gozamos juntos. Deitados na cama, cansados, suados e ofegantes, deixamos meu pau ainda dentro de Majo ir saindo sozinho enquanto ela ia pegando no sono.
Ficamos mais um tempo nos beijando em silêncio... Tomamos banho juntos e saímos do lugar sem falar nada.
Deixei ela a algumas quadras de casa, e fui comprar algo pra fazer o jantar em casa, e claro, pra passar um tempo e não chegar junto.
Foi assim que Majo pagou a "dívida" dela e eu satisfiz minhas intenções mais obscuras e maliciosas.
Desde então, fizemos mais algumas coisas... mas deixo pra outra ocasião...
PS: por vários motivos, MAJO e CARLA são nomes fictícios
18 comentários - Majo, minha cunhada gostosa
muy buen relato, me recalentó 🙌
Muy bueno!!!
uted supo indicarme el camino... ja ja ja
el privilegio que tenemos algunos, vio!!!