Amigas da Liberdade

A noite do grito
Era um dia lindo, pra ser exato o dia da Independência, que dia, hein.
Esse dia eu ia sair com minhas amigas, passar em alguns bares e baladas. Como de costume, saímos, eram nove da noite, e tudo corria normal. Pra vocês imaginarem a cena toda, vou me descrever: tenho 1,65m, um corpão, cabelo castanho, uma bunda bonita e uns peitos fenomenais. Sou muito gostosa, ainda mais com minhas roupas decotadas. Nessa época, eu tava saindo com uma mina chamada Lorena, ela era meio cheia de complexos, se intimidava com minhas amigas, porque com 21 anos ainda era virgem, e quando saía com a gente, passava o tempo toda corada, já que todas as minhas amigas e eu somos umas libertinas, tiradas dos livros do Marquês de Sade. Eu tenho 18 anos atualmente.

Bom, minhas amigas e eu estávamos comemorando, e Lorena também, mas com as amigas dela. Eram só meia-noite, e eu já tava muito bêbada, porque os drinks estavam sendo pagos e a gente não podia perder essa oportunidade. Essa noite eu teria que dormir na casa de uma amiga, já que chegaríamos muito tarde. Tava no cassino da minha cidade, torrando o dinheiro dos meus pais, quando Aleshka, minha amiga, me falou que a gente tinha que ir. Eu, muito puta, aceitei, mas não queria que a noite fosse pro saco. Então liguei pra Lorena pra ela passar me pegar na casa da Aleshka, contei meu plano pra minha amiga, e com cara de brava, ela ia me ajudar pra mãe dela não perceber que eu não ia dormir na casa dela.

Finalmente Lorena chegou pra me pegar, já era um pouco tarde, fomos no carro dela, porque eu não podia dirigir minha caminhonete por causa da bebedeira. Com caretas, Aleshka se despediu de mim sugerindo que eu me cuidasse, já que quando entrei no carro da Lorena, continuei bebendo de uma garrafa que ela tinha.

Por fim, chegamos na casa da Lorena. Essa noite eu tava usando uma saia super sexy, com uma calcinha fio dental de seda rosa, que combinava com meu sutiã também de seda, que deixavam meus mamilos durinhos à mostra.

Lorena Vestia uns jeans e uma blusa decotada. A Lorena tinha a bunda que eu nunca provei na vida, super tasty, grande, com as nalgas bem empinadas. De tão bêbada que tava, ficava falando um monte de besteira. Lorena sentou num sofá, e eu sentei no colo dela. Ela começou a esquentar porque eu comecei a falar no ouvido dela, coisa que deixava ela super tarada. Assim, ela tava bêbada, então ao me ouvir, começou a massagear minhas coxas. Eu tava ficando louca, porque ela começou a esfregar de cima pra baixo e de dentro pra fora. Eu só me contorcia em cima do corpo dela. Nessa hora, ela enfiou a mão e sentiu minha calcinha toda molhada. Começou a massagear minha buceta e eu comecei a gemer no ouvido dela, enquanto eu tocava o rosto dela e o cabelo. Supliquei pra ela me comer como nunca tinha feito na vida, e me fazer de mulher dela.

A gente se mandou pro quarto dela, enquanto se apalpava na escada. Eu me fiz de surda, me olhando no espelho, mas ao mesmo tempo via ela arrumando a cama pro nosso encontro. Tava impaciente, e aceitei apagar a luz. Cheguei perto da boca dela e dei um beijo como nunca, molhado, do mais safado possível. A gente começou a se despir, devagar. Tirei os jeans dela e percebi que tavam úmidos, do mesmo jeito a blusa. Ficamos só de calcinha e sutiã, continuamos nos beijando apaixonadamente, quando comecei a massagear a bunda linda dela, enquanto ela ao mesmo tempo começava a baixar meu sutiã. Começou a lamber meus peitos, chupava com força, me mordiscava, uma vez e outra. Meus peitos já tavam cheios de saliva, quando eu fiz o mesmo. Tirei o sutiã dela com os dentes, com cuidado, e comecei a lamber os peitos dela, enquanto ao mesmo tempo começava a tocar a buceta dela, que tava super molhada. A gente tirou toda a roupa íntima, enquanto eu comecei a tocar o corpo todo dela, e também lamber com muita força, porque tava doida pra gozar. A gente se beijou de novo, quando eu comecei a descer pelo corpo dela. passei pelo umbigo dela, cheguei nas coxas, tava molhadinha minha princesa, e queria que eu chupasse ela do jeito que ela gostava, então comecei a beijar a buceta dela, primeiro com muito cuidado, abri os lábios dela e comecei com lambidas, suaves e profundas, e continuei, com chupadas longas e rápidas, que faziam Lore gritar que nem uma bebê. Ela pegou minha cabeça e esfregava na bucetinha dela, gemeu querendo que eu não saísse dali. Cheguei no clitóris dela e chupei como se fosse um pirulito gostoso, mais forte e devagar, e aí minha menina gozou na hora, deixando os sucos dela pra eu tomar, e eu tomei. E aí ela continuou, chupou minha buceta como nunca, bem depiladinha e suculenta. Começou como se nunca tivesse provado uma, tava doida pra me chupar, então fez com força, o que me fez gozar. Meus sucos escorreram pelas minhas coxas, e Lore tomava tudo, como se fosse porra. Assim a gente continuou a noite toda, penetrando uma na outra. Cheguei a enfiar meus cinco dedos nela, e por último me arrisquei a enfiar a palma da minha mão. Ela gemeu de dor e ao mesmo tempo de prazer. Eu tirava e colocava minha mão, com movimentos fortes e ritmados. Ela tava montada em cima de mim, cravada na minha mão, que já tava cansada de dar tanto prazer. A gente trocou de lugar, e ela enfiou três dedos em mim, que não foram suficientes pra minha bucetinha querendo mais. Só que ela não contava que eu tinha na minha bolsa meu grande companheiro, de 20 centímetros, que a gente lubrificou com nossos sucos, e ela enfiava e tirava, enquanto eu gemia de muito prazer. Eu tava montada nela, quando ela tirou de repente e eu pedi pra ela enfiar no meu cu. Ela topou, e uma lágrima escorreu de mim, porque doeu demais, mas ao mesmo tempo senti que ia gozar de novo. Então ela começou a tirar e colocar com muito frenesi. A gente ficou assim por mais de cinco horas, até acordar e continuar chupando nossas bucetinhas. Foi a noite mais gostosa da minha vida. Os drinks me deixam a mil, além de me deixar muito tarada. No outro dia cheguei Casa da Aleshka, com um sorriso, e ela me disse: "sua safada, você aproveitou e eu não". Já no fim da tarde, quando os pais dela tinham ido pra McAllen, a gente decidiu experimentar, como as grandes amigas que éramos, já que ela tava curiosa e eu, uma buceta querendo mais. Com a Lorena fiquei só uns meses; na real, comecei a namorar minha amiga. Ela disse que sim, e eu não perdi a chance. Desde aquela vez, sempre que a gente sai, a gente aproveita pra dormir juntas e se dar tanto prazer quanto naquela noite do Grito.

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